História Accidentally in Love - Capítulo 27


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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Amor, Comedia, Romance
Visualizações 334
Palavras 1.412
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa Leitura...

Capítulo 27 - A Nova Família Uchiha


Fanfic / Fanfiction Accidentally in Love - Capítulo 27 - A Nova Família Uchiha

A Nova Família Uchiha 

Na manhã seguinte, Sakura telefonou para os seus pais, contando toda a verdade sobre Aurora, diferente dos pais de Sasuke, os seus não levariam a história tão facilmente, não sem uma boa explicação dos seus motivos. Depois de uma longa conversa, que mais pareciam dias, Sakura resolveu não levar Aurora para que os seus pais a conhecessem, além do mais, ela precisava buscar suas coisas para trazer para a casa de Sasuke. Com passos lentos, ela caminhou até o quarto no final do corredor, discretamente abriu a porta, onde observou Aurora dormindo abraçada com Dondoca, que ergueu a cabeça por causa do barulho da porta.

Sakura encarou Aurora escondendo o rosto com a coberta, tentando fugir da claridade da porta, pela primeira vez, conhecia uma garotinha que odiava a luz. Sakura queria deixá-la dormir mais um pouco, quando Aurora conseguiria dormir, durante toda uma noite? Quando uma criança é prostituída, pela própria mãe, sem dúvidas, os monstros que compactuavam com esse absurdo vinham apenas à noite. 

Sem fazer muito barulho, Sakura se deitou na cama, cobrindo o seu corpo com a coberta, abraçando Aurora carinhosamente, dando um beijo terno e gentil em seu rosto avermelhado e amassado por causa do travesseiro. 

__Bom dia, meu amor! - sussurrou. - tentando-a despertar. __Hoje, nós temos um dia longo! 

Aurora abriu os seus olhos, esbanjando mau humor. 

Sakura riu. 

__Bom dia. - disse como resposta. __Que horas tem? - quis saber. 

__Sete horas da manhã. - sorriu ao respondê-la. __Nós temos muito o que fazer. 

__Ata. - confirmou Aurora. - ao se sentar na cama. - refletindo sobre as coisas. 

Sakura ergueu-se do meio das cobertas e a encarou com um enorme sorriso em seus lábios. 

__O seu... - Sakura fez uma pausa. __O seu pai está dormindo, por que você não o acorda, enquanto eu faço o café da manhã? 

Aurora levantou de sua cama, observou Sakura e a seguiu pelo corredor, onde subiu um lance de escadas, até que se deparou diante da enorme porta do quarto de seus pais. Aurora avisou que entraria, mas não ouviu nenhuma resposta. No instante em que entrou, deparou-se com um homem atirado na cama, roncando alto.  

__Acorda! - ela disse. __Já são sete horas da manhã. - sonolenta, ela o observou dormindo um sono pesado. __Eu também não queria acordar agora. Levanta! 

E nada de Sasuke acordar. 

Sakura estranhou a demora, esperava-os a bastante tempo, há mais de trinta minutos, quando resolveu ver o que acontecia, ficou horrorizado no instante em que abriu a porta de seu quarto. Lá estavam os dois, enrolados nas cobertas, dormindo um sono profundo, Aurora suspirava enquanto Sasuke roncava alto, quase derrubando os alicerces de casa. 

__Acordem! - rugiu Sakura. - assustando-os. __ Hoje, nosso dirá será agitado! Chega de dormir. 

__Que gritaria é essa? - proliferou Sasuke. __Logo de manhã e você já está gritando, Sakura?

__Estou com sono. - Aurora sussurrou. __Não podemos esperar mais um pouco?

__Não. - Sakura manteve forte a sua decisão. __Nós precisamos cuidar de um monte de coisa. E você não pode ter só duas mudas de roupa. 

__Por que não? - quis saber. __Quando uma estiver lavando, eu posso usar a outra. 

Como Sakura poderia competir com isso? 

__Não diga besteira. - ponderou sua mãe. __Vamos ir atrás de roupas novas para você. 

Aurora sorriu.

__E eu dormirei mais um pouco. - disse Sasuke. 

__Não! Você irá também. - ordenou Sakura. __Precisamos de ajuda, Sasuke. - ele bufou de indignação. 

 

Naquela mesma manhã, antes de ir para a casa de seus pais, Sakura deixou Aurora na casa de Hinata, só de imaginar os berros de seus pais, ela quis fugir para o mais longe possível, mas agora, ela é uma mãe. E mães não podem abandonar seus filhos. Sasuke a esperava em seu quarto, enquanto começava a empacotar as coisas de sua namorada, ele tinha a certeza, depois que Sakura terminasse de conversar com Kizashi, ela não teria mais um pai e uma mãe presente. Seriam apenas os três: Sakura, Aurora e Sasuke. Diferente de seus pais, pelo telefone,  Kizashi e Mebuki mostraram sua insatisfação e reprovação, mas Sakura não podia voltar atrás, longo assim que deixaram o hospital com Aurora, eles assinaram os papéis. Durante vários minutos, Sasuke ficou em silêncio, tentando ouvir o que Mebuki, Kizashi e Sakura conversavam no escritório. 

Os olhos de Kizashi fitavam todos os movimentos de Sakura, Mebuki nem ao menos conseguia manter o olhar em sua filha, a revolta que sentia por Sakura ter tomado uma decisão, sem volta, a fazia querê-la o mais longe.  Adotar uma criança, sendo tão jovem, não é algo fácil de engolir, ainda mais quando há outra história de peso por trás. Quando Sakura telefonou, na noite anterior, Kizashi imaginou que se trataria de uma gravidez precoce, uma irresponsabilidade fatal, mas era algo pior. 

__Você não tem condições para cuidar de uma criança! - proliferou Mebuki. __ Onde você estava com a cabeça em aceitar algo assim? 

Sakura ficou em silêncio. 

__Sinto muito. - sussurrou constrangida. __Mas, mamãe...

__Não quero mais falar com você. - na mesma hora, Mebuki a deu as costas. __ O que você pretende fazer da sua vida agora? - debochou rindo. __Além de ir morar com um cara que você mal conhece e adotar uma criança. - suspirou cansada. __Não te reconheço mais, Sakura. E, sinceramente, o meu coração pesa ao ver você destruindo a sua vida dessa forma. Só espero que você não pense que sou obrigada a amar essa criança como se, realmente, fosse a minha neta, Sakura, porque não sou a avó dela. 

Sakura derramou lágrimas, ficando em silêncio, ela simplesmente não conseguia responder, a sua mãe estava certa em uma parte da história, mas não na outra. Por mais que chorasse, não conseguiu dizer mais nada, apenas observou sua mãe batendo a porta em sua cara, sem ao menos olhar em sua cara. 

__Papai, por favor. - Sakura o encarou em lágrimas. __Sei que sou a sua garotinha, o senhor sempre me protegeu. Não me dê as costas também. - implorou. - desabando em desespero. __Aurora passou por tanta coisa, tanto sofrimento. E eu não podia ignorar isso. - completou assustada. __Se o senhor puder, por favor, só ter um pouco de fé em mim, eu não o desapontarei. Acredite em mim. Não desisti dos meus sonhos, apenas mudei o meu caminho e, com ou sem Aurora, meus sonhos continuam os mesmos. 

Um silêncio que pareceu durar horas. 

__Por favor, papai. - mais uma vez. - ela suplicou. __Sei que tenho o Sasuke do meu lado, mas não é a mesma coisa sem você, papai. - Kizashi não gritou, não protestou. - ele apenas a observava. 

E em uma atitude carinhosa, ergueu os braços para Sakura, abraçando-a apertado. Kizashi sabia que a sua filha tinha os seus motivos, mas se Sasuke estivesse ao lado de sua garotinha, ele não tinha razão para temer, ele confiava em Sasuke e, principalmente, em sua amada filha. Sakura continuaria sendo a sua filha, a sua princesa, a qual vêm protegendo, há muitos anos, mas chegou o dia, o momento em que precisou abrir a porta do castelo, para que Sakura pudesse escrever a sua própria história e sozinha criar o seu destino. 

__Eu amo você, minha garotinha. - por fim, ele disse. - a libertando para que trilhasse o seu próprio caminho. __Seja feliz, minha filha! 

"Pai, eu sei que você vai ficar chateado, pois eu sempre fui a sua garotinha, mas você já deveria saber que eu não sou nenhum bebê.  Você me ensinou a diferença entre o certo e o errado.  Eu preciso da sua ajuda, pai, por favor, seja forte, eu posso ser jovem, mas sei o que estou dizendo. Aquele a respeito, de quem você me advertiu,  aquele de quem você disse que eu não precisava, estamos numa bagunça e não tenho dúvida, por favor, papai, não discuta, estou com um problemão, tenho perdido o sono, mas estou decidida, vou ficar com o meu bebê.  Ele diz que vai se casar comigo, podemos construir uma pequena família, talvez, nós fiquemos bem, é um sacrifício.  Mas os meus amigos me dizem para desistir, dizendo que sou muito jovem e que eu deveria viver a vida. O que eu preciso agora é de um bom conselho, então, pai, se apenas você pudesse ver, o quanto ele me trata bem, você nos daria, agora mesmo, a sua bênção, pois estamos apaixonados."


Notas Finais


Música: Madonna - Papa Don't Preach
Capítulos Finais...
Beijossss


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