História Acceptance. - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Taehyung (V), Personagens Originais
Tags Bangtan, Bts, Tae, Taehyung
Visualizações 138
Palavras 1.930
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Saga
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


BOM DIA,BOA TARDE E BOA NOITE!

Olha quem voltou e trouxe uma cena +18! Me digam como estão, sentiram sdds de mim? u.u


P.S: ESCUTEM A MÚSICA!

Capítulo 7 - Efeitos colaterais.


OUVIR : Hipnotized - TRACES

 

POV EVY

A forma que seus lábios se esticam, e sua voz rouca fala meu nome causam um tremor por toda minha espinha, suas mãos continuam alisando lentamente minha coxa, e eu acho que vou pegar fogo, derreter, ou ambos.

- Gostei. – Minha mão trabalha sozinha, segurando os fios já cumpridos de sua nuca, e seus lábios se encaixam tão perfeitamente nos meus.

Tem gosto de soju, e de algo a mais que não sei, posso sentir sua respiração quente, e como seu coração está acelerado, ou talvez seja apenas o meu, suas mãos me puxam pelas cintura, me apertando de encontro a ele, vergonhosamente eu gemo seu nome entre o beijo, uma de suas mãos aperta minha bunda, ele sussurra algo que não consigo decifrar.

Eu já o conheço, não é a primeira vez que estamos nessa situação, mas algo em mim ainda o vê como o garoto, então quando sua mão invade minha camiseta, e suas unhas curtas arranham levemente minhas costas, percebo que ele não é tão doce assim.

Sua cintura começa a se apertar contra mim, me mostrando o quanto ele também está excitado, então eu sei que se quero parar tem que ser agora, não posso atiçar mais ainda e depois correr, mas como se adivinhasse que eu estou em uma briga entre minha moral e meu lado embriagado, seus dedos passeiam por minha cintura, coxa, interior da coxa, e me apertam por cima do fino pano do pijama, é obvio que nesse momento ele sente o quão molhada eu já estou, estou sem calcinha.

- Porra, Evelyn. – Ele não pronuncia meu nome corretamente, mas a forma que fala o sotaque, é tão sexy que eu poderia gozar agora. – Você precisa dizer se vai me parar, noona.

Está me dando a oportunidade, mesmo que um de seus dedos já esteja invadindo o tecido, me tocando, lhe puxo novamente o beijando, depois mordo seu queixo, bem no momento em que um dos dedos que tanto encaro, e admiro, me invade.

Não sei a primeira vez que ele decidiu usar uma camisa, mas agradeço ao anjos por ele manter essa moda, abro botão por botão somente para encarar a pele morena e lisa, sua barriga não é musculosa, na verdade se eu não estivesse sendo invadida por outro dedo e gemendo seu nome nesse momento, eu diria a ele que é uma barriga muito fofa.

Beijo e mordisco a pele que consigo, passo a língua em volta de seu mamilo e escuto ele gemer baixo, sorrio. Seus dedos me deixam, para que suas mãos afastem ainda mais minhas pernas.

- Me ajude sim. – Ele beija meu rosto, depois morde o lóbulo de minha orelha, enquanto sussurra.

Não entendo muito, estou excitada demais, mas quando sua mão me aperta, e sinto ele tentando me carregar trato logo de cruzar minhas pernas em volta dele.

Ambos respirando pesadamente, ele anda entre me beijar e me escorar nas paredes, enquanto morde meus lábios, desce e chupa a pele do meu pescoço, Deus eu vou explodir. Não sei como chegamos inteiros, mas ele encontra minha cama, me deita com cuidado, sorri quadrado quando me encara, um contraste contra o olhar que me dá.

Tira a camisa, e me livra da camiseta. Encara meus seios, por alguns segundos penso em tampa-los, mas sua boca toma um deles, e quando sua língua trabalha, Deus! Eu esqueço o que é vergonha, e puxo seus fios.

- Sem calcinha e sem sutiã? Está querendo me matar? – Beija minha barriga, meus seios, meu pescoço.

- Eu ia dormir. – Tenho vergonha de como minha voz está sofrida.

- Ah, sim. – Sua boca cobre a minha mais uma vez. Aproveito para morder e chupar os lábios dele, queria fazer isso já faz algum tempo.

A luz do quarto não está acessa, mas entra a iluminação de outros cômodos, o que faz a cena a seguir ser tão pornográfica e sexy, que eu queria nesse momento ter uma câmera para filmar cada movimento dele.

Taehyung fica de pé, me encara por alguns segundos, então sorri de lado, não sei se por instinto, ou apenas por antecipação, quando ele dá um passo a frente, em subo na cama, seu sorriso fica maior, estou exatamente onde ele quer. Meu pijama some em um piscar de olhos, e agora estou sendo tocada, acariciada por toda parte, sinto como se ele estivesse me tocando em cada ponto que me faz querer gritar por mais.

Seus dedos tem fácil acesso agora, devo estar pingando de tão excitada, ele os roda, o polegar brinca com meu clitóris sensível, sinto seus dentes em meu ombro, arco meu quadril de encontro a ele, e me esqueço de tudo, quando cravo minhas unhas em suas costas, os lábios dele descem trilhando um caminho que parece fogo, espero tanto, mas não imagino o quão bom é, até que sua língua me toque.

- Puta que pariu. – Sinto seu hálito quando ele ri. Agora três dedos em mim, e sua língua me rodando, alisando, chupando. Começo a chamar e pedir, esqueço completamente o coreano.

Sinto que estou vindo, com certeza eu estou vindo, meu corpo está ficando tenso, sinto o formigamento gostoso que meu ventre tanto queria a dias, mas ele também sabe, e o desgraçado para e posso ver o sorriso do demônio.

- Não assim, noona. – Ele está rouco? Como ele pode ficar com a voz ainda mais gostosa?

Tenho certeza que em algum lugar ali o Taehyung tímido e fofo está escondido, mas o homem na minha frente está tirando a carteira do bolso, de dentro tira um pequeno pacote, joga a carteira no chão, e logo o laço da calça de tecido branco é desfeito, vejo o tecido descer lentamente, até umedeço os lábios. Taehyung não usa cueca. A mão bem desenhada, de unhas quadras, segura seu membro duro, e ele se toca, ali, bem em minha frente, enquanto o espero de pernas abertas, tão exposta quanto ele.

- Taehyung. – Não me reconheço quando o chamo.

- Sim?

- Por favor. – O pequeno pacote é rasgado, e ele coloca a camisinha lentamente, nunca pensei que o simples colocar de uma camisinha pudesse se tornar algo tão erótico.

Então o corpo esguio fica sobre mim, ele beija minha testa, minhas pálpebras, a ponta do meu nariz, e minha boca, de inicio lento, assim como seu membro me roça lentamente, quando sua língua pede passagem, e a minha encontra sua, ele me invade de uma só vez, sinto meu corpo extasiar, fica parado um tempo, apenas me beijando, leves movimentos, meu corpo se acostumando ao seu tamanho.

Estou tão concentrada em alisar suas costas, que não percebo quando ele sai, e dessa vez volta em uma estocada mais rude, uma, duas, três vezes, sua mão grande segura uma de minhas coxas, e meu colchão balança com o movimento.

Seguro firme no colchão, se eu segurar nele irei provavelmente arrancar sangue, ele sai e volta como se estivesse procurando um local exato, sua boca volta ao meu seio, agora mais bruta, seguro em seus cabelos e puxo com força.

- Tae, ai. – Ele sorri e começa a vir com mais força e rapidez. – Meu Deus, eu vou explodir.

- Noona. – Sua boca está mordendo e chupando entre meu ombro e meu pescoço.

Já perdi o ritmo, estou rebolando sem coerência, apenas querendo sentir o auge do que está começando, sinto as gotas de suor se formando, e pela meia luz posso ver seu cabelo colado em sua testa por conta do suor, dessa vez não é um formigamento, parece com um choque, pequenos no início, mas então vem em ondas, aumentando e aumentando, até que fecho os olhos, e pequenos pontos de luz aparecem, acho que eu gritaria se ele não tivesse me beijado, sinto ele se mexer ainda, então escuto me chamar, e logo sou puxada para um abraço.  Eu posso estar enganada, mas esse garoto acabou de me dar um orgasmo, um puta de um verdadeiro orgasmo.

 

 

POV TAEHYUNG

 

Não sou virgem, então sei o que é sexo, e sei o que é gozar, mas o que minhas pernas estão sentindo agora está bem forte, ela está respirando pesado, então espero que esteja sentindo pelo menos um pouco do que senti.

- Caralho. – Começo a rir, ela me da um tapa no peito.

- Aí, doeu.

Me levanto e me livro da camisinha, quando volto ela já está coberta e bem sonolenta. Arrumo a bagunça que fizemos, coloco a calça, sinto uma mão me segurando levemente.

- Vai onde?

- Embora.

- Fique. – Uma palavra, uma pequena palavra e meu coração está desesperado.

Pego o celular e peço para o Jimin me dar cobertura, deito na cama e ela me abraça, não sei se ela está sã, e isso começa a me dar medo, como será amanhã cedo?

- Você é ruim em alguma coisa?

- Inglês. – A gargalhada dela é tão gostosa.

- Vou te ajudar nisso, se for um bom menino.

- Você não reclamou de eu ser mal a minutos atrás.

- Nem força para te bater eu tenho agora, me de cinco minutos.

- Contando.

Não consigo dormir pensando em como será no dia seguinte, então depois que ela pega no sono eu saio da cama, vou na cozinha limpar a bagunça, tenho que agradecer aos cacos pela ajuda, depois começo a reparar em algumas fotos que ela tem na parede, parecem mais artísticas do que de trabalho, crianças brincando, casais jovens e idosos, paisagens, sorrio, também gosto deste tipo de foto.

- Perdeu o sono? – Olho para trás e ela está usando minha camisa, fica larga nela mesmo que ela tenha um quadril largo.

- Perdi, sabe, me deu frio.

- Vamos deitar, tem cobertor.

- Não, eu acho que vestir minha camisa já resolve.

Vejo os olhos tentando focar, além do sono ela está sem óculos, então ela se toca.

- Não ouse.

- Mas é minha, noona.

Dou um passo para frente e ela sai correndo disparada, claro que pego a camisa, mas não a coloco, e nem ela, não antes de mais duas ou três vezes.

 

POV EVY

 

Acordo e ele não está do meu lado mais uma vez.  Estou com dor de cabeça, e o corte no pé está ardendo, lembro de tudo que fizemos e começo a repensar em minhas atitudes, o que eu vou fazer? Soju seu maldito, me deixou com os efeitos colaterais de tudo.

Taehyung está encostado na janela, a cortina não cobre todo seu corpo, a luz faz sombra em metade dele, um anjo, um verdadeiro anjo, a calça larga está amarrada, mas posso ver o inicio de sua ‘v’ line, lembro que nesta madruga minha boca esteve bem ali, me estico tentando não fazer barulho, minha polaroide está logo ali, se eu alcançar terei uma imagem dos anjos.

Através da lente parece ainda melhor, pura arte em movimento, fotografo, ele escuta o barulho da câmera, se vira, apoia as mãos no parapeito, ficando quase sentado, inclina a cabeça para o lado e me dando aquele sorriso quadrado que tanto amo clique.

- Eu em silencio para você dormir, e você abusando de meu corpo.

- Parece arte esculpida. – Falo sem pensar.

Ele solta o no da calça, coloca as mãos no bolso, puta que pariu, consigo até sentir a saliva acumulada na boca, não perco a chance, cliques atrás de cliques, enquanto a luz natural toca sua pele morena, e ele se mexe vindo de encontro a mim. Eu deveria saber que aquele garoto me faria refém.


Notas Finais


E então? Já sabiam que TaEvy seria assim? Verão uma carteira como antes?


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