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História Addicted - Klaroline - Capítulo 5


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Notas do Autor


Oieeeeee, volteiii <3 <3
E, o capítulo de hoje só está confusão e gritaria. Hahaha, se preparem.
Vejo vocês nas notas finais!

TRADUÇÃO DO TÍTULO: Minha Presença Lhe Incomoda? Isso é um prazer!

Capítulo 5 - Does My Presence Bother You? This Is a Pleasure!


Fanfic / Fanfiction Addicted - Klaroline - Capítulo 5 - Does My Presence Bother You? This Is a Pleasure!

CAPÍTULO 04

"Você deveria me ver usando uma coroa
Eu vou mandar nessa cidade de nada
Veja-me fazê-los se curvar"

— You Should See Me In a Crown, Billie Eilish

 

Nova York, Estados Unidos - 06 de fevereiro de 2020

Caroline bateu às portas da mansão, os punhos cerrados e um olhar raivoso no rosto enquanto ela atravessava a sala de estar.

— CAMILLE! CAMILLE! — Ela gritou o nome de sua mãe duas  vezes.

Alguns minutos depois, a jovem escutou o som de passos vindo do interior da casa.

— Meu Deus, pra quê essa gritaria toda? — Camille questionou a filha assim que entrou na sala.

— Qual é o seu problema?! — Caroline jogou agressivamente, se irritando mais ainda ao ver a cara de sonsa de sua mãe — Você disse para a Sra.Johnson cancelar o concurso de dança que ia acontecer nesse final de semana? — Acrescentou a garota.

Camille abriu um sorriso irônico, andando um passo para a frente.

— É, eu fiz sim! — Falou a mulher, simplesmente. 

— Por que  você fez isso? — Caroline estava perplexa — Você sabe o quão duro eu trabalhei para ensaiar aquelas meninas? Era o sonho de muitas poder se apresentarem em um concurso grande de dança e agora você estragou tudo!

Dizer que Caroline estava com raiva de sua mãe era um verdadeiro eufemismo. Ela estava com ódio, aos nervos, quase voando em cima da mulher, mesmo que ela fosse a sua própria mãe. Simplesmente não conseguia processar em sua cabeça o motivo de Camille ter feito aquilo. 

Ela sentiu como se todo o trabalho que ela fez ao longo de todos esses cinco meses até aqui tivesse sido jogado fora. Foi um sacrifício para ela e as outras meninas poderem convencer a sua professora de Jazz para preparem um concurso de dança para todas as escolas da cidade. Além de divulgar o talento de várias dançarinas, inclusive da turma de Caroline e até ela mesma, todo o dinheiro que seria arrecadado no evento, seria doado para Instituições de Caridade como Caroline havia planejado. A professora aprovou a sua atitude, ainda que se sentisse um pouco insegura em permitir que suas alunas participassem de um concurso daquele tipo. Elas já fizeram várias apresentações, mas agora uma verdadeira competição que valia um prêmio para a escola de dança vencedora era uma coisa nova. Caroline pensou no projeto de ponta a ponta e suou duro para conseguir desenvolvê-lo. Ela até mesmo havia convidado alguns professores e dançarinos muito famosos atualmente para julgarem as apresentações. Ela estava até pensando em mandar um convite para a mãe de Klaus poder entrar no corpo de jurados. Imagina que épico seria ter Esther Mikaelson avaliando as apresentações das escolas?

Entretanto, todo o esforço que Caroline fizera foi por água abaixo assim que sua professora lhe informou que ela teria que cancelar o projeto, a pedido de sua mãe. Caroline ficou chocada, triste e é claro, com muita raiva. Ela não faz ideia do que Camille disse a sua professora que conseguiu convencê-la a cancelar o projeto. A Sra Johnson também parecia está tão animada para aquilo que não fazia o menor sentido ela simplesmente ter atendido ao pedido de Camille.

E o pior não era nem isso. Caroline ainda estava pensando em como ela compartilharia essa trágica notícia para as outras garotas. Elas ensaiaram tanto durante esses últimos meses. Ensaiaram tanto mesmo que todas elas estavam confiantes de que fariam uma ótima apresentação. Caroline ainda teve que motivar muitas a mostrarem o seu talento que a garota sabia que elas tinham, mas escondiam. Ela era a líder de seu grupo depois de tudo, todas elas tinham confiança na garota. 

E agora, como elas iriam reagir a isso? Se nem mesmo Caroline estava conseguindo absorver o fato totalmente. 

Argh, como ela queria a cabeça de sua mãe nesse momento. 

— O que você disse a Sra. Johnson? — Caroline perguntou, encarando sua mãe com raiva. 

— Querida, o que eu disse a ela não vem ao caso agora…

— Não, não, não. Alguma coisa você falou! — Exclamou a garota, interrompendo a mulher — Ela não cancelaria o concurso assim de um dia para o outro. Ela também estava tão empenhada no projeto. 

— Vai ver que na verdade ela também devesse está achando isso uma grande besteira — Camille indagou, dando de ombros — Caroline, acorde. Você acha que ela iria ficar perdendo o tempo dela com isso?

— Sim, eu acho porque ela adorou a minha ideia desde o princípio! — Caroline rebateu — Ela ainda tinha um pouco de receio das meninas se apresentarem em um concurso como esse, mas ela concordou. Concordou e nos ajudou muito a preparar o projeto. Deus, a gente ficou ensaiando por cinco meses, Camille. Cinco meses jogados fora desse jeito!

Caroline estava com uma enorme vontade de chorar com aquele fato, mas ela se recusou a derramar uma lágrima sequer na frente da mãe dela. A raiva que estava sentindo de Camille era mais forte do que sua própria tristeza naquele momento. 

Entretanto, aquilo também não significava que Caroline não desabaria sozinha, dentro do seu quarto, mais tarde.

— Caroline, eu sei que você está com raiva… — Camille começou, ao menos dando a mínima para as palavras anteriores da filha — Mas eu fiz isso para o seu próprio bem. Esse negócio de dança estava te distraindo dos seus verdadeiros deveres que é a Universidade. 

— Oh, pelo amor de Deus. Você está se ouvindo? — Caroline fez uma careta — Eu estou indo muito bem nos meus estudos da Universidade, o meu próprio reitor falou isso. Isso é uma desculpinha esfarrapada, mãe!

— Ainda que você ache que está completamente boa, eu quero que você dê mais atenção para isso — Camille prosseguiu — Caroline, vamos ser honestas, que tipo de futuro você teria se requebrando em cima de um palco pelos lugares?

 — Não se trata de ter um futuro e sim fazer algo que eu gosto e me sinto bem! — Declarou a garota, olhando séria para a mãe — Além do mais, você sabia que o dinheiro que arrecadaríamos com o evento seria utilizado para ajudar Instituições de Caridade? É um exercício prazeroso e que ainda faria o bem para outras pessoas. 

— Eu acho a sua atitude muito bonita, Caroline — Ela não achava — Mas eu ainda assim me preocupo com o seu futuro. 

— Isso é ridículo! — Caroline gritou alto — Você só pode está querendo ferrar com a minha vida!

— Bom, talvez isso também lhe sirva de lição pela maneira em que você se comportou comigo no jantar de Esther, semana passada — Camille propagou, dessa vez, em um tom mais alto e autoritário. 

Caroline ficou em silêncio por alguns minutos. 

Agora tudo fazia sentido para ela. Pensou.

— Você ainda está se doendo por causa disso? — Sua mãe ficou em silêncio e Caroline deu uma risada sem humor — Eu não falei nenhuma mentira e foi você que me provocou primeiro. 

— Eu só relatei o meu pensamento, Caroline — Disse a mulher — E mesmo assim, você ainda viu uma oportunidade de me jogar pedra. E o pior de tudo, na frente da mãe de Klaus e de todos os seus irmãos!

— Oh, você ficou ofendida? — Caroline fez uma falsa voz de pena, vendo os olhos de sua mãe se apertarem para ela — Desculpe lhe informar isso, mamãe. Mas pelo o que eu vi, ninguém da família de Klaus parece gostar de você.

— Cala a sua boca... — Camille falou, agressivamente. 

Caroline sorriu, se aproximando ainda mais de sua mãe. 

— Você ficou com inveja porque eles gostaram mais de mim do que de você — Provocou Caroline, com um sorriso zombeteiro.

— Mas sabe o porquê deles não gostarem de você? — Continuou a garota — Porque ninguém gosta de uma pessoa falsa, estúpida, fingida e completamente tóxica como você… ABAIXA ESSA MÃO!

Caroline jogou a mão de Camille violentamente para o lado, assim que viu a mulher preparando-se para lhe dar um tapa.

— Você não tem o direito de levantar a mão para mim. A única pessoa que podia fazer isso infelizmente não está mais entre nós!

Caroline ficou olhando para a mulher, mantendo sua postura ereta e com atitude, enquanto via Camille ficando em silêncio. Sem dizer uma só palavra, mas com um ódio enigmático expresso nos olhos verdes.

Ainda que fosse sua mãe, Caroline nunca permitiria que Camille levantasse uma mão para ela. Seu próprio pai nunca precisou fazer isso e não seria aquela que a abandonou que iria fazer agora. Nem ela e nem ninguém nesse mundo. 

— Você passou dos limites dessa vez, Caroline! — Camille avisou-a.

— Não, foi você quem passou! — Rebateu ela — Você não tinha o direito de interferir no meu projeto que eu tanto trabalhei para poder acontecer.

— Caroline...

— Você vai se arrepender por isso! — Cortou-a — Pode guardar as minhas palavras, mamãe. 

— Por acaso você está me ameaçando? — Camille perguntou, não chocada, mas com raiva pela audácia da filha.

— Entenda como quiser, mas isso o que você fez não passará a limpo para mim — Articulou a garota, com um olhar amargo nos olhos. 

Caroline virou de costas para Camille, começando a caminhar em direção a porta da mansão. 

— Aonde você pensa que vai? — Camille perguntou atrás dela — Volte aqui, Caroline. Eu ainda não terminei com você!

— Sabe de mais uma coisa? — Caroline se virou para a mãe, assim que chegou na porta — Nem mesmo o seu próprio marido parece aguentar você — Indagou ela, com um olhar debochado — Se você soubesse o quão sufocante é para ele ter que está nesse casamento de fachada. E sabe por que eu sei disso? Porque ele confia em mim e também gosta de mim. Que engraçado né? Até o seu próprio marido parece gostar mais de mim do que de você. 

Caroline olhou uma última vez para o rosto vermelho de sua mãe, entoando as suas últimas palavras:

— Não se preocupe, mamãe. Eu no seu lugar também teria inveja de mim.

Camille viu o sorriso irônico de sua filha, antes dela fechar a porta e desaparecer do seu campo de vista,deixando a mulher em uma fúria indescritível.

Ela rugiu alto, jogando um dos vasos de enfeite na parede, desejando por um momento que tivesse acertado na cabeça de sua filha desprezível. 

Ela a odiava. Odiava-a com todas as suas forças. 

Maldito seja Bill por ter morrido tão cedo e não ter levado a pirralha junto com ele.

(...)

Klaus escutou uma batida na porta de seu escritório , interrompendo-o de seu raciocínio. Suspirando irritado, ele gritou um "Entre", tirando os olhos de seu computador e encostando as costas em sua cadeira.

Ele ainda havia deixado bem claro que não queria ser incomodado hoje. 

— Com licença, Sr. Mikaelson.

— Greta, o que eu disse sobre não querer ser incomodado? — Klaus falou rudemente  para a sua secretária.

— Perdão, Sr. Mikaelson — Desculpou-se a mulher, entrando na sala — Mas é que tem uma pessoa aqui insistindo que está querendo ver o senhor.

— Seja quem for, mande embora, Greta! — Klaus suspirou aborrecido — Você não está vendo o tanto de coisa que eu ainda tenho que resolver? — Apontou para a pilha de papéis em sua mesa. 

— Eu sei, senhor. Mas é que…

— Daddy! — Uma doce voz feminina entrou na sala, esbarrando em Greta.

Klaus se levantou de sua cadeira abruptamente ao ver Caroline ali, parada no meio de seu escritório, com uma garrafa de vinho em uma mão e duas taças na outra.

— Caroline? — Klaus ficou petrificado no lugar — O que você está fazendo aqui?

— Eu queria te ver, mas acontece que esses seus funcionários são um pé no saco — Olhou para a mulher negra antes de se virar para o padrasto novamente.

— Senhor, você quer que eu tire ela daqui?

— É claro que ele não quer! — Caroline falou para a secretária — Você ao menos sabe quem eu sou?

— Greta, não se preocupe — Klaus tomou a frente quando a sua secretária estava prestes a responder — Eu conheço Caroline. Ela é a minha enteada.

Greta lançou um olhar desconfiado para a garota de cabelos loiros, mas decidiu não perguntar nada sobre. 

— Você pode nos deixar sozinhos, por favor? — Pediu Klaus.

— Claro, senhor — Assentiu — Com licença. 

Greta caminhou para fora do escritório com Caroline gesticulando um "tchau" com a mão atrás dela, que a secretária obviamente ignorou.

Após ver a porta se fechar, Klaus deu a volta pela mesa, começando a andar na direção de Caroline. 

— Caroline, o que você pensa que está fazendo aqui? — Perguntou Klaus, na frente da garota. 

— O seu escritório é lindo! — Caroline ignorou a pergunta do padrasto, começando a andar pelo escritório, enquanto admirava o lugar — É muito a sua cara.

— Caroline, o que você está fazendo aqui, amor? — Klaus repetiu a sua pergunta, olhando sério para a garota. 

Caroline bufou, vendo um sofá escuro que havia ali e começando a se direcionar para ele.

— Eu briguei com a minha mãe — Revelou a garota, sentando-se em cima do sofá. 

— Por que você brigou com a sua mãe, Caroline? 

— Porque ela é uma chata, irritante! — Respondeu a garota, furiosa — Você acredita que ela quis me bater?

— Ela bateu em você? — Klaus começou a caminhar onde a garota estava sentada, depois da revelação dela.

— Não, é claro que não — Caroline falou — Eu nunca iria deixar ela encostar um dedo em mim.

— Então o que houve, querida? — Klaus perguntou, sentando-se ao lado dela.

De repente, ele viu os olhos azuis de sua enteada se encherem de água.

— Eu trabalhei tanto para fazer aquele evento acontecer — Lamentou Caroline, deixando uma lágrima escapar — Eu planejei tudo. Tudo mesmo. Na minha cabeça seria um dia perfeito. As meninas estavam tão animadas e muito bem ensaiadas. Eu estava tão feliz em poder usar o dinheiro do evento para ajudar aquelas pessoas carentes, Deus, eu até mesmo entrei em contato com um dos melhores professores de dança de Nova York.  E olha que não foi fácil. 

Klaus recolheu as duas taças e a garrafa de vinho das mãos de Caroline quando percebeu o estado da garota, e que ela estava prestes a deixá-las cair no chão. 

Ele passou uma mecha de cabelo loiro gentilmente para trás da orelha dela, enxugando as lágrimas que estavam caindo do rosto dela.

— E agora acabou tudo. Tudo se foi por água abaixo por causa daquela vagabunda da minha mãe.  Argh, eu odeio tanto aquela mulher! — Cerrou os punhos. 

— O que Camille fez, Caroline?

Klaus não fazia a mínima ideia do que havia acontecido entre elas, mas o que quer que Camille tenha feito, realmente deixou Caroline devastada.

E ele odiava vê-la daquele jeito mais do que esteja odiando sua esposa por deixá-la assim.

— Eu não sei o que diabos ela disse, mas ela conseguiu fazer com que a Sra. Johnson cancelasse o concurso de dança que aconteceria neste sábado — Desabafou a garota, sentindo mais lágrimas caírem — Como é que eu vou dizer isso para as outras meninas agora, Klaus?

— Por que Camille fez isso? — Klaus perguntou mais para si mesmo. 

— Porque ela é uma cadela invejosa! — Rugiu Caroline — Ela quis me dar o troco por eu ter cortado o fachinho dela na frente de toda a sua família naquele jantar  e ainda veio com aquela desculpa estúpida de que foi para o meu bem. Pois eu deveria me dedicar mais para os estudos da Universidade. 

Klaus ficou em silêncio, enquanto processava as palavras de Caroline. Ele não podia acreditar que Camille, a própria mãe dela, pudesse ter feito uma coisa daquela com a filha. E ainda mais, por causa de quê? Só por Caroline tê-la respondido mal, mesmo estando certa e também porque foi Camille que havia puxado a corda? 

Que tipo de mãe castigaria a filha destruindo algo que ela lutou tanto para poder acontecer?

Entretanto, Klaus também estava sentindo um pouco de culpa no meio disso. Talvez ele devesse ter conversado com sua esposa depois do jantar, talvez dizendo a ela que o que ela disse no restaurante foi desnecessário. Ele deveria ter feito Camille esquecer aquele episódio. 

No entanto, o que sua esposa fez foi completamente inaceitável e ele brigaria feio com ela por causa disso.

Mas agora, tudo o que ele queria era poder consolar a sua garota. De qualquer forma, poder amenizar um pouco a tristeza que Caroline estava sentindo, apesar de ser uma tarefa difícil, já que ele sabe e viu como a sua enteada estava animada para esse evento de sábado. Ele até mesmo havia comprado um presente para dar a ela no dia pelo bom trabalho que ele tinha certeza que ela faria.

— Caroline, eu entendo que você esteja triste — Klaus olhou cautelosamente para a garota — Mas você não pode ficar vindo no meu escritório desse jeito, amor. 

— Desculpe.

— Não tem problema, querida — Klaus olhou para a garrafa de vinho entre eles — Então, você deseja beber para afundar as suas mágoas?

Caroline sorriu junto com o padrasto, assentindo para o que ele disse, em seguida. 

— Bem, devo confessar que eu também estava precisando disso — Klaus entregou uma taça para ela — Eu também tive um dia cheio de trabalho.

— Isso parece ser um saco! — Caroline exclamou, olhando para as papeladas em cima da mesa de Klaus.

A garota assistiu o padrasto abrir a garrafa de vinho, logo depois, despejando o líquido roxo na taça dela e logo em seguida na dele.

— Deseja fazer um brinde? — Klaus perguntou, colocando a garrafa no chão e levantando a sua taça.

— Vamos brindar a gente — Caroline sorriu, também erguendo a sua taça — Ao nosso relacionamento e por eu ter te conhecido. Você é a única coisa boa que me faz querer continuar nessa cidade.

— E você é a única pessoa que conseguiu me trazer felicidade depois de anos preso a um casamento infeliz.

Os dois sorriram, brindando suas taças logo em seguida, goleando o líquido roxo e amargo. 

E depois disso eles se beijaram, pois eles gostavam muito de se beijar.

 

Greta olhou nervosa para a mulher que estava em pé, na frente dela.

— Senhora Mikaelson, o chefe está com uma visita em seu escritório agora…

— Eu não quero saber, Greta! — Esther respondeu, ríspida — Klaus é o meu filho e eu vejo ele a hora que eu quiser. Sem contar que essa empresa também é minha e se você hoje trabalha aqui é por minha causa. Então, se você tem amor pelo seu emprego, me dê licença e saia da minha frente!

Esther empurrou a secretária, seguindo direto para o escritório de seu filho, ignorando os demais funcionários olhando-a intimidamente, enquanto procuravam não ficarem no caminho dela.

Esther tinha que admitir que amava todo aquele poder que tinha.

 

A Mikaelson abriu a porta do escritório de Klaus, com Greta seguindo logo atrás dela.

— Filho, eu tenho que lhe dizer que esses seus funcioná… 

A mulher interrompeu a sua fala, ao ver a eminente visita que estava junto com o seu filho no escritório dele. Muito próximos para o gosto dela.

— Caroline?

~~...~~

 


Notas Finais


ME DIGA O QUE VOCÊ ACHOU DESTE CAPÍTULO???

EITA, EITA, EITA. O clima esquentou entre Caroline e Camille!!! 💥💥

Odiando a Camille? Sim ou com certeza??

Caroline também tem pulso forte com a mãe, não é mesmo??? Hahaha, eu adoro isso!!

AAAAAA, Caroline indo no escritório de Klaus e ele consolando ela. Amo, amo, amo demais um casal!!!! ❤

AAAH, Esther apareceu novamente. Genteee, será que ela vai desconfiar de Klaroline?? Aiaiai...

Espero que tenham gostado desse capítulo, babys.

E, é como eu havia dito no início da fanfic. A Caroline não será uma personagem ruim ou uma vilã com V maiúsculo. A ruindade dela estará mais direcionda para Camille, principalmente. Isso vai ser uma pequena coisa que ela puxou da mãe, como vocês podem ver que ela tem bastante temperamento, é claro que ela vai fazer coisas um pouco cabulosas para infernizar a vida de Camille e o casamento dela. Sobretudo, depois desse capítulo.

Aaaaah, o que será que Caroline vai fazer para dar o troco na mãe? Hehehe.

Vejo vocês na sexta, mores. Lembrando que as atualizações vão ser duas vezes na semana (terça e sexta)

Um bjo a todos vocês!!

Kisses ❤


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