História Acasos - Capítulo 4


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Categorias Os Simpsons
Tags Bart Simpson, Lisa Simpson, Maggie Simpson, Simpsons
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Palavras 2.430
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Felicidade e Joelhadas


Combinamos que eu a esperaria na esquina da sua casa para levá-la pra escola e depois iríamos para a creche cumprir a medida destinada. Deixei-a em casa e ajudei a pular a murada da casa.

– Boa noite, Bart... – Disse Jill se inclinando no muro e me beijando de um jeito tão quente que me acendeu de novo.

– Jill... Seus pais podem...

– Ele não está e ela deve ter tomado uma dose de calmante e remédio pra dormir. Nem um elefante a acordaria agora.

– Então... Podemos entrar? – Sugeri malicioso.

– Se você conseguir...

Encarei-a com um sorriso.

– E se seu pai idiota voltar?

– Não te deixa com mais tesão pensar nisso? Imaginar que ele pode aparecer enquanto damos um amasso no meu quarto?

– Só de te ver me dá tesão. Mas não conseguiria subir a parede...

– Pena. Até amanhã, namorado...

Ela escalou e entrou numa janela no segundo andar da casa. Acho que devia fazer Parkour.

– Boa noite, namorada...

Fui pra casa, ansioso pra amanhecer.

***

– Anda Lisa, que merda!

– Calma Bart, que pressa é essa?

Minha irmã resolveu atrasar pra ir pra escola. Eu sempre levo ela e a Maggie. A minha maninha caçula estava encostada no carro:

– Vou conhecer a Jill hoje, Bart? – Comenta Maggie.

– Acho que sim, se a Lisa resolver sair de casa... CARALHO, TU MORREU AÍ, LISA?!

Nada. O mais puro silêncio vindo do quarto no andar de cima. Encostei na soleira da porta.

– Bart, fiz um lanchinho pra você e tem roupa limpa na mochila, já que você vai sair de casa direto pra creche. A instrutora vai esperar você lá, tá? – Disse minha mãe, beijando minha testa. Claro, tive que me abaixar um pouco pra ela fazer isso.

– Valeu mãe – Agradeci corado. Gostava dessas demonstrações de carinho. Mas só na frente da Maggie. A minha mãe já sabia e até evitava fazer isso na frente da Lisa.

– Aaaaah, eu quero lanchinho também! – Caçoou Maggie pra depois se arrepender, já que a Marge resolveu fazer cócegas nela.

– Estou pronta. Vamos? – Disse Lisa descendo a escada. Com certeza ela ia encher o saco com aquela desculpa que ficou até tarde estudando, fazendo tese e não-sei-o-quê. Bufei de raiva e fui pro carro da mãe. Como fiz dezesseis anos, já tinha carteira e talz e a mãe deixava que eu levasse as garotas pra escola no carro dela. O problema seria pegar a Jill.

– Não sei o motivo de você querer ir tão adiantado pra escola – Começa Lisa, sentando no banco de trás. Maggie sempre ia no carona. Mas hoje deixaria ela dirigir, afinal... Como iria dirigir com o braço fodido?

– E vai continuar não sabendo – Responde Maggie – Dá pra buscar o...

– O Seu namorado feioso sobrancelhudo? Negativo, Mag – Falei, rindo. Maggie me deu um soco no braço.

– Maggie, como você vai dirigir? Não tem carteira e...

– Ah Lisa, dá um tempo! Vai transar, vai? – Retrucou a minha caçula. Ri demais.

Como a escola não é muito longe, logo chegamos e as deixei lá. Esperei Lisa entrar pra piscar pra Maggie:

– Vou buscar a Jill, deixa a porta da sala do Willy destrancada pra mim, beleza?

– Sabia! Hihi, deixo sim, maninho. Até depois.

A sala do Willy ficava perto da arena de futebol americano, um casebre. Sempre rolava casal se pegando lá, mas tinham que pagar pra Maggie primeiro. Não tem noção do quanto essa minha irmã safada lucrou, já que o Willy tá mais preocupado em zanzar dentro da escola mesmo.

Cheguei na esquina e me deparei com a ruiva mais linda e gostosa de toda Springfield. Ela usava uma bermuda larga azul escura e uma regata vermelha, além de uma jaqueta preta muito estilosa e o all star cano médio. Nunca fui de reparar no que as mulheres usam, a não ser que tenha decote ou seja curto.... Mas a Jill conseguia despertar essa minha atenção.

– A moça está esperando alguém? – Encostei atrás dela, mas acho que não reconheceu a minha voz, já que tava de fone. Nem olhou pra trás e mandou eu me foder.

Cutuquei. Ela encarou brava, até perceber que era eu.

– Ai Bart, foi mal... Tava ouvindo música e...

– Relaxa. Gostei de saber que você não dá mole pra ninguém.

– Vai tomar no cu!

E me beijou. Um beijo calmo, mas envolvente. Odiei meu braço engessado que não me deixava abraçá-la.

– Vamos? – Disse, segurando minha mão. Ia sugerir que eu levasse a mochila dela, mas ela não quis saber.

***

– Garoto Simpson e novata, o Skinner espera vocês na sala da diretoria.

Bom, mal chegamos a porta da escola e o Willy nos esperava. Aquele zelador deu uma olhada em Jill e soltou um risinho.

– Puxa, dessa vez fui rápida demais... Será que ele viu meu histórico? – Comentou Jill

– Relax, o Skinner é meio pateta mas gente boa quando quer – Disse, pegando na mão dela. Entramos.

Os comentários não eram nada discretos. Vi Terri correr pro banheiro e chorar. Foda-se.

– Quem é essa daí?

Sussurros eram escutados por toda a Springfield High School. A ruiva novata despertava cobiça nos garotos e inveja nas garotas.

Mas ambos estavam perplexos com uma razão:

Ela andava de mãos dadas com Bart Simpson. Ela estava comigo.

– Olha só, o merdinha resolveu aparecer...

Nelson? Como ele estava aqui? Pensei que estava no hospital.

– Cai fora Nelson – Respondi. Jill segurou minha mão.

– E pelo que vejo, a sua puta também veio...

– PEDE DESCULPAS PRA ELA, AGORA!

Como ainda não havia tocado o sinal, tinha muitos alunos nos corredores e logo fizeram um círculo.

– Não vou pedir desculpas a uma puta!

– E não quero suas desculpas, seu filho da puta retardado – Diz Jill saindo do meu lado e jogando Nelson na parede – Você é idiota, escroto e...

Bom, não sei o que mais ele era, pois Jill deu-lhe uma joelhada no saco dele. Fiz uma careta enquanto Nelson se ajoelhava de dor.

– E você é você. Não tem nada mais ofensivo que isso – Finalizou Jill, dando uma cuspida na cara de Nelson.

Ah droga, fiquei duro vendo ela fazendo isso.

Ela pegou minha mão e começamos a andar. Os alunos saíram da frente.

– Acho melhor me dar seu braço engessado e colocar a direita no bolso. Dá pra ver de longe – Sussurrou ela, dando uma mordidinha em meu ouvido depois.

– Fazendo isso de novo, nem com uma cortina na minha frente conseguiria esconder, ruiva – Disse, fazendo o que ela sugeriu.

Entramos logo na sala do Skinner e por sorte, ele tava sozinho. Ele indicou as cadeiras pra gente.

– O que houve com o seu braço, Bart?

– Briga com o Nelson – Respondi, sem me irritar.

– Hum... Soube que você tinha se metido numa briga. Um assistente social veio aqui me explicar a punição que vocês dois levaram... Srta. Jullienne... Começamos mal, não?

Jill abaixou a cabeça, sem-graça. Eu me irritei muito com essa.

– Qual é, Skinner? Isso foi fora do colégio – Eu disse.

– Mesmo assim, reflete aqui. Ainda mais ela sendo uma novata. Enfim, vocês vão sair dez minutos mais cedo por conta da punição. E não quero saber de brigas novamente, pelo menos por aqui. Ouviram?

– Sim – Respondemos sem emoção. Ele indicou a porta e saímos.

– Então, a discussão com o tal Nelson não conta, né? Não foi uma briga – Disse Jill, rindo.

– Você acabou com o saco dele!

– Melhor, vai que ele engravida uma por aí?

– Só se for uma cega E idiota! – Disse, num riso contido. Olhei pro corredor e não vi ninguém a não ser o Willy com sua garrafa de conhaque escocesa. Ele nem percebeu a gente no corredor. Resolvi arriscar:

– Jill, vamos faltar essa aula? - Sussurrei

Ela piscou.

– Mas devem estar me esperando, pra apresentar a novata – Visivelmente confusa. Aquela carinha dela era muito fofa.

– Eles te apresentam no segundo período! Vamos... – Pedi, dengoso. Ela sorriu.

– Acho bom valer a pena! – E a puxei numa corrida pra porta dos fundos. Chegamos ao ginásio e fomos direto pro casebre do Willy.

Não me desaponta, Maggie...

Mas estava destrancada. Sorri pra mim mesmo enquanto Jill não entendia muito bem. A puxei pra dentro.

– Bart, o quê voc... – Não deixei ela terminar, só a empurrei contra a porta trancada e a beijei. Ela gemia alto, mas não tinha ninguém por perto.

– Senti falta dessa boca gostosa sua, ruiva!

Estava a mil, sem contar que havia sonhado com ela. Um sonho puto, sacana. Desejava aquela garota com todas minhas forças. Meu pau latejava só de sentir o perfume da pele dela. Ela me segurava, tentando me parar.

– Que foi, Jill? Tá com medo?

Ela me encarou.

– Medo? Hunf.

Ela olhou em volta e me senti empurrado com força pra uns colchonetes de ginástica que tinham lá (e eu nem percebi). Caí sentado com ela me segurando com o pé no meio do peito:

– Jill! Ai caralho!

Ela estava tirando a roupa, fazendo um strip-tease sem música. Aí tive que me controlar pra não gozar vendo ela tirando cada peça de roupa. A regata, a bermuda, o sutiã...

– Se eu tivesse medo, ficaria assim aqui?

– J-Jill, a-acho melhor se vestir...

– Quem tá com medo agora? – Provocou, se inclinando pra colchonete e me deitando suavemente. Começou a me beijar lento, pra depois me fazer gemer quando sugava minha língua. A calcinha preta dela era pequena, ainda mais naquela bunda grande que ela tinha. Puxei pra cima, fazendo fricção com a feminilidade dela.

– B... Bart...

– Você provocou. Agora, agüenta!

Aqueles peitos lindos balançaram na minha frente, me fazendo chupá-los de uma vez. Jill gemia meu nome e me abraçava. Foda-se se alguém pudesse aparecer, ela tava quase nua na minha frente, precisava aproveitar.

– Aaaah, isso... B-Bart...

Sentei ela no meu colo, de frente pra mim. Continuava a chupar aqueles peitos grandes, enquanto apertava a cintura dela com a mão direita. Ela inclinou-se pra trás, me chamando com um dedo. Deitei por cima dela.

– Uau! Você tá tão... Aaaain...

– Duro?! É, eu tô – Completei, me esfregando nela com força, fazendo-a agarrar a minha nuca.

– P-Posso... Ver?

Parei. Tentei me lembrar se estava de cueca. Saí tão na pressa que não me lembrava. E se eu estava, com certeza era alguma cueca do Krusty, o palhaço. Já que não lembrava se tinha cuecas brancas na minha gaveta.

– Ok. Abre a minha bermuda, então.

Ela me encarou, toda vermelhinha. Sorri.

– Eu... Eu não sei...

– Ok, sem problema. Acho melhor irmos – Disse, já me levantando e virando pra porta. Ok, admito que fiz ceninha, mas ela tinha me atiçado. Seria horrível bater uma pra aliviar. Senti uma mão me virar e me puxar pra um beijo bem, bem selvagem. A mão dela desabotoou e desceu meu zíper. Graças a Deus era uma cueca branca. (E sem estampa do Krusty)

– Ainda tenho algo no caminho, caso queira ver e, Aaaaaah...

Ela tinha abaixado minha calça e tudo e pegou no meu pau do nada. Sentir aquela mão macia em volta dele era gostoso demais. Ela aproveitou pra chupar o meu pescoço, enquanto passeava as pontas dos dedos pelo meu pau, delicadamente. Com certeza meu pescoço estaria cheinho de marcas, mas que se dane...

– Bart, posso tentar uma coisa que vi num filme? – Ela sussurrou ofegante, enquanto eu puxava um mamilo dela bem calmo.

– Claro, mas... – Calei e assenti com a cabeça. Que doido iria contestar uma situação dessas? Uma ruiva linda, ajoelhando na sua frente e te punhetando?

– Tô fazendo certo? – Perguntou ela, preocupada.

– Só aperta com um pouquinho mais de força pra cima e relaxa pra baixo – Bom, era assim que eu tinha feito depois do sonho de ontem, pra me aliviar.

– É grande... E tem um cheiro bom... – Disse ela, encarando meu membro, como se decorasse cada detalhe – E tá pulsando muito...

Graças a Deus tomei banho antes de vir. Esse lance de namorar era novidade, então julguei que devia cuidar um pouco mais de mim. Tava adorando isso, tudo acontecendo do nada e sem parecer errado. Era só a Jill e eu. Aquele tesão doido que a gente sente pelo outro.

– Jill, o que você... AI, CACETA!

Ela abocanhou meu pau, sugando ele todo. Só consegui inclinar a cabeça pra trás e segurar os cabelos dela. Ela fazia um movimento de vai e vem rápido, às vezes tirando-o da boca só pra lambê-lo da base até a cabeça, pra começar o vai e vem. Estava indo ao meu limite...

– Pronto, tá bem molhado... – Disse ela, sorrindo satisfeita com ela mesma. Olhei pra baixo um pouco relutante. Queria ter gozado naquela boquinha linda...

– Pode segurar bem firme? – Ela pediu, juntando os seios em volta do meu membro todo, indo pra frente e pra trás. Os peitos dela eram perfeitos pra isso. Nem precisei segurar meu pau, os seios dela o deixou bem firme entre eles. Ela ia numa velocidade incrível.

– Aaaaaah, Jill... Vou gozar, tô avisando.

– Vai parar no meu rosto! – Disse ela, com uma carinha fofa.

– Se você usar a sua boca, não vou te sujar... Aaaaah Jill, de-devagar, ruiva!

Ela pressionou mais forte e senti ela cobrir a cabeça com a boca dela, dando voltas com a língua. Foi o suficiente pra mim. Senti meu pau vibrar quando gozei, os jatos saiam fortes e rápidos, enquanto eu tremia levemente. Nunca tinha gozado durante um boquete, nem mesmo quando a Terri pagou um pra mim. E foi chato, sem-graça. A Jill soube como fazer... Talvez por ver filmes pornôs e ser curiosa. Ela ficava atenta pras minhas reações.

Quando abri os olhos, ela ainda estava ajoelhada e de boca fechada. Mas dava pra perceber de boca cheia.

– Você pode cuspir, se quiser e... Ai...

Ela engoliu de uma vez, lambendo os dedos. Fofa e pervertida. Isso sim era mulher... E ela engolir foi tão... Bonitinho de se ver.

– Tem cheiro de castanhas. Não tem bem um gosto em si, só é espesso. Mas o cheiro é muito bom...

– Vou acabar morrendo assim antes de completar um mês de namoro, sabia?

Ela riu e começou a catar as roupas. Vestiu o sutiã e a regata, mas quando foi colocar a bermuda, não deixei.

– O que foi, Bart? – Perguntou ela, surpresa.

– Fica de quatro pra mim?

Ela me deu um soco no braço.

– Idiota, temos que ir pra aula.

– Foda-se a aula. Eu queria só ver você com essa mini calcinha de quatro. Com essa bunda gostosa, seria uma visão do paraíso... – Deixei ela se vestir, enquanto eu me arrumava. Saímos rápido e fomos pro pátio. Era o intervalo.

– Acho que só vamos ir pra aula depois do almoço... – Comentei num riso e a abraçando. Ela respondeu com um beijo no meu rosto.

Jill, Assim você vai me deixar maluco de paixão... Minha ruiva...

 



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