História Acasos por acaso - Capítulo 5


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Categorias Doce Vingança (I Spit on Your Grave)
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Romance, Suspense
Visualizações 15
Palavras 802
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense
Avisos: Estupro, Tortura
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Outro capítulo pra vocês.

Capítulo 5 - Perdida


         Fomos até a minha cafeteria predileta, sentamos e começamos a tomar nossos cappuccinos. E comecei a contar pra ela algumas coisas.



         – Ah... Então você é vizinha do Miguel.  - Ela repete o que eu falei.

       – É... pois é, complicado. - Falo bebendo um gole de café. 

      – Bom, falando de coisas boas agora. O Gui perguntou por você ontem. - Ela diz sorrindo.
      – Legal, ele disse o que? - Pergunto curiosa.
      – Se eu tinha visto você ontem. - Ela fala em um tom obvio.
       – Estou ansiosa para começar a filmagem. - Falo empolgada. Mudando de assunto.
       – Também, vai ser ótimo trabalhar contigo. - Ela fala após tomar um gole de café.
      – Bom eu já vou, nem vi o tempo passar. - Falo levantando e pegando minha bolsa.
    – Eu vou esperar o Heitor. - Ela diz com um brilho nos olhos. 


      Saio da cafeteria e volto ao meu caminho cantarolando. Caminho sem rumo, até chegar a um lugar, um lugar calmo, bonito. Um riacho, para ser mais exata. Onde dava para ver o sol se pondo, o vento balançando as folhas, os pássaros voando.
        Sento a beira desse riacho, não fazia ideia da onde eu estava, mas isso não importava pra mim. O que importava era que eu estava sozinha, somente eu e a natureza, pego algumas pedrinhas e começo a jogar na água.
        Este é um ótimo lugar para pensar, para refletir, afinal o que eu estou fazendo? Será que darei conta de tudo? Será que estou mesmo me apaixonando? Será que aquele pesadelo era só um fruto da mimha imaginação?
        Tantas perguntas, não consigo achar uma resposta para nenhuma. Semana que vem começa as gravações, será que serei uma bos atriz? Chega de perguntas! Está na hora de procurar respostas.
       Pego meu livro e começo a ler, não entendo nada, a cada palavra que eu leia, era um momento da minha vida sendo repassado. Fecho e guardo, é quando me dou conta que já está anoitecendo e eu estou no meio do nada. Pego meu celular e coloco no GPS. Sem sinal. 
       Ótimo, o jeito vai ser encontrar a saída. Olho em volta e tudo que vejo são árvores, árvores e mais árvores. Como fui entrar ali? Começo a ficar aflita.
       Preciso me acalmar para poder encontrar uma solução. Vejo um caminho sem árvores, acho que foi por onde eu entrei. Pego minha bolsa e entro nesse caminho.
      Está tudo escuro, acendo a lanterna do celular. Caminho um pouco e nada, mais folhas, folhas e folhas. Escuto um barulho, parece passos. Quem será?


         – QUEM ESTÁ AÍ? - Pergunto em um tom mais auto e firme do que o normal. Ninguém responde, mas os passos se aproximam.


          Vejo de longe a sombra de alguém. Um homem. Se aproxima cada vez mais, eu me afasto, não faço ideia de quem seja. Começo a andar na direção oposta, melhor dizendo começo a correr.
         Tropeço em algo e caio, minha bolsa abre. O homem se aproxima cada vez mais rápido, pego minhas coisas e coloco dentro da bolsa o mais rápido que posso. Tento levantar, mas não consigo minha perna doia de mais para poder levantar.
       Olho para trás e quando volto a olhar para frente ele está parado. Estendendo a mão para me ajudar, não da para ver seu rosto.



          – Você está bem, Laura? - Ele pergunta, como sabe? Me dou conta de quem é, mas o que ele está fazendo aqui?
         – Não acho que torci o pé, o que está fazendo no meio da mata? - Pergunto soltando um leve gemido de dor quando ele me ajuda a ficar de pé.
          – Te pergunto o mesmo. Esse lugar é perigoso. - Ele diz, seu rosto está bem próximo do meu. Posso ouvir sua respiração, meu coração começa a acelerar.
          – Vamos, vou te levar até meu carro a saída é logo ali. - Ele indica com a cabeça. – Acha que consegue caminhar? - Ele pergunta apoiando meu braço em seu pescoço.
         – Não sei, acho que sim. - Respondo confiante. – Obrigada, se não fosse você eu não sei o que iria fazer. - Falo com gratidão.

         Caminhamos um pouco, até chegarmos na estrada. Ele me ajuda a entrar em seu carro, fecha a porta e entra também.

           – O que estava fazendo no meio do nada? - Ele pergunta, após ligar o carro e começar a dirigir.
            – Estava caminhando sem rumo  durante o dia, até chegar nesse lugar. Quando me dei conta ja era tarde de mais. - Falo suspirando. – Você me deu um susto tão grande. - Falo colocando enfase nas palavras "Tão grande" Ele começa a rir.

           – Desculpa. - Ele fala rindo. – Ouvi sua voz e fui ver, parecia assutada.
           – E estava. - Falo sorrindo. – Obrigada mesmo se não fosse você ... - Ele olha pra mim.
           – Se não fosse eu?... - Olho pra frente. – *CUIDADO!*













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