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História Acidente do Destino - Capítulo 3


Escrita por: , LuisaPoison e Calixto84


Notas do Autor


Olás pessoas,
Voltamos com mais um capítulo revisado.
Gente, realmente ficamos muito felizes de ver como vocês estão nos recebendo de volta com essa fic.
Obrigada pelos novos favoritos e os comentários que amamos.
Bjus e boa leitura ;*

Capítulo 3 - Então, aqui jaz...


Fanfic / Fanfiction Acidente do Destino - Capítulo 3 - Então, aqui jaz...

Luísa abriu os olhos num rompante. O cheiro típico do oceano entrava por suas narinas e mexeu os dedos sentindo a atmosfera em seu estado líquido. “Não..” pensava enquanto notou estar vivendo o seu pior pesadelo.

Seu corpo se debatia, o coração estava assustado e acelerado, se contorcia em busca de oxigênio mas a única coisa que entrava pela sua boca era a água que engolia. A busca por ar se tornou mais instintiva, o que a deixou ainda mais apavorada, abriu a boca sentindo que aquele seria seu último suspiro de vida.

– SOCORROOOOOOO, EU NÃO SEI NADAR! POR FAVOR, ALGUÉM ME AJUDE!!!!!!! – A castanha gritou o mais alto e forte que conseguiu.

Sentia suas forças se esvaírem, porém mesmo achando que era seu fim, pôde ouvir sons de passos afoitos em sua direção. Suas mãos foram seguradas num enlace forte e foi erguida de uma vez, estava sendo salva!

Fraca e com os músculos relaxados pois não a  obedeciam mais, num esforço que tirou do fundo de sua alma, conseguiu virar seu rosto em direção ao seu salvador, infelizmente o sol se colocava atrás dele o que tornou impossível decifrar sua face .

– Moça? Moça, você está bem?

A voz grossa e doce acalentou um pouco seu desespero, não parecia ser ninguém ruim, ele a ajudou se endireitar e ela, com muito custo, conseguiu controlar a tremedeira que havia tomado conta do seu corpo. Foi neste momento que ela percebeu que tinha caído na parte rasa, pois a água não chegava nem aos seus joelhos, segurou os rosto com as duas mãos sentindo o rubor vir com toda a sua força, olhou para os olhos azuis de seu salvador.

– HAHAHAHAHA – ela explodiu numa risada nervosa se inclinando e segurando a barriga, se dando conta do papelão que tinha protagonizado, com certeza o menino estava achando-a uma louca.

Ele ficou desconcertado e preocupado, sem tirar os olhos da moça, se apiedou do estado confuso dela a ajudando a sair da água, fez com que ela sentasse sobre a areia branca da praia se agachando ao lado em seguida e olhando para o rosto corado.

– O que aconteceu, moça? 

Luísa tentou juntar suas memórias mas nada batia. Lembrava que a poucos minutos atrás estava com suas amigas passeando e agora?

– Eu...eu...não sei – percorreu com os olhos a paisagem em volta e parou no rosto jovem do menino. Como havia parado ali? – Eu tenho pânico de mar, quando me vi ali, não consegui raciocinar, eu me desesperei. – Sentiu seu rosto corar novamente ao se lembrar da cena, colocando a mão em frente a boca.

– Não precisa ficar com vergonha, é normal o pânico tirar a razão. – sorriu docemente para tentar acalmá-la – Mas como você foi parar ali? – Apontou o dedo para alguns centímetros a frente.

Com a pergunta Luisa arregalou os olhos, voltou a olhar a paisagem a sua volta tentando se situar, ainda sentia-se confusa.

– Eu não lembro, só acordei ali. Minhas amigas, onde elas estão? – Olhou para as orbes azuis tão confusas quanto as dela, num rompante se levantou e pôs-se a correr ainda meio cambaleante pela areia fofa deixando o garoto para trás.

– Ei, espere! – ouviu a voz do menino, não podia parar, tinha que achar suas amigas, entender como chegou ali! Parou apenas quando sentiu a mão do jovem segurar seu braço. 

– Minhas amigas? Elas estavam comigo?! – falava afoita, tentando empurrar a mão do garoto para que a soltasse – Preciso achá-las! - O jovem sem ter mais alternativa, ficou de frente para a mulher segurando seus dois braços com força para que ela o encarasse.

– Mas não tinha ninguém com você! – Disse com firmeza, fazendo as orbes azuis de Luísa se arregalarem.

 

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Calisto tinha uma sensação de déjà vu enorme. Não se conformava pois nunca havia estado naquele lugar, muito menos com o homem que a encarava com olhar feroz. Olhava para os lados para tentar enxergar suas amigas, mas não via saída, o sorriso sádico que se formava no rosto de seu algoz deixava a canceriana cada vez mais apavorada.

Muniu sua pouca coragem e saiu correndo de olhos fechados, surpreendendo o loiro que ficou sem reação. Ela passou por ele e ficou feliz achando que havia escapado novamente, até que na sua distração acabou batendo em outra pessoa, foi tão forte o encontro que só não caiu de maduro pois foi amparada pelo mesmo.

– Você está bem? – Calisto foi abraçada de forma protetora, não sabia como reagir, olhou para cima tentando enxergar o rosto daquele que a salvara, mas sem óculos seria uma tarefa difícil, ele estava com o cenho franzido e lhe apertava ainda mais o abraço e ela sem saber como reagir o apertou ainda mais.

– Algol, eu não vou deixar que você faça isso de novo!

Calisto arregalou os olhos. “Algol?”

– Esta garota é uma inimiga do Santuário, uma invasora! – O outro retrucava.

– Ela não é uma inimiga, Perseu! Sinta o cosmo dela, é tão fraco quanto de uma formiga!

Calisto ficou olhando a discussão dos dois rapazes, sem entender absolutamente nada. Tinha certeza que havia sido jogada num manicômio. Odiava-se por ser atrapalhada, desorganizada, com certeza aqueles foram os motivos de ter sido internada. Os malucos até falavam como se fossem Aiolia de Leão e Algol de Perseu, que loucura!

– Vamos moça, te levarei ao mestre, ele saberá o que fazer.

Calisto apenas assentiu, já não tinha mais jeito na vida, com certeza aquele jovem delirava e ela já não tinha mais forças para discutir, ainda mais com um maluco. O outro rapaz de fantasia ficou ao seu lado com cara de desgosto. Com certeza iriam trancá-la num quarto onde ficaria sozinha para sempre.

 

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Na varanda do Templo Principal o Papa observava toda a majestade do Santuário de Atena, os cabelos loiros claríssimos serpenteavam conforme a forte brisa soprava.

Há poucos minutos atrás havia sentido uma energia cósmica incomum, mas do mesmo jeito que aquela sensação tempestiva relampejou pelo seu corpo, sumiu inesperadamente. Aguardaria... Com certeza em breve receberia novidades. 

 

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Koga ouvia os gêmeos discutirem na sua frente. Perguntava-se se estava pagando seus pecados no purgatório, mas por outro lado já deveria ter se redimido de suas faltas, pois Deus não seria tão bom de mandar dois anjos daqueles para levá-la ao céu.

Enfim, aqueles dois pararam de falar e olharam para ela, que estava sentada num sofá de couro com os cotovelos apoiados nos joelhos e segurando o rosto com as duas mãos.

– Não vou mais discutir com você, Kanon! Vamos levá-la e pronto! – Saga ofereceu sua mão para ajudá-la a se levantar e a virginiana aceitou. Já estava conformada com sua eternidade no paraíso.

O outro gêmeo estava emburrado com o irmão, ficou o caminho todo em silêncio. Ora ou outra Koga prestava atenção na fisionomia idêntica dos irmãos, eram a cara de um, focinho do outro.

 

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Calisto andava com o pés se arrastando, tinha plena sensação que uma bola de ferro estava presa aos seus pés. Passar o resto da sua jovem vida num sanatório não era o que ela havia sonhado, tantos lugares para conhecer, tanto cara pra paquerar, tantos livros para ler e histórias para escrever... Que mundo cruel!  

– Para onde vocês estão me levando? – perguntou para o doido mais simpático. Este a olhou por cima e muito sério respondeu:

– Para o Papa – a morena ergueu a sobrancelha e fez um bico.

– Ah, claro! Para o Papa… – olhou para o outro lado. O maluco fantasiado de medusa lhe dava umas olhadelas disfarçando. “Até que ele é bonitinho…” Baixou o rosto sentindo ele ficar corado, não queria dar este gostinho para o cara que quase a matou de susto, porém percebeu que ele lhe deu um sorrisinho singelo.

A castanha continuou seu tortuoso caminho para finalmente conhecer o Papa. “Isso é ridículo! Estávamos na Grécia e agora estou sendo levada para um manicômio no Vaticano”

 

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Agora já distante da praia, Luisa começava a se incomodar com as vestes molhadas. Estava acompanhada pelo simpático rapaz que se apresentou como Shun e caminhavam por dentro de uma pequena vila. Sentia os olhos curiosos pesando sobre si, abraçou seu próprio corpo como se aquilo lhe desse segurança.

Shun percebeu o constrangimento da castanha e pediu para ela esperar um pouco sentada num banco embaixo de uma árvore. Após alguns minutos o rapaz entregou uma sacola.

A escorpiana a abriu, curiosa, e puxou uma blusinha bem bonita que combinava com o shorts que estava usando. Agradeceu o gesto tão delicado e foi se trocar.

Os dois continuaram caminhando e Luisa aos poucos foi se acalmando. Shun toda hora dizia que ia ajudar a encontrar suas amigas, e para não deixá-la ainda mais nervosa, perguntava sobre ela, sobre as amigas, amenidades.

 

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Koga ficou petrificada ao se deparar com o prédio que seus anjos queriam que ela entrasse. Era a cópia restaurada do próprio Parthenon de Atenas, única diferença é que tinha paredes nas laterais, mas a estrutura em si era de uma semelhança ímpar.

O anjo salvador pegou na sua mão para que ela continuasse a acompanhá-los, sentiu seu coração aquecer com aquele gesto tão singelo, ele estava sendo muito gentil, abria as portas para ela passar não soltando de sua mão nem um minuto, até que enfim chegaram a um grande salão.

Saga saiu do recinto deixando-a com seu irmão, dizendo algo como avisar ao Papa. Koga não deu muita atenção, pois tinha algo mais interessante para fazer. 

O tempo todo observava, de forma discreta, as feições do homem que mantinha suas mãos unidas. Era simplesmente lindo! Mesmo aparentando estar preocupado e tenso, seus traços eram dignos de estamparem as capas de várias revistas de moda masculina. “Que pecado, Koga! Está desejando um anjo…” pensava enquanto soltava um profundo suspiro.

Não demorou muito tempo para que a porta atrás de Koga se abrisse, olhou para trás e se deparou com Calisto que estava com a cara péssima e com olhar desolado, fora os machucados nos joelhos.

– Calisto? – Koga largou a mão de Kanon e saiu correndo de encontro a amiga.

– Koga!! Amiga!! Graças a Deus você está bem! - As duas se abraçaram forte levando os corpos de um lado para o outro.

– Você morreu também? – a cacheada perguntou assim que se afastaram. – Os seus anjos são bonitos também!

– Morrer?! Anjos?! – a canceriana estranhou a pergunta, colocando a ponta do dedo nos lábios, levantando o olhar. – Achei que tava no manicômio. Será que morremos mesmo? 

Aiolia encarou Kanon por alguns segundos. Os dois Cavaleiros de Ouro estavam tão confusos quanto as intrusas do Santuário, então, o leonino colocou a mão no ombro de Calisto, interrompendo o falatório exacerbado das duas.

– Por favor, me acompanhe. Vamos ficar ao lado de Kanon aguardando o Papa.

Calisto ergueu novamente a sobrancelha. Aquela história de Papa de novo!

Tentou disfarçar inclinou um pouco o corpo para olhar no doidinho da medusa que ficou mais atrás apoiado na parede de pedras com os braços cruzados, estava de olhos fechados, mas mantinha um sorriso curioso nos lábios.

Os três caminharam de encontro ao geminiano e assim que as duas ficaram de frente ao trono de mármore, a porta se abriu. Kanon arregalou os olhos abismado.

– Mais uma?! Pelos deuses, quantas vocês são? – Ele, por um descuido perguntou um pouco ríspido demais assustando as duas amigas.

– Nossa, que grosso! – Koga logo revidou, se arrependendo um segundo depois com o olhar mortal que recebeu do geminiano. Calisto engoliu em seco mas resolveu se fingir de louca correndo para abraçar Luisa, que vinha toda sorridente com Shun, e logo depois a virginiana se juntou ao abraço triplo.

– Achei que eu nunca mais veria vocês. – Luísa disse com os olhos azuis bem marejados.

Calisto limpava as lágrimas das bochechas com as costas das mãos, fazendo um sim com a cabeça pois não conseguiria falar sem cair em prantos. Koga passava a mão carinhosamente nas costas da amiga sorrindo para as duas.

“Que triste, viemos para a Grécia para nos divertir e acabamos morrendo”. Pensava a virginiana até ser interrompida por um pigarro que chamou a atenção das três.

– Meninas?

As três levantaram o olhar e ficaram em choque com a figura majestosa que estava diante do trono e ao seu lado, Saga que descia as escadas para ficar junto com o irmão e o colega.

O homem alto usava um manto de veludo azul marinho, todo bordado com pedras preciosas nas ombreiras. A cabeça segurava um elmo de ouro alado e os cabelos loiros claríssimos caiam em cascata quase até o meio das coxas. Elas sentiam os pelos arrepiarem com a presença daquele homem.

– Mas não era o Papa que a gente ia ver? Esse aí não tem nada a ver com o Francisco? – Calisto sussurrou nos ouvidos de Koga que segurou uma risadinha, respondendo no mesmo tom de voz.

– Está bonito demais para ser Papa. –  Luisa que estava do outro lado da canceriana se inclinou para ouvir a conversa.

– Meninas, estou achando tudo isso tão estranho. Quem são esses homens?

– Vamos ouvir o que ele tem a dizer, qualquer coisa já vi que ali na lateral tem uma porta, se ele começar com um papo estranho a gente sai correndo, entra nela e procura uma saída, combinado? – Koga bolava a estratégia enquanto as outras duas num tom ainda mais baixo disseram que sim.

O Grande Mestre do Santuário suspirou ao ouvir tudo que as meninas cochichavam. Aquelas invasoras eram simples garotinhas. Ficou preocupado pois o Santuário era protegido pelo cosmo de Athena e por seus soldados, nenhum inimigo ou civil poderia entrar. Como elas conseguiram?

– Boa tarde, meninas! Meu nome é Shion e sou o Grande Mestre do Santuário de Athena.

– Ca-Cali, Koga? – Luisa começou a gaguejar nervosa, os olhos azuis arregalados.

– Não me interrompa, criança! – O ariano ordenou enfático, a escorpiana engoliu as palavras se sentindo um pouco tonta. – Vocês entraram no Santuário de Athena sem autorização, me questiono como? – franziu o olhos azuis. – Vamos, me respondam.

– Calma, Shion! – uma voz feminina e doce entrou pelo salão.

A garota que vestia um longo branco, lindas jóias, tinha cabelo castanho claro que estava preso num penteado bonito com alguns fios soltos na frente, e olhos verdes encantadores, se aproximou das três meninas, com seu sorriso carismático. De uma forma que não saberiam responder, se sentiram um pouco mais calmas com o jeito da moça, parecia que estavam seguras ao lado dela.

– Shion, não vê que elas estão assustadas? 

– Mas, Athena, é para a sua segurança! – Shion desceu as escadas para ficar ao lado da deusa.

– A-a senhorita é Athena? – Koga perguntou começando a se sentir tonta.

– Athena? Athena? Aquela Athena? – Calisto não conseguia formular uma frase.

– A Athena de Os Cavaleiros do Zodíaco? – Luisa completou e então virou para a deidade – Saori Kido? 

Athena entreabriu os lábios um pouco espantada com as perguntas das garotas, como elas sabiam de seus cavaleiros e ainda por cima o seu nome humano? Sorriu para elas, sentia que não fariam mal algum, mas era um tanto curioso.

– Sim, sou eu!

Luisa, Calisto e Koga se olharam e depois encararam a deusa. Elas estavam pálidas, o suor frio escorria por suas faces, os corpos tremiam feito vara verde, a visão das três tornaram-se turvas e escuras, as mulheres só sentiram seus corpos caindo ao chão. Haviam desmaiado.

– MENINAS! – Saori gritou 

Saori, Shion e os Cavaleiros se aproximaram das jovens caídas. Shun se ajoelhou e verificou o pulso delas. 

– Só estão desmaiadas, Saori.

A deusa soltou um suspiro aliviado. Não sabia porque, mas tinha um pressentimento bom em relação às mulheres. 

– Vamos levá-las até a outra sala, Shun! – Ela virou para os outros – Aiolia, Kanon, ajudem ele. 

– Athena, você acha prudente? - Shion perguntou, preocupado.

– Shion, o que elas podem fazer? Não está vendo que não representam perigo algum?

O Patriarca voltou sua atenção novamente às três que agora estavam nos braços dos cavaleiros e, resignado, saiu em direção ao seu trono, olhando por cima dos ombros.

– Depois quero vocês aqui para me explicarem como as encontraram. 

Saori sorriu e balançou a cabeça para os lados. Adorava o excesso de zelo para com ela, mesmo quando este era desnecessário. Saiu com os outros para atender as garotas e depois as ouviria. 

 

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Pouco a pouco as meninas começavam a despertar e aceitavam a água que Shun e Aiolia lhes ofereciam.

– Oh, que bom que acordaram! – Athena falou assim que as três amigas aparentavam estar recuperadas do desmaio coletivo.

– Uaaaau… Nós realmente estamos aqui, diante da deusa Athena! – Lentamente, um sorriso bobo foi tomando o rosto de Calisto, e quando pensou que tudo o que havia acontecido era a realidade, em súbito espanto colocou uma das mãos sobre a boca e arregalou os olhos. “Ele realmente queria me transformar em pedra!” Calada, olhou para as amigas e percebeu que as feições delas estavam tão estarrecidas quanto a sua, mas por motivos diferentes.

– Eu fui salva pelo Shun. O Shun! – Luisa repetia encantada por ter conhecido o Cavaleiro de Andrômeda, segurando o rosto com as duas mãos. – Eu não acredito nisso! Eu...eu… ai meu Deus me colore porque tô bege – voltou-se para o castanho. – Shun posso te dar um abraço?

– Sim! – ele respondeu desconcertado, mas acabou retribuindo o abraço caloroso da castanha. 

– Tu sempre foi meu favorito e agora estou aqui diante de ti. – ela não conseguia conter a animação. – Ai, não é o máximo gurias.

– Eu ainda acho que estamos mortas. – Koga insistiu, mas o mesmo sorriso abobalhado tomava seu rosto, ao lembrar que foi salva por ninguém menos que Kanon!

Saori ria baixinho com a conversa das amigas, então resolveu esclarecer parte daquelas dúvidas e se sentou diante delas.

– Uma coisa é certa, meninas: vocês não estão mortas! - afirmou a deidade – Agora, eu queria fazer algumas perguntas à vocês.

A deusa foi interrompida por um servo que entrou educadamente no recinto.

– Desculpe-me interrompê-la, senhorita Athena, mas o Grande Mestre pede que Aiolia e Shun se encaminhem ao escritório.

 

Continua…



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