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História Aceito? Aceito! (Taekook - Vkook) - Capítulo 1


Escrita por: felicity_nown

Notas do Autor


~> essa fanfic é inspirada no conto "O Noivo"
espero que gostem 💜

Capítulo 1 - I'll always



Eu estava atônito.

Só me dei conta de que havia acordado, quando realmente abri os olhos, e com uma dificuldade absurda; na verdade, sequer me lembrava de ter ido dormir.

Meus olhos passearam pelo local: garrafas vazias e o cheiro de nicotina denunciavam o que eu tinha feito na noite anterior.

Mas o que diabos eu tinha feito ontem de noite??

Resolvi me sentar no sofá, mas percebi que foi uma péssima ideia quando a tontura me atingiu com força, e eu me impeli a fechar os olhos novamente. De repente, minha cabeça parecia pesar três vezes mais que o normal.

Aos poucos e com muita dificuldade, fui abrindo os olhos, mais uma vez, até que tudo focalizasse e eu pudesse finalmente observar o cômodo. Era um apartamento muito bonito e bem arquitetado, mas que exalava solidão e melancolia de uma maneira muito estranha.

Ainda assim, as latinhas de cerveja em cima na mesa de centro da sala e a bagunça extrema no resto da casa só podiam significar que mais gente estivera aqui. Era impossível eu ter feito toda essa bagunça sozinho.

Passei a mão na testa, notando que estava suado, e liguei meu celular, que repousava na mesa de centro, e o mesmo vibrou consecutivamente, indicando várias mensagens.

Ignorei.

Usei a digital porque, infelizmente, não lembrava minha própria senha. Então, quando finalmente liguei o aparelho, a escrita "27 de julho" brilhava na tela do aparelho.

27 de julho...

Parecia uma data importante.

Mas por que então eu não lembrava?

Me levantei rapidamente, rumo à geladeira, e logo recebi várias informações de uma só vez. Haviam vários recados, diversos post-its que iam de mensagens importantes à desenhos bobos — provavelmente feito por meus amigos, talvez —, mas o calendário colorido era o que se destacava no centro do móvel. O dia 27 de julho fora circulado numa caneta azul atolada de glitter — e quem fez aquilo?

Me desesperei rapidamente. Seja lá que dia fosse, era mesmo um dia importante, e eu, por algum motivo, não lembrava de nada.

Porque diabos eu não lembrava?

Me assustei quando ouvi uma batida na porta, de repente, e eu me aproximei lentamente, esperando que de lá saísse meu salvador.

—  Jungkook??? — chamou uma voz grave familiar e, quando um arrepio percorreu minha coluna ao ouví-la, soube que ela tinha muito efeito sob mim.  — Abre já essa porcaria!

Ouvi um chute e pude jurar que, na próxima, minha porta ia quebrar.

Me aproximei mais um pouco da entrada — a uma distância segura — e lodo senti o aroma doce de quem estava do outro lado.

Taehyung.

Pisquei, surpreso e confuso. Foi como uma resposta imediata e automática do meu cérebro, sequer sabia explicar o porquê.

Porque eu o reconheci imediatamente só de sentir seu cheiro, enquanto, literalmente, não lembrava de absolutamente nada do dia de ontem.

Apenas sabia da minha estranha certeza de quem estava ali, do outro lado, prestes a quebrar a minha porta: Taehyung.

— Eu sei que você tá aqui, então abre logo ou eu vou arrombar essa porcaria, e você também!

Juro que se não fosse a situação desesperadora, eu iria apenas rir da ameaça — nada ameaçadora — do outro. Mas, por fim, apenas optei por destrancar lentamente a fechadura.

Sequer sabia o que estava fazendo, ou mesmo porque confiaria em alguém que só sabia o nome. Mas se ele havia chegado hoje no meu apartamento, me chamando pelo nome, ameaçando arrombar minha porta — e a mim —, só podia ser alguém, no mínimo, próximo.

Ou, apenas um maluco.

Mas, me deixando levar pelo meu subconsciente duvidoso, eu concluí que podia confiar nele. Por isso, apenas abri a maldita porta.

E a figura de Taehyung fora revelada, ao mesmo tempo que eu me senti submerso no seu cheiro quando esse invadiu o cômodo em um pequeno instante. Taehyung possuia uma beleza incontestável: olhos cor de mel, pele bronzeada e fios loiros e bagunçados que contrastavam com a roupa formal que usava — um terno branco com algumas manchas pretas e bem colocadas, que lhe caia bem, inclusive.

Para minha insatisfação, no entanto, o mais baixo invadiu meu apartamento em um instante, como se fosse o dono. Em seguida, virou-se para mim e, olhando para minhas roupas e meu cabelo, ele se desesperou.

— Você não tomou nem mesmo um banho?! — o loiro questionou, exaltado; eu abria e fechava a boca, mas não emitia nenhum som, o que talvez me tenha feito parecer um bobo na frente dele. Então, diante do silêncio, ele tornou a falar, ainda mais irritado: — O que está esperando?? Vai logo, apenas uma ducha rápida!

Eu fiquei olhando para ele, estático, ainda sem saber se obedeceria ou não. Quem sabe era tudo apenas uma pegadinha? Quem sabe, talvez, se nem mesmo era um dia importante?

— Jungkook, o chofer tá esperando lá fora, então trate de tomar logo um maldito banho.

Pisquei, confuso, acordando para a realidade. Decidindo confiar nele, eu entrei dentro do banheiro e me enfiei debaixo do chuveiro, esperando que a água quente milagrosamente trouxesse minha memória de volta.

.

.

.

Era simplesmente bizarro estar em um carro com duas pessoas "estranhas" e sequer saber para onde ia. Apenas decidi depositar toda a minha confiança no loiro ao meu lado, e me deixei conduzir para sabe-se lá onde, surtando por dentro ainda que não deixasse transparecer.

Olhei para as minhas próprias vestimentas. Taehyung havia me dado um smoking azul claro e bem passado, então apenas o vesti sem contestar, e quando recebi um olhar estranho do loiro, logo em seguida, estranhei.

Eu devia ter lutado contra o uso da maldita roupa?

Estelei a língua, raivoso.

Não deixei de notar, também, que era alguém de grande poder aquisitivo: a limousine, o smoking e meu apartamento cheiravam a dinheiro.

Tentei ligar os pontos. Muito dinheiro. Solidão. Bebida.

Essa era a vida que tinha?

Respirei profundamente, fechando os olhos para controlar a ansiedade, inutilmente. Devia primeiro focar em descobrir o evento de hoje. Um casamento, será? A essa hora, com esses trages, só podia ser um casamento!

Mas de quem?

Ele buscou profundamente em sua memória. Não lembrava de ninguém, em sua mente não tinha nada além das pouquíssimas lembranças com Taehyung.

Se é que podia chamar alguns borrões de lembranças.

Espiei o loiro pelo canto do olho. Seria Taehyung o noivo?

Não... não podia ser. Porque a primeira coisa que ele faria no próprio casamento seria procurar por mim?

Pus a mão na cabeça, e a mesma ardeu ao fazer tanto esforço para tentar se lembrar. Massageei as têmporas. A imagem de um homem adulto se passou em minha mente. Um homem frio, reservado e calculista.

Mas quem era?

O homem me repreendia... o Jungkook da época parecia fazer algo divertido, mas a presença dele deixava-o com medo, e o menino encolhia os ombros, de repente sentindo que a brincadeira não tinha mais graça.

Respeitava-o, porém também o temia.

— Essa flor tá estranha — bradou Taehyung de repente, retirando-me das lembranças a força.

Eu mal tive tempo de raciocinar, pois o loiro já estava em cima de mim, rompendo todo e qualquer espaço privado meu.

Eu deveria... afastá-lo?

Parte de mim achava que seria mais coerente, mas a outra sentia que, se eu fizesse, seria estranho para ele. Essa última, talvez, apenas abafasse o pequeno lado meu que tinha gostado.

Ele remexeu a flor que se localizava no lado esquerdo do peito, mas quando pareceu satisfeito, ainda manteve a mão repousada no meu peitoral. Eu o encarei meio torto, e quando ele se deu conta, afastou-se rapidamente, com a vergonha se manifestando no vermelho de suas bochechas.

— Você.. hum.. nervoso, você? — ele pigarreou, como se aquilo fosse disfarçar a vergonha.

— Uhum — respondi.

Você não imagina o quanto.

— Você não disse nenhuma palavra até agora, Jungkook — observou o loiro, como quem não quer nada. Parecendo inseguro, ele continuou: — É por conta do... do ocorrido de ontem?

Suspirei, relutante. Não sabia de absolutamente nada que tinha feito com ele na noite anterior, mas mesmo curioso, apenas reuni toda a coragem que tinha no momento para admitir para ele de uma vez.

— Taehyung.. — eu disse, percebendo que o nome dele não soava estranho aos meus lábios, e era até legal de pronunciar. Mas, recuperando o foco, continuei: — Eu não sei como te dizer isso, mas eu, hum.. eu não lembro de... nada.

Eu o encarei com esperança, como se ele pudesse me dar algum tipo de solução milagrosa, mas ao invés disso, o olhar acastanhado percorreu meu corpo de cima a baixo, parecendo decepcionado com a resposta.

— Devia ter imaginado — disse, desviando os olhos, mas eu não entendi o que quis dizer — Você quer fingir que nada aconteceu — explicou, como se fosse mais pra si mesmo, parecendo confiante de sua conclusão.

Pisquei, confuso com a interpretação errônea do que eu disse.

— Taehyung, eu esqueci mesmo..-

— Jungkook... — ele interrompeu, melancólico. — Eu fui estúpido em tocar nesse assunto, nesse momento. Me desculpe. É seu grande dia, afinal.

— Não! Taehyung, você não tá entendendo, eu realmente... espera, grande dia? Meu?

— É... me desculpe, eu não devia te importunar no dia do seu casamento.

Foi o auge. A frase gerou centenas de interrogações em minha cabeça, porém sequer tive tempo para processar essa informação absurda, pois fomos mais uma vez interrompidos, dessa vez pela pela parada súbita da limousine. Logo, eu me vi em frente a um buffet de entrada luxuosa, repleto de pessoas vestidas formalmente.

É meu casamento...

Eu caminhei, ao lado de Taehyung, mais uma vez deixando-me conduzir pelo mais baixo, e até mesmo sem forças para desviar o caminho. Quando entrei no local, as pessoas me receberam com apertos de mãos e parabéns, e não o contrário, como deveria ser.

Meu grande dia...

Ainda num estado de anestesia, eu apenas agradeci os convidados por virem, ainda em modo automático. Porque... é o que se faz num casamento, certo?

No meu casamento...

Parei, de repente, afim de absorver a informação aos poucos. Minha mente, no entanto, estava travada. Eu não conseguia pensar em nada, ao mesmo tempo que pensava em tudo. E a única solução que eu via era... entrar em modo automático e acabar logo com esse dia.

Ou, até mesmo, fugir daqui era uma opção.

Parei para observar a decoração. Minha esposa tinha personalidade, eu concluí, pois só me obrigando para eu concordar com aquela decoração brega. Por mais que o buffet emanasse riqueza, parecia mais um casamento de novela dos anos 80. Era tudo muito retrô e haviam flores enfiadas em todos os lugares!

Literalmente em todos os lugares!

O cheiro de margaridas causava incômodos em minhas narinas sensíveis, e mais uma vez, concluí: só sendo forçado eu aceitaria aquilo.

Porém, mais uma pergunta pairou em minha mente, de repente.

Com quem diabos estava me casando??

— Jungkook! Achei que quem se atrasava era a noiva. — estava tão distraído que não notei a aproximação de mais alguém; era um homem, ainda meio jovem, bem alto e com cabelos castanhos, e pela forma como se aproximou, devia ser alguém íntimo.

— Namjoon, vai pro seu lugar! Onde está o Jimin?? — exclamou Taehyung, e logo me lembrei da presença dele.

— Todos estão em seus lugares, só falta esse aqui — Namjoon apontou para mim. — Seu pai está esperando você do outro lado. Em dois minutos, vocês vão juntos para o altar — informou, se retirando logo em seguida.

— Estou indo também — disse o loiro, mas eu imediatamente o puxei pelo braço, e o mais baixo me olhou desentenido

— Taehyung, eu perdi a memória — eu disse rapidamente, direto e desesperado.

O loiro revirou os olhos.

— Não é hora pra pegadinhas!

— É sério, Taehyung, eu acordei hoje e esqueci de tudo, tudo mesmo! Não sei o que aconteceu, e nem mesmo com quem vou me casar! — exclamei exaltado e, dessa vez, o outro pareceu acreditar, arregalando os olhos. — Me ajuda... — completei baixinho.

Ele começou a andar em círculos, agarrando os fios loiros num ato de desespero, deixando-os uma completa bagunça em comparação ao que estava antes.

As pessoas estavam começando a prestar atenção e cochichar sobre isso. Afinal, por que o noivo ainda discutia com um amigo, ao invés de já estar no altar?

— Ok, calma — ele resolveu dizer, finalmente parando na minha frente — Apenas vá até o altar com o seu pai, você se lembra dele, certo?

Vasculhei minha memória superficialmente, e antes de minha mente começar a doer, eu projetava vagamente a imagem de meu pai.

— Vagamente, mas sim.

— Ótimo. Ande com ele até o altar, aceite casar com sua noiva e, depois disso, será a dança e a comida, mas as pessoas prestarão um pouco menos atenção em você, então a gente resolve. Ok?

— Ok! — concordei, mas antes que saísse de perto, o impedi novamente: — Espere! Como se chama minha noiva?

Soobin. — e saiu.

Balancei a cabeça, mais para mim mesmo, obrigando-me a decorar o nome.

Soobin... Soobin... é um nome fácil, então...  não tem como errar. 

E rapidamente fui de encontro ao homem que seria meu pai. Um homem frio, reservado e calculista.

Era ele.

Chegando perto do homem, ele rapidamente — e arrogantemente, na minha opinião — entrelaçou seus braços no meu, começando a caminhar em passos firmes e levemente apressados pelo altar.

E eu obviamente não pude deixar de notar que meu lado esquerdo estava vazio, e suspirei tristemente.

Porque da ausência eu lembrava.

— Não acredito que irá me envergonhar até mesmo no dia de seu casamento. — todos os olhares acompanhavam nós dois, em cada movimento, mas ele não hesitou em claramente me repreender na frente de todo mundo. — Não ouse estragar isso, Jungkook — disse ele, parecendo sério.

Permaneci calado, sem encará-lo.

No fundo, o temia, então encolhi os ombros inconscientemente.

Franzi o cenho, tentando espantar esses pensamentos, focando-me no altar já minha frente — onde flores, para meu desgosto, se espalhavam mais uma vez. Meu pai me deixou em frente ao padre, que sorria ternamente para nós.

Naquele momento, o tal Namjoon entrou, juntamente com Taehyung e mais alguém baixinho de cabelo num chamativo laranja.

Os três caminhavam em minha direção, com o baixinho desconhecido sorrindo meigamente junto de Namjoon. Taehyung disfarçava com um sorriso meio torto, mas qualquer um notaria que estava tenso.

Eu não o julgaria, afinal, fui eu que havia jogado parte do peso daquela tragédia em cima do meu amigo, e me culpava profundamente por isso.

Senti um arrepio percorrer a coluna quando o loiro posicionou-se ao meu lado, pois podia sentir o olhar tenso do mesmo me perfurar a nuca, o que acabou me deixando ainda mais nervoso.

Mal percebi quando mais alguém entrou no salão, e só quando todos se levantaram e olharam para trás, notei que era ninguém menos que minha noiva.

Vi a garota percorrer o pequeno espaço numa velocidade irritantemente lenta, e que me deixou ainda mais frustrado.

No entanto, repreendi a mim mesmo por isso. Era um dia especial para ela, afinal.

Provavelmente também era pra mim.

Me obriguei a sorrir quando ela chegou mais perto, mas no máximo devo ter esboçado um sorriso torto. Agradeci, porém, pela garota que sequer parecia ter notado.

O padre desatou a falar, enquanto nós nos olhávamos, e eu reparei na minha noiva pela primeira vez.

Ela tinha os cabelos negros presos num penteado deslumbrante, que era meio escondido pelo véu, e esse escorria por seu vestido esvoaçante e espalhava-se pelo altar.

E, claro, não podiam faltar as malditas flores no vestido, e eu quase revirei os olhos alí mesmo, na frente de todo mundo.

Quando ela começou a falar, reparei na camada de maquiagem que lhe cobria o rosto, assim como notei que seus traços eram leves e delicados, e pareciam combinar com o buquê flores meigas que estavam em suas mãos — que, só de ver, meu nariz coçava.

— Jungkook?

Despertei-me quando a voz rouca do padre me chamou. Pisquei algumas vezes, atordoado, antes de indicar que o mesmo continuasse.

— Repita comigo: eu, Jungkook... — insinuou o mais velho, e eu suspirei, tentando passar confiança a mim mesmo.

Não era difícil.

— Eu, jungkook — obedeci, no automático, ainda olhando nervosamente para minha noiva que a esse ponto parecia já reparar que algo estava errado, só pela maneira que ela me olhou, quase questionadora.

— Aceito você, Soobin — continuou o idoso.

Eu não estava preparado para o que veio a seguir, tampouco soube explicar o que aconteceu. Apenas o fiz impulsivamente e, quando me dei conta, uma onda de murmúrios já tomava conta do salão, e eu me vi envergonhado em frente a centenas de pessoas, inclusive minha própria noiva, com as três simples palavras que pronunciei, mas que comprometeram meu casamento:

Aceito você, Taehyung.


Notas Finais


hahaha isso mesmo, Ross Geller que chama
eu queria fazer uma fic de Taekook há taaanto tempo, e aqui está, ainda testei escrever em primeira pessoa rs, não faço ideia se ficou bom
enfim, vcs gostaram? eu tô muito ansiosa pra saber o que acharam, essa fic é meu amor todinho
enfim, até a próxima, mt fofura os esperam 💜💜

Dá uma olhada nas minhas outras histórias!

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