História Acceptance. - Capítulo 12


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Taehyung (V), Personagens Originais
Tags Bangtan, Bts, Tae, Taehyung
Visualizações 142
Palavras 1.837
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Saga
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom dia, boa tarde e boa noite.

Vocês tão apaixonadinhas nesse casal hein, adoro ver os comentários 😍😍 obrigada a todos.

Capítulo 12 - Paranóia.


POV EVY

Quando conheci ele e as coisas ruins começaram, o problema foi que minha autoestima foi para o lixo, as brigas eram diárias, e ele fazia questão de me colocar para baixo, acabei perdendo até alguns trabalhos, pois eu nem mesmo conseguia sair de casa.

Hoje é o segundo encontro com IU, e eu me pego comparando a deusa a minha frente a mini pessoa que sou, seu corpo esbelto, a forma que ela ri tão fofamente e todos a nossa volta caem em seus encantos. Quando damos um tempo corro para meu quarto, coloco uma calça moletom e uma blusa de capuz, prendo meu cabelo e coloco óculos, de repente não me sinto bem nem assim.

- Evy, está tudo bem? – Não fale comigo sua cobra do inferno.

- Estou sim, Eun, desculpe. – Não é culpa dela Evelyn, não é culpa dela ela ser tão maravilhosa e incrível assim.

Acabo a sessão mais cedo, sei que terei que marcar uma nova, as fotos de hoje não chegaram nem aos pés do que a empresa vai querer. Foco, você é uma profissional, pare de bancar a criança do ensino médio, qual é, vai deixar um homem imbecil destruir tudo isso que você conquistou?

Não há muitas coisas a serem feitas agora, então apenas tomo um banho e me jogo na cama, coloco algo para assistir e espero dar a hora de pedir algo para jantar, não estou animada, e nem mesmo triste, é uma sensação que não sei explicar.

- Taehyung, você seria muito bem-vindo agora. – Sinto uma tristeza, queria poder abraçar ele.

A campainha toca e me sinto nervosa, olho a pequena telinha, flores? Não, de novo não.

- Deixe ai, depois pego. – Solto o botão.

O rapaz não sai, começo a ficar tensa, vou descer e pegar, procuro algo que eu possa usar de taco ou coisa assim. Desço pé por pé, estou tremendo tanto que é possível ouvir meus dentes se batendo.

- Respire, vai ficar tudo bem. – Fecho os olhos e abro a porta.

Não tem nada, apenas me entrega a flor, uma caixa, cabeça baixa me mostra a tela para assinar, os entregadores têm Iphone X agora? Quanta tecnologia.

- Obrigada. – Sem resposta, fecho a porta lentamente, as flores são do campo, Taehyung.

Sorrindo feito idiota eu abro a caixa, há um TATA de pelúcia, não acredito que ele pensou nisso tudo. Com os olhos marejados abraço o urso e o beijo, coloco as flores no vaso. Procuro dentro da caixa e há um bilhete.

“Abra para uma surpresa.”

Eu já abri Taehyung, a nota deveria estar fora da caixa seu bobinho. Abra para uma surpresa, rio baixo. Ele é mesmo um nenê, fico encarando o urso. Algo está me incomodando bastante, ele não deixou o bilhete lá dentro atoa, Taetae não é burro. O celular, o celular do entregador.

- Abrir? OH MEU DEUS!

Corro feito louca e abro a porta ofegante, um maravilhoso homem de sorriso quadrado está bem a minha frente, a roupa, eu sabia que aquele moletom todo não era um uniforme.

- Meu Deus, você! – Puxo ele para dentro, beijo todo o rosto dele.

Não havia me tocado do tamanho da saudade até agora, mas ele deveria estar aqui? Ele estava trabalhando.

- Meu Deus, que saudades. – Me agarro a ele que só faz rir e beijar meu rosto.

- Acho que aparecerei de surpresa mais vezes.

- Como? Você não deveria estar aqui.

- Eu fugi. – Ele sussurra. – Estava com saudades, e você parecia estranha no telefone.

- Você viajou tudo isso só por uma ligação?

- Não, viajei tudo isso para ver minha namorada e matar a saudade.

- Você é tão nenê, meu Deus.

Estamos abraçados a muito tempo nesse pequeno sofá, não sinto as lagrimas quando elas começam, mas sinto seus dedos longos acariciando meus fios, ele fica repetindo que está tudo bem, mal sabe ele como realmente agora está tudo bem.

- Tão sensível. – Beija minha bochecha. – Aconteceu algo, não foi?

Queria contar a ele, realmente queria, mas não quero ele dentro dessa parte da minha vida, Taehyung não merece estar neste lado da história. Sorrio abertamente e nego, seus olhinhos se semicerram, continuo sorrindo até ele sorrir de volta, me dá um beijo carinhoso e com muito esforço se levanta.

- Por mais que eu queira muito ficar, tenho que ir.

- Ah, não, já?

- Eu vim com o hyung Sejin, menti que precisava pegar algo e aproveitei para vir com ele que veio buscar alguns contratos, mas o Jungkook não vai conseguir enrolar muito ele.

- Você colocou a criança nisso?

- Ele queria ajudar.

- Ah, falando nisso, estou fotografando a IU.

- Jungkook vai pirar quando souber.

- Sim, falei dele na frente dela, ela disse que escutou os covers dele, que ele realmente é muito talentoso.

- Vou contar isso para ele, ele não vai nem dormir.

- Tem outra coisa.

- O que?

-Isso você não deve contar a ele. Ela está namorando, não sei quem, mas ela ficou comigo sozinha, estamos nos dando bem, e ela acabou contando depois de receber uma ligação.

- Ah, é, isso não contar. Melhor deixar ele apenas feliz.

- Sim, e quando voltam? – Ele me dá mais alguns beijinhos, e depois vamos para a porta.

- Três dias no máximo. Por que?

- Eu ainda tenho algumas sessões com ela poderíamos marcar algo. Ele conhecer ela e tudo mais.

- Não sei, ele provavelmente congelaria, é muito tímido. Vamos fazer um encontro surpresa. – O sorriso diabólico me faz gargalhar.

- Que malvado você, gostei. Tem que ir mesmo?

- Sim. Não quero.

Faz birra, meu Deus como é possível que eu esteja tão feliz. Depois de enrolarmos mais um pouco eu o deixo ir, entro para casa tão animada que nem penso no jantar, pego meu Tata que agora tem uma bandana dele em seu pescoço e vou para a cama.

Acordo de madruga, com fome. Claro que é uma necessidade básica comer, mas eu realmente tinha ficado sem fome, ando pela cozinha, não posso pedir algo agora, já deve estar tudo fechado e também não posso comer pizza as três da manhã, decido fazer um rámen, as vezes quando acordo de madrugada me sinto inspirada, então deixo a água fervendo e vou até meu estúdio, pego as miniaturas e o notebook, irei fechar a edição da Vogue hoje. Me sento com o rámen ao lado e começo a riscar as fotos que quero e montar o layout da revista, um serviço que eu estava demorando tanto acabo o fazendo em uma hora, adoro quando acordo assim, envio o e-mail para os editores, lavo a louça e volto a me deitar.

É Taehyung no sonho, sei que é, o tom de voz cantando, as mãos macias alisando as minhas, ele fala algo que não entendo bem, o sonho me dá uma sensação tão boa que eu começo a sentir calor com os toques que começam a ficar mais íntimos. Acordo com um gemido.

- Que coisa foi essa? – Aliso minha franja, estou suando? – Esse menino vai me matar, estou dizendo.

- Ainda fala sozinha? – Dou um pulo da cama, minha assistente e amiga está passando indo para a cozinha.

- Que susto! O que está fazendo aqui?

- Eu te liguei e você não atendeu, no estúdio eu vi algumas coisas então presumi que seu namorado secreto esteve aqui. Subi e você estava quase roncando de tão pesado que dormia.

- Só me ouvir roncando? – Ela me olha confusa. – Nada não. Fez café?

Sinto cheiro maravilhoso. Ela trouxe café, e pelo jeito as rosquinhas que tanto amo, preciso pagar um salário melhor para ela.

- Ah, recebemos o e-mail do editorial, eles adoraram as escolhas de fotos e layout, querem que você de uma olhada nas pequenas mudanças que pediram, então irá para a prensa.

- Ok, farei isso depois do almoço, o que temos hoje?

- Você tem um desfile, e depois nada.

- Claro, o desfile já vai me levar toda a energia. – Ela revira os olhos, nós duas sabemos como ficamos cansadas em dia desses desfiles.

Depois do café eu me troco, quando vamos aos desfiles privados como esse da Juki, preferimos ir bem arrumadas, pois sempre acabamos em reuniões com futuros clientes, e o nosso bom gosto para roupas pode fechar um contrato.

Não queria fazer uma maquiagem pesada, então aproveito para usar os dons de minha colega, arrumamos os equipamentos que eu não deixo de levar nunca e seguimos para o casarão onde ocorrerá o evento.

Tenho amizade com a maioria das modelos, até mesmo as estrangeiras, fico apenas olhando a forma que elas se preocupam se podem ou não comer algo agora, as pessoas veem de fora e acham que elas simplesmente vivem e pronto, mas não elas precisam comer, e se preocupar se isso não vai inchar elas na hora da foto. Se dormem demais podem estragar o rosto liso, se dormem de menos, olheiras, elas vivem de seu corpo e rosto, é necessário um cuidado, uma alimentação, mesmo assim oitenta por cento delas seguem dietas malucas, usam produtos atrás de produtos que garantem manter a pele perfeita.

- Unnie, acha que essa cor me deixa pálida demais?

- Não, está linda em você.

- Não quero atrapalhar suas fotos. – O sorriso tristonho aperta meu coração.

- Você está realmente linda, apenas fique relaxada e pose, sim?

Suhee é profissional, nem parece que esta um calor intenso aqui, e que ela está quase desmaiando de calor e fome, o sorriso é tão sincero que fotografo sorrindo, podemos ouvir o desfile ao fundo, termino as fotos e os ventiladores vem ao nosso encontro, me sento e chamo ela para ficar ao meu lado, uso a desculpa para que ela possa se sentar e descansar, deixo algumas uvas por ali, ela come timidamente.

- Essa ficou linda, pena que meu cabelo atrapalhou.

- Gostou dela? Vou mandar uma para você.

- Obrigada, bom, agora preciso ir, vou desfilar em alguns minutos. Obrigada pelo descanso e pelas uvas.

- Sinta-se à vontade.

Acho que por ser mais velha que a maioria delas eu fico um pouco preocupada com essa situação em que vivem, tenho uma sobrinha jovem, não quero imaginar ela passando por isso.

- Imaginei mesmo que fosse você. – Todo meu bom sentimento se esvai, me viro e lá está ele.

- Que merda está fazendo aqui?

- Minha noiva é filha de um dos magnatas desse meio. – Dá de ombros. – E você, vejo que ficou bem famosa tirando fotinhos.

- Vai se ferrar. – Ele tenta me segurar e eu quase jogo o notebook na cara dele.

– Hum, está bravinha?

- Não me toque. – Começo a sentir a respiração falhar.

Sei que ele quer fazer algo, mas minha colega chega e me salva, não sei se percebe o clima tenso, mas ela o expulsa da área e não é muito simpática. Só pode ser brincadeira, ele está em todos os lugares agora?


Notas Finais


Não odeiem a unnie, por favor . ✌️💜


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