História Across The Universe - Capítulo 11


Escrita por:

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Categorias The Beatles
Personagens George Harrison, John Lennon, Paul McCartney, Personagens Originais, Ringo Starr
Tags John Lennon, Mclennon, Paul Mccartney, Romance, The Beatles
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Palavras 6.052
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HELLO BOLINHOS! EU CHEGAY COM CAPÍTULO NOVO KSJDKSÇSKDSLDK
Me perdoem a demora, bebês :< eu achei que esse capítulo não sairia nunca, foi muito difícil escrever ele na moral HAUSHAUSHAUSHAUSH mas eu consegui e ele ficou enorme :'D só não sei se ficou bom, hehe.
Esse capítulo é muito importante pra história e marca uma transição no enredo. eu realmente espero que tenha ficado bom e que gostem muito dele, porque ele deu um baita dum trabalho desgraçado LSKDLSÇSDKKSD
Eh isto -q boa leitura xuxus <333

Capítulo 11 - Capítulo XI


Eu nunca passei uma semana tão tranquila quanto aquela. Depois do dia do show, do dia em que tudo pareceu voltar a ter um pouco de sentido, eu estava calmo como há muito tempo não me sentia. As crises de abstinência estavam sumindo aos poucos, eu me sentia melhor e mais feliz a cada dia. Tudo parecia estar voltando a tomar seu rumo, e eu devagar voltava a colocar minha cabeça no lugar.

Paul e eu sempre nos encontrávamos as escondidas, seja depois da sua aula de música, ou até antes, ele sempre dava uma desculpa para chegar um pouco mais cedo, e eu corria para o pátio encontra-lo, dizendo que só fazia isso para ajudar o professor a organizar sua aula, e ficávamos aos beijos dentro da salinha de instrumentos. Mas minha desculpa para ver Macca também não deixava de ser verdade, eu virei meio que um braço direito de Paul depois do show, os meus colegas internos não paravam de falar o quão admirados ficaram com aquele show que foi curto, porém trouxe a eles uma alegria que não iriam esquecer tão fácil. Não sabia dizer o quanto aquilo me era gratificante, ajudar aquela gente que, assim como eu, não tinham perspectiva nenhuma sobre suas vidas, fazia eu me sentir muito agradecido. E agora, que eu estava começando a me acostumar com aquele ambiente que, querendo ou não, começou a parecer uma espécie de casa para mim, eu havia recebido a notícia que esperei tanto para ouvir desde o primeiro dia que coloquei os pés ali: eu estava livre.

Sim, era só durante a noite. Eu passaria doze horas no centro e doze horas em casa, às sete da manhã eu tinha que estar ali, e às sete da noite estaria liberado para ir para casa. Essa “alta” me foi concebida pelo doutor George Martin, que assistiu ao show e, poucos dias depois, me contou que estava liberado. Porém, eu continuava ali, mas não por escolha minha. Eu ainda não tinha para onde ir, já que não queria voltar para casa com Cynthia e Julian. Contei para Paul essa novidade que foi a melhor dos últimos tempos para mim, e ele disse que já estava procurando um lugar para eu morar, já que sabia que eu não queria voltar a morar com Cyn. Minha vontade era poder ir para a casa dele, chutar aquela ruiva de lá e dormir na cama que ele dorme com ela, mas estava tudo bem. Eu conhecia Paul, ah sim, como eu conhecia, talvez melhor do que ninguém. E eu sabia que ele estava diferente. Mais maduro e mais confiante em si mesmo, e isso me permitia confiar mais nele também. Não parecia mais possuir aquele medo que ele tinha quando adolescente, embora ainda recuasse um pouco. Mas agora ele tentaria fazer diferente, eu sabia apenas pelas coisas que ele me disse naquele dia, enquanto chorava no meu ombro e contava o quanto se sentia culpado pela minha situação. É como diz aquela frase: agora vai!

Mas eu ainda tinha que resolver um probleminha, e este estava sentado de frente para mim, com seu sorriso gentil, os olhos azuis compreensivos e alguns fios de cabelo loiros escapando por seu rabo de cavalo alto. Era horário de visita, e Cynthia havia vindo me visitar. Eu pedi que ela viesse me visitar, eu precisava explicar toda a situação para ela. Sinceramente eu não achava que ela fosse me apedrejar ou coisa do tipo, se fosse pra fazer isso ela já teria feito, eu tinha dado a ela todos os motivos para isso. Quando Cyn me internou, eu jurava que ela tinha feito isso pensando no meu mal. E realmente, sempre que eu lembrava daquele meu sonho, lá nos primeiros dias de tratamento, após minha primeira crise de abstinência, ela parecia mesmo querer me ver num poço sem fundo. Porém, após todo esse tempo, eu entendia que não, que ela só queria me ver bem de novo. Cynthia me amava, ela era uma mulher incrível e a melhor mãe que eu poderia querer para o meu filho, que segurou as pontas enquanto eu só fazia atrasar suas vidas. Ela não tinha trazido Julian, a conversa que teríamos era complexa demais para os ouvidos de uma criança.

E após contar tudo, a mulher continuava me encarando com seu sorriso sereno. O que ela era, afinal? Uma santa? Só poderia. E eu era um demônio. Uma santa e um demônio jamais poderiam ficar bem juntos, talvez acabar com tudo de uma vez seja o melhor caminho que podíamos tomar.

− Não vai dizer nada, Cyn? – questionei, com medo do que ela iria me falar. Às vezes por trás deste sorriso, ela escondesse diversas palavras que me machucariam, mas o que saiu por seus lábios foi uma frase que, definitivamente, pegou-me de surpresa:

− Acha que eu não sabia, John? – foi como se o gato tivesse comido minha língua. De verdade, eu não consegui falar um “A” em seguida, meus olhos se arregalaram e eu sentia meu rosto esquentar, esquentar muito, ferver. Como que... Caralho, eu deixava tão na cara assim? Eu realmente era uma bicha louca.

− E-Err... – tentava encontrar alguma coisa para dizer, mas foi necessário algum tempo até que eu pudesse me recompor. – C-Como assim, querida? Como você sabia?

− Desde que a gente começou a namorar, eu sempre soube que você e o Paul tinham algo. Eu queria acreditar que era coisa da minha cabeça, mas vocês eram tão unidos, tinham uma sincronia tão poderosa, uma aura positiva emanava de vocês quando estavam juntos. Eu sempre soube, John, que o Paul era sua alma gêmea. E eu também sabia que você era bi, mesmo que nunca tenha me contado, eu tinha certeza disso. E depois que o Paul foi embora, e que você ficou tão mal por isso, minhas suspeitas só aumentaram. Foi ele quem você sempre amou, John. Eu nunca tive nenhuma dúvida disso.

Eu pisquei um par de vezes para aquelas afirmações. Sim, eu deixava muito na cara. Que droga! Mas não fazia sentido, se ela tinha tanta certeza de tudo isso, por que ficou tanto tempo casada comigo, mesmo depois de tudo o que eu fiz? Ajeitei-me na cama e olhei minha esposa nos olhos, tentando decifrar o que ela pensava. Será que ela guardava mágoa de mim, rancor? Eu não queria que as coisas terminassem daquela forma. Porém, seu semblante estava leve, ao já tinha visto Cynthia irritada. E sabia que aquela não era a expressão de quando ela estava com raiva ou ódio. Parece que, mesmo sabendo de tudo, ela aceitava. Como podia?

− E você não me odeia? Quero dizer, eu estava com você sendo que pensava em outra pessoa, e pior ainda, outro cara. – falei com receio. – Eu não queria que saísse magoada pelo menos no final, querida.

− Eu não estou triste, John. – ela falou, pondo alguns fios loiros soltos atrás da orelha. – É um pouco decepcionante, sabe? Eu adoraria que você me amasse, mas com o tempo eu entendi que isso nunca iria acontecer. Eu juro que esperei o dia que você viria dizer que estava terminando tudo para ficar com o Paul, mas esse dia nunca chegou, e depois que ele se foi, eu senti que precisava cuidar de você. E eu fiz tudo o que pude, fiz por amor, e juro que não quero nada em troca disso. Você me deu a maior coisa que existe na minha vida, que é o Julian. Considero esse o agradecimento por todos esses anos te cuidando, sem que você nem soubesse disso. – juro que senti meus olhos enchendo de lágrimas. Como pude ser tão cego? Cynthia era meu anjo, ela entrou em minha vida para não deixar que eu ficasse louco de vez. Eu fiz muita merda na minha vida, mas poderia estar bem pior se não fosse por essa mulher, e pelo nosso pequeno, que não me deixou chegar ao fundo do poço de uma forma que não poderia voltar nunca mais. – E hoje eu sinto que eu cumpri a minha missão. Você está aí, praticamente curado, está cada vez mais próximo do Julian e disposto a resgatar um amor que não deu certo lá atrás, mas que pode funcionar agora. Eu te vi crescer, John, isso pra mim foi tudo. – ela levou sua mão macia até meu rosto, concheando-o e me encarando com aquela paz tão grande de espírito. Cyn era um ser de luz, iluminado, parecia realmente um anjo. Se Deus estava lá em cima, eu sabia que havia sido obra dele juntar meu destino ao dela. – Eu só quero que você seja feliz, meu amor.

Eu não resisti a abraça-la apertado depois daquelas palavras tão bonitas. A loira correspondeu meu abraço, e eu não soube quanto tempo que fiquei ali, sentindo o calor de seu corpo que parecia vir do fundo de sua alma. Talvez meu anjo da guarda tivesse incorporado em forma de mulher? Não sei, na verdade não sabia nem se acreditava nessas coisas. Mas que ela parecia ter vindo até à Terra para me proteger, parecia sim. Eu me arrependia de tudo o que já fiz de mal para ela, e compensaria isso da maneira que achava melhor, deixando-a livre de uma vez, e também sendo um pai presente na vida de Julian. O que será que o garoto pensaria quando soubesse que seu pai estava namorando outro homem? Talvez achasse normal, ele era só uma criança. Ninguém nasce preconceituoso. E se dependesse de mim, ele jamais se tornaria um.

Afastei-me da mulher e lhe dei um selinho nos lábios, depois mexendo em sua franja, ajeitando-a em seu rosto redondo. Cynthia era uma mulher linda, incrivelmente linda, que na verdade nem tinha os cabelos loiros naturalmente, eles eram castanhos. Mas eu, como o bom babaca que era, exigi que ela os pintasse, pois curtia mulheres loiras. E ela os mantinha assim até hoje, parecia ter gostado e isso era bom. Olhar para ela sempre me fazia entender porque algumas pessoas gostavam só de mulheres.

− Me perdoa por tudo? Eu estou tentando melhorar, você está vendo... – falei, e ela negou com a cabeça.

− Está tudo bem, já passou. Em alguns momentos eu senti muita raiva de você, John. Mas eu fui forte e consegui o que queria, que era te ver bem. Agora vamos cada um pra um canto, mas sempre estaremos unidos por causa do Jules, não é? – afirmei. – Você nunca vai se livrar de mim!

− E nem quero! – respondi, dando mais um abraço nela depois. – Obrigado por tudo, eu jamais teria conseguido sem você!

− Se você magoar o Paul, aí sim que eu vou ficar muito brava! Ele não merece! – dei risada. Era o que eu esperava, não chatear mais ninguém. Não queria nunca mais ver alguém que eu amava decepcionado por minha causa.

Eu ainda tinha muito o que aprender.

Não sei dizer a sensação que tive quando finalmente voltei a ver o mundo do lado de fora do centro de reabilitação naquela noite. Eu encarava a janela do carro e vias as ruas, casas, árvores e pessoas passando por mim, e tudo aquilo me pareceu coisa de outro mundo. Não movia um músculo do meu corpo e nem falava uma palavra, mas sentia meus olhos brilharem por trás dos meus óculos redondos. Não sabia explicar, e nem o que dizer, só sabia que estava emocionado. Me sentia uma criança que estava descobrindo um mundo diferente. Do meu lado, Paul dirigia em direção ao pequeno apartamento que havia conseguido para mim, que segundo ele era realmente muito apertado, mas eu não me importava nem um pouco, se fosse para sair daquele lugar, nem que fosse para dormir na rua, eu aceitava. Nem notei quando o carro parou no sinal vermelho, mas Macca percebeu como eu estava distraído, e tocou minha mão que estava ´por cima da minha coxa. Tomei um pequeno susto e olhei para ele, que me encarava com aqueles olhinhos esverdeados cheios de sentimento e um sorriso nos lábios pequenos. Eu sorri também, e virei minha mão com a palma para cima, para que pudesse segurar a dele. Era estranho o que eu estava sentindo agora, mas estava feliz. Eu tinha minha liberdade de volta, ou pelo menos uma parte dela, e um caminho todo em aberto para que eu pudesse usar disso para o que eu quisesse.

A questão era se eu saberia usar.

− Você está bem? – ele me perguntou, apertando delicadamente minha mão e me transmitindo seu calor.

− Sim, é claro que estou. Eu estou livre, afinal. – respondi. Realmente eu estava muito quieto, uma pessoa alegre geralmente é falante e se mostra contente, não fica calada olhando a janela de um carro. Mas talvez eu fosse uma exceção à regra. Não demonstrava meus sentimentos como as pessoas normais, isso sempre foi assim. Paul sabia bem disso. O sinal abriu, e ele continuou dirigindo, soltando minha mão e voltando a pousá-la sobre o volante, mas ainda com um sorriso no rosto. Aquela fiquei admirando-o de perfil, pensando em como ele era bonito. E se Paul me conhecia bem, eu também podia saber o que ele sentia, e eu sabia que ele estava feliz também. Feliz por este pesadelo estar chegando ao fim.

Depois disso, não demorou pra que chegássemos àquele que seria meu lar por enquanto. Paul parou o carro em frente e o desligou, e por fim, descemos deste. Era um prédio com vários apartamentos, pintado de uma cor esverdeada que não me deixaria esquecê-lo, num bairro um tanto quanto afastado do centro de Liverpool. Olhei ao redor, vendo a rua um tanto quanto quieta para o horário, e me permiti respirar profundamente aquele ar. Não porque era um ar puro, afinal estávamos em um centro urbano, e sim porque era não era o ar que eu já vinha respirando há quase dois meses. Foram dois meses que eu fiquei preso ali sem poder sair? Sinceramente, não conseguia saber. E após encher meus pulmões com este ar, eu o soltei pela boca, e notei que Macca me observava. Ele estava muito quieto também, mas isso não importava, não era como se palavras fossem necessárias. Nós nos comunicávamos muito bem assim, apenas com olhares e gestos, e só isso bastava naquele momento.

Paul foi na frente e eu o segui, e após passarmos pela recepção, subimos dois lances de escada até chegar ao meu apartamento. Voltei à olhar para o moreno, que retirou uma chave do bolso e entregou na minha mão. Eram as chaves da minha nova casa. Olhei em seus olhos e os vi desfocados, já que meus óculos se encontravam na ponta do meu nariz.

− Quer fazer as honras? – me perguntou, e eu somente sorri com a resposta. Coloquei a chave na fechadura e a girei para a esquerda duas vezes, e a porta foi aberta, e por fim, dei meu primeiro passo no apartamento que me abrigaria.

A sala não possuía praticamente nada, tinha uma poltrona velha preta, uma televisão, que estava posta no chão mesmo e tinha uma antena sobre ela, e um tapete branco no centro. O cheiro de poeira invadiu minhas narinas e me fez espirrar, e Paul deu risada do fato da minha alergia ter sido atacada tão rápido.

− Você vai espirrar a noite toda pelo jeito! – ele me disse, e eu revirei os olhos.

− Com toda essa poeira, qualquer um morreria de espirrar, Macca! – falei, dando mais um espirro.

− Me desculpe, não tive tempo de dar uma limpada nisso! Foi tanta coisa que eu tive que resolver! – segurei o seu rosto e o fiz olhar para mim. Ele piscou um par de vezes, confuso com minha atitude, e eu o beijei, tranquila e serenamente. Paul deu um gemidinho, não esperava por isso, e aquele som esganiçado foi tão excitante para meus ouvidos. Não resisti a aprofundar o beijo depois disso. Lambi o espaço entre seus lábios e ele me deixou passar, e eu senti sua língua aveludada encontrar a minha.

Conforme nos beijávamos, fui caminhando e o levando junto comigo, até poder colocá-lo contra uma parede e continuar o beijando. Nosso toque começou tão carinhoso, o beijei apenas para que parasse de ser bobo e ficar pedindo desculpas por algo como limpeza, comparado ao tanto que já tinha feito por mim desde o dia que nos reencontramos. Seu beijo tinha gosto de nicotina, ele deveria ter fumado há pouco tempo enquanto me esperava do lado de fora do centro de reabilitação. Paul queria acabar comigo, eu tentava arduamente me livrar de todos os meus vícios, mas jamais poderia me curar do maior deles, que era ele mesmo. Aquele beijo gostoso que ele me dava, sua carinha de inocência que – eu sabia bem – escondia vários segredos, o jeito que ele pegava no meu cabelo e deslizava seus dedos por eles, a maciez de suas bochechas rechonchudas... Ah, eu nunca poderia viver sem isso. Ainda não sabia como aguentei ficar tanto tempo longe dele, eu era tão dependente disso. Essa era minha droga mais mortal.

Parei de beijá-lo quando senti que morreria se não respirasse um pouco. Ele abriu seus olhinhos devagar, e eu tinha um sorriso nos lábios que formigavam levemente. Os dele estavam avermelhados, contrastando com o branquinho de sua pele e os olhos esverdeados, e isso era extremamente adorável. Mordi e lambi o lábio ao pensar que não tinha mais motivos para ficar me segurando perto dele, estávamos apenas ele e eu, num minúsculo apartamento, e eu havia esperado muito por um momento como esse. Levei minha mão à sua nuca, massageando o pezinho de seus cabelos escuros, e ele curvou a cabeça, aproveitando do meu carinho.

− Não precisa se desculpar, imbecil. – Macca riu, eu o beijava daquela forma e depois o chamava de imbecil? Realmente não sabia demonstrar o que sentia. – Está tudo bem... Está tudo muito bem.

Aproveitei o fato de um lado de seu pescoço estar completamente exposto e comecei a beijá-lo, e depois lamber e dar alguns chupões. Paul, ao perceber que havia o risco de ficar marcado, enrijeceu o corpo, mas também não me afastou, e eu continuei com o que fazia.

− H-Hm, John... – ele segurou meus ombros, e embora eu sentisse que queria me afastar, não conseguia fazer. Ele já respirava com um tanto de dificuldade, e para mim era gostoso demais ver todo esse efeito que eu causava nele. – E-Eu preciso ir, Johnny... – gemeu meu nome, e eu ri contra sua pele. Suguei o lóbulo de sua orelha lhe causando arrepios, eu podia ver os cabelos de sua nuca completamente eriçados, e disse ao pé de seu ouvido:

− Você não vai para lugar nenhum! Eu esperei tanto por isso, Paulie... – encostei minha testa à sua, antes de tirar meus óculos e o largar por ali, no chão mesmo. – A minha vontade é te encher de chupões nesse pescocinho pra quando você voltar pra aquela ruiva ela te chutar de uma vez de casa, mas talvez eu te deixe marcado em outro lugar! – Macca soltou um assovio por entre os lábios vermelhos. Eu nem precisei que ele dissesse que ficaria, só aqueles olhos escurecidos carregados de paixão já me diziam que não seria capaz de sair, mesmo que quisesse.

− Só vai com calma, está bem? Faz um tempão que eu não faço nada do tipo! – pisquei um par de vezes e dei risada do seu comentário, e depois selei novamente nossos lábios.

− Pode deixar, terei o maior cuidado com a princesa. – falei e depois mordi meu lábio inferior, o deixando um tanto quanto enfurecido, ele não gostava de ser chamado de princesa, boneca ou qualquer outro adjetivo feminino. Mas já era meio que um costume nosso, eu sabia que isso o excitava nessas horas. Voltei a beijar seu pescoço, agora mais avidamente, e pouco me fodendo pro fato de que ficaria marcado ou não. Não queria que Jane e ele brigassem feio, mas uma hora eles teriam que terminar, não? Pois então, eu não estava fazendo nada de errado.

(MÚSICA AQUI)

You and me chasing paper; Getting nowhere; On our way back home; We’re on our way home; We’re on our way home... – eu novamente sorri contra sua pele ao escutá-lo cantarolar um trecho de uma música que ele havia composto há muito tempo, numa das nossas viagens de escapulida para ficarmos juntos e sozinhos. Cantava entre gemidos e suspiros, não conseguindo completar o último verso daquela estrofe. Eu o encarei e finalizei para ele:

We’re going home. – Paul sorriu para mim, e eu novamente o beijei, sendo imediatamente correspondido. Este fora mais voraz, eu quase que sentia vontade de engoli-lo de uma vez. Mas assim como ele me pedira, eu iria com calma.

Não poderíamos parar agora, nem que quiséssemos muito, estava tão bom... Céus, eu o amava, eu o amava muito. E ele sentia o mesmo por mim. E nós iríamos fazer tudo para que dessa vez fosse diferente. Não era tarde demais, era? Não podia ser, nunca podia ser tarde para se amar, para se encontrar a felicidade. Eu estava me recuperando, conseguindo sair do buraco que eu me enfiei e me afundei cada vez mais conforme o passar dos anos, e eu queria que ele estivesse ao meu lado. Pensar essas coisas, sentir esse medo de que de novo as coisas não funcionassem me fez beijá-lo com ainda mais fervor, e minhas mãos, que estavam nas laterais de seu rosto, se direcionaram para os botões de suas calças. Abri-os e abaixei o zíper, e logo elas foram parar nos pés do mais novo, e eu enfiei minha mão por dentro de sua cueca, acariciando seu membro que estava tão, tão rígido. Ele apertou meus ombros com o toque e soltou um gemido longo, que foi abafado pelo beijo. Eu parei de beijá-lo neste momento, queria ouvi-lo gemer, cada vez que ele gemia meu pênis parecia fisgar dentro das minhas roupas. Mas eu queria mais, eu estava sedento por mais, com fome. Com fome de Paul McCartney.

Me ajoelhei ainda o acariciando, e o vi morder o lábio quando notou o que eu estava prestes a fazer. Abaixei sua boxer branca – que aliás marcava perfeitamente sua silhueta e enchia minha mente de putarias −, e então seu membro estava extremamente próximo do meu rosto. Paul parecia tentar cravar as unhas na parede, de tão louco de tesão que estava, e tudo isso era adorável demais para mim. Dei uma lambida por toda a extensão do seu pau, e ele arqueou a cabeça para trás de uma forma que chegou a batê-la. Suas mãos foram para seus cabelos, e ele levemente empurrava minha cabeça, ansioso pra que eu começasse a chupá-lo logo. Eu queria demais, mas era tão gostoso ver seu desespero, que eu brinquei mais um pouquinho. O masturbava e depositava beijos em sua glande, e em certos momentos o abocanhava, mas largava no mesmo segundo. Macca já estava à beira de um colapso nervoso, era capaz dele mesmo se contorcer e chupar o próprio pau se eu não o fizesse logo. E já satisfeito com o tanto de gemidos e palavras sujas que ele me dizia, eu enfim comecei a chupa-lo, e eu não precisei ver para saber o sorriso que se formou em seu rosto de traços delicados.

Não soube quanto tempo fiquei ali, o chupando e trabalhando com minha mão aonde minha boca não alcançava, e vez ou outra o largando para só lamber e beijar, antes de lhe abocanhar novamente. Ele gemia e falava o quanto estava gostoso, o quanto eu era gostoso e como queria que eu o fodesse com força como nos velhos tempos. Ele pedia pra ir com calma e depois pra ir com força? Não dava pra entender. Sentia Paul tremer, suas pernas não conseguiam sustentar bem o peso de seu corpo, e com isso eu sabia que ele iria gozar. Continuei, eu queria que ele me desse absolutamente tudo o que tinha, e logo este veio. Minha boca se encheu de sêmen e o mais novo apertou as mãos que estavam em meus cabelos, e me deliciei com seu sabor que continuava exatamente igual. Era quase doce, um sabor suave como o próprio Macca. Retirei minha boca do seu pênis e isso fez pegar um pouco de esperma no meu rosto, que eu limpei com os dedos antes de ficar em pé novamente. Notei que Paulie iria cair se alguém não o segurasse, e com isso o abracei, não deixando que desmoronasse no chão, assim como ele não me deixou desmoronar completamente na vida. Segurei seu rosto e o fitei nos olhos, e disse algo que eu não sabia se deveria dizer:

− Eu te amo, Paulie. – ele só continuou me encarando com aqueles orbes verdes cheios de tesão, e me beijou sem nem responder nada. Doía? Sim, doía muito declarar seus profundos sentimentos e não ser respondido. Mas doeu menos do que da primeira vez que o fiz, quando ele simplesmente fugiu. Agora havia me beijado, demonstrado que queria mais. Agora era minha vez de ser agraciado.

Fomos nos deitar no tapete empoeirado, não daria tempo de ir para o quarto – que aliás eu nem sabia se tinha uma cama −. Já estávamos completamente sem roupas, e eu lambia e chupava seu mamilo e deslizava minha mão por sua coxa torneada. Depois, o olhei nos olhos mais uma vez, e levei meus dedos para que ele pudesse chupa-los. Não tinha lubrificante agora, ia ter que ser desse jeito mesmo. Mordi o lábio vendo-o encharcar meus dedos com sua saliva, e assim que ele terminou, pedi que se virasse pra mim. Paul o fez, com o rosto enfiado no tapete e a bunda empinada, e essa era outra visão excitante demais. Seu corpo estava diferente, maior e mais forte, o que era normal, afinal se passaram anos desde a última vez que fizemos isso. Mas tinha de admitir que o tempo havia feito muito bem para ele. Assim como falei, deixei um chupão num lugar que Jane não veria, bem no meio da bunda, levei minha boca até ali e suguei fortemente aquela pele deliciosa, seu traseiro era tão macio que fazia parecer o de um bebê.

− Ei, John! – ele ralhou, mas não me fez parar. Eu chuparia até que ficasse uma bela marca vermelha que demoraria uma semana pra sair. Quando terminei, lambi o local e fui depositando beijos por todo seu corpo, passando por suas costas e chegando ao pescoço, onde dei um leve assopro. E por fim, comecei a prepara-lo para me receber.

Introduzi primeiramente um dedo, sentindo aquela cavidade apertada e deliciosa, e o movi, tentando encontrar seu ponto de prazer. Paul respirou fundo, eu não sabia se estava doendo ou não, talvez sim, ele mesmo dizia que não fazia isso já tinha um puta tempo. Quando o senti mais calmo, enfiei o segundo dedo, e o ouvi reclamar baixinho. E, segundos depois, foi a vez do terceiro dedo, e agora sim ele gemeu de dor. Tentava não me incomodar tanto, e fazer o máximo para tentar lhe dar prazer.

− Puta que pariu, John... – ele falou com o rosto enfiado no tapete. Eu fiquei ali, o masturbando por algum tempo, tentando alcançar sua próstata. E em algum momento o escutei gemer de prazer, e soube que tinha alcançado o ângulo certo. Continuei movendo meus dedos sempre naquele ângulo, e estava funcionando, já que o homem debruçado ali gemia e dizia que daquele jeito estava bom. E quando achei que já era o suficiente, retirei meus dedos dali e o escutei choramingar. Cuspi na minha mão várias vezes, para depois desliza-la pelo meu pênis e lubrificá-lo, e fui me posicionar sobre Macca.

Beijei sua nuca e o penetrei, indo devagar e com a maior delicadeza possível, mas causou muita dor nele, como não poderia deixar de ser. Ele apoiou a testa no chão e ficou ali, respirando fundo com os punhos cerrados. Eu sussurrava em seu ouvido o pedindo para ficar calmo, falava umas sacanagens para excitá-lo e o beijava no pescoço, até que por fim meu membro estava enterrado em seu corpo, eu sentia a pele de sua bunda tocar meu abdome. Passei a me mover, tentando encontrar aquele mesmo ângulo que consegui com os dedos, sabia que a partir do momento que achasse aquele ponto de prazer, Paul poderia aproveitar. Levei minha mão até seu pênis já duro novamente, movendo-a e batendo uma pra ele, vendo se assim ficava mais calmo. Passou-se alguns minutos e aparentemente a dor diminuiu, mas ainda estava tudo muito sem graça para o de cabelos escuros. Pra mim estava maravilhoso, ele continuava tão deliciosamente apertado, eu percebia agora o quanto morria de saudades de ter meu pau envolvido por aquela cavidade tão quente que parecia me apertar, tentando expulsar-me dali. Mas eu queria que fosse bom pra ele também. E foi nesse momento que um gemido prazeroso e esganiçado escapou pela garganta de Macca. Eu até parei um segundo por ter me assustado, e ele rebolou seu quadril.

− N-Não para, Johnny! Por favor, só me fode... Está muito bom! – ele falou entre choramingos, e um sorriso safado formou-se nos meus lábios. Aproximei minha boca de seu ouvido e sussurrei:

− Você quer que eu te foda, Paulie? Quer que eu te foda igual uma putinha? – ele afirmou com a cabeça.

− Ah sim, John, me fode igual uma putinha. – ele virou o rosto para me beijar, foi um beijo desajeitado, ainda mais porque eu voltei a estoca-lo. Nos beijávamos entre gemidos e palavras de tesão que saiam por sussurros de nossos lábios, e eu continuava trabalhando com minha mão em seu membro. Até que aquela posição começou a cansar, e eu sai de dentro dele para mudarmos. Ele se deitou de costas e coloquei-me por cima, direcionando meu pênis para sua entrada e o penetrando novamente, e continuamos com nossa foda deliciosa.

Eu beijava seu pescoço, deslizava minha mão por seu corpo e acariciava seu mamilo completamente eriçado. Depois encostei nossas testas e o olhei nos olhos, ele os tinha quase fechados, estava simplesmente lindo com aquele olhar perdido por trás de seus cílios compridos e surreais, as bochechas coradas, os cabelos grudados na testa pelo suor, e a boquinha – aquela boquinha que tanto me excitava – formando um perfeito “O” em puro prazer. Ele era perfeito, perfeito para mim. E naquele momento, acima de qualquer sensação de prazer que eu sentisse, meu coração se acelerou, bateu mais forte ao pensar no quanto ele era especial. No quanto eu o amava, e em como continuei a amá-lo mesmo depois de tudo o que aconteceu, depois de ter sido rejeitado e me sentido humilhado, eu nunca pude deixar de o amar. Selei nossos lábios, dando-o vários selinhos e sussurrando vários “eu te amo” entre eles. Estava completamente louco, completamente drogado e entorpecido, mesmo não tendo usado nenhum tipo de droga naquela noite – nunca mais faria isso. Senti uma lágrima escorrer pelo canto da minha bochecha, e aquela tão pequena e ínfima lágrima carregava talvez tudo o que eu sentia bem no fundo do meu peito. Não estava triste, de maneira alguma, tudo estava dando tão certo. Mas aquela transa me trazia à tona tantas lembranças... Que era quase impossível não me emocionar.

Paul chegou ao seu ápice pela segunda vez naquela noite. Senti seu líquido agora entre minha barriga e a dele, aquecendo aquela região. Ele amoleceu, suas pernas que estavam cruzadas ao meu redor caíram pelo tapete, e eu procurei uma de suas mãos com a minha, para podermos entrelaçar os dedos. Aquilo fazia eu me sentir seguro. Então foi a minha vez, cheguei a um orgasmo tão intenso que fez minha mente girar, e agora fui que gemi alto. Jorrei todo meu esperma dentro dele, e quando a sensação máxima de prazer passou, eu só pude ofegar. Me retirei de seu corpo e me joguei ao seu lado, e logo ele veio se aninhar comigo, deitando sua cabeça em meu peito. Descansamos uns minutos, sem dizer nada um ao outro, tive até mesmo a impressão de ter cochilado um momento. Essa foi a melhor coisa que poderia me ter acontecido logo depois de ser liberado do centro de reabilitação, o tanto que me segurei para não fazer isso lá mesmo escondido na salinha de música... Só Paul e eu sabíamos o quão guerreiros tínhamos sido.

Eu te amo, Johnny. – escutei-o falar, e imediatamente arregalei os olhos. Fitei-o, o vendo me encarar com seus olhinhos serenos, carregados de amor e sinceridade, eu soube apenas por isso que ele não estava mentindo. Não soube nem o que responder, eu esperei tanto pra ouvir isso... Tudo parecia fazer ainda mais sentido agora.

− M-Macca, você... – tentava encontrar algo pra dizer, mas novamente foi como se um gato tivesse comido minha língua. Ele riu pelo nariz e escondeu o rosto em meu peito, de forma tímida.

− Me desculpe nunca ter dito isso. Eu era inseguro e medroso demais, você sabe... Se eu tivesse falado essas três palavras tão simples lá atrás, talvez tudo hoje em dia fosse diferente... – eu o calei, pousando meu dedo sobre seus lábios e murmurando um “shhhh”. Não queria estragar aquele momento, era talvez o mais perfeito da minha vida toda.

− Está tudo bem, amor. Já passou, lembra? – falei, e ele afirmou com a cabeça. – O importante é que agora você disse, e que não vai mais ser igual daquela vez! – Paul tinha os olhos cheios d’água. Eu não queria que ele chorasse, era tão triste vê-lo chorar. – E também não era como se eu não soubesse disso! – ele me deu um tapinha por ter ficado constrangido com meu comentário, mas depois demos risada. Tudo isto era mesmo real? Eu tinha medo de acordar amanhã e Paul não estar mais ali, ou essa noite nunca ter acontecido, essa declaração. Eu achava que ia despertar e seria tudo um sonho, e eu novamente estaria preso no centro de reabilitação. Mas sim, aquela era a realidade. Minha nova realidade.

− Você está certo. Vai ficar tudo bem! – afirmou ao deitar a cabeça no meu peito mais uma vez, e fechar os olhos. Acariciei seu cabelo escuro e olhei para o teto, até que meus olhos foram pesando e pesando.

On our way home... – sussurrei mais um verso da música, que talvez resumisse tudo isso, tudo o que éramos, tudo o que fomos. E eu dormi, nu sobre um tapete velho e cheio de poeira, mas ao lado do cara que fazia toda minha vida ter sentido.

Nós dois dirigindo-se para lugar nenhum

Gastando o pagamento

Suado de alguém

Você e eu dirigindo-se no domingo

Nunca chegando

No nosso caminho de volta para casa

Nós estamos no nosso caminho para casa

Nós estamos no nosso caminho para casa

Nós estamos indo para casa

 

Nós dois enviamos cartões postais

Escrevendo cartas

Na minha parede

Você e eu queimando fósforos

Levantando ferrolhos

Em nosso caminho de volta para casa

Nós estamos no nosso caminho para casa

Nós estamos no nosso caminho para casa

Nós estamos indo para casa

 

Você e eu temos memórias

Mais longas que

A estrada que se estende adiante

 

Nós dois vestindo casacos para a chuva

Ficando muito abaixo

No sol

Você e eu perseguindo papel

Procurando por lugar nenhum

No nosso caminho de volta para casa

Nós estamos no nosso caminho para casa

Nós estamos no nosso caminho para casa

Nós estamos indo para casa

 

Você e eu temos memórias

Mais longas que a estrada

Que se estende adiante

 

Nós dois vestindo casacos para a chuva

Ficando muito abaixo

No sol

Você e eu perseguindo papel

Procurando por lugar nenhum

Em nosso caminho de volta para casa

Nós estamos no nosso caminho para casa

Nós estamos no nosso caminho para casa

Nós estamos indo para casa

 

Você e eu temos memórias

Mais longas que a estrada

Que se estende adiante

 

Nós dois vestindo casacos para a chuva

Ficando muito abaixo

No sol

Você e eu perseguindo papel

Procurando por lugar nenhum

No nosso caminho de volta para casa

Nós estamos no nosso caminho para casa

Nós estamos no nosso caminho para casa

Nós estamos indo para casa

 

(Nós estamos indo para casa

É melhor acreditar nisso)


Notas Finais


ATÉ QUE ENFIM O FAMIGERADO LEMON QUE VCS TAVAM TANTO ESPERANDO HAUSHAUSHAUSH :'D Eu espero muito que tenha ficado bom esse lemon, bicho, todas as outras one-shots lemon que postei foram um treinamento pra esse momento, eu queria muito que tudo ficasse lindo e perfeito aqui. vcs que vão me dizer HUEHUEHUEHUE teremos mais alguns lemons agora na história, entraremos numa fase felizinha por enquanto LSKDSÇSDKSLD
e a cynthia, alguém esperava que ela fosse aceitar tão fácil? eu desde o começo já sabia que ela não seria uma piranha, e sim uma espécie de anjo na vida do John. agora sobre a Jane já não posso dizer o mesmo, vamos ver o que ela terá em mente quando o Paul finalmente terminar com ela :')
como disse esse é um capítulo de transição, a partir de agora a fic entrará numa fase nova e irá se encaminhar pro seu final. sim, final :v
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO DEIXEM SEUS COMENTÁRIOS E VENHAM FOFOCAR COMIGO SOBRE O CAPÍTULO PQ EU TO SEDENTA DE OPINIÕES HAUSHAUSHAUSHAUSHAS beijos e até mais <33
twitter e curiouscat: @nowhereneko


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