História Acordar o Prédio - Capítulo 1


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Katsuki Bakugou, Ochako Uraraka (Uravity)
Tags Bakugo, Bakuraka, Kacchako, Katsuocha, Pmhhb, Uraraka
Visualizações 428
Palavras 2.487
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E aí, meus tarados por hentai! Cá estou eu com uma one - no meio de tantas que postei essa semana -, hentai!

A música "acordar o prédio" do Luan Santana serviu com inspiração. Sei que essa música já é velha, mas todos sabemos que da uma vontade de transar quando à escutamos (aquela carinha) kkkk

Em itálico, pensem em uma voz sexy. E às vezes, vai ser trechos da música.

Ps: coloca a música para entrar no clima ;-)

Boa leitura!

Capítulo 1 - One-shot hentai


Fanfic / Fanfiction Acordar o Prédio - Capítulo 1 - One-shot hentai

- Vêm comigo - toca minha mão.

- Quê? Ficou louca, Uraraka? São quatro da manhã.

- Sim, estou louca. Quero acordar aquele prédio - ri de maneira insinuosa.

- Onde foi parar o seu juízo, em? - me levanto daquela banqueta rosa, deixando meu coquetel de lado.

- Não sei - deixo uma nota no balcão - Bem... Vamos apenas fazer isso... Os problemas a gente resolve amanhã.

- Okay... - andamos lado a lado, em uma velocidade consideravelmente rápida - Vamos nos ferrar por isso - dou risada.

- Eu sei - paramos naquele velho prédio, onde Uraraka mora sozinha.

Esse prédio era conhecido por ser incrivelmente silencioso. Mas depois de hoje, duvido que continue com essa fama.

- Vêm cá - assim que entramos no elevador, a puxo para mim - Para que esperar entrar no quarto, não é? - a beijo.

Aperto sua cintura, esfregando suas costas. Vou descendo a mão devagar, passando por sua bunda até parar na coxa.

- Quero ver como você é... - levanto uma das suas coxas - Toda descabelada. E quero descobrir essa voz...

- Você, em - da uma risada gostosa, enquanto a imprenso mais na parede.

A porta do elevador é aberta. Nem me dou ao trabalho de me afastar dela, apenas vejo o senhor que adentra no local, com o canto dos olhos.

Mora de inveja por eu estar quase comendo a delícia desse prédio.

Paramos no nosso andar.

Com as mãos entrelaçadas, corremos até o apartamento.

Uraraka abre a porta e me empurra para dentro. Tranca a porta, jogando a chave sabe se lá aonde.

Vou para abraça-las, mas ela me afasta com a mão direita.

- Bakugo... - segura em ambas alcinhas do vestido rosa, quase nude, os deixando cair de lado - Posso tirar? - inclina levemente a cabeça para o lado, fazendo um biquinho sexy.

- Você ainda pergunta? - coloco a mão ao lado esquerdo da sua cabeça, e em seguida encosto o antebraço, deixando nossos rostos próximos.

Deixa o vestido cair e começa a me fitar, com aquela cara de safada.

Mas é uma tarada mesmo.

- Sabia que uma lingerie branca dessa é uma peça muito pura para você? - levo os dedos direito para trás de sua orelha e vou passando o indicador e o dedo do meio, por seu pescoço. Chego um pouco à cima dos vale dos seios.

- Ah, preferia uma cor como... - coloca o rosto na curva do meu pescoço do meu lado esquerdo, inspirando o meu cheiro - ... Vermelho?

- Quem sabe - vou descendo a mão pousada em cima do vale, até estar completamente no meio. - Mas essa cor me faz pensar que sou um lobo atacando uma pobre garota.

- Acho que eu que sou o lobo aqui - mordisca meu pescoço. Beija o local, mas não tira a boca de lá e vai abrindo-a, deixando a língua me tocar.

- Mas quem vai te comer sou eu. Não ao contrário - toco o feixe do sutiã que se encontra na parte da frente. Não tiro a peça completamente, deixo-a apenas solta.

- Está meio enganado - toca na barra da minha camisa social branca e vai subindo os dedos até o primeiro botão - Pode até me comer, mas... - desabotoa cada botão bem devagar - Eu que... - termina de desabotoar todos - ... Comando aqui - me da um empurrão e bato as costas no grande sofá vermelho.

- Se conseguir - vêm em minha direção, movimentando os quadris - Não é porque você é uma gostosa que eu vou ficar submisso.

- Eu sei - deixa o sutiã deslizar até cair no chão - Tenho meus meios de ficar por cima - deixa a perna esquerda dela no meio da minha, precionando meu membro.

- Se esse meio, é me provocar... - vou tirando a minha camiseta - Não vai funcionar.

- Okay... - cola seu corpo ao meu.

Sinto seus seios precionados.

Do nada, morde o meu queixo. Desce os lábios pelo centro do meu pescoço, raspando os dentes e a língua, deixando seu rastro.

Para no meu peitoral, dando mordidas leves e chupões. Sorri enquanto faz essas coisas, me fazendo ter vontade de joga-la na cama e foder até o síndico ligar dizendo: tem como a moça gritar baixinho?

Chega na minha calça e pega no cinto o abrindo. Desabotoa os dois botões pretos, que apertam a minha ereção. Abaixa bem pouco, mas o suficiente para se ver a barra da cueca.

- Que olhar de ansioso é esse, Bakugo? - ri, levando a mão para dentro da calça, fazendo carinho - Até parece um virgem querendo um boquete...

- Olha, virgem eu não sou... - sinto sua língua me tocar por cima da cueca - Mas que eu quero um boquete... - sobe e desce a língua, dando um beijinho na cabeça cada vez que repete o ciclo - ... Ah, como quero.

- Quer...? - abaixa mais a minha calça. Com o dedo indicador, toca a borda da cueca, tentando abaixa-la - Bem, se eu conseguir tirar... - faz cara maliciosa, deixando o dedo que finje usar para abaixar a peça, bater na cabeça do membro várias vezes - ... Se eu tirar, faço.

- Ah, sua desgraçada - ri safada.

- Ta bom... Acho que você já deixou pré-gozo de mais sair com esses toquinhos - pega com as duas mãos na barra, puxando a cueca box preta para baixo, deixando apenas meu mebro para fora - Melhor eu engolir, né?

Circula meu mebro com a mão esquerda, dando apertões. Umedece os lábios, e abre a boca.

- Mas acho que já cair de boca direto, não tem graça -  antes de colocar na boca, estende a língua e lambe as laterais, me envolvendo de uma maneira deliciosa.

- Sua vadia - toca a cabeça com o polegar, fazendo lentos movimentos circulares.

- Sou a sua vadia... - toca minhas bolas com a mão esquerda, as massageando - Que ama dar pra você - levanta o membro, lambendo em baixo. Deixa a língua perto das bolas e vai em direção a cabeça. Nesse momento, tira a outra mão da cabeça. Assim que termina seu caminho, da um beijinho na ereção dolorida e, sem demora, coloca metade na boca e chupa com força.

- Ah... - pego no seu cabelo, o puxando em um rabo de cavalo. Começa a ir e voltar, cada vez engolindo mais. Seus dentes, que me tocam às vezes, me deixam arrepiado.

- Era assim que queria que eu caísse de boca? - para um momento para falar. Aproveita disso para apoiar as mãos na minha coxa.

- Não... Queria algo mais... - aperto o rabo de cavalo que fiz, o puxando para baixo e levantando o rosto dela. Enfio tudo dentro, estocando bem rápido, sem me importar se posso acabar sufocando-a - Mais eu no comando.

Abre mais a boca, demonstrando que não liga para a situação. Toco sua garganta, sentindo a sua língua me envolvendo cada vez mais.

- Hum... Assim que eu gosto - fecha a boca, me deixando sem saída e chupa com muita força, dando uma bela pressão - Oh...

Nem ligo quando sinto meu gozo sair e cair todo na boca/garganta dela.

Se livra das minhas mãos, tossindo.

- Sua porra sufoca, caramba! - tosse mais.

- Foi mal - dou de ombros - Agora.. - a puxo para cima, colando nossos corpos - ... Para a cama, gostosa.

A suspendo pelas coxas e vou indo para o seu quarto. Acho o lugar. Vejo uma bela cama de casal com lençóis brancos.

- Aí mesmo que vamos foder - a jogo na cama.

Uraraka faz algo que eu não imaginava: se vira de bruços. Pega um travesseiro e o coloca embaixo da cintura, deixando a bunda impinada na minha direção.

Me livro daquele resto de roupa.

Assim que ela percebe meu joelho escorado na cama, enquanto eu pego a camisinha na minha carteira, abre as pernas, inclinando elas até tocarem a cama.

- Que visão... - sua calcinha branca, molhada, está bem cavada naquela buceta.

Paro entre suas pernas e jogo a camisinha do seu lado esquerdo. Lhe dou uma palmada bem forte, ela da um gritinho manhoso.

A toco por cima da calcinha, começando por onde cobre seu ânus. Circulo aquele lugar, que pretendo comer, com apenas o dedo indicador. Vou descendo, parando na sua entrada. Simulo estocadas com o mesmo dedo, fazendo a calcinha se ensopar mais. Desço mais um pouco, sentindo meus dedos se humedecerem. Chego no seu clitóris.

- Ao menos achou... - ri sacana.

- Vai tirar uma com a minha cara, é? - belisco o clitóris.

- Kya! - faço o mesmo mais vezes - Sim... Sua cara de irritado é ótim... Kya! Ain...

- Sei - giro os olhos. Movimento os dedos para frente e para trás, com movimentos rápidos. Mudo o movimento de vai e vem, para circulares.

- Ah... Faz isso dentro da minha calcinha... - com a mão que não está ocupada, puxo o elástico da calcinha, estalando na sua pele.

- Mas ver você implorando por mais é tão bom... - outro estalo - O barulho na sua pele também.

- Tira ela de uma vez! - não vou obeder.

Puxo apenas uma parte para o lado, vendo sua preciosidade. Levo os lábios até lá, lambendo e chupando. Deixo a língua brincar, explorando tudo. Levo dois dedos para perto da entrada, os colocos dentro da calcinha, tocando diretamente.

- Hm... Ah, Bakugo! - vou forçando os dedos para dentro, colocando um pouco dentro e tirando, para em seguida, deixar mais um pouco se afundar nela - Ah...

- Sua bucetinha está toda molhada... - rio - Assim que eu gosto - meto os dedos completamente dentro, já começando com os movimentos circulares, os alternando para de tesoura.

- Ah! Oh, assim... - vejo seu líquido escorrendo até o travesseiro que ela está por cima.

- Mulheres são escandalosas de mais - afundo os dedos na sua bunda.

Ah, eu estou cansado de preliminares! Isso é gostoso... Mas quero ir para os finalmente logo. E vou fazer isso.

Pego a camisinha, a abrindo com os dentes. Coloco de forma desajeitada.

- Vira pra mim, sua vadia gostosa - vira lentamente, empurrando o travesseiro para o outro lado. Apoia os cotovelos na cama, e arqueia as costas. Abre as pernas, as deixando apoiadas no pé e levantando os joelhos.

- Vamos acordar esse prédio - morde os lábios.

Perco o controle de mim, grudo nas suas coxas fartas com a mão esquerda e com a direita, pego na borda da calcinha e a rasgo. Assim que ela fica esposta, não consigo evitar de repetir a última fala dela:

- Vamos acordar esse prédio - meto para dentro. E vou completando a frase - Deixe todos saberem como você é, baby.

Início os movimentos lentos, esplorando sua buceta. Vou aumentando continuamente a velocidade, escutando seus gemidos aumentarem junto.

- Vamos fazer inveja pro povo... - murmuro, pensando o quanto sou sortudo de estar comendo ela enquanto eles tão indo trabalhar.

- Ah! - enrosca os dedos no lençol - Oh, assim... Assim, vai...

Rebola o quadris. Cruza as pernas na minha cintura, aumentando ainda mais, se é possível, o atrito.

- Vai, seu gostoso! Me fode! - vulgar...

- Óbvio que sim... Ah... - fecho os olhos - Acha mesmo que eu vou deixar de lado a oportunidade de sentir essa buceta... - toco seu clitóris, o massageando - ... Às quatro da manhã?

- Oh... Oh... - toca no seu peito direito, o apertando - Meu deus... Ah! Come a minha buceta, Bakugo! Oh, Bakugo.

- Que barulhenta... - forço mais para dentro, fazendo ela dar um grito - Parece até que seu juízo foi embora... Ah, sua gostosa.

- Foi pra puta que pariu - levanta as duas pernas, as jogando nos meus ombros e me empurrando na cama - Eu comando agora.

Senta em mim.

Estendo os braços para trás, os deixando meio curvados. Meu suor escorre por todo canto.

- Oh! Ain... - rebola - Assim... - seu suor cae em mim.

Aperta as coxas na minha cintura, apoia as mãos no meu peitoral e quica mais forte.

- Ah, que delícia! - apoio a mão direita na cama e levanto o corpo. Seguro no seu peito esquerdo.

Aperto na volta do mamilo, sentindo ele rijo. Belisco, o puxando para frente e soltando, para depois, repetir o movimento. Coloco a boca naquele bico rosadinho e o engulo com os lábios. Chupo bem forte.

- Ah, meu deus! - segura nos meus ombros, pulando mais rápido - Assim eu n-não vou aguentar!

- Oh... Então vou gosta quando eu chupo o seu peito desse jeito... - chupo, mas dessa vez, prendo a pontinha do bico, nos meus dentes. Mordo forte, sentindo o gosto metálico de sangue escorrer.

- Ah, caralho! - seus olhos marejam - Seu... - vai para frente e para trás. Leva a boca até meu pescoço - Seu filho da puta! - me morde com força.

- Ai! - me afasto do seu peito - Vadia! - a empurro na cama de bruços - Como punição por esse sangue escorrendo... - aponto para o líquido escorrendo por meu corpo - Vou comer seu cuzinho...

- Vai em frente, seu maldito - se põe se quatro, impinando a bunda.

Coloco para dentro, ouvindo seu grito.

Vou bem rápido, sentindo sua bunda batendo no meu quadril. Lhe dou uma palmada.

- Ah, come meu cu, vai... - percebo sua mão masturbando a sua intimidade. Coloca os dedos dentro e tira, gemendo de dor e de prazer.

- Então é assim que você faz ficar gostoso... - aumento a velocidade. Pego no seu cabelo, puxando seu rosto para mim. - Esses gemidos estão me enlouquecendo... - mordisco sua nuca. Ela vira o rosto para mim.

- Katsuki, seu gostoso... - me beija. Entrelaça a língua a minha, parecendo inventar movimentos. Meu ar quase falta, mas não deixo o beijo parar.

Nos separamos.

- E-Eu tô quase gozando... - ela pega no meu cabelo, o apertando. Continua se masturbando, cada vez mais rápido.

- Vou gozar... Ah! - encho minhas mãos com seus peitos - Sua gostosa! Grita mais!

- Oh, Katsuki! - gozo - Você é... Ah, você é tudo de bom! - também goza.

Saio de dentro dela, me jogando na cama. Ela faz o mesmo, se aninhando no meu corpo.

- Vadia, seu celular está apitando.

- Deve ser o síndico... - atende a ligação - Sim?

- Será que a moça pode gritar mais baixinho?! Enquanto os vizinhos estão indo trabalhar...

- A gente faz amor gostoso de novo - completo - Desliga esse celular, Uraraka.

Obedece.

- É... Parece que acordamos esse prédio.


Notas Finais


E então? Gostaram? Amaram? Tararam a minha fic? Kkkk

Ps: Gostaram da capa?

Espero que tenham gostado!


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