História Achados e Perdidos - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts, Drama, Jimin, Smerfanfic, Vkook, Yoongi, Yoonmin
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Palavras 2.898
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu vou me matar por estar postando isso mas é...

Capítulo 1 - Único.


“Hyung, anda logo porque eu tenho que chegar cedo em casa, o Tae vai chegar de viagem hoje e eu quero estar na porta do aeroporto na hora.”-Jeon Jungkook falava irritado enquanto era puxado pelos corredores quase vazios da escola por Park Jimin, seu melhor amigo.

 

“Ele só está viajando há uma semana, não precisa de tanto. E eu só vou ver se meu caderno está nos achados e perdidos, idiota. Não vai demorar. Você sabe que eu preciso fazer o trabalho do professor Kang ou então é adeus passar de ano, e consequentemente adeus viagem de férias.” –O loiro reclamava, puxando o amigo pelas escadas que davam acesso à biblioteca, à sala de música e ao achados e perdidos, tornando aquele andar o menos frequentado daquele colégio.

 

“Compra outro caderno, você é rico.” – O mais novo zombou, arrancando um revirar de olhos de seu hyung.  Jimin não gostava de ser chamado de rico, até porque o dinheiro era de seus pais e não dele. Seu maior desejo era arrumar um emprego de meio período e ter o próprio dinheiro, mas seus pais nunca concordariam com aquilo.

 

“Chegamos, fica aqui fora que eu já volto.” –Jimin falou, abrindo a porta da pequena salinha de achados e perdidos, suspirando aliviado por não ter encontrado algum casal trocando carícias ali. Era muito comum os apaixonados darem fugidinhas durante as aulas para trocarem beijos em salinhas como aquela. O próprio Park já fizera aquilo com suas paixonites de uma semana, então não se surpreenderia.

 

Os pertences eram organizados em duas prateleiras uma em frente à outra. Tinha tanta coisa ali que Jimin não se surpreenderia se encontrasse coisas da época da fundação da escola. Começou sua procura pelo caderno com capa do capitão América, que comprara só para fazer pirraça com Jungkook, que era um completo Fanboy do homem de ferro.

 

Quando encontrou o objeto, ele estava em uma das partes muito empoeiradas, o que fez Jimin espirrar muito por conta de sua alergia a poeira e se desequilibrar, batendo em uma das prateleiras e deixando algumas coisas caírem.

 

“Droga, droga...” –Ele falou, colocando os objetos no lugar. Quando foi guardar o último, este lhe chamou a atenção. Era um caderno do tamanho de uma agenda. Não muito grosso. Jimin não conteve sua natureza curiosa e abriu o pequeno caderno, revelando o nome de seu dono e o ano em que o caderno começou a ser escrito.

 

Min Yoongi-2014.

 

A curiosidade falou ainda mais alto e Jimin se viu lendo o pequeno caderninho, sentado no canto de uma das prateleiras.

 

“10/03/2014

 

Oi

Eu ganhei esse caderno do meu psicólogo como presente de aniversário.

Segundo ele eu me expresso melhor quando escrevo, e consigo me expressar melhor do que oralmente, o que não deixa de Ser uma verdade

 

Claro que eu achei uma coisa muito gay isso de ter um diário mas já que é pra me ajudar eu vou tentar.

 

Incrível Min Yoongi. Você fala que a coisa é muito gay sendo que VOCÊ é gay.

 

Então, acho que o objetivo desse diário é relatar meus dias e falar sobre como eu me senti em relação aos acontecimentos dele.

 

Basicamente um twitter manuscrito.

 

Então, eu basicamente acordei, tomei café, fui para a escola, tive aulas de merda, no recreio comi com NamJoon e Jin até eu avistar Hoseok e sair do refeitório, deixando metade da minha comida na mesa e passando fome pelo resto do dia.

 

Ou seja, um dia normal.

 

Quando eu cheguei em casa eu dormi a tarde inteira e quando acordei, fui preparar algo na cozinha, mas minha mãe estava lá e começou a arremessar os copos em mim, já que meu pai estava no trabalho e não pôde impedi-la.

 

Aquele era o quinto jogo de copos que nós tínhamos comprado no mês.

 

Eu sei que a culpa era minha, eu sei que minha mãe tinha toda a razão em me odiar, mas mesmo assim não deixava de doer. Tanto por fora quanto por dentro.

 

Quando meu pai chegou, que foi tipo meia hora atrás, ele me fez curativos e me trouxe comida, pois eu não estava a fim de sair do quarto pelo resto do dia. E agora ele está buscando meus remédios, que vão me dopar até amanhã, ou seja, é melhor terminar por aqui.”

 

“Hyung!! Você virou um dos perdidos? Você tá aí há meia hora, eu quero ver meu namorado!!” –O loiro voltou a si com as batidas incessantes de seu dongsaeng na porta da pequena sala.

 

“Já vai, já vai!” –Ele falou, colocando o pequeno diário em sua mochila, junto de seu caderno. “Quanto desespero só pra dar uns beijos.” –Falou quando abriu a porta, encontrando um Jungkook com uma cara nada amigável.

 

“Ah, cala a boca.” –O mais novo falou, e dessa vez era ele quem estava puxando Jimin pelos corredores do colégio.

 

- - - 

 

“Oppa! Eu fiz um desenho seu!” –JiHae, a irmã mais nova de Jimin falava, eufórica, segurando um papel onde havia um emaranhado de rabiscos de cores indefinidas e no topo, uma parte amarela, onde deveria ser o cabelo. Jimin franziu o nariz e depois sorriu largo, pegando a garotinha no colo.

 

“Ficou lindo JiJi. Oppa adorou.”-Ele falou, arrancando gritinhos felizes da garotinha de quatro anos que só trajava a blusa enorme de seu pai enquanto coloria papéis no chão da sala. Era o trabalho de Jimin cuidar da pequenina enquanto seus pais trabalhavam na grande empresa de materiais escolares e de escritório dos Park. A loja deles era a maior da cidade, e os dois eram muito atarefados.

 

“Agora você fica pintando aí que o Oppa vai fazer lição, ok?” –Ele disse, recebendo apenas um ‘Ok’ da garotinha, que voltara a se entreter com os lápis de cor.

 

Ao abrir a mochila, Jimin deparou-se com o pequeno diário que encontrara na escola.

 

Bom, ler pelo menos mais um pouco antes de fazer a lição não faz mal, né?

 

Pegou o caderno e o abriu, sentando na mesa de jantar para poder ler.

 

“11/03/2014

 

Hoje encontraram um pedaço vermelho de tecido em um dos becos aqui perto de casa. Mamãe passou o dia chorando por causa disso e eu fui para a escola de coração apertado. Jin hyung disse que vai acabar tudo bem e que não deve ser dela, já que se passaram anos.

 

Eu não vi Hoseok hoje e acho melhor assim. Menos pessoas para jogar na minha cara que eu sou um merda.

 

Hoje eu tive consulta e o psicólogo perguntou como anda o diário.

 

Pra falar a verdade eu não estou gostando de escrever aqui, só serve pra cansar minha mão.

 

Não vi a omma depois da consulta.

 

Espero que um dia ela me perdoe.

 

Mesmo que EU não me perdoe.”

 

É, Park Jimin estava definitivamente, curioso.

 

“20/06/2014

Eu perdi essa caralha com DOIS dias de uso e quando eu acho, eu não preciso mais. Incrível.

Nesses dois meses em que esse diário ficou perdido EM CIMA DO GUARDA-ROUPA, papai colocou a eomma no psicólogo de novo e agora ela está mais paranoica que o normal.

Papai quer se mudar para Daegu. Lá tem outras pessoas, outros lugares, etc. Papai disse que vai ser melhor para minha mãe se acalmar.

Vai ser triste ficar sem Jin e Namjoon, mas não é como se eu socializasse tanto com eles, já que eles vivem naquela bolha de amor inquebrável.

A mudança só vai ser daqui a dois meses para que possamos achar uma casa nova e alugar essa. Mamãe não quer ir embora. Ela tem esperanças de que a HaWon vai voltar para casa e quer estar lá para recebê-la.

Ela já deve ter seus treze anos, na idade em que só se fala sobre garotos e boybands. Eu odeio essa fase, mas queria que ela estivesse conosco para que eu pudesse ficar com raiva das músicas altas e ficar dando pitacos no seu gosto musical.

Se não fosse por mim, ela estaria em casa.

As vezes eu acho que se eu morresse minha mãe me perdoaria”

“Senhor Park Jimin, você está ouvindo?” –A voz do senhor Choi despertou Jimin, que acabara ficando entediado na aula do professor de filosofia e pegara o diário do tal  Yoongi para ler.

“Ah... Claro, claro que sim.” –Ele falou, rezando para que o mais velho não o fizesse nenhuma pergunta. Por sorte o professor não pegava tanto assim no pé de seus alunos, então só voltou a dar sua matéria, fazendo o Park suspirar.

Jimin começou a pensar sobre o tal do yoongi. Essa tal Hawon provavelmente era irmã dele, mas o que acontecera com ela?

Ele deixou essas perguntas para depois assim que o sinal indicando a hora do almoço tocou. Jungkook segurou seu braço na saída, atraindo sua atenção.

“O que te deu na hora da aula? Você tava viajando.” –O mais novo perguntou preocupado. Jimin coçou a nuca.

“Ah... Nada. Só algumas coisas aí.” –Ele falou. Jungkook não pareceu convencido mas não perguntou mais. Se Jimin quisesse falar sobre o assunto ele queria que fosse por vontade própria.

“Hoje o Tae chamou a gente para a casa dele. Vamos passar a tarde jogando e assistindo filme, quer vir?”

“E ficar tocando violino para o casal? Nem pensar.” –Jimin falou, recebendo protestos por parte do mais novo.

“Ah, vamos hyung! Aquele sunbae, o Seokjin, é irmão dele e vai estar lá também. Não vai ser tão ruim.” –Jungkook falou e a menção ao nome do sunbae deu um click na cabeça dele. Será que era o mesmo Jin amigo de Yoongi? Pelo que Jimin sabia, Jin era um primeiranista no ano de 2014. Pode ser que seja o mesmo. Precisava averiguar.

“Tá, pode ser.” –Falou e se dirigiu ao refeitório, deixando um Jungkook feliz por finalmente poder apresentar seu namorado ao melhor amigo.

- - - - - -

Jimin se encontrava na porta do endereço que Jungkook o dera por mensagem. O mais novo já se encontrava na casa do namorado, pois fora para lá logo após a escola, mas Jimin precisava passar em casa antes.

O loiro bateu na porta e quem o atendeu, segundos depois, fora um rapaz bonito, de cabelos castanhos.
“Ah, prazer, eu sou o Jin. Você deve ser o amigo do Kookie né? Ele está na sala com meu irmão. Quer alguma coisa? Tem suco de tomate, biscoito de gengibre, torta de ervilha...” –Ele falou, entrando na casa e dando espaço para Jimin fazer o mesmo.

“Não, valeu. Eu to bem assim.” –Jimin falou, indo para a sala e encontrando um jungkook rindo enquanto olhava para um rapaz de cabelos castanhos emburrado.

“Eu ganhei hyung! Eu quebrei seu recorde!!” –Jungkook comemorava enquanto o outro apenas revirava os olhos.

“Er... Cheguei.” –Jimin falou, atraindo a atenção dos outros dois para si. Jungkook comemorou enquanto o outro apenas espirrou.

“Taetae tá com a garganta inflamada e não pode falar, mas ele está feliz por você ter vindo com a gente hyung.”

“Sim, estou. Kookie fala muito de você” –Uma voz mecânica vinda do aparelho celular de Taehyung respondeu pelo castanho.

“E ele baixou essa coisa medonha para falar no lugar dele. Sinceramente hyung, desinstala isso.” –Jungkook falou, recebendo um olhar mortal de seu namorado.

“Eu desinstalo se eu quiser, carvalho!”-O celular falou, e todos riram da correção que o aparelho fez automaticamente.

- - - -

Jimin se afastara um pouco da sala, pois o casal de mais novos começara uma sessão de beijos no meio do filme que eles estavam assistindo, e Jimin não se achava obrigado a assistir àquilo então resolveu ir até a cozinha tomar uma água.

No caminho para o cômodo, no corredor, havia um pequeno aparador, e atrás do mesmo um espelho. No aparador tinha um vaso com acácias rosadas e alguns porta-retratos. Um em especial chamou a atenção de Jimin.

Era SeokJin, abraçado (muito intimamente, por sinal) a um garoto alto, de cabelos esverdeados. Ao lado deles, segurando um copo com o que parecia ser refrigerante de cola, um outro garoto, branco como a neve, de cabelos loiros que só realçavam sua palidez fazia um ‘V’ com os dedos. Embaixo da foto havia uma dedicatória.

“08/08/2014
Nossa última foto juntos.
Yoongi não quis tomar cerveja porque ele é um careta.
Sentiremos saudades.”

“Sabe, Camélias rosadas significam grandeza da alma, eu li uma vez na internet. Por isso eu coloco aqui as fotos das pessoas com almas grandiosas para mim.” –Seokjin apareceu ao lado de Jimin, olhando para as fotos. Além daquela, haviam fotos de Jin e Taehyung, de um casal muito bonito, que deveriam ser os pais dos irmãos Kim, e uma foto de Jin e o garoto de cabelos esverdeados sozinhos.

Jimin olhou mais uma vez para a foto dos três. Aquele loiro era Yoongi, agora ele tinha certeza. Era um garoto bonito. Muito bonito. Jimin se viu sorrindo para a foto. De repente lhe deu uma vontade de ler o diário mais uma vez.

“Seokjin sunbae, eu já vou. Avise aos garotos que fui buscar minha irmãzinha na escola. Obrigado” –Jimin falou, fazendo uma reverência desnecessária e saiu porta afora.

- - - - -

Chegando em casa, Jimin não tardou em abrir o caderno, agora deitado no sofá enquanto um reality show de culinária com idols passava na TV.

Ele leu relatos que valiam por um mês inteiro, e se viu totalmente interessado no garoto que escrevia o diário. Queria conhecer yoongi. Pelo que lera, o Min era ex-namorado de Hoseok, um outro sunbae do colégio. Não entendeu o porquê do término dos dois, mas ao que parecia, agora Hoseok o odiava. Também descobrira que a mãe de Yoongi sofria de depressão por ter perdido a filha mais nova, que estava com Yoongi quando desaparecera. Ela culpava Yoongi, e o mesmo dava razão a ela.

Se surpreendeu ao chegar no último dia relatado no diário. Ele queria mais, estava totalmente envolvido na história do outro.

“10/08/2014

Amanhã é a mudança para Daegu.

Mamãe obrigou papai a comprar uma casa com um quarto a mais para HaWon. Papai disse para ela perder as esperanças, pois ela nunca mais apareceria.

As vezes meu pai é um pouco duro.

A casa é linda. Meu pai mostrou fotos para mim quando voltou de lá. Nós nos daríamos bem lá.

Acho que é hora de ele e mamãe terem um novo começo.

Sem filha e sem filho.

Só eles dois.

Acho que posso dar esse começo para eles.

Não posso jogar esse diário no lixo, eu me apeguei a ele.

Vou deixar jogado na escola e algum zelador com certeza vai levar para o achados e perdidos. Pelo menos é um destino melhor que o lixão.

Vou sentir falta do papai, ele sempre me apoiou.

Vou sentir falta da mamãe. Mesmo com os ataques dela, ela é uma boa pessoa.

Vou sentir falta dos hyungs também, eles sempre me dizem o que fazer.

Mas agora eu vou fazer minha própria jornada.”

Jimin estava estático. Chocado. Inconformado.

Yoongi não pode ter feito aquilo. Ele não aceitava!

Resolveu ligar para JungKook pedindo o número de SeokJin.

Um toque

Dois

Três.

“Alô?” –Ele ouviu a voz sonolenta de Jin do outro lado e se surpreendeu ao ver que já eram três da manhã.

“Aqui é o Jimin, aquele amigo do Jungkook. Eu queria saber... O que aconteceu com Min Yoongi?”

O outro lado ficou mudo por alguns instantes.

“Vo-você conheceu o Yoongi?” –Jin parecia surpreso

“Digamos que... Sim. Eu achei o diário dele e acabei lendo... O que aconteceu?” –Jimin parecia aflito.

“No... No dia que ele ia se mudar, acharam ele no chão do quarto com várias cartelas de comprimido ao seu redor. Eles tentaram reanimar ele mas... Ele já tivera uma overdose. A mãe não aguentou perder mais um filho e teve uma taquicardia. O pai... Vive solitário na casa que eles compraram em Daegu.” –Jin parecia estar prestes a chorar e Jimin estava estático. Ele se apegara ao outro mesmo que apenas vendo os relatos de seus dias pela sua perspectiva sarcática.
Jimin chorou.

- - - - -

“Mãe, eu tenho mesmo que ir com a senhora fazer essa doação de material escolar para os órfãos?” –Jimin perguntava, entediado enquanto ajudava sua mãe a empilhar as coisas no porta-malas do carro.

“Vamos Oppa! Vai ser legal” –A pequena falava animada, sentando em sua cadeirinha no carro.

“Viu? Até sua irmã está animada. Vamos, vamos.” –A senhora Park falou, entrando no carro.

Chegando ao orfanato, Jimin se separou de sua mãe, que conversava com a diretora do lar e foi para a pequena área de lazer onde várias crianças brincavam. Apenas uma não. Se bem que ela não parecia uma criança, tinha por volta de quinze anos. Era uma garota. Muito, muito pálida. E os cabelos negros contrastavam com a alvura de sua pele. Ela estava sentada, encostada na parede do orfanato, e parecia estar escrevendo um diário. Jimin se aproximou.

“Ei.”–A garota o olhou “Posso sentar com você?” –Ela assentiu.

Ela desenhava uma garotinha pequena, em um parque, ao lado de um garotinho só um pouco maior.

“Sou eu e meu irmão. A última vez que eu vi ele foi nesse parque. Eu tinha seis anos.” –Ela falava nostálgica.

“Qual é o seu nome?” –Jimin perguntou, apossado de uma curiosidade que ele resolvera deixar de lado depois de descobri o que acontecera com yoongi.

“Min HaWon, e você?”



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