1. Spirit Fanfics >
  2. Addicted - Markson >
  3. Surpresas - Capítulo Treze

História Addicted - Markson - Capítulo 13


Escrita por:


Notas do Autor


Bom, como eu adiantei o cap de ontem, irei postar o último Capítulo dessa semana. Segunda ou terça terá Criminal Love.
Estamos perto do final, e espero que me acompanhem até o final.

Capítulo 13 - Surpresas - Capítulo Treze


Surpresas - Capítulo Treze

Logo de manhã, pai de Mark já trabalhava. Seu trabalho era simples e eficaz, mesmo por algumas dificuldades. O trabalho nunca fora irritante ou chato, mesmo ganhando pouco pelo o que fazia. Gritos suavam pela manhã, tratores e guinchos haviam pelo local. Logo, ele ouviu alguém chamá-lo, pedindo que fosse até a sala do diretor da fábrica. Ele tirou sua máscara e luvas, jogando as de lado. Sentindo medo e preocupação. 


Ao chegar na sala, nasceu o sorriso em seu rosto, avistando o diretor, que o esperava em um sofá. 


— Sente se, tome uma xícara de café - o diretor diz


Imediatamente, ele se sentou. Pegou lentamente a xícara e a assoprou, por conta da quentura que viria em sua boca. Antes mesmo de tomar, ouviu o diretor chamar sua atenção. 


— Bai, nossa fábrica decidiu te demitir - o velho soa


Seu olhar se entristeceu, ficou confuso e com confuso do que o homem havia falado. Ele estava com um sorriso no rosto. Era estranho ver seu chefe de anos demiti-lo, ainda por cima com um sorriso no rosto. Ele tentou se levantar, sentindo uma batida forte por conta da notícia. 


— Sente se - ele diz 


Seus olhos começaram a brilhar, sentindo lágrimas virem e desabarem logo adiante. 


— Diretor, você sabe que meu filho acabou de entrar no ensino médio, precisamos desse dinheiro — ele afirma — Tenho idoso em casa, preciso comprar remédio todo mês - ele termina 

— Não é pelo o que você está pensando, não deixamos veteranos como você ir embora assim. Eu não quero que você saia - Bai (pai da Mark) estava confuso, não entendia aquilo 

— Então por que quer me demitir? - ele pergunta, ainda com os olhos marejados 

— Eles não te contaram? - o homem diz, Bai continuava confuso e afirmava que não. 


Há porta do escritório se abriu, revelando um homem de terno e muito bonito. Seus cabelos eram escuros e tinha um enorme sorriso no rosto, se sentando ao lado dos dois. O diretor havia se retirado, pedindo que os dois conversassem. Por sorte, tudo estava bem. O Senhor que agora entrará pela porta, queria propor um novo emprego ao homem. O salário seria de 20.000, poderia viajar todo mês, auxílio moradia de 5000 e 2000 para comida e transporte. Certamente, o homem não poderia negar. 


[...]


Mark se espreguiçava, estava cansado e não aguentava mais ficar com a cabeça nos estudos. O pequeno se levantou, indo até a cozinha, avistando seu pai, que por sinal, estava cozinhado. Ele cantava uma música, estava feliz e Mark não entendia, mas estava feliz por ver seu pai tão alegre. 


— Aconteceu alguma coisa boa hoje? - ele pergunta

— Seu pai ganhou uma promoção - ele ainda cantava, sentindo a música percorrer seus pensamentos 

— Promoção? — Mark diz, com a mesma cara que fizera a algum tempo atrás, quando descobriu que sua tia teria uma lanchonete — Tem algum cargo diferente na fábrica além do seu? - ele pergunta 

— Não é na fábrica — ele afirma — É em outra companhia que me contrataram como engenheiro - ele termina 

— Pai, não está enganado? - Mark pergunta 

— Não diga bobagens. Eu já assinei o contrato, as condições são boas. — ele diz — Eu já ganhei 5000 por assinar - ele diz, deixando uma expressão confusa e feliz no garoto. 


Era estranho isso vir tão inesperadamente. 


Na noite fria e densa, Mark saiu para fora, avistando Jackson, que parecía fazer algo. 


— Jackson, vem aqui — ele diz, chamando a atenção do garoto, que esfregava suas mãos lentamente no pano, esperando que ele prosseguir-se — Sobre meu pai, foi você, não foi? - ele pergunta 

— O que sobre seu pai? - ele pergunta

— Não se faça de bobo — Mark diz — Quem deixou você planejar isso e mudar meu pai de empresa? Por que fez isso? Para salvar minha família? — ele cruza os braços — Ou é porque te demos um celular e você quer compensar? - ele termina

— Mark, eu não gosto de como você está falando — Jackson diz, erguendo a voz — “Salvar sua família”? — ele pergunta — O que há de errado com ela? - Jackson diz, mantendo Mark em silêncio — Eu me senti mau por ver seu pai se esforçando todo dia para manter essa família. Ele é seu pai, você não pode deixar ele trabalhar até morrer, só por causa do seu orgulho - ele termina

— Os problemas da minha família não é da sua conta - Mark estremece a voz 

— Eu vou te bater, sabia? - Jackson diz, pegando algo que estava perto e apontando para Mark. 


Ele permanecia parado e não havia medo. Uma neblina cobria a casa e ventos fortes vinham e iam. O garoto desistiu, não conseguiria bater em Mark, nem que ele se irrita-se muito. 


— Tá bom. Eu deveria ter falado com você primeiro, mas eu fiquei com medo da sua teimosia e de nem sequer deixar eu falar — Jackson afirma — Mark, eu não tenho intenção ruim — ele diz, respirando fundo— A posição que arranjei para seu pai é ótima, ele não vai ficar o dia todo lendo papéis e nem tomando chá. Ele terá que fazer o seu melhor. Eu sempre achei seu pai capaz. E se ele não fosse, não teria um filho tão inteligente como você — ele diz, colocando as mãos no ombro do pequeno, sendo retiradas por impulso 

— Eu só quero ajudá-lo, e ser capaz de se impor na frente da tia Zhou. — Jackson diz, se lembrando de algo — Você não reclamou quando ajudei tia Zhou, mas  com seu pai você não gostou - ele termina

— É diferente - Mark responde 

— Qual é a diferença? - antes que ele Pôde-se argumentar, uma voz vinha da cozinha, parecia ser de sua vó, pedindo que fossem comer. 


[...]


O dia continuava estranho, e bem, o pai de Mark já estava um pouco bebado. Ao jantar, ele fazia elogio inúmeras vezes para Jackson, frases como: “A melhor coisa que aconteceu com Mark foi encontrar um amigo como você” “Obrigado por tratar Mark tão bem” 

Jackson parecía se divertir, ria o tempo todo e sorria para Mark sempre que podia. Agora, o pai de Mark estava disposto a dar outra notícia. Ruim ou boa, seria algo bom para um dos dois. 


— Jackson, eu comprei uma nova cama pra você - ao ouvir essas palavras, o sorriso que permanecia no rosto do rapaz, sumira. 


Ele estava inquieto e insistia que ele devolvesse. Mas não havia jeito, de qualquer modo, teria que aceitar o presente. Mark ria na mesa, achava engraçado a cara de Jackson ao saber da notícia. Além do mais, finalmente se livraria do corpo quente do garoto. 


Bom, por enquanto...



“Continua...”






Notas Finais


(Desculpe qualquer erro)

Pergunta: Quando eu acabar a fic, você irão querer uma segunda temporada?

Se caso sim, não me culpem se ficar ruim ou se eu demorar pra postar. Até pq, vou ter um pouquinho de falta de criatividade, mas tentarei o máximo trazer. Aliás, terá poucos capítulos e tentarei deixar um final feliz.

Bom, preciso que comentem...


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...