História Adamo - Hongjoon (ateez) - Capítulo 4


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Categorias ATEEZ
Personagens Hongjoong, Personagens Originais
Tags Ateez, Drama, Fantasia, Hongjoong, Romance
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Capítulo 02


"Quatro pessoas morreram em ataques de animais que não são comuns em Adamo, Belva. Nós não fomos capazes de salvá-los nem mesmo alertar. Esse reino ficará uma bagunça quando Justinian resolver dar as caras. E é por isso que eu pedi para você fazer a ligação. Apenas um Vadállatok conseguirá controlar tudo em nossa volta, mas nenhum confia em nós. Por isso que agora, formalmente, te peço para ficar com Hong e o ensinar como controlar seu poder. Ele será o único capaz de nos proteger de qualquer ataque." 

Belva olhou para Hong e se questionou se realmente ele poderia controlar seu poder. Segundo as histórias escritas nas paredes da Caverna de Születés, a cada milênio um cabeça vermelha nascia com uma segunda forma. Assim como o mascote Vad, que representava lealdade em sua forma branca e morte em sua forma negra.

Os cabeças vermelhas eram os moradores das colinas e montanhas de Adamo. Nascidos para controlar animais, mas acima de tudo, as feras de cada canto do reino. Eles moravam em aldeias afastadas da visão periférica, onde ninguém poderia os achar com facilidade. Controlavam animais com habilidades de caça e também os menores e mais indefesos seres. Tinham horror por qualquer outro povo, mesmo que ainda sejam Varázslás.

Quando foi anunciado que o filho do rei e rainha havia nascido sobre o sangue de um cabeça vermelha, eles juraram rejeição imediata. Não queriam ter ligação com ninguém do reino, principalmente com o famoso Rei Faas, que desonrou o nome dos vermelhos ao fugir com uma azul. Hong jamais conheceu outro cabeça vermelha que não fosse seu pai, mas nunca escondeu sua vontade. Por que ele não poderia aprender a controlar os animais como seu pai? E porque não poderia aprender vivendo com os cabeça vermelha? Isso foi um grande problema até o Príncipe completar quinze anos, quando recebeu o primeiro animal e aprendeu a controla-lo sozinho, apenas com sua lealdade.

Agora, aos vinte e um anos de idade, Hong esperava receber treinamento de alguém minimamente capaz de ajudá-lo a aflorar seu poder. Mas isso não ocorreu até a próxima noite de escuridão, quando ao ser liberado por sua mãe, encontrou com Belva nos Montanhas dos Dragões.

Hong olhou para Belva e se questionou se realmente ele poderia controlar seu poder. Como ele poderia se concentrar com uma garota como ela ao seu lado? Ele respirou fundo e se aproximou vagarosamente da garota, que de suas vestes verdes e vermelhas tirou um livro e o entregou para o príncipe. Sem esperar, Hong abriu o livro e cuidadosamente folheou cada página, encontrando linhas grifadas com o que parecia ser semente de dasilirio. Por que ela havia feito isso? Ele era apenas um príncipe, enquanto ela dominava cada poder existente. 

O príncipe sentiu suas mãos queimarem, ele olhou para Belva, procurando respostas. Então percebeu que as partes grifadas começaram a queimar junto de suas mãos, uma fumaça entrou por suas narinas e o fez tossir levemente. "Segure firme, Príncipe!" Belva disse, o observando derramar lágrimas sobre o livro.

"Hong! Príncipe Hong!" Belva gritou, correndo para segurar o príncipe que caíra de joelhos no chão. "Hong, por favor." a garota estava prestes a chorar, o desespero tomando seu corpo como um calor insuportável. 

Belva abraçou o príncipe, deitando a cabeça de Hong em seu peito. "Harcos, vocês passaram pelas Tormentas?" o dragão apenas abaixou a cabeça para Belva, confirmando o que temia. "Certo! Fogo. O que fogo significa?" ela se levantou, passando as mãos nos cabelos e mordendo os lábios. De longe ela avistou as colinas e imediatamente entendeu. "Harcos, nos leve para o fim de Vadállatok, o príncipe foi consumido pela tormenta!"

Harcos calmamente ajudou Belva a subir em suas costas com o príncipe nos braços. Apesar de estar com medo de partir pelas bandas de Vadállatok, Harcos temia pela vida de Hong. Seu primeiro e único mestre, o que cuidou de sua família e que sempre o visitava quando ainda estava dentro de seu ovo. Harcos obedeceu à ordem de Belva e os fez caírem sobre o rio cristalino e rico que iluminava a sombria Vadállatok. Ele pousou ao lado do rio, observando a movimentação calma da água, enquanto Belva agia sobre ela. Ele precisava ser forte, Harcos era o mais forte entre muitos e não podia fraquejar agora. 

Belva abriu os olhos e boca de Hong, fazendo a água entrar, cessando totalmente o fogo que se iniciara dentro do príncipe. Ela lembrou de suas poucas experiências nas colinas, ao receber Vad de um cabeça vermelha tão velho quanto a história de Adamo. Eles contavam histórias sobre morte e confrontos, onde os derrotados eram condenados à fogueira e jogados no cemitério de Vadállatok, sem esperanças de prosperar. Seus pelos subiram mesmo dentro d'água. Hong havia pensado que se falhasse com seu povo, poderia ser queimado vivo. 

Rapidamente, Belva o puxou para a margem do rio e sobre a luz da lua vermelha, moveu a linha atual para a de duas horas antes. Seu cabelo iluminou feito uma luz, assim como seus olhos que caminhavam entre o céu acima dela e localização da lua para o horário em que Hong passava pela Ponte da Tormenta. As estrelas caíram sobre a floresta, causando leves explosões de brilhos amarelos. Ela chorava como uma criança.

Os olhos do príncipe haviam voltado ao normal. Belva caminhou pela curta grama da margem do rio, arrastando Hong para perto de Harcos, onde posicionou o posicionou deitado em seu tronco enquanto ela deitava sobre o dragão para se recuperar. Harcos se ajustou para dormir um pouco, enquanto assistia Belva observar o céu que mostrava uma estrela cadente passar em direção ao palácio. A rainha sabe, foi a última coisa que Belva pensou antes de cair num sono profundo.

Belva despertou sentindo um sopro em seu pescoço, seus pelos arrepiaram imediatamente assim como seus olhos abriram. Ela encontrou o príncipe deitado sobre seu corpo, a cabeça deitada na curva de seu pescoço, enquanto os braços rodeavam seu tronco. Ela pensou em ficar irritada com o príncipe, mas se deu conta de que ele havia sobrevivido sem memórias do acontecido antes de conseguir sentir qualquer coisa negativa. Calmamente ela tirou o príncipe de cima de si, o colocando deitado na grama. Belva encontrou Harcos deitado numa gigante rocha dentro do rio e sorriu com a forma que o animal estava encolhido em sua calda. 

[...]

Belva tirou o braço que estava por baixo de Hong e respirou fundo percebendo o quão dormente estava seu corpo. Seus olhos saltaram quando num solavanco o príncipe a puxou pela nuca e a fez deitar seu peito. "Vem dormir mais um pouco, Mãe." Ele estava sorrindo enquanto Belva tentava se soltar dos braços dele. Ele estava tão acordado, que apenas um peteleco em sua testa foi o suficiente o fazer parar de rir e abrir os olhos imediatamente.

"Por que?" ele perguntou, abrindo um sorriso brincalhão entre os lábios.

"Porque você já me deu muita dor de cabeça!" exclamou Belva, finalmente conseguindo se levantar.

Ela o agarrou pelo pulso e começou a puxá-lo em direção a Harcos que despertou num pulo. "Você nunca mais vai passar pelas Tormentas, certo? Eu quase te perdi, e se eu te perco, minha vida acaba. Então Príncipe Hong, não acabe com a minha vida ao ser imprudente com a sua!" Belva gritou, prestes a chorar. "Suba no seu dragão."

"B-Belva, eu não sei voar num dragão." disse o Príncipe, tropeçando em suas próprias palavras. "Eu vou morrer."

"Primeira lição, Príncipe. Confie em seu mascote. Se você não confiar nele, ele jamais poderá se mostrar leal e com isso, você jamais vai conseguir controlá-lo." Belva desceu da rocha, se posicionando em frente a Harcos. "Suba." ela ordenou.

Belva assistiu ao príncipe subir em seu mascote, com receio. Talvez não de Harcos, mas tinha medo do seu próprio medo de não conseguir controlar seu animal. Hong colocou uma perna em cada lado das costas de Harcos, entre suas asas. 

Após o comando de Belva, Hong acariciou seu mascote, sentindo sua pele firme e macia. Ele já havia feito isso, muitas vezes, mas não assim — não sentido o que Harcos estava sentindo. Hong sorriu ao perceber que o corpo de Harcos aos poucos se aquecia sob seu toque. 

"Seu mascote sempre irá acender seu poder quando perto de seu mestre. Isso significa que ele está pronto para qualquer comando, seja ele falado ou gesticulado. O poder de Vad é a passagem dourada de seus olhos, ele se mostra pronto para assumir outra forma ao meu comando. E parece que o seu Harcos está pronto para queimar o mundo todo se esse for o seu desejo, Príncipe."

Hong sorriu para Harcos e cuidadosamente pediu para que o dragão demonstrasse seu poder. O dragão verde pulou da rocha ainda com o príncipe montado em si e num impulso verdadeiro, parou a água da cachoeira com um jato de fogo. Belva girou-se nos calcanhares para assistir à cena. Ela sentiu seu próprio corpo aquecer ao ver a chama de Harcos contra as águas do rio. 

O príncipe em seu maior momento de alegria em muitos anos, riu alto, batendo palmas. Ele olhou para Belva e agradeceu com um alto e claro grito. Ela se permitiu sorrir de volta, mas decidiu não dizer nada. Aquela era a primeira lição de muitas sobre como controlar um mascote, e Belva ainda tentava descobrir como ensinar a próxima, já que teria de mostrar ao príncipe como ordenar que seu dragão matasse outro ser vivo. 

De volta ao caminho seguro e longe de Vadállatok, Belva deixava Hong repetir por várias vezes como era sentir o poder de Harcos e toda a sensação de voar brevemente. Ela andava alguns passos atrás do príncipe, enquanto ele perambulava por todos os lados acompanhado de seu dragão que estranhava o comportamento de seu mestre, mas tentava o imitar ao subir em algumas árvores — isso resultou em todas essas árvores destruídas. 

Belva via muito potencial em Hong. Ela viu em muitas ocasiões a forma como ele realmente se portava como um Cabeça Vermelha. A garota ria pensando em como ele poderia começar uma nova geração de Cabeças Vermelhas que não fossem totais tiranos egoístas e cruéis. Era muito difícil pensar em como um vermelho e uma azul conseguiram a permissão da chama de ambas as tribos para poder colocar o príncipe no mundo. Talvez os vermelhos só queriam que um traidor como o Rei Faas sumisse de seu vilarejo o mais rápido possível, e os azuis só queriam voltar a fazer nada antes de sua próxima aventura pelo reino.

Mas algo era diferente até demais em Hong. Belva notou o quão rápido foi o processo de reconhecimento animal. Quase instantâneo e contínuo. Ela também percebeu o reflexo das chamas de Harcos nos olhos do príncipe, quase como se o próprio príncipe fosse o detentor do fogo. Era estranho, pois Belva já havia ordenado que Vad matasse animais e pessoas, mas jamais sentiu a ira do animal em sua pele. 

Enquanto analisava o Príncipe, Belva sentiu uma presença por entre as árvores. Vad. Ela disse em sua cabeça. "Vad, não!" A garota ordenou ao perceber que seu mascote estava em sua forma assassina. "Apenas um susto, Belva." disse Vad, se aproximando lentamente do príncipe.

O leão se encolheu atrás de uma árvore — a próxima que o príncipe passaria. Caminhou lentamente pela sombra de um grande salgueiro e finalmente, quando o garoto passou com Harcos, ele saiu da escuridão e pulou na frente de Hong. Seu andar cessou, parando ao ver o príncipe tropeçando em uma raiz depois de se assustar. 

"Você deveria ver sua cara, garoto. Parecia um Laranja comendo maçãs para diarreia." disse Vad, deitando no chão de barriga para cima enquanto voltava a sua forma clara e protetora. 

"Isso não é engraçado." choramingou Hong.

"Eu me diverti." o leão rebateu se levantando.

"Espera um pouco. Por que eu estou te entendendo?" questionou Hong para Vad.

"Hum? Você ouviu Vad?" questionou Belva, alarmada. Seus olhos quase saltaram de tanto espanto. 

"Belva, o que está acontecendo?" foi a vez do príncipe mostrar espanto. "Por que você está assustada? Belva! Me responda."

"V-Vad, lembra o que eu te falei sobre o feitiço errado? Agora nós sabemos o porque." ela disse, nunca tirando os olhos do príncipe. "Hong, você precisa ouvir uma história sobre seu povo."

Por muitos anos, os Cabeça Vermelha controlavam suas feras com seu próprio sangue. Eles alimentavam e faziam de seu líquido a solução para todo o controle que tinham sobre os animais. 

Isso mudou quando Basil, um vermelho imprudente, deparou-se com sua fera prestes a atacá-lo. Ele não deixou de reparar em sua temperatura subindo, mas não como uma febre ou sintoma de alguma doença. Era como se um fogo o comece de dentro para fora, como se acendesse um instinto jamais sentido, porém visto com toda certeza.

Basil se levantou e como um corpo derrubado após um golpe forte, ele caiu. Seu mascote era um dragão vermelho de duas caldas, poderoso e inabalável, mas mesmo assim encarava seu mestre com verdadeiro medo. O homem que ainda não sabia o que estava acontecendo, achou equilíbrio na vontade de saber o que estava acontecendo. Cambaleou até a poça d'água mais próxima, inclinou-se levemente para poder enxergar o que seu dragão tanto temia.

Foi quando seus olhos ainda humanos se transformaram em esferas esmeraldas, brilhando sob a luz da lua, reluzindo como nunca antes. Basil temia a Lenda dos Meio-Humanos tanto quanto qualquer outro Cabeça Vermelha, mas nunca acreditou que aconteceria com ele.
Mais tarde, quando sua primeira transformação chegou ao fim, Basil procurou por entre a floresta de A Vadállatok Völgye por uma bruxa — qualquer uma que fosse para tirar o que ele acreditava ser uma maldição jogada. Infelizmente, Basil foi recebido por uma bruxa velha, de aparência peçonhenta. Ela era conhecida como Mima, a mãe do medo — por sua capacidade de criar feitiços que acabavam com toda estrutura de qualquer ser vivo. Mima olhou Basil de cima a baixo e decifrou sua petulante presença, ela riu. A mulher o olhou mais uma vez e jogou um vidro arredondado, tampado por uma rolha de raízes. "Coma um pedaço por dia, não abuse, você é muito imbecil para conseguir controlar seu lado dragão. E fuja das colinas. Vá para longe, vá para o escuro. Seu mascote o achará, não seja visto." disse Mima, que por dois segundos de pena, decidiu ajudar o pobre Meio-Humano. 

Basil correu para qualquer direção, parou quando ouviu o bater de asas de seu dragão. Respirou aliviado por ouvi-lo dizer que o ajudaria a ser um dragão controlado. O homem agora carregava em seu pescoço uma planta enfeitiçada, o feitiço da mentira, que o ajudaria a controlar seu instinto dracônico e sua forma humana.

Ninguém jamais viu Basil novamente, mas todos sabem que ele ainda está vivo. Talvez não como o antigo Basil, mas como um novo Meio-Humano.

"Sente-se mais perto, Príncipe." Belva pediu, ajoelhando-se em frente a Hong. Belva viu seu reflexo nos olhos de Hong e conseguiu sorrir com aquilo, mesmo a deixando agitada por dentro. Ela pegou a mão dele na dela e colocou no vão entre seus seios. "Quando o salvei, um mês atrás, a Rainha pediu que eu errasse o feitiço. Ela cruzou sua linha estelar com a minha, mas eu não entendi diretamente, apenas percebi o aval para fazer o que fosse preciso."

Belva girou o dedo indicador do Príncipe, fazendo a unha do garoto tocar sua pele. Ela desenhou um círculo que queimou sua pele e que também formou-se no mesmo lugar em Hong. "Eu não posso dizer o primeiro grande motivo para o pedido de sua mãe, mas posso garantir que é uma boa causa." ela suspirou, soltando a mão de Hong. "Vérünk összejön, és az életed visszatér hozzád foi o feitiço que eu usei, fiz todos acreditarem ser o feitiço da vida. Na verdade, esse é o feitiço da ligação de almas. Assim como o feitiço da vida, o sangue de alguém vivo é usado, no entanto eu conectei nossas mentes durante todo o processo, não apenas queimei sua morte e substitui por um resquício de vida. O feitiço da vida leva meses para recuperar uma pessoa, enquanto o feitiço da ligação de almas precisa apenas que o seu corpo base esteja vivo e disposto a aceitar o corpo receptor como uma parte eterna de sua vida."

"Nós seremos eternamente ligados e até seu primeiro comando a Harcos, eu não havia entendido o porque da Rainha pedir que eu errasse."

"Você pode dizer porque minha mãe fez isso?" murmurou Hong, segurando a cabeça entre as mãos.

"Ninguém jamais viu Basil novamente, mas todos sabem que ele ainda está vivo. Talvez não como o antigo Basil, mas como um novo Meio-Humano." Belva repetiu de olhos fechados à última parte da história do primeiro meio-humano.

"Justinian odeia meio-humanos."

"Justinian? O que ele tem a ver com isso? Ele é um traidor que não pisa no reino há mais de vinte anos." Hong aumentou a voz, se levantando num pulo. 

"Lagartos das Sombras Falantes é a única espécie capaz de matar um dragão apenas com uma mordida." 

"O-O que?"

"Você é um meio-humano, Hong. E eu vou ser seu mestre na forma de dragão."



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