História Access Granted - Capítulo 28


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Magcon, Shawn Mendes
Personagens Aaron Carpenter, Cameron Dallas, Jack and Jack, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Kim Seokjin (Jin), Nash Grier, Shawn Mendes, Suho
Tags Aaron Carpenter, Bts, Cameron Dallas, hacker, Jack And Jack, Kim Seokjin, Personagens Originais, Shawn Mendes, Suho
Visualizações 36
Palavras 1.137
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei mais cedo do que eu esperava.

bom, o cap tava previsto para terça/quarta, mas eu tive tempo e criatividade para escrever antes então aqui está.

espero q gostem, boa leitura.

Capítulo 28 - Capítulo 28


P.O.V Duda

Fiquei conversando com os garotos, eles são legais, apesar de parecerem gatos desconfiados. Apenas Aaron estava confortável com a minha presença. Não me abalo. Agora que sei pelo que passaram, não julgo estarem tão na defensiva. Já havia feito uma leve apresentação. Mas agora os conheci ''mais a fundo''. Sinto que posso confiar neles. Mas se tem uma coisa que eu não vou fazer tão rápido é confiar em pessoas que acabei de conhecer. Uma lição que aprendi com um livro e, infelizmente, com a vida.

Os garotos pareciam mais com adolescentes do que com criminosos, mas não se deixe enganar, eles são muito mais perigosos do que realmente aparentam. Aaron disse a mim que eles não eram anjos. Já tiveram sua cota de pecados e erros. Pessoas inocentes se machucaram quando eles se juntaram, e mais outras pessoas se machucariam se eles se afastassem.

Aaron também me confirmou que não estava mais trabalhando junto com Cameron, coisa que eu já considero bom, já que conheci o histórico dele. Em um dos computadores do andar de cima tinha um HD só com as informações que eles roubaram e outro que eles podiam usar para incriminar qualquer pessoa que já conheceram, havia informações incriminadoras e provas de crimes. Eles teriam álibis sempre que fossem pegos.

A estratégia que eles usavam é digna de Hollywood, não consigo nem pensar em como seria um filme inspirado neles. Provavelmente, um filme bem sangrento, com muitas armas, muitos esquemas, muitas mortes.

Acordo de meus pensamentos quando ouço batidas na porta do quarto que agora é meu. Grito para que entre, mas ninguém passa pela porta. Decido ir até a porta, quando a abro vejo apenas um bilhete no chão, com letras garranchadas, entendo o recado.

"Não confio em você."

***

P.O.V Shawn

Desperto com a visão ainda escura, minha respiração está abafada, minhas mão amarradas. Me recordo de poucas coisas. Tento me livrar do que está bloqueando minha visão. Inútil tentativa.

Fico parado quando ouço passos se aproximando. Não por medo. Esse sentimento sequer passa pela minha cabeça. Fico parado para ver se consigo descobrir algo, talvez se essa pessoa pensasse que eu ainda estou desacordado falaria com alguém sobre algo, talvez por telefone. 

Mas não. Apenas consigo ouvir uma gargalhada feminina debochada. 

Ela viu eu me mexendo.  

A dona da risada arranca o capuz que estava cobrindo meu rosto, e enfim posso ver o seu. Era a ruiva que entrou no banheiro masculino do cassino. Quase rio. Ela parece ser tão fraca. Seus cabelos cacheados cobrem metade de seu rosto. Dando um toque de delicadeza e mistério a ela.

-Não vai perguntar nada? - Ela pergunta áspera com sua voz doce.

Não respondo, apenas olho ao redor, procurando pistas de onde estou. Não acho nada.

-É desnecessário, meu bem. Tirei qualquer coisa que permitisse que você localizasse onde estamos.

Doce demais.

-Quem é você? - Pergunto finalmente.

-Grosso demais, reformule a pergunta.

Suspiro pesado e refaço a pergunta, dessa vez mais leve.

-Quem é você? - Ela abre um sorriso, o que me faz revirar os olhos.

-Bom, você pode me chamar de diversos jeitos, alguns são repetitivos e me chamam de Diabo Vermelho. Outros de Foguinho. Alguns de Leão. E outros de...

-Não quero saber. Diga o seu nome e o que quer de mim.

-Calma bobinho. Não sou inimiga, não ainda. - Ela diz com um sorriso excêntrico. 

-Nome.

-Ai, é Lox, Mahogany Lox- a olho com um olhar de dúvida. - Calma você não me conhece, 

Ela não explica nada demais, tudo fica tão vazio. A história fica cheia de furos. Percebo que ela não quis me falar o que realmente quer comigo. E isso me deixa intrigado. Ela apenas fala que sabe quem eu sou e mais algumas coisas que qualquer pessoa poderia saber. Não faço ideia do que ela quer de mim. 

***

Depois de muito insistir, ela me solta e deixa o recado mais que bem dado. "Se você tentar alguma gracinha para tentar fugir, arranco sua cabeça fora. Mas calma, somos amigos, não é?". Ela é maluca ou o que?

Fico pensando no que poderia estar acontecendo ou no que aconteceu no cassino. Não faço ideia de quanto tempo estou aqui, não sei se foram dias, horas, talvez minutos. 

Ando ao lado dela, estamos em um prédio, muito semelhante ao que Diana ficou quando foi capturada, mas não é o mesmo, não. Ainda estamos em Las Vegas. 

É noite, o que dificulta minha percepção. Droga. Talvez se eu perguntar ela me responda a quanto tempo estou aqui. Somos amigos, foi o que ela disse. E apesar de eu não acreditar nada nisso, sei que posso usar isso a meu favor.

-Então, Lox. Há quanto tempo estamos aqui? Uma hora? Trinta minutos?

-Argh, você faz perguntas demais - ela faz uma pausa, mas logo continua. - Estamos aqui há quase uma hora, satisfeito?

Não, quero dizer.

-Ótimo!

Não estou satisfeito com sua resposta. Esperava que entendesse que quero saber mais do que o tempo. Acho que vou ter que perguntar o que quero saber.

-Onde estamos?

-Por que eu falaria? Para você fugir.- Ela responde ríspida.

Não é mentira, fugiria daqui se pudesse. Mas não dá para fugir, ela não deixaria.

-Você só precisa saber que estamos indo até o chefe. Não pergunte quem ele é, pelo amor de Deus. E sem mais perguntas.

Chefe?

***

Descemos algumas escadas e vamos para a rua, poderia fugir, agora seria a minha chance. Mas minha curiosidade fala mais alto. Quem é o chefe? E por que eu? Onde estou? O que aconteceu no cassino? Tantas perguntas.

Entramos no prédio que fica praticamente ao lado do que estávamos. Dessa vez subimos de elevador até o andar do tal "chefe". Estou ansioso, e odeio isso. Me sinto como Stephanie antes de conhecer Diana. Me sinto como meu pai quando foi pela primeira vez para prisão, ele não era inocente, eu o investiguei. Nunca me arrependi tanto de algo.

Quero fazer tantas perguntas, mas me contenho.

E se esse chefe for envolvido com meu pai? Por mais que meu pai me ame e eu a ele, creio que seu chefe não tenha o mesmo sentimento por mim. O prejudiquei mais do que a meu próprio pai. Entenderia sua ira.

Chegamos enfim na porta do tal chefe. O corredor do lugar era bem mais chique do que qualquer instalação do outro prédio. Nem acredito que estão na mesma rua.

Lox bate na porta. Ouço uma voz abafada gritar para entrarmos e é o que fazemos.

O tal chefe misterioso estava sentado na cadeira de costas para nós.

-Nos deixa a sós. - Espera um pouco, eu conheço essa voz.

Lox sai da sala e em seguida a cadeira do chefe se vira.

-Olá, Shawn.

O chefe era Kim Seokjin.


Notas Finais


Foi isso, espero muito "ver" vcs no próximo, e que ele saia tão rapido quanto esse hehe

até o proximo cap, bye, adiose tchau kk


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...