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História Aceito? Aceito! (Taekook - Vkook) - Capítulo 3


Escrita por: felicity_nown

Capítulo 3 - That I


Jungkook abriu os olhos, sentando-se na cama, ao mesmo tempo que notou que algo se desfez em sua cintura. Olhou para a direita e sorriu ao notar que Taehyung dormia serenamente, os fios loiros bagunçados espalhados pelo travesseiro. No entanto, já estava acordando ao ter o abraço desfeito e não demorou até se sentar na cama também, com um longo bocejo que o moreno achara irritantemente fofo.

Jungkook também descobriu que gostava de acordar ao lado de Kim Taehyung e vê-lo todo descabelado.

Taehyung o encarou pela primeira vez, a bochecha corando pelo que haviam feito. Agarrou o lençol a fim de esconder o peitoral descoberto, ao mesmo tempo que desviara o olhar do maior.

— Nós precisamos dar um jeito... nisso. — apontou para eles mesmos com a cabeça e Jungkook riu.

— Tem razão, precisamos repetir isso. — ele sorriu malicioso, deixando o outro ainda mais vermelho.

— Jungkook! Eu quis dizer... em nós dois. Quer dizer... arghh eu não suporto você! — bradou ele, todo embolado nas palavras.

— Que romântico, bom dia pra você também, docinho. — disse regado de ironia e sem vergonha alguma ao se levantar desnudo para procurar uma muda de roupas.

— Eu... pensei numa coisa. — comentou Tae, sem coragem de olhar para o Jeon, porém não sem vontade.

Ele se levantou, vestindo rapidamente uma blusa que estava jogada num canto e bufou ao não encontrar a própria calça.

— Eu não aguento mais o castigo dos meninos, então...

— Espera aí. — interrompeu ele, parecendo indignado. — Eu não aguento mais, com você é só drama!

— Você quer saber ou não!? — exclamou irritado, ainda procurando por sua maldita calça. Não estava a fim de discutir, porque estar sem os cupcakes da mãe do Jimin era sim uma tortura e Jungkook era incapaz de entender. — Nós faremos um trato: a partir de agora vamos nos conhecer melhor e fazer de tudo para nos darmos bem. E nada de provocações, entendeu, Jungkook? — questionou, e, na ausência de uma resposta, ele se virou apressadamente só para ver o moreno encarando-o fixamente.

Ele sorriu ladino, aproximando-se do loiro com um ar confiante, e Taehyung recuou, apenas para dar de costas na parede. Logo ergueu os olhos amendoados, cheio de expectativa ao esperar qualquer ato malicioso.

Mas, para sua surpresa, Jungkook apenas afastou a franja loira, para que pudesse depositar um beijo singelo na testa do mais baixo. Taehyung corou por inteiro, apenas para sentir todo o seu corpo formigando por um simples e casto beijo.

Além disso, estava boquiaberto; porque aquele ato contradiz com todas as características do Jungkook que conhecia até agora.

E o próprio pareceu ter se tocado disso, pois virou-se imediatamente, afastando-se de Taehyung como se tivesse se queimado com o toque. O loiro soltou um muxoxo, surpreso com si mesmo por ter esperado algo mais do Jeon.

— Entendi.

Taehyung piscou, demorando para entender que aquela era a resposta para a pergunta que fizera há alguns segundos.

Teriam um longo caminho pela frente para se darem bem.

.

.

.

Jeon Jungkook

Eu acordei extremamente confuso. Havia dormido por pouquíssimas horas, mas isso não me impediu de ter um sonho super estranho e eu me vi extremamente envergonhado.

Afinal, por que eu acordei na mesma cama que meu melhor amigo?

Céus, eu sou casado, não deveria estar sonhando com esse tipo de coisa!

Me sentia a pior pessoa da face da terra por desonrar minha noiva, meu melhor amigo, minha família e a todos.

Aquele sonho realmente não fizera o mínimo de sentido.

Nesse momento, meu celular vibrou e eu me obriguei a alcançá-lo, desbloqueando logo em seguida para ver quem tinha me mandado mensagem àquela hora.

Jeon Kwan; 9:24
Você definitivamente vai dar um jeito de reatar esse casamento, Jungkook.

A culpa me correu por dentro mais uma vez, porque eu sabia que aquele casamento estava indo pelo ralo e meu pai fazia questão de me lembrar.

Franzi o cenho, relendo a mensagem ao notar um pequeno detalhe: o nome do contato. Era extremamente impessoal e eu só sabia que era meu pai por conta do sobrenome. No mínimo, estranho.

A não ser que eu tivesse algum irmão desconhecido por aí, era só o que me faltava.

Bufei, indo direto para a área de contato, na brilhante ideia de mandar mensagem para minha noiva, mas sem muita noção do que dizer. "Desculpa por ter falado o nome errado? Por ter perdido a memória no nosso dia? E também por ter causado vergonha pública a nós dois?".

Ridículo.

Apenas revirei os olhos perante toda a situação. Para piorar, o caso ainda era muito compartilhado pela internet, porque além eu ser uma figura conhecida, não era sempre que perdiam a memória no dia do casamento e de brinde falavam o nome errado no altar. Claro que a internet tomaria proveito disso.

Incrível.

Estava prestes a clicar no seu contato, mas parei no meio do caminho, porque uma foto do Taehyung sentado num banco e com um visual muito estiloso me chamou atenção. Sorri, sem exatamente saber o porquê, e reparei no nome do contato que era seu apelido ao lado de vários corações roxos. E o engraçado era que eu sabia que, literalmente, mais nenhum contato meu era carinhoso como o dele.

Franzi o lábio, na estúpida ideia de ler as mensagens que trocávamos, mesmo algo me dizendo para não fazê-lo. Era a mesma voz que me dizia para deixar isso pra lá e ligar para minha noiva.

Mas... eu podia ligar pra ela depois, certo..?

— Bom dia!

Impulsivamente escondi meu celular e ergui os olhos assustado para Taehyung, que simplesmente invadiu o cômodo com toda intimidade do mundo. A intimidade que às vezes eu esquecia que ele tinha.

— Taehyung! — o cumprimentei, envergonhado só por encará-lo e lembrar do sonho que tive. — Hum... não sabia que tinha a chave de casa... — comentei e ele corou, parecendo finalmente envergonhado por invadir meu espaço.

Ele usava um moletom cor mostarda em conjunto com uma jardineira de calça longa e ainda uma bandana preta para enfeitar. Nesse pouco tempo que passei junto dele, notei que tinha um estilo peculiar para roupas: sempre cores fortes e chamativas.

E sempre ficavam muito bem nele.

— Desculpa, eu nem me toquei... sabe, é só... muito comum eu aparecer aqui de repente. — ele tentou se explicar e eu apenas ri porque ele realmente pareceu ficar tímido de uma hora para outra.

— Tudo bem, Tae. O que vamos fazer hoje? — acho que minha espontaneidade o reanimou, pois ele imediatamente voltou a sorrir.

— Se arruma, hoje vou te levar num lugar bem legal. — ele expôs, abrindo meu guarda-roupa e jogando algumas peças dali em cima da cama, sem se preocupar com a bagunça.

Eu ri com a cena, pois obviamente tínhamos muita intimidade para que aquilo acontecesse.

Eu apenas me levantei preguiçosamente e o obedeci, sem coragem de encará-lo diretamente e me lembrar do sonho de hoje. Fui em direção ao banheiro a fim de um banho, me odiando internamente por sequer contestar.

.

.

.

Era um lugar incrível.

Um parque de diversões; vasto e bem cuidado, e o melhor de tudo é que, a essa hora, ele estava bem vazio.

Da primeira vez que eu olhei para cá, eu imediatamente pensei que ele me trouxera aqui por ser mais um dos locais que eu era arrastado de vez em quando.

Mas uma segunda olhada me permitiu prestar mais atenção aos detalhes. Eu senti uma onda de nostalgia percorrer o meu corpo, era uma sensação estranha, porque eu jamais pensaria que eu pudesse ter esse sentimento com algo que nem mesmo me lembro.

E então eu entendi porque Taehyung me trouxe aqui.

Não era o lugar favorito dele. Ou o meu.

Era o nosso.

— Bem...  — ele começou de repente, quando estávamos na fila de um carrinho de algodão doce, que ele insistira em ir e, como sempre, eu cedi. — Me desculpa se, às vezes, eu ficar em silêncio, sei lá... eu não sei bem o que falar para alguém que perdeu a memória.

Eu ri no exato momento em que um senhor o entregava o algodão doce. Bom, no começo eu estava rindo porque o que ele disse não é verdade. Ele nunca fica em silêncio, às vezes parece até mesmo esquecer que eu perdi a memória. Mas, agora, eu ria porque a cena de Kim Taehyung se sujando todo com o doce rosa conseguia ser simplesmente adorável e engraçado ao mesmo tempo.

— Bem, eu também não sei muito bem o que dizer para alguém que eu não lembro. — resolvi responder, entretanto, logo depois, percebi que não devia ter dito aquilo.

Sua expressão vacilou por um momento e eu me coloquei em seu lugar, notando que devia ser tão horrível para ele quanto era para mim. Céus... eu era uma pessoa terrível.

Eu estava prestes a falar algo, mas agradeci quando sua expressão iluminou-se de repente e eu não precisei estragar ainda mais as coisas.

— Vamos na montanha-russa! — porém, ele não esperou por uma resposta e eu me vi sendo arrastado mais uma vez por ele.

— Taehyung, você acabou de comer! — exclamei indignado, porque além de ele ter devorado aquele algodão doce em segundos, ele queria se meter num brinquedo que ia fazer o estômago dele se revirar todo.

— Eu já fiz isso antes, acredite!

Sim, por algum motivo, eu não duvidava.

Taehyung me arrastou e tivemos que enfrentar uma fila minúscula para que, uns minutos depois, entrássemos no brinquedo. Escolhemos um dos primeiros compartimentos e logo estávamos colocando os equipamentos de segurança. Eu vi que o loiro ao meu lado parecia muito animado.

O brinquedo começou a andar, aos poucos a velocidade foi aumentando e uma onda de nostalgia mesclada à euforia bateram contra mim.

Mas nenhuma sensação se comparou ao que eu senti quando Taehyung segurou minha mão. O aperto na não macia fez meu coração acelerar muito mais do que o momento em que o carrinho ficou de cabeça para baixo.

E ele pareceu ter feito de forma tão espontânea que acho que sequer notou. E eu tive raiva dele por alguns segundos, por me causar essas sensações sem nem mesmo saber.

Mas a raiva se foi tão rápido quanto veio quando eu ouvi sua risada no momento em que o carrinho deu outra volta. Era simplesmente impossível resistir à risada de Kim Taehyung.

E eu me peguei pensando no porquê.

Por que Taehyung me faz sentir essas coisas?

— Foi incrível! — ele exclamou assim que saímos, dando voltas no meio do parque, sem se importar nem um pouco com o fato de estar parecendo uma criança.

Eu ri porque não conseguia ficar envergonhado com aquilo. Pelo contrário: era adorável.

Céus, isso não pode ser normal.

— Tae? — eu resolvi chamá-lo e ele olhou para mim com aquele sorriso retangular único. Não pude evitar me contagiar com sua felicidade. — Me fale mais sobre mim — pedi, curioso, e ele estreitou os olhos, parecendo pensativo.

— Tudo bem... você é Jeon Jungkook e é um chato. — ele brincou e eu já olhei para ele, o repreendendo enquanto ele ria. — Mas tá tudo bem, eu, hum.. gosto de você. Enfim, você é reservado, não costuma se abrir facilmente para qualquer pessoa e... bem, você... será herdeiro da empresa dos Jeons e... sua vida é levemente... bastante exposta, porque... é uma empresa famosa. — ele ia explicando.

— Isso justifica muita coisa. — comentei baixinho, mesmo que fosse algo que eu já soubesse.

Lembrei-me imediatamente do casamento; isso me fez pensar que havia simplesmente algo muito estranho sobre o ocorrido, algo que ia além de eu ter dito o nome errado no altar.

— E, bem, eu não sei se devia te contar isso, mas... você cursa administração mais por necessidade, por conta da empresa, porém... seu sonho é outro. Você sempre gostou da música. — Taehyung disse, olhando para mim quase melancólico, e eu vi algo além naquele olhar, como se através dele quisesse transmitir algo.

— Eu... poderia ter cursado música, não? — arrisquei, muito confuso com a minha própria vida.

Afinal, o que diabos eu realmente fazia? E por que eu fazia? O que eu queria fazer?

Era tudo absurdamente bizarro! Eu tinha mesmo que perder a memória nessa vida, que é tão complicada?

Eu o vi franzir os lábios, balançando a cabeça ao encarar os próprios pés, como se quisesse deixar o assunto para lá. Eu queria insistir, mas percebi que, de alguma forma, era algo difícil para ele tanto quanto era para mim.

E ele poderia ficar magoado e em minha cabeça, isso parecia um crime absurdo.

Isso definitivamente não é normal.

E eu parei para pensar sobre isso quando ele se retirou para ir ao banheiro. Todas as reações que Taehyung me proporcionava.. era bom, muito bom. Mas isso me assustava porque me parecia completamente errado.

E aquele sonho que eu tive...

— Jungkook! — me sobressaltei quando ouvi meu nome ser chamado de repente; ao me virar, vejo que era uma senhora muito simpática, que conduzia um carrinho cheio de flores. — Venha cá, acho que irá gostar disso aqui!

Aquela senhora obviamente não fazia ideia da minha situação. Por isso, para não levantar suspeitas e poupar explicações, apenas me aproximei de seu carrinho, sorrindo educadamente, mas provavelmente demonstrando minha falta de jeito.

— Aqui, peguei essas para você, é por conta da casa! — ela me entregou um buquê de flores escarlates e eu fiquei confuso com o ato. — São cravos, a flor do puro amor. Te lembra alguém, hm? — ela questionou sugestivamente e eu ri nervoso com a atitude, sem jeito ao segurar as flores.

— Obrigado... acho que minha noiva irá gostar. — eu comentei, aceitando o grande buquê, e achando que era esse o motivo dela ter me entregado, mas vi a sua expressão se encher de dúvidas no mesmo instante.

Ela ficou por bastante tempo me olhando, confusa, e eu me questinei o que havia feito de errado. Isso até ela estranhamente começar a rir.

— Por um instante achei que tivesse ouvido você dizer "noiva"! — ela disse, parecendo culpar a própria audição, e eu franzi o cenho. — Quanto tempo eu perdi? Já pediu Taehyung em casamento?

Aquelas últimas palavras foram um choque completo para mim. Quando vi, eu já tinha me afastado metros daquele carrinho, deixando a pobre senhora confusa para trás.

A minha mente estava um caos. Eu não sabia mesmo o que pensar.

E tudo piorou quando Taehyung chegou no mesmo instante, pegando as flores da minha mão, alegando euforicamente o quanto elas eram bonitas.

Eu me peguei olhando a bonita cena que era Kim Taehyung cheirando aquelas flores vermelhas, que tinham um contraste muito bonito com sua pele e cabelo.

— Eu amo flores! — ele exclamou e quando quis me devolver, eu neguei, ainda meio atordoado.

— São suas. — afirmei e ele corou, mas pareceu ter gostado.

O mais estranho veio a seguir. Afastado do centro do parque, em uma área menos movimentada, nós nos olhamos de uma maneira muito estranha. Só depois eu percebi que a forma como eu o encarava realmente devia ser muito bizarra, porque eu estava boquiaberto demais, surpreso demais, e ele sabia, apesar de não entender exatamente o porquê.

Mas uma ideia insana se passou em minha mente. Eu sabia que me arrependeria depois, mas eu precisava... testar.

Por isso, eu umedeci os lábios e quando percebi, meu rosto já estava a poucos centímetros de distância do seu. E Taehyung estranhamente não recuou. Pelo contrário.

Ele parecia na expectativa.

Não tinha tempo a perder.

Quando vi, meus lábios já pressionavam os seus e eu descobri que gostava da sensação macia.

E pior.

Me parecia muito familiar.

Mas eu não aprofundei o ósculo. Eu me separei, apenas para observar a reação do loiro à minha frente. Ele parecia meio atordoado, surpreso, confuso.

Mas ainda na expectativa.

Mesmo assim, me vi surpreso quando as flores bonitas escorregaram de suas mãos e ele as posicionou sobre minha nuca. Num ato quase automático, eu o puxei pela cintura e nós demos início a um beijo mútuo.

Um beijo confuso. Hesitante.

Mas ainda assim... eu estranhamente conseguia sentir um ar de saudade.

E era bom, até demais. E, nossa... eu não estava reclamando, nem um pouco.

Mas o som de meu telefone foi o suficiente para que ele se afastasse rapidamente, parecendo extremamente culpado.

E o mais estranho é que eu mesmo me sentia culpado... por não ter achado isso tudo errado. Pelo contrário, parecia muito certo. Eu só... me culpava por não me culpar. Mas, sinceramente... por mais ilógico que fosse esse pensamento, nesse momento nada me importava além da vontade insana de voltar a beijá-lo.

Então, eu estava prestes a arremessar aquele celular o mais longe possível quando eu vi o nome que brilhava na tela. E Taehyung também viu.

"Soobin".

Eu desliguei a chamada, disposto a deixar tudo para trás e continuar o que estávamos fazendo antes de sermos interrompidos. Mas Taehyung não. E o auge de tudo foi quando a primeira lágrima escorreu por seu rosto bonito.

Meu coração contraiu-se e eu tive a sensação de que o chão abaixo de mim havia desabado. Eu havia cometido um crime terrível.

Porque nada parecia tão doloroso quanto ver Kim Taehyung chorando.

— Tae... — eu o chamei, estendendo minha mão em sua direção, a fim de fazer qualquer coisa para que ele voltasse a sorrir. No entanto, ele fugiu do meu gesto.

— Não! Jungkook... isso... nós... não pode acontecer, não vai... — ele gaguejou, sem nem mesmo olhar em minha direção, e tudo o que eu queria era poder enxugar aquelas lágrimas, dizer que estava tudo bem; mas eu mesmo não fazia ideia se tudo ficaria bem. — Eu... prometi a mim mesmo que não ia me submeter a isso de novo... não mesmo... isso não pode dar certo!

— Tae... — arrisquei chamá-lo novamente, mas a pronúncia apenas pareceu tê-lo repudiado ainda mais.

— É sua culpa, Jungkook! — ele jogou aquelas palavras contra mim, sem parecer ter noção do peso que elas tinham.

Minha culpa?

E eu não pude fazer nada quando ele foi embora dali, porque ele insistia em dizer que não queria mais a minha presença. E meu coração se apertou com aquilo. Contudo, se ele ficaria menos triste sem mim, assim eu faria, não importa o quanto doa.

Então eu fiquei por um tempo em pé em meio ao gramado verde e observando o sol se pondo ao longe, ao som do toque do meu celular que insistia em vibrar.

Eu olhei para longe e me perguntei se eu mesmo estava louco: era normal eu achar que aqueles raios de luz me lembravam o sorriso retangular dele?

Não. Isso definitivamente não era normal.

Ou talvez fosse… mas eu precisava compreender. Precisava de respostas.

E esta me veio de bom grado quando meu celular recebeu mais uma mensagem.

Soobin; 16:24
Precisamos conversar.


Notas Finais


mais um capítuloo dessa vez com mais barraco sksksk
gostaram? tô mt ansiosa pra saber oq vcs acharam
próximo capítulo tem mais fogo no parquinho ;)


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