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História Addicted - Markson - Capítulo 14


Escrita por:


Notas do Autor


Bom, como não deu para postar ontem, irei postar hoje um cap dessa fic maravilhosa. Espero que gostem e me digam o que acharam, preciso de críticas. Lembrando, saíra uma nova fic, mas não será de kpop. Será lgbtqia+ e todos os personagens serão meus. Enfim, espero que gostem e afins
(Ficou um pouco grande esse cap, mas sei que vocês gostam)

Capítulo 14 - Traição e Angústia - Capítulo Catorze


Traição e Angústia - Capítulo Catorze


Ainda estava escuro, um dia frio e quieto. Não havia barulho lá fora, apenas o som dos ventos fortes. 

Mesmo que Mark tenha lutado, a noite havia sido confortável para os dois. Jackson tinha sua própria cama, isso era fato. Mas, o garoto teve a ideia de juntá-las, assim, podendo dormir juntos. Mark tentou descólalas, mais ele havia usado a pomada de hemorroidas, que aliás, funciona muito bem. Frustrado, o garoto teve apenas que concordar com aquilo e 

dormir. 


[...]


O dia parecia calmo e Mark dormia na sala de aula, como sempre. Sem disposição alguma, Jungkook parecia escrever algo em um bilhete amarelo e áspero. O garoto olhou para trás e cutucou Mark, pedindo que ele acordasse. Ao acordar, ele o entregou o bilhete, sem dizer alguma palavra. 

Mark o abriu e se pôs a ler:

“Eu estava indo para casa no final de semana, e vi a namorada do Jackson com outro cara. Eles pareciam bem próximos. Eu não tenho coragem de contar para o Jackson, conte você” 


— Deixe eu ver esse bilhete - Jackson diz, chamando a atenção do garoto 

— Jungkook deu para mim, não vou te dar - ele diz, virando se para frente novamente 

— Deixe me ver, rápido - Jackson repetía essa frase, dando leves tapas nas costas de Mark, pedindo que ele passa-se o bilhete. 


Furioso, o garoto deu o bilhete, sem olhar em seu rosto, com medo de sua reação. Após ler o bilhete, Jackson bateu com força na cadeira, se levantando e saindo da sala de aula. 


[...]


Fazia frio, Jackson estava em seu carro, vigiando sua namorada, que por sinal, andava de mãos dadas com um cara. Os dois entraram dentro de um carro, dirigindo se para algum lugar. Rapidamente, Jackson ligou seu carro e os seguiu. 


...


Chegando no local, os dois desceram. Parecia um hotel, de luxo e muito bonito. Jackson parou o carro logo atrás e desceu, entrando dentro do hotel, atrás da moça. 


Ao abrir a porta do apartamento, os dois estavam deitados juntos na cama, semi nus. O olhar de Jennie era de  como reprovação, talvez ela já soubesse que ele iria aparecer e não ligava pelo fato dele estar ali. O homem tentou se levantar, mas levou um chute de Jackson, caindo no chão do jeito mais ridículo possível. 


— Jennie, nós ainda não terminamos - ele soa, coçando os olhos, tentando segurar a raiva 

— Ainda estamos juntos? - ela pergunta, ainda deitada — Sinceramente, eu nem sei mais - sua voz estava baixa 

— Eu não gosto mais de você — Jackson diz, aumentando a voz — Por que você fez isso comigo? Você me dá nojo - seus olhos enchiam de lágrimas e ódio 

— Nojo? — ela diz — Sim, eu te traí. Vou te dizer Jackson, eu fiz um monte de coisas que te dão nojo e já estou dormindo com ele faz tempo — seu rosto estava fechado e indignado, apenas ouvindo os insultos vindo de namorada — Você acha que tem alguma vantagem sobre mim? Antes de começarmos a namorar eu nem era virgem - ela termina 

— Terminamos - ele diz, engolindo as lágrimas pouco a pouco 

— Jack, não vai, não vai — ela da um sobresalto, segurando a mão do garoto, impedindo que ele saísse — Você me entendeu mal, eu só queria te fazer ciúmes, era tudo fingimento. Ele não gosta de mim e nem eu dele, por favor,  não vá, acredite em mim - lágrimas caiam e Jackson não pensava mais em nada. 


Puxou seu braço e saiu, fechando a porta. 


[...]


Seus olhos estavam inchados e ele podia sentir a dor, uma dor estranha e confusa. Mesmo que seu sentimentos pela garota não existiam mais. Não via a possibilidade de ser traído ou tratado tão ruim deste jeito. Seus olhos caiam na estrada e ele dirigiria o carro velozmente, desistindo e parando em algum lugar. Ele sentia raiva e nojo, nunca havia sofrido esse tipo de coisa e a achava impossível de lhe acontecer. Com a cabeça doendo e perturbada, o garoto se deitou e fechou os olhos, adormecendo. 


[...]


O garoto, que já estava dormindo, com um sono profundo e relaxante, ouviu seu telefone tocar, ecoando por todo o carro e lhe assustando por alguns segundos. Olhou por alguns milésimos, para ver quem era que lhe estava ligando, mas não reconheceu, por conta do sono. 


Jackson — Sim?


??? — Vai voltar ou não?


Após reconhecer a voz, o garoto desligou o telefone e ligou o carro, voltando para a casa de Mark. 


[...]


Ao chegar, o pequeno parecia dormir, com os olhos semi abertos e inchados. Vermelhos por conta do frio e pele fria e pálida. Ele se aproximou e passou a mão lentamente pelo o corpo do garoto, deitando em cima dele. 


— Eu estou de coração partido — Jackson lhe abraça, sendo ignorado por Mark — Não vai me dar conforto? Eu peguei eles em um motel — ele diz, ainda com Mark em silêncio 

— Você está bravo? Wu Dalang (um termo pra quem foi traído pela esposa)

— Você ainda me zoa? - Jackson, que já estava deitado ao lado de Mark, voltou a sua posição antiga, subindo em cima do garoto, pressionando seu corpo com o dele

— Não há porquê eu te confortar — Mark diz — Não estou te achando triste 

— Como posso não estar? Foram 3 anos - Jackson diz, apoiando sua cabeça no peitoral do pequeno 

— Não use o tempo para se enganar — Mark diz, dando um leve tapa no garoto — Pergunte a si mesmo, você está triste ou de coração partido? - ele pergunta

— Na verdade, estou mais de coração partido - Jackson lhe responde, sendo empurrado de leve por Mark, caindo sobre seu lado. Apoiou sua cabeça lentamente em seu coração, para sentir se ele realmente estava preocupado com isso 

— Eu ouvi — Mark diz, voltando se a posição antiga, se cobrindo — Sua consciência está te enganando — Surpreso, Jackson não disse nada, apenas deitou ao seu lado e ficou em silêncio, ouvindo a voz do pequeno soar novamente — Tia Zhou vai inaugurar a loja amanhã - ele diz

— Que rápido — Jackson diz — Ela já está pronta? - ele pergunta

— Mais ou menos. Vamos amanhã juntos - Mark diz, com a voz rouca e sonolenta 

— Amanhã não, vamos agora — Jackson diz, se levantando — O sol já está nascendo, levante-se 


[...]


Estava tudo lindo, cheio de flores e decorações. O lugar parecia impecável e já iria estrear em bom estado. Mark ajustava algumas coisas, sempre sendo aquele pequeno garoto perfeccionista. Ao olhar para o lado, sentiu uma brisa fria e pálida lhe atingir. Avistando o rosto de sua mãe, franzindo o cenho. 


— Por que está aqui? - ele diz, chegando para trás, após sua mãe tentar lhe abraçar 

— Eu vim te dizer, que é impossível que aquela mulher seja boa com você de coração — sua mãe diz — As pessoas hoje em dia são muito falsas (não mentiu)

— Para que propósito? — Mark pergunta — Pelo nosso dinheiro que não temos? Pelo poder que não temos? — Mark grita, se irritando — Se for pelo meu pai, eu vou aceitá-la 

— Você aceita seu pai se casar de novo, mas eu não? — ela retruca — Eu não tenho o direito de ser feliz? Ou você acha que todas as mulheres devem ser como ela? - ela diz, aumentando o seu tom

— Eu não disse isso — ele volta a gritar — Nunca disse que não te aceitava — seu cenho franzi, se irritando pelo frio e pela mãe — Nos não estamos na mesma situação - Mark termina, deixando ela sem resposta por algum tempo. 

— Por que está aqui? — A voz de Jackson soa, estava procurando por Mark e lhe encontrará lá fora — Por que está conversando com ela? Vamos - Jackson diz, tentando puxar o garoto de volta pra loja

— Você conhece ela? - Sua mãe estava intacta, parecia não entender nada da situação 

— Ela é a mulher do meu pai, eu já havia te dito — ele diz, deixando Mark sem resposta e chocado — Não de moral a ela, vamos entrar - ele puxa a mão do garoto, mas sendo ignorado novamente 

— Espere, vocês se conhecem? — a mulher pergunta, fazendo os dois se olharem confusos — Que ótimo! — ela diz, com a uma certa animação — Você não sabe ainda, né? — ela pergunta — Ele é o meu filho, o que eu havia falado pra você - Jackson o olhou, chocado pelo o que havia ouvido agora. 


A mulher ainda falava, com lágrimas descendo lentamente de emoção. Mark, furioso, saiu correndo, sem ao menos entender o que estava acontecendo. Jackson, confuso e amparado, foi atrás dele. O garoto, sem ao menos dizer nada, pegou suas coisas e se direcionou até sua casa, ouvindo o chamado de Jackson atrás dele, ignorando o garoto e seguindo em frente. O musculoso que já estava furioso, conseguiu alcança-lo. 


— Não ouviu eu te chamar? - Jackson diz

— Ouvi - ele diz, sendo curto e grosso 

— Por que está me ignorando então? - ele pergunta 

— Vá embora! - ele grita

— Embora? — ele diz, confuso e irritado — Por que eu devo ir embora - ainda gritando 

— Você é um mentiroso - Mark diz, segurando ele pela gola, forçando batê-lo 

— Quando eu menti para você? — ele pergunta — Eu fiquei sabendo hoje também. Você não ouviu ela? - Sem resposta, Mark apenas o olhou fixamente e seguiu em frente. 


...


Já perto de sua casa, Mark tentou entrar e fechar as portas, impedindo que o chinês entrasse. 


— Mark, o que quer fazer? — ele pergunta, colocando a mão sobre a porta — Eu já não sou bom pra você? — sua voz aumentava e lágrimas vinham, como uma grande  e avulsa cachoeira — Você acha que é o único que está chateado? Sua mãe e meu pai estão em um relacionamento a muito tempo. E minha mãe morreu de forma misteriosa — ele grita, sentindo a dor e raiva vir juntas — Eu que deveria estar zangado — sua voz se acalmava e volta a gritar, era incompreensível — Eu que deveria estar te acusando - terminando de dizer, o americano permaneceu em silêncio

— Sim, você está certo — ele diz — Então vá, vá embora e vai ser bom para nós dois - ele diz, tentando se retirar, mas sendo segurado por Jackson novamente 

— Sabe por que eu não vou embora? — sua voz parecia calma e angustiante — Se eu pudesse parar de me preocupar com você, não acha que eu já não teria ido embora? — ele gritava novamente, dando uma pequena pausa  — Por mais que eu odeie sua mãe, isso não é 1% dos meus sentimentos por você — ele soa, vendo Mark ajeitar sua mochila — Mark, você odeia meu pai e não te culpo por isso. Mas por que você tem que me envolver? — ele volta a gritar — Não acha que é muito cruel? - ele pergunta 

— Jackson, eu não te odeio e nem a sua família — Mark diz, baixo e calmo — Eu só não consigo te aceitar. Aceitar sua família — ele diz — Porque eu tenho uma família também e a sua só causa dor a minha família - ele diz

— Você que decide — lágrimas desciam é seu corpo gelava, o frio e ódio lhe tomavam — Eu vou embora ou fico aqui 

— Vou pegar suas coisas - Mark diz, com a voz entristecida e magoada 

— Mark Tuan, como você é cruel — no mesmo estante, o garoto parou e não lhe disse nada, sentia uma imensa dor ao vê-lo chorar, e por dentro, não queria deixá-lo — Tá bom, não precisa pegá-las, eu não as quero - se virando para sair, ainda com frio e angústia — Diga a tia Zhou que lhe dei os parabéns pela inauguração - após dizer isso, ele se retirou, sem ao menos olhar para trás ou pensar que Mark o impediria. O pequeno, que agora se sentia mal e sem forças, lágrimas escorriam e ele só pensava em cair em sua cama e desabar. Pensando o como havia sido rude com o garoto, culpando se pelo tudo o que havia dito. O garoto, com lágrimas ainda escorrendo, adormeceu. 




Notas Finais


Me digam aí, gostam de capítulos grandes? Se sim, irei trazer mais
(Comentem e digam o que acharam, eu esqueço de responder, mas leio todos!)


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