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História Acertos. (Gruvia) - Capítulo 2


Escrita por: marilopez

Notas do Autor


Boa meus amorecos.
Como eu havia dito, eu estava pensando em fazer mais um capítulo para esse fanfic, finalizando. Assim eu fiz, agora terminou.
Espero que gostem. Digam o que acharam.

Capítulo 2 - Nosso amor.


Fanfic / Fanfiction Acertos. (Gruvia) - Capítulo 2 - Nosso amor.

Nunca imaginou que estaria tão ligado a alguém, como estava a azulada. Depois de ter se declarado a ela, seus dias tinham um ar mais agradável, seu coração sentia-se completo e o que deixava mais feliz era ver como a sua amada estava contente.

Gray adentrou a guilda, que por sua vez estava como sempre agitada, procurou pela azulada, disfarçadamente, pois não era todos da guilda que sabiam do envolvimento dos jovens.

- Gray-sama! – Mirou seu olhar a frente, mais aquela voz não era da sua maga, a única que o chamava assim, até agora.

- Lucy? – Não teve tempo de processar o que estava acontecendo, a maga celestial correu até o moreno e o beijou. Todos da guilda pararam para ver a cena, sem entender o que estava acontecendo e mais confusa ainda estava Juvia, que chegava logo atrás do mago de gelo e presenciou tal situação. Sentiu seu estômago embrulhar, seu coração apertar e sua tristeza adentrar todo seu corpo. Correu, correu para fora da guilda, deixando lágrimas banharem seu rosto, ódio, raiva, mágoa, era tudo que sentia.

Dentro da guilda, Gray afastou a loira, sem entender o motivo dela ter feito aquilo, olhou os olhos da mulher e notou algo errado. Olhou em volta e viu seu amigo comedor de fogo com uma feição de fúria.

- Lucy! – Levy veio correndo até eles e puxou a loira para perto, lhe dando um liquido que a fez dormir.

- O que aconteceu com ela? – Gray perguntou, ainda confuso com a situação.

- Também queremos saber. – Natsu e Erza se aproximaram.

- Bom. – Levy ajeitou a amiga em seu colo, a deitando no chão. – Ela me pediu ajuda para fazer uma poção, para lhe dar coragem em se declarar.

- Para mim? – Gray quase teve um ataque do coração.

- Não. – Suspirou. – Para o Natsu. – Mirou seu rosto ao rosado, que arregalou os olhos.

- Mais ela beijou foi o picolé ai. – O dragon ainda tinha uma fúria dentro de si, já Gray preferiu ficar calado.

- A poção daria certo se ela tivesse visto você primeiro, mais assim que ela abriu a porta viu Gray. – Forçou um sorriso. – Ai deu tudo errado, ela ama você. – Olhou para o dragon. – Mais você não se declarava para ela, então nós arriscamos, pois ela também não tinha coragem. – Natsu se aproximou e fez um breve carinho na maga, Gray sentiu aliviado, mais algo dentro de si o atormentava. Até escutar o barulho da chuva, uma tempestade.

- Juvia? – Alterou um pouco a voz. – Alguém viu a Juvia? – Antes que qualquer um respondesse, a porta principal da guilda foi aberta e por ela passou um loiro, um pouco molhado.

- Laxus. -Mira foi até o amado, lhe deu um breve beijo, o romance de ambos já não era mais segredo a alguns meses.

- Gray. – O loiro se aproximou com Mirajane ao seu lado. – Acho melhor você ir atrás dela. – Suspirou. – Ela não está nada bem, eu senti.

- Ela viu o beijo de vocês. – Mira se pronunciou. – Eu vi quando ela entrou na guilda atrás de você.

- Meu Deus, Juvia. - Gray saiu correndo, não importava o quanto a chuva estava forte, a acharia. Foi em vários lugares de Magnólia, mais nada da sua maga, o desespero já tomava todo seu raciocínio. – Vamos Gray, pensa. – Colocou as duas mãos em sua cabeça, afim de forçar seus pensamentos, enquanto isso a tempestade ficava cada vez pior. – É isso. – Uma luz brilhou na sua mente, correu para o local onde era provável sua amada estar. Assim que chegou ao porto da cidade, avistou a azulada, toda molhada, admirando o movimento do mar. – Juvia. – Aproximou-se. – O que você viu...

- Gray-sama nunca amou Juvia. – O som de um trovou ecoou nos céus.

- Juvia. – O moreno segurou o pulso delicado. – Eu nunca mentiria para você, aquilo que você viu. – Puxou uma lufa de ar. – Foi tudo um engano.

- Mais Gray-sama gostou de beijá-la. – Juvia encarou o mago com um olhar triste, desapontado.

- Eu não senti nada. – Gray a puxou para um abraço, mesmo a maga relutando. – Porque eu amo você e a Lucy ama o Natsu.

- Juvia não acredita! – Chorou e mais um trovão ecoou. Gray não a soltou e com muito custo, em meio aquela chuva, contou tudo que havia acontecido, sobre a poção.

- Ela não me beijou porque gosta de mim. – Gray suspirou. – Foi um engano.

- Gray-sama jura que está falando a verdade para Juvia? – A maga afastou um pouco o rosto, para mirar os olhos do jovem.

- Juvia. – Tirou uma mecha de cabelo que se prendia ao rosto da azulada. – Quase te perdi uma vez, se não fosse aquela ideia maluca do Mestre. – Sorriu. – Eu amo você e nada nem ninguém vai nos separar. – A beijou, um beijo perfeito, de baixo das gotas da chuva, que ia sessando aos poucos. Até falta de ar os separarem. – Vamos para minha casa. – Juvia corou quando o moreno lhe deu um selinho. – Precisa tirar essas roupas molhadas.

[...]

Juvia saia do banheiro, enrolada em uma toalha, Gray que já estava com uma bermuda e seco, estendeu uma de suas camisas.

- Juvia não quer colocar roupa agora. – Caminhou até o moreno, pegando a blusa branca e a jogando sobre uma cadeira que tinha no canto do quarto. – Juvia quer fazer as pazes com Gray-sama. – Soltou a toalha, deixando-a cair no chão, exibindo seu corpo nu.

- Você quer fazer as pazes? – Gray sentiu sua boca salivar, não cansava de sentir aquele corpo. – Então vamos fazer as pazes. – Rodeou seu braço na cintura fina e se sentou com a maga em seu colo sobre a cama. – Minha Juvia. – Beijou o pescoço pálido, levando uma mão a um dos seios, apertando com certa força, arrancando um gemido da azulada, que rebola em seu colo e puxava as madeixas escuras.

- Gray-sama. – Juvia saiu do colo do amado, ficando em pé na sua frente, levou a mão até o cós da bermuda e a abaixou, liberando o membro rígido, que implorava por atenção. Terminou de tirar a peça de roupa do moreno e se ajoelhou, segurando firme o pênis, desceu sua boca, primeiro uma lambida, fazendo o mago de gelo arfar, depois passou a enfiá-lo todo em sua delicada boca.

- Que delícia. – A fala saiu entre o gemido rouco. – Minha. – Segurou os cabelos azuis juntos e a ajudou nos movimentos. – Apenas minha. – Jogou sua cabeça para trás, concentrando em todo o prazer que a mulher lhe proporcionava. Quando sentia que o orgasmo o tomaria, a maga parou, causando certa confusão em Gray.

- Gray-sama vai ter o que deseja. – Subiu sobre o homem. – Mais quando estiver dentro de Juvia. – Ajeitou o membro em sua entrada e sentou, ambos gemeram.

- Eu te amo tanto. – Gray disse baixinho próximo ao ouvido da azulada, enquanto a abraçava firme, sentido seu pênis ser engolido pela cavidade úmida. Juvia em resposta, quicava cada vez mais rápido, arranhando as costas do moreno e gemendo, gemendo alto, que ecoava pelo quarto. Juvia sentia feliz, ultimamente Gray dizia mais o que sentia, sempre dizia que a amava, que ela era importante. Gray pegou a azulada e a deitou na cama, admirando o sorriso nos lábios rosados, nunca imaginou que seria tão dependente daquela mulher.

- Juvia também ama Gray-sama. – A maga das águas o puxou para um beijo, sem rodeios ele voltou a penetrá-la, era uma ligação única, não era apenas sexo, ou uma transa qualquer, era amor. Se Gray tivesse noção de quanto ter aquela mulher em seus braços era ótimo, não a tinha desprezado tanto, era um idiota, mais agora nunca a deixaria partir, ela o pertencia. – Juvia vai... – Não terminou a fala e acabou tendo seu orgasmo, o moreno continuou as estocadas até se derramar dentro da jovem.

- Juvia? – Gray puxou a maga para seus braços, a fazendo deitar em seu peito. – Já pensou em casamento?

- O que? – Juvia levantou um pouco, com suas bochechas vermelhas. – Juvia já pensou sim muitas vezes, mais por que?

- Um dia vamos nos casar.

[...]

A claridade atingiu o quarto, fazendo a azulada remexer, passou as mãos pela cama e não encontrou seu amado.

- Gray-sama? – Abriu os olhos devagar, não tinha nenhum sinal do homem. Levantou pegou a blusa branca que estava sobre a cadeira e a vestiu, fez sua higiene matinal e saiu a procura do moreno. Olhou pela janela da sala, avistou Gray conversar com Erza em frente a casa, o mago tinha um feição seria.

Juvia caminhou até o sofá, se jogando nele, sentiu seu peito apertar, estava com um mal pressentimento, abraçou firme a almofada, sentido seus olhos marejarem.

- Bom dia. – Escutou a porta ser fechada pelo moreno, que aproximou e sentou próximo a onde a maga estava. – Vou ter que ir em uma missão com Erza, Natsu e Lucy.

- Não vá Gray-sama. – Juvia pulou nos braços do jovem. – Fique com Juvia.

- Eu tenho que ir. – Passou sua mão pelos cabelos azuis. – É uma missão importante.

- Gray-sama volta logo? – Juvia apertou o abraço.

- Não sei. – Suspirou. – Erza disse que é uma missão longa, duraria alguns meses.

- Não. – A azulada levantou-se em arranco. – Por que isso Gray-sama? – Apertou a barra da blusa com força, mirando seu olhar ao chão. – Por que vai deixar Juvia?

- Eu nunca vou te deixar. – A abraçou. – Prometo nunca deixar você. – Fez um carinho na bochecha pálida da maga. – Eu vou voltar, o mais rápido possível.

- Deixa Juvia ir com vocês. – Seu olhar tinha um tom de esperança, que foi quebrado em pouco segundos.

- Não. – O moreno suspirou. – É perigoso demais e com você lá. – Sorriu. – Não me concentraria. – Deu um breve beijo naqueles lábios tristes. – Vou deixar as chaves da casa com você, quando quiser pode ficar aqui. – Desceu as mãos para os braços da jovem. – Mesmo achando que a Fairy Hills é mais segura.

- Quando Gray-sama vai? – Juvia estava segurando o máximo para não chorar, agora que estavam tão próximos, algo os separaria.

- Vou encontrar o pessoal a tarde e pegaremos um trem. – Gray queria muito recusar essa missão, deixar Juvia lhe trazia sensação horríveis, mais tinha que ir, para o bem de todos. – Mais ainda temos um tempinho para nós. – Sentou-se sobre o sofá com a mulher em seu colo. - Ainda temos tempo para brincar um pouquinho. – Sorriu malicioso.

[...]

O tempo era algo cruel, deixava Juvia preocupada, fazia três meses que seu amado Gray e seu grupo havia partido, em uma missão perigoso e longa. Longa até demais para a azulada, que ultimamente estava estranha, passava mal todos os dias. Mirajane desconfiada da situação, chamou Porlyusica para ver o estado da maga das águas.

- Então Juvia. – A maga examinava a jovem. – Quanto tempo está assim?

- Bom. – Puxou uma lufa de ar. – A uns dois meses, ou três.

- Teve enjôos? – A velha recebeu um aceno em positivo. – Desejos? – Outro sinal em positivo. – Minha queria, você está grávida.

- Grávida? – Juvia sentiu seu coração falhar uma batida. – Mais como isso...

- Não queira que eu explique né. – Porlyusica revirou os olhos, fazendo Juvia corar. – Onde está o pai?

- Em uma missão. – Passou a mão pela barriga. – Juvia vai ter que cuidar de você sozinha, até seu pai voltar.

Depois de receber todas orientação da velha, que queria vê-la pelo menos duas vezes ao mês e quando ela sentisse qualquer coisa fora do normal. Juvia resolveu contar para a guilda sobre o filho, trazendo a alegria ao local.

- Meu plano deu certinho. – O mestre dava pulinhos em torno da azulada, que sorria.

- Gray vai ficar sem chão quando souber. – Cana gargalhou.

- Ele vai amar. – Disse Mira, passando a mão sobre a barriga da maga. – Ele vai Voltar logo e enquanto ele não voltar a gente vai te ajudar em tudo.

- Muito obrigado. – Juvia sorriu. -Onde esta Gajeel, Levy e Lily? Queria contar para eles.

- Saiu em uma missão, hoje de manhã. – Mira contou. – Laxus e Jellal também.

- Mirajane não consegue ficar mais sem seu precioso Laxus. – Cana deu mais um gole em sua bebida. Mira apenas corou.

- Juvia que tal irmos ver coisinhas para o bebê? – Mira deu um pulinho.

- É claro. – Juvia perdeu o sorriso. – Mais não estou tendo muito dinheiro, como estou passando muito mal, evitei fazer missões, agora Porlyusica me proibiu de vez.

- Eu vou cuidar dessa parte. – Mestre sorriu. – Cuidar de vocês e ajudar em tudo para essa criança, será um presente.

- Juvia não sabe como agradecer mestre. – Pegou nas mãos do velho.

- Apenas cuide do nosso novo membro.

[...]

Faltava pouco, Juvia estava no final de sua gestação, sua barriga estava enorme, seu menininho mexia muito, era agitado. Queria tanto que Gray chegasse, para escolherem o nome do seu filho, mais a única notícia que tiveram do grupo, era uma carta de Erza, dizendo que estavam tudo dando certo. Isso acalmou um pouco o coração da azulada, mais não tinha um simples endereço para mandar a carta de volta, contando tudo ao seu amado.

- Como você está? – Gajeel apareceu próximo a amiga.

- Que bom que você voltou. – Juvia sorriu, todos voltavam de suas missões, menos seu Gray. – Como foi? Se declarou para Levy?

- Sim. – O comedor de metal sorriu. – Ela aceitou a namorar comigo.

- Fico feliz por vocês. – Juvia torcia muito pela felicidade do amigo.

- Ainda não me disse como você está? – Gajeel puxou a cadeira para sentar próximo a cama da jovem, que estava de repouso.

- Com medo. – Suspirou. – Dessa criança não conhecer o pai.

- Para de bobeira. – Gajeel tinha uma expressão seria. – Eu vou procurá-lo.

- Não. – A voz de Laxus ecoou pelo quarto, o loiro e Mira chegaram até a azulada. – Eu vou trazer Gray.

- Por que você? – Gajeel falou sério. – Eu já disse que vou.

- Gajeel. – Mira puxou ar. – Não é hora de brigar.

- Eu vou porque sou rápido, vou acha-los com maior facilidade. – Laxus cruzou os braços, Gajeel apenas concordou, de fato o loiro era muito mais rápido. – Juvia, eu sei que não somos muito próximos, mais somos ligados, eu sei tudo que você sente, a cada chuva que se cai, meus raios passando por ela e eu sei exatamente tudo que se passa dentro de você. – Sorriu olhando para a barriga da maga. – Eu vou trazer ele o mais rápido possível, desculpa por não ter feito isso antes, estava em uma missão, assim que cheguei senti a chuva e sei o quanto você esta triste. – Suspirou. – Vou dar meu melhor para chegarmos antes do seu bebê nascer.

- Obrigado. – Juvia começou a chorar. – Muito obrigado Laxus. – O loiro sorriu, deu um beijo em Mira e saiu da guilda como um raio.

- Não se preocupe. – Mira não perdia seu sorriso. – Laxus vai trazê-lo.

[...]

A hora havia chegado, o momento em que Juvia esperou tanto, mais Gray não estava lá. Todos na guilda estavam desesperados, Juvia sentia contrações, suava e gritava.

- Onde está? – Porlyusica passou pelas portas principais da guilda, com Freed que havia a buscado para o parto.

- Lá em cima, em um dos quartos. – Disse Lisanna. – Vou levar a senhora lá. – Assim fez, a velha entrou pelo quarto e expulsou todos os homens, até mesmo o mestre.

- Senhora Porlyusica. – Juvia chamou a velha. – Está doendo tando.

- É assim mesmo querida, preciso de ajuda. – Pediu tudo que era necessário para o parto a Mira, Levy e Lisanna também foram ajudar. – Juvia respira e faz força. - A maga fez força, mais sentia lágrimas descerem pelo seus rosto, queria tanto que ele estivesse ali, pelo menos em seus últimos minutos de gestação.

- Juvia! – A porta do quarto foi aberta com arranco, era ele, seu mago, seu amado, seu querido Gray.

- Gray-sama. – Falou em um sussurro, vendo seu amado aproximar.

-Estou aqui. – Gray ainda estava um pouco confuso. – Me desculpa.

- O que você está fazendo aqui? – A velha ficou um pouco brava.

- Eu sou o pai dessa criança. – Gray tinha seu olhos marejados, segurou a mão da azulada. – Força meu amor.

[...]

O parto havia ocorrido bem, nesse momento Juvia estáva com seu bebê no colo, era um menino lindo, parecia muito com Gray, seu cebolos negros e aquela boquinha.

- Juvia. – Gray que estava sentado ao lado da maga sobre a cama, pronunciou. – Me desculpa por ter deixado você passar por isso sozinha. – Lágrimas caíram pelo seu rosto. – Se eu soubesse do nosso filho, tinha deixado tudo para trás e acompanhado você nessa gravidez.

- Importante é que Gray-sama está aqui agora. – Passou a mão pelo rosto da criança, que dormia. – Ele é lindo.

- É fruto do nosso amor. – Gray sorriu, era pai, nunca imaginou que um dia seria, não sabia o que fazer, mais seria o melhor pai do mundo. – Posso segura-lo?

- Claro. – Juvia passou a criança para os braços do moreno devagar, o mesmo teve certa dificuldade para segurar o bebê, mais se virou bem. – Como Gray-sama descobriu?

- Laxus. – Sorriu ai ver o pequeno abrir um pouquinho a boca. – Ele nos achou e me contou tudo, voltamos o mais rápido possível.

- E a missão? – Juvia admirava o amado.

- Estava em seu fim, iríamos ficar mais um tempo, só para ver se estava seguro. – Suspirou. – Tenho que agradecer Laxus, se não fosse ele, eu não tinha chegando a tempo e perderia esse momento. – A conversa parou quando uma multidão de magos entrou para o quarto, curiosos para ver a criança. Juvia agradeceu Laxus e foi coberta de perguntas por Erza, sobre como foi a gestação.

- Então qual vai ser o nome do nosso lindinho? – O mestre segurava a pequena mãozinha do bebê, Gray e juvia se olharam.

- Hideo. – Falaram juntos. – Nosso sol.


Notas Finais


Desculpem os erros🙏

Estou pensando em escrever um capítulo único para Mirajane e Laxus, mais vou terminar a fanfic " Amor em Fairy taill" primeiro.

Digam o que acharam, isso é importante para nós.
Obrigado ❤️


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