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História Addicted - Markson - Capítulo 12


Escrita por:


Notas do Autor


— Aviso —
Segunda, sexta e sábado irei postar capítulos.
As vezes um dia antes, para compensar.

Neste sábado, irá sair outro capítulo de addicted e na segunda, criminal Love.
Espero que gostem do cap ;)
(Desculpe qualquer erro)

Capítulo 12 - Você é muito abusado - Capítulo Doze


Você é muito abusado - Capítulo Doze 

Jennie estava colada em Jackson, segurando seu braço como proteção, com medo do ambiente que agora estava entrando. 


— Não me diga que vai mudar pra cá de verdade? — ela soa, sendo ignorada — Meu Deus, está tão frio e ele usa água gelada para lavar o rosto - ela afirma, vendo Mark agachado, lavando todo o seu rosto. 

— Alang - Jackson diz, após avistar o cão, que estava com uma coleira 

— Meu Deus, por que tem esse cachorro aqui? - ela reclama, sendo ignorada novamente. 


Não que Jackson fosse responder, até porque, não havia resposta alguma. Ela era uma garota mimada, nunca havia sentido o gosto humilde nas pessoas. 


— Ei, vamos almoçar juntos - ela chama Mark

— Está bem, deixa só eu trocar de roupa - ele responde, se levantando e indo até seu quarto. 


Mark ao mesmo tempo não queria. Se sentia desconfortável, muito por ficar de vela e por ela ser bem irritante. Mas Mark sempre fora uma pessoa generosa, sempre tratou as pessoas bem. Bom, algumas delas. 


[...]


O jantar era chique, com uma mesa giratória e comidas boas ao redor dela. Talvez fosse a primeira vez que comesse algo de luxo, ou talvez não. No copo havia vinho ou algo que ele mesmo não soube descrever. Tinha gosto bom, mas meio amargo. Seus olhos brilharam, tentou pegar a comida que agora girava a sua direção, mas por algum motivo, Jackson pegará primeiro, colocando em seu prato. Sua namorada o olhavam, estava furiosa por não ser tratada do mesmo jeito. 


— Jackson, está tratando ele melhor do que eu - ela reclama 

— Por que diz isso? - Mark pergunta, sentindo a tensão no ar

— Ele sempre está sério comigo. Já você, sempre há um sorriso - ela diz 

— Você disse que se sente mais segura quando ajo desta forma - Jackson afirma 

— Homens são diferentes na frente de amigos e namorada — Mark diz, tentando acalmar o clima tenso — Na frente da namorada eles tentam manter a pose. É assim que eles consegue o coração de vocês — Mark afirma — mas na frente dos amigos é diferente. Eles não precisam fingir, podem ser bobo e passar vergonha. É por isso que somos tão próximos - Mark termina, voltando a beliscar seu prato 

— Olhe para ele — A garota diz de repente — Ele é melhor que você para falar - ela diz, deixando sair um riso de canto. 


Ainda emburrada, ela pensa e tem uma ideia. Uma ideia que talvez irrite Jackson. 


— Bata no Mark - ela diz

— Por que devo bater nele - ele diz, confuso e talvez se estresando 

— Por nada, só para bater — Ela diz — Não é assim que amigos são? - ela afirma.


Bom, na perceptiva de Mark, que agora estava em silêncio, bebendo sua bebida. Amizade não é algo de violência, mesmo que ele seja um pouco agressivo. 


— Qual é seu problema? - ele pergunta

— Jackson, só estou brincando, por que está bravo? — ela pergunta — Não pode só tocar nele e fingir que bateu? - 

— Não! — Ele grita — Não apenas eu, mais ninguém pode tocar nele - sua voz ainda continua alta, irritado pelo tal ato da garota 

— Jackson, você me enoja! - 

— Vai embora então - ele grita e ela se levanta, derrubando a cadeira

— Você vai se arrepender disso - ela diz, saindo do local e batendo com força a porta. 


Jackson estava furioso e Mark não conseguia entendê-lo. 


— Por que deixou ela zangada de novo? - ele pergunta 

— O que quer dizer com “eu deixei ela zangada” ? — Jackson diz — Você não viu a atitude dela? Eu não posso tolerar isso - ele termina 

— Eu não entendo como vocês ainda estão juntos. Vocês dois deveriam ser mais calmos, não é saudável ficar assim. - ele afirma. 


E realmente não é, brigar o tempo todo apenas o irritaria mais e o relacionamento seria horrível. Não que já não fosse. 


[...]


Sentado na cama de Mark, o garoto abriu uma sacola e pegou uma pequena caixa, entregando a Jackson. Nela havia um símbolo de uma maçã, ao lado escrito “IPhone”. Obviamente, se tratava de um celular. 


— O que é isso? — o garoto pergunta — Para mim? - ele diz 

— Claro, se eu te entreguei - ele zoa 


Ao abrir, revela um celular, brilhante é bonito. Aparentava ser novo. 


— Mark, você é tão bom - ele diz, dando um abraço no garoto, sendo empurrado

— Abrace meu pai se quiser. Ele que comprou — ele diz, com um sorriso no rosto

— Ele queria comprar, não consegui impedi-lo - ele diz 

— Tio, obrigado! - Jackson grita

— Não precisa me agradecer. Se Mark não tivesse me levado na loja, eu não saberia qual é bom e qual é ruim — ele soa — Para mim, um telefone que faz ligações já está bom. Mas Mark disse que não, ele disse que deveríamos comprar um bom para você. Com várias funções - Seu pai diz, rindo 

— Tio, não ouça ele, ele fala coisas sem sentido - Jackson diz

— Você é muito abusado - Mark diz

— E você? Qual seu telefone? - Jackson pergunta, deixando Mark confuso 

— Eu não preciso de celular. Não tenho ninguém para ligar 

— Você pode me ligar - Jackson diz

— Esqueça — Mark diz, incrédulo — Você ja fica grudado a mim 24 horas, por que eu preciso de telefone? - ele termina 

— Pensando bem no que você disse, eu também não tenho ninguém para ligar - Jackson afirma — Então eu não quero também 

— Não faça isso, eu espero que você se distraía um pouco com ele - Mark diz. 


Jackson se aproxima do garoto, chegando perto o suficiente pra selar os lábios, mas invés disso, sussurrando em seu ouvido:


— Então você deve odia-lô 

— Sai fora - Mark diz, empurrando o garoto e se virando, ignorando ele. 


[...]


Havia chovido a alguns dias, provocando vazamentos no telhado. Feito isso, pai de Mark resolveu consertar, passando cimento lá em cima. O mesmo foi interrompido, Jackson perguntou o que o senhor estava fazendo e tomou a decisão de ajudá-lo. Subiu na escada a sua frente e passou levemente o punhado de cimento. Seu pai murmurava, pedia que ele não se incomodasse e Mark insistia. Jackson estava morando em sua casa de graças a dias. Um pouco de trabalho duro não iria matá-lo. 


“Continua...”




Notas Finais


Eu iria dizer que estamos perto do final, mas sendo sincera, falta muito ainda k.


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