História Acasos do Destino - Capítulo 1


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Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Luna Valente, Miguel, Monica, Simón
Visualizações 107
Palavras 1.476
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Mistério, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, Sejam bem-vindos!
tenham uma boa leitura, tem muita coisa ainda por vir...

Capítulo 1 - Cap.1


Abri os olhos devagar, ainda me sentindo meio zonza e aos poucos recobrando a consciência do que aconteceu ontem a noite ,e imediatamente passo a mão na minha barriga, minha pequena nasceu, uma alegria enorme me invade, e uma lágrima rola pelo meu rosto, me levanto um pouco e sinto os pontos da cesária ao me mexer, me acomodo novamente, sentindo dores, mas onde está minha filha? , porque não a trouxeram para o quarto, eu quero vê-la, abraça-la, não quero entrega-la para ninguém, ela é minha, e de mais ninguém, tento me levantar novamente, e dessa vez a porta se abre e minha mãe corre até mim...
- não filha, você tem que descansar, não faça isso- ela me arruma na cama
- onde está minha filha mãe, por que não a trouxeram para cá? - eu perguntei exigindo uma resposta coerente 
- filha temos que conversar- ela diz e imediatamente aquilo me assusta
- como assim? Eu quero ver a Luna ? Onde ela está? - eu disse já sentindo meus olhos marejados, não!,não pode ser o que eu estou pensando, me recuso, que seja isso, eu quero minha menina. 
- calma filha você precisa ser forte, você é jovem pode ter outra filha, é saudável, vai se cas...- eu a  enterompi
- COMO ASSIM?EU NÃO QUERO OUTRA FILHA, QUERO A MINHA MENININHA, ONDE ELA ESTÁ MÃE,ONDE? - gritei e as lagrimas já caiam sem permissão alguma, e eu não consigo acreditar no que esta acontecendo.
Eu me levantei gritando com a minha mãe e caindo ao pé da cama por conta da forte dor que me atingia.Logo depois, tudo aconteceu muito rápido, enfermeiros entraram rápido no quarto, e me colocaram na cama enquanto eu me debatia, eles seguraram em mim e aplicavam a injeção, e aos poucos eu perdia a consciência, vendo o rostinho que eu vi na sala de parto, antes de apagar, rostinho da minha princesinha, meu anjinho, minha Luna.
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Eu sai da sala de cirurgia arrastado,  eu a tinha perdido, tinha perdido a mulher da minha vida, ela e minha filha, eu estava desolado, porque isso meu Deus? Eu não merecia, sinto uma cratera abrindo sobre os meus pés, eu estava perdido, eu não quero viver, não tenho mais motivos pra isso.
- O filho- minha mãe veio me abraçar ainda de uniforme e eu chorei em seus braços, chorei como um bebê, eu não sabia o que seria de mim sem ela, tudo que eu queria era que tudo isso fosse um pesadelo. Me afastei de minha mãe e a olhei, eu via a dor em seus olhos, mas, eu, eu não sabia o que fazer.
- vamos filho, eu vou te levar pra casa, eu não tenho plantão hoje- ela disse e eu só a olhei e virei a cabeça de um lado pro outro e ela tentou me impedir, mas eu sai correndo pela porta do Hospital. Cheguei em casa e corri pro quarto da minha filha.
    ○○Flash Back on○○
- É muito confortável essa poltrona amor- Cande disse se sentando pela primeira vez na poltrona de amamentação que tinha acabado de ser montada 
- Vai ser a imagem mais linda de se ver- eu disse e ela me olhou sorrido
- Estou cada vez mais ansiosa amor- ela disse e eu me aproximei, ficando de joelhos a sua frente, passei a mão na sua barriga e senti um chute 
- Acho que nossa pequena Luna também está muito ansiosa- eu disse e rimos juntos.
●●Flashback off●●
Olhei para poltrona e o berço e deslizei na porta chorrando, sem forças eu fiquei ali, sem conseguir me movimentar, só sentindo as lágrimas descerem pelo meu rosto.
- Ruggero por favor, filho, me responde- eu ouvi a voz da minha mãe e recobrei a consciência aos poucos
- graças a Deus- ela disse e me abraçou-  Jorge me ajude, vamos levar ele para o quarto .
    Meu pai apareceu e junto com minha mãe me levou pro quarto e eu cai na cama. 
    - Eu nunca o vi assim Jorge, meu menino, não merecia isso- minha mãe diz enquanto tira meus sapatos.
    - Ele é forte Luiza, ele vai se recuperar.
    "Queria o seu otimismo Pai" 
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- Karol, Karol , filha- minha mãe me chama e eu recobro a consciência e me tento me levantar, mas sinto amarras nos meus bracos e nos meus pés.
-  O que significa isso mãe? Eu não sou louca, Eu só estou de luto.
-  Aos 18 anos Karol e sem estar casada- ela faz questão de jogar na minha cara, passando mais uma pagina de sua revista. 
-  isso não importa, só me deixe em paz e manda me soltar- eu digo e ela me olha e sai 
Depois de 10 min volta com os enfermeiros que me soltam sobre o olhar sigiloso da minha mãe, que depois os dispensa.
- seu pai ja esta cuidando para que nada do que esta acontecendo seja descoberto pela imprensa- ela diz com seu sorrisinho de vitória
- como sempre - eu digo 
-  não seja ingrata, é para seu próprio bem, e de toda nossa família, você sabe quanto tempo demoramos para, construir nosso império, não, você não tem noção, porque sempre cuidamos para você ter tudo, sempre cuidamos da sua carreira como cantora , você só esta onde está agora, por nossa causa, "Nós somos os Benson e ninguém é melhor que nós"...- ela fez seu discurso e saiu do quarto com seu nariz impinado e eu fiquei com minha lágrimas e minha infelicidade...
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Meu pai dirigia enquanto minha mãe ia no banco do Carona, estávamos a caminho da funerária, e a grande ironia era ao olhar pela janela e ver que nada combinava com aquele dia, o céu da noite, as estrelas brilhantes, a lua grande e bonita como iria se chamar a minha linda menininha "Luna" , era tudo uma grande ironia, eu odiava aquela ironia.
        E foi quanto tudo aconteceu muito rápido, em um carro do outro lado da estrada, perdeu o controle e foi jogado para fora da, e como um impulso, meu pai parou o carro e eu corri no meio daquela escuridão, o mais rápido que podia, eu não sabia porque, aquele carro ia explodir, porque eu estava correndo para ele? E eu não me arrependi daquele impulso na hora que vi o bebê na cadeirinha na parte de trás, eu tinha que salvar , eu tinha que fazer isso. Eu peguei um pedaço de pau que encontrei no chão e quebrei o resto do vidro. Eu a peguei no colo depois de conseguir abrir a porta e olhei para a mulher no volante, ela tinha tatuagens por todo os corpo,  e ao seu lado eu abri uma bolsa que se encontrava cheia de dinheiro e tinha uma arma, chequei seu pulso e sua respiração, e ela não tinha mais batimentos, ela estava morta.
- RUGGERO SAI DE PERTO, O CARRO VAI EXPLODIR FILHO, SAIA FILHO - Minha mãe me puxava pela camisa chorando.
     E eu sai, agarrei aquele criança e corri com ela e meu pai para long do carro em chamas, segurando o bebê, me abracei a eles vendo o carro queimar e depois ele explodiu , com aquela mulher dentro, e eu chorei mais junto com meus pais.
     -eu já chamei a polícia e os médicos- meu pai disse 
    Segurei o bebê junto com a Echarpe branca suja de sangue e percebi que sua respiração estava falha, 
    - Mãe ... e...na...ta não ta conseguindo respirar ...mãe, temos que salva-la , mãe- eu disse já tremendo, dominado pelo medo de perder mais uma vez 
    E foi o que fizemos, entramos no carro e meu pai pisou fundo em direção ao hospital que minha mãe trabalha, entramos com o bebê pelos fundos as escondidas e minha mãe a levou de mim. E eu me ajoelhei pedindo a Deus que salvasse essa criança. 
     E foi ai que eu tive a ideia
      - Por favor mãe, por favor, Deus está me dando uma nova chance, essa criança ta sem ninguém, você só precisa mudar o prontuário da Cande, e dizer que minha filha sobreviveu. 
      Minha mãe me olhou em dúvida 
      - você que estava na sala de parto, você que que fez o parto. 
      - se descobrirem , vão tirar meu diploma, é muito arriscado, eu não posso fazer isso - ela diz 
      - não vão descobri, vai ser segredo meu, seu e do papai- essa menininha precisa de mim, é uma nova chance, eu não quero joga-la em um orfanato, não aceitaram um homem viúvo adotar uma criança, aquela mulher que estava com ela tinha acabado de praticar algum crime.
      - nos deram uma segunda chance de ser avós amor- meu pai disse a abraçando e uma lagrima escorreu de seu olho. 
      Ela aceitou. 
     
    
    


Notas Finais


O que acharam? posto mais logo, logo...
espero que tenham gostado msm.
bjjs! Obrigada!


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