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História Accidentally in Love - Capítulo 3


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Notas do Autor


Mais um cap solto.
<3

Capítulo 3 - Outra vez você?!


Muito tempo se passou após o casamento de Lilian e James Potter, Severo e Ana se encontraram diversas vezes no decorrer dos meses, a coisa foi ficando séria e a moça exigiu assumir um namoro com ele, que no mesmo dia em que ela resolveu lhe propor isso, ele lhe deu um anel e a pediu em namoro na frente de seus dois tios, com direito a Snape ajoelhado e tudo. O tempo correu e eles se casaram, eram o mais lindo e feliz casal que podia se ver no mundo bruxo.

 

_ Ana? Está em casa? _ Snape tinha acabado de chegar depois de mais um dia de aulas em Hogwarts, sua esposa também era do corpo docente da escola, afinal, era sobrinha do diretor, nada mais natural.

_ Oi Amor, aqui no quarto. _ Ouviu uma voz vindo do andar de cima, sorriu, retirou os sapatos e caminhou até lá.

_ Está se sentindo melhor amor? Era intoxicação alimentar mesmo? _ Chegou até ela que estava deitada na cama sorrindo para ele, lhe deu um beijo na testa e se sentou ao seu lado.

_ Amor, preciso que você vá até o guarda roupas e pegue uma caixinha pra mim.

_ Está se sentindo fraca? _ perguntou indo em direção ao lugar.

_ Ah não, é só preguiça mesmo. _ Disse a mulher sorrindo, ele lhe olhou com uma cara séria e levantou uma sobrancelha, típico dele._ Severo Prince Snape não me olhe assim, você também é um preguiçoso quando quer. E anda logo com essa caixa.

_ Mulher doida _ murmurou apenas para ele ouvir.

_ Eu posso ouvir daqui Severinho. Doido é você que se casou comigo.

_ Que caixa é essa aqui? _ Trouxe a caixa até ela e se sentou novamente.

_ Agora pode abrir.

E assim ele fez, dentro não havia nada mais do que uma chave, o que ele estranhou mais ainda.

_ Tudo bem, agora... é uma chave de que?  _ continuou com a sobrancelha arqueada.

_ A chave do outro quarto dessa casa homem, agora vai até lá e pega a encomenda que chegou hoje cedo pra você. _ Ana sorriu largamente, mantendo sua ansiedade escondida.

_ Se era só isso, poderia ter me falado que eu ia direto pra lá, um bruxo não precisa de chave. _ Se levantou e olhou maliciosamente para ela, que apenas revirou os olhos.

Snape foi até o outro quarto, destrancou a porta e entrou, o que viu ali o fez arregalar os olhos e perder as palavras, o lugar estava todo decorado de branco e amarelo clarinho, havia um berço e uma poltrona, tão logo ele virou e saiu correndo até sua mulher, sorrindo e chorado de tanta felicidade.

POV Snape

Aquilo foi um baque em mim, acredito que homem nenhum espera que esse momento chegue, mas ele chega. Não me lembro de ter me sentido tão feliz como nesse dia.

_ ANA, Eu vou ser pai? É isso? _ Nem esperei a resposta e a abracei com toda a minha força.

_ Se continuar me esmagando sua filha vai nascer parecendo uma tripa. _ me soltei dela só pra lhe dar um beijo.

_ Você me faz tão feliz mulher. Eu te amo.

_ Também te amo Severo. _ nos beijamos novamente.

_ Uma menininha, meu Deus ela vai me dar trabalho... Vou ter duas mulheres em casa agora, vamos nos atrasar duas vezes mais pra sair, será que essa casa é grande o suficiente Ana? Fraldas, e fraldas? Quantas são? Porque você está rindo de mim? Não te preocupada nada disso?

_ Severo, ela ainda mora dentro de mim, fica calmo amor. A casa é enorme, fraldas... são muitas, mas nada que tenha que se preocupar por enquanto. Está tudo bem, só vamos curtir esses meses está? Uma coisa de cada vez lembra? _ Essa mulher, eu não poderia ter feito escolha melhor, ela conseguia me acalmar e me trazer paz.

POV Snape OFF

 

O tempo passou, Ariana Dumbledore Snape para trazer paz e muita alegria para seus familiares... Pelo menos era o que seus pais esperavam.

Os Familiares estavam todos esperando que Severo chegasse com sua esposa e sua filha do hospital, elas teriam alta hoje. Estavam presentes os tios da mulher: Abefort e Alvo com sua mulher Minerva e a mãe de Snape, Eilleen.

POV Snape

Estava do lado de fora do berçário vendo a enfermeira banhar minha filha para finalmente irmos para casa, deixei minha esposa se trocando no quarto. Assim que a moça entregou Ariana em meus braços, um calafrio percorreu por minha espinha... precisava ver Ana.

Caminhei a passos largos até o quarto onde ela havia ficado por esses dias após o parto, a medida em que fui me aproximando, pude ouvir vozes alteradas vindo de dentro, parecia... Lily?

Me apressei e assim que abri a porta do quarto, um feixe de luz verde atingiu Ana que já estava sangrando no chão, eu estava paralisado. Cheguei tarde demais.

_ Ana! O que você fez Lilian??!!! Sua imunda! _ Segurei minha filha com apenas um braço e com o outro apontei a varinha para Lillian. As lagrimas caiam pela minha face, mas eu sabia, mais nada poderia ser feito por ela, apenas a vingança.

_ Ora Sevie, chegou bem na hora do ato final. Você acha mesmo que eu deixaria você ser feliz com a minha irmãzinha querida? Em?! _ Berrou a ruiva, enquanto movia os braços.

_ Você é louca Lillian, olha o que você fez sua desgraçada. _ Severo estava assustado demais com o que via, seus olhos estavam esbugalhados e uma raiva crescia dentro de si.

_ Por você Sevie querido, agora só falta essa criança e ai poderemos ser felizes juntos novamente. _ Ela apontou a varinha para o bebe em meu colo e lançou um feitiço não verbal, que eu defendi. _ Você não quer isso meu amor? Hm?

_ Não ouse relar um dedo em minha filha ou eu acabo com você. _ A raiva estava me dominando, poderia matar essa mulher aqui, agora. Mas eu tinha que deixar minha filha em segurança primeiro. Tentei estuporar Lilian, mas ela sempre foi uma ótima duelista, ficamos trocando feitiços ali até que consegui derrubar ela e sai dali, ela veio correndo logo atrás de mim, me seguindo e ainda lançando feitiços pelos corredores. Alguém a esse ponto já deveria ter chamado algum auror do ministério, eu só preciso chegar fora do hospital pra poder voar, uma recém nascida não poderia aparatar, seria arriscar sua própria vida.

As pessoas gritavam com medo de serem atingidas por um dos feitiços que ela lançava em minha direção. O hospital parecia não ter fim, quanto mais eu corria, mais longe ficava a saída, eu mal estava enxergando, meus olhos estavam embaçados pelas lagrimas.

Quando finalmente sai dali, vi os Aurores chegando ao longe, apenas chamei minha varinha e voei dali, tomando cuidado com a minha filha nos braços, a dor era imensa dentro de mim, nada se encaixava. O que aconteceu?

Segui direto para nossa casa, assim que abri a porta, só consegui ver que minha mãe correu em minha direção pegando Ariana, Abefort me segurou e Dumbledore já não estava mais ali, eu estava perdendo a consciência, a última imagem que vi foi um cartaz na parede escrito “Parabéns aos papais Ana e Severo Snape” depois, apenas me senti sendo engolido pela escuridão.


Notas Finais


D:

Malfeito feito!


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