História Acasos do Amor - Capítulo 12


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Categorias A Madrasta
Tags Abraça-me, Cersar Evora, Tekil, Victoria Ruffo
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Palavras 1.673
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Mistério, Policial, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - Um presente de amor!


Mas Loreto não ia permitir isso! Aquele homem não tomaria seu lugar. O lugar que tinha sido dele todo sempre, o lugar no trabalho e na cama de Inês como ele tinha sonhado ter todos aqueles anos. Iria lutar para conquistar aquela mulher para ele do jeito que sempre tinha desejado.

E com um esqueiro na mão ele apenas acendeu e apagou algumas vezes...

LORETO- Se ela não for minha, eu taco fogo em tudo que resta dela e dele. Taco fogo até nele...

Entre as árvores secas uma mulher ouvia atentamente as declarações dele.

NA CIDADE....

Diego estava abraçado a Raquela e sorriu, os dois estavam juntos a algum tempo. Não eram de demonstrar publicamente. Ele a tinha conhecido na capital e os dois se envolveram. Raquela nunca tinha contado a ele que conhecia toda aquela gente do povoado. Alisava o peito dele e esperava para ouvir o que ele ia dizer a ela na cama.

DIEGO- Eu vou buscar a minha filha, é tudo que posso fazer para da descanso a memória Cristina...- ele suspirou e sentiu uma pontada no coração, estava morta a única mulher que ele tinha amado na vida.

RAQUELA- Vamos conseguir, amor, vamos pegar a menina, eu prometo! Vamos acabar com aquele assassino!!!

Diego sentiu o coração aos saltos, a coisa ia pegar fogo...

NA FAZENDA...

Frederico acordou sentindo que era o homem mais feliz do planeta. Ele não precisava de mais nada na vida porque tudo que ele tinha desejado estava com ele. Sua filha, sua princesa ali com ele e sua esposa, Inês...

Inês era sua, depois de todo aquele tempo de solidão e de flerte, ele estava com a mulher que tinha desejado e que estava com ela de modo suave, amoroso, era plena para ele. Abriu os olhos tendo certeza que o dia dele seria o mais lindo e mais colorido que um homem poderia ser.

Mesmo antes de abrir os olhos ele tinha a certeza que aquela maravilha de sonho que ele tinha achado que Inês estava ali deitada em sua cama não era um sonho e sim uma verdade porque o perfume dela invadia todo o espaço do quarto.

Sua mulher e sua companheira estava ali com os lindos olhos arregalados olhando para ele. Uns olhos cheios de amor que ela desejava todo tempo perto dele.

FREDERICO - Assim vale a pena acordar para trabalhar um dia inteiro com você com esses olhos maravilhosos desejando muitos beijos.- estava com um brilho nos olhos...

Inês começou a rir dele, o jeito que Frederico falar as coisas era muito engraçado.Ele parecia um homem sem senso de humor e quando falava daquele modo, ela entendia que tinha muito daquele homem para conhecer e que não fazia ideia de que ele poderia ser uma companhia tão interessante como estava sendo.

Ela se ajeitou chegando mais perto dele e sorrindo com o corpo todo aceso por ele. Não sabia a magia que ele tinha, mas ele tinha, a fazia desejar tudo dele, tudo com ele.

INÊS - E quem disse pra você que eu quero beijos de um fazendeiro safado que só pensa em coisas?- ela provocou porque sabia que ele ia ficar aceso, na verdade já acreditava que ele estivesse aceso porque Frederico não era um homem de marcar tempo em lugar nenhum.

Frederico sorriu mais para aquela linda mulher que estava em sua frente e que ele tinha conseguido conquistar. Era sua, sua mulher.

FREDERICO - Eu tenho certeza que você não resiste aos beijos Rivero.

Sem dizer mais nada, Frederico agarrou seu amor beijando muito, primeiro no pescoço fazendo ela rir como se fosse uma criança, depois em todas as partes do corpo que ele conseguiu até que chegou as pernas dela. Ali beijou e a a intensidade mudou. Frederico parou e sentiu o perfume do sexo dela, beijou entre as pernas de Inês e ela suspirou...

INÊS - Isso, Frederico, eu quero isso... quero, isso... ahhhhhhh- ela se desmanchou imaginando que ele faria o que estava sentindo em todo seu corpo.

Frederico apenas puxou a lingerie dela e tocou o sexo de sua mulher com a mão. Olhou que ela se esquivava toda acesa e ele sorriu.

FREDERICO - Você quer meus beijos aqui, quer minha cavalinha?- ele riu porque ela parecia desesperada de desejo. Ele também estava, o membro latejava.

Ela gemeu e o olhou ali entre suas pernas, era tão ousado, ele era tão lindo e ela estava acesa como se fosse uma adolescente para aquele carinho. As mãos estavam suando e ela sentia o peito subir e descer. Frederico parou de torturar com a espera e olhando para ela abocanhou o sexo dela dando uma sugada tão forte que Inês gritou e se contorceu toda pegando fogo.

Frederico prendeu as pernas dela com os braços e esfregou o rosto todo ali na intimidade dela com tesão e depois lambeu e enterrou sua língua e sugou e quando ela serpenteou na cama, ele sabia quando sentiu o jato de prazer dela em sua boca, que tinha gozado forte. Ele sorriu e seguiu beijando ela toda até que se colocou entre as pernas dela, puxou sua cueca, entrou nela, puxou a perna dela para cima de quadril e bombou com força.

Inês segurou o ombro dele e rebolou embaixo, mordeu os lábios dele e acariciava as costas dele e o corpo dela todo estava aceso. A vagina estava inundada e ele deslizava indo e vindo, mesmo sendo enorme. Ela gemeu nos lábios dele. Frederico arremetia, o membro era acolhido por Inês, a sensação dele era de ferver seu corpo todo. Foram muitas estocadas com ela gemendo embaixo dele e quando não aguentavam mais segurar, gozaram se beijando e socando forte seus sexos um contra o outro.

Os dois se abraçaram e foram ao banho e lá também fizeram amor. Depois desceram para ver Maria do Carmo e ela foi beijada por Inês. Maria a abraçou com amor.

MARIA - Você vai cavalgar comigo e conhecer a fazenda do meu pai, ou vai para sua? - ela sorriu e esperou Inês se sentar.

Frederico beijou a filha e sorriu.

FREDERICO - Bom dia, meu amor!!!- ele se sentou com Inês ao lado dele.

INÊS - Bom dia, princesa, eu quero cavalgar sim, mas podemos fazer isso em minha fazenda enquanto seu pai e eu resolvemos algumas coisas por lá? - ela disse amorosa já bebendo café e informando a ele que trabalhariam juntos.

MARIA - Papai, vamos a fazenda dela? Posso? Lá tem os cavalos marrons!!! - ela disse amorosa e encantada. - E tem brancos!!! - ela sorria encantada.

Inês olhou os dois e ele explicou a ela que não tinha entendido ainda.

FREDERICO - Quando era menor ficava olhava olhando seus cavalos, Inês, ela sempre amou os cavalos de sua fazenda e dizia que quando ficasse grande iria ter um...

Inês sorriu emocionada, os cavalos dela eram lindos, eram livre e sempre bem cuidados.

INÊS - O segredo é que o veterinário deles é um homem apaixonado por cavalos...- ela disse sorrindo. - E você pode ir sim, você pode ir com ele e me ajudar e andar em todos os cavalos que queira. - piscou para Frederico que beijou ela com amor.

MARIA - Ahhhhhh, que bom!!!!! - deu um grito como se fosse criança.

Eles sorriram e depois de um café maravilhoso foram para a fazenda de Inês.

Maria do Carmo estava tão feliz de estar ali naquela fazenda que sorria para todas as pessoas que ela nem conhecia ou tinha visto na vida. Se sentia como se fosse parte daquele lugar e mesmo que o pai estivesse tão surpreso quanto Inês por ela estar tão à vontade ali os dois ficaram em silêncio para não estragar o momento.  

Inês levou Maria do Carmo até a baia e quando chegaram lá ela mostrou os cavalos lindos que toda a vida tinha assinado Maria do Carmo e os olhos dela parecia que não saltar de tanta alegria enquanto olhava aqueles animais e passava a mão em seus pelos.

Frederico estava junto com Inês de mãos dadas declarando a todas as pessoas ali que os dois estavam juntos e ficou tão emocionado quando viu a filha feliz daquele jeito que simplesmente abraçou seu amor e ficou apreciando o jeito que a filha estava.

Para completar aquele momento, Inês se aproximou de Maria do Carmo e sorriu dizendo para ela a frase mais linda.

INÊS - Está vendo aquele cavalo lindo ali, marrom? - ela apontou e o animal era lindo.

Maria sorriu e olhou de novo, era o que ela mais tinha gostado.

MARIA - Ele é o mais lindo, Inês!! - ela estava eufórica. - Eu posso dar uma volta nele.

INÊS - Ele é seu, meu amor, pode dar a volta que quiser, agora, sultão é seu!

Maria ficou em choque e sentiu o peito saltar e Frederico abriu a boca sem saber o que dizer. Maria pulou nela agarrando com amor.

MARIA - Meu Deus, Inês é serio?- ela estava fascinada.- Eu posso aceitar, pai? - disse olhando para ele com medo que dissesse que não, não fazia nada sem aprovação dele.

FREDERICO- É um presente, minha filha, se Inês te deu, pode aceitar...

Maria agarrou os dois e correu pegando o cavalo e saindo com ele aos berros...

Maria montou ele que relinchou e os dois correram juntos com ela sorrindo linda e Frederico abraçou Inês beijando sua boca... Os olhos cheios de amor.

INÊS - O que foi, Rivero? Está apaixonado? - ela o provocou cheia de amor e respirando fundo.

Frederico sorriu preso nos olhos dela.

FREDERICO- Não é paixão, é amor, Inês, eu te amo... Você é perfeita!!!

INÊS - Você vai ser feliz, Frederico e eu também... - ela disse dando a ele seus lábios para um beijo delicioso enquanto Maria sorria livre com o cavalo correndo e mostrando que ela era sua dona agora...

O amor, pode sim, nascer do acaso, mas nunca será por acaso...



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