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História Addicted - Markson - Capítulo 5


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Capítulo 5 - Nao tem algo tão bonito - Capítulo Cinco


Não tem algo tão bonito  - capítulo Cinco

Mark estava  voltando para casa, pensando no que havia acontecido e como aquilo havia afetado ele.  

 Nao conseguia tirar da sua cabeça o quanto aquele garoto estava certo. 


Ao longo da caminhada, resolveu passar em um bar, pois queria tentar distrair. 

 Ele se sentou e pediu as mesmas porções de sempre, exagerando um pouco. 


Ele estava disposto a ficar bêbado, queria apenas esquecer que tem mãe. 

 Tomou dois goles da cerveja, engolindo o seco. 


— Vai comer tudo sozinho? - Jackson chega, sentando na mesa 

— Chefe, me de mais uma tigela e espetos - Mark ainda exagerado, mesmo sabendo que havia muita comida ali. 


Mais uma vez, o Loiro deu mais duas goladas, sendo interrompido por Jackson, tirando a garrafa de sua mão. 


— Não beba muito, vai fazer mal pro seu estômago - Jackson se importava com Mark, mas ele parecia não ligar

— Me solta - ele responde, tirando a garrafa de sua mão 


Ainda em um tom de silêncio, Mark direciona um espeto a sua boca, mas Jackson rouba de si. 


— Há um monte de comida na mesa, por que roubar da minha? - Mark nunca fora alguém que compartilha suas coisas

— Porque eu gosto 


Mark ainda se enchendo de bebida, resolveu cortar o silêncio. 


— Na verdade, minha mãe não é assim - Dizia Mark, com uma enorme tristeza na voz

— Ela nunca cuidou de mim, mas ela nunca fez esse tipo de coisa - Mark se referia ao fato de dizerem que sua mãe era uma prostituta, mas realmente, ela não seria capaz disso.

— Ela só menospreza meu pai - sua mãe nunca fora bem com seu pai, ainda mai por ele ser pobre 

— Ao menos você pode ver sua mãe - Jackson diz

— A minha morreu - ao ouvir isso, Mark se sentiu confuso e culpado por ter tocado no assunto, logo pronto pra pedir desculpas  

— Eu sei o que está pensando - ele solta uma risada

— Além de você, já viu eu provocando outras pessoas? - ele muda de assunto, para não deixar num clima triste 

— Você sabia da situação da minha família a muito tempo? - Mark pergunta 

— Eu sei poucas coisas - Jackson diz, mas já havia fuxicado a vida inteira do garoto 

— então é por isso que está sempre pegando no meu pé, você quer ter conforto psicológico comigo? - Mark pergunta, soltando uma pequena risada 

— Eu não pego no seu pé, eu cuido de você - Jackson diz, deixando o garoto sem palavras e um pouco tímido 

— Meu trabalho e te amar de um jeito especial - Jackson diz, sendo totalmente sincero 

— Não use minha intolerância como desculpa da sua falta de vergonha - Mark não sabia muito como reagir com esse tipo de coisa, e por alguém como ele, sempre fora um pouco intolerante 

— Na verdade eu tinha uma namorada e a família dela é rica também, mas nós terminamos - Mark se sentia mal por conta isso, mesmo não amando ela de verdade 

— Eu não consigo dormir bem por causa disto - ele não conseguia ter uma boa note de sono, ainda mais por ela sempre ligar para ele 

— Você vai ter novas oportunidades - Jackson parecia tentar ir fundo, a ponto de conquistar o coraçãozinho de Mark Tuan. 


[...]


Mark já estava totalmente bêbado, falando nada com nada e não conseguindo andar normalmente. 


Jackson coloca ele em suas costas, levando o menor para casa. 


— Não precisa me carregar, não estou bêbado - o menor diz, com a voz fraca por conta da bebida

— Durma se está com sono, daqui a pouco chegamos 


Ao longo de ida para casa, Mark deixava lágrimas escorrerem pelo seu rosto, ainda pensando em sua mãe e o quanto sentia sua falta. 


Mark era uma pessoa difícil de expressar seus sentimentos, era bem mais fácil quando estivesse bêbado. 


[...]


Finalmente chegando em casa, Mark já estava em um sono profundo. 

 Jackson entregou Mark ao seu pai, sendo agradecido pelo mesmo e indo para casa. 


Jackson realmente era um garoto bom, ainda mais por ser apaixonado por Mark. 


[...]


Ao chegar em sua casa, ele vê seu pai sentado no sofá, esperando que ele chegasse. 


— Pai? - ele pergunta confuso, ainda mais por ver seu pai com uma expressão não muito boa 

— Que bom que voltou, já arrumei suas coisas - abusado como sempre, seu pai havia feito suas malas, prontas para ir embora pra casa

— Você vai voltar a morar comigo e eu vou mandar alguém fazer a sua transferência, pra ir pra sua antiga escola - Jackson não iria mudar de escola, ainda mais por ter Mark na escola 

— Eu não vou voltar - ele diz seco

— Acha que eu estou perguntando? Você vai voltar hoje, gostando ou não - seu pai altera a voz, deixando o garoto irritado

— Você não é meu comandante, não pode me ordenar nada - Jackson responde, apontando seu dedo no rosto do mais velho 

— Eu me mato, mas não volto - seu paí vai para cima do mesmo, dando socos fortes em Jackson, deixando o menor cair no chão. Seu mordomo chega, impedindo que ele continue. 


— Eu tenho que tomar banho e dormir, amanhã eu tenho aula. - ele diz, tentando ignorar tal ato do pai

— Eu te permiti! seu idiota! Se não fosse por mim, você estaria morando nesse apartamento? 

— Eu vou parar de pagar suas despesas e em menos de um mês você volta - o pai estava furioso, dizendo tudo para magoá-lo

— Se quer desta forma, por que veio aqui hoje? - Jackson era insistente e não deixava seu orgulho de lado

— Pare de pagar agora, vamos ver se eu volto em um mês ou não - sempre desafiando, não ligando para nada do dinheiro 

— Você acha que eu não tenho coragem? 

— Você tem, eu nunca questionaria sua coragem - Jackson o responde seco, irritando seu pai e indo para cima dele novamente, mas seu mordomo o segura

— Eu tenho vergonha de ser seu pai - ele estava furioso, dizendo coisas que até mesmo eram mentiras. 


O mordomo o ajudou a levantar, mas o mesmo foi diretamente ao seu quarto e seu mordomo foi embora. 


[...] 


Jackson havia pegado suas coisa e ido para um outro apartamento, um lugar não tão chique, mas bem aconchegante. 


Pra falar a verdade, não era nem um apartamento, um mini quarto. 


Ele havia achado essa “casa” perto da de Mark Tuan, para poder ficar mais perto do menor. 


Já eram 6:00 am, e seu despertador tocava alto o suficiente para fazê-lo acordar. 


O mesmo pós suas roupas da escola, arrumou a cama e pois se a sair da casa. Pegando sua bicicleta e saindo do grande portão. 


[...]


Mark Tuan já estava de pé, esperando sua “tia” trazer comida para o mesmo. Ainda com um pouco de tensão, pelo fato do acontecido. 


Ao levar seu café da manhã, o mesmo olha para ela e pergunta


— Tia, a senhora sabe como eu posso lavar roupas suja de sangue? 

— Roupas sujas de sangue? Fácil. Você deixa elas de molho na água fria por 5 minutos, e depois lava com sabão do enxofre. - ela diz e ele agradece

— Se você quiser, eu posso lavar pra você - a moça diz

— Não se preocupe, não são minhas as roupas - ele diz e a moça assente, continuando a lavar seus pratos. 


[...]


Mark caminhava pensando como iria lavar a blusa de Jackson, mas como a senhora disse, parecia ser fácil. 


Jackson chega atrás do menor, tirando o mesmo de seus pensamentos. 


— Suba, vou te levar pra escola - o garoto diz, parando a bicicleta em sua frente 

— Essa bicicleta vai quebrar no meio - Mark diz

— Você fala mal, mas está andando a pé - Jackson diz

— Olhe pra frente enquanto estiver pedalando - Mark diz, tentando descontrair na conversa 

— Na frente não tem algo tão bom quanto do lado - Jackson sempre tentando conquistar seu coraçãozinho, mas Mark sempre escondia seus sentimentos 

— Você mora por aqui? - ele pergunta, tentando mudar de assunto 

— Sim, sempre morei por aqui - Jackson obviamente, mentindo 

— Eu nunca te vi por aqui - Mark diz confuso, pois conhecia o bairro inteiro

— É porque hoje foi a primeira vez que eu me atrasei - ele diz, tentando fazer que o menor acredite na mentira

— Eu conheço todos os vizinhos da área, qual o nome do seu pai? - o menor pergunta, desconfiando da mentira do moreno 

— Por que não me pergunta por quê me atrasei? - Jackson diz, tentando mudar de assunto e se irritando com a insistência

— Eu não sei - o menor fingiu não saber

— Ontem você ficou bêbado, e eu te carreguei até em casa - Jackson diz

— Mas quando chegamos, você não queria me soltar - Jackson colocava uma mentirinha, tentando ainda mais seduzir o garoto 

— Você não tem vergonha na cara? Eu nunca te agarrei. — Mark diz, indo com passos rápidos na frente

— Você não se lembra? - ele pergunta, aumentando a velocidade da bike, chegando perto do menor 

— Ontem quando estávamos bebendo, você me abraçou e começou a falar de um jeito estranho, fiquei até com medo. - Jackson ainda mentia, mais com uma boa intenção

— E queria tirar minhas calças, pra ver quem tinha o maior - ok, talvez Jackson tivesse exagerado, mais isso havia o deixado com uma boa vergonha 

— Você não tem vergonha na cara? - Jack pergunta e o menor senta na bicicleta, virando de costas pro moreno. 

— Por que está de costas? - Jack pergunta 

— Não quero olhar pra sua cara - Mark diz, deixando Jack soltar uma pequena risada e pedalando em seguida. 


[...]


Logo após a escola, Mark fez o que queria fazer hoje cedo, lavou as roupas de Jackson que estavam cheias de sangue.


Jackson havia feito muito por Mark, era o mínimo que ele poderia fazer. 


[...]


No outro dia, os dois foram até o seu ponto normal de comer café da manhã, onde sua tia preparava uma ótima refeição. 


Ao chegar, Mark pediu sua comidas matinais. E por algum motivo, o moreno fez o mesmo, deixando Mark confuso, ainda mais que ele ter pedido, incluía Jackson. 


Jackson sentia falta de comer comida caseira, ainda mais por sempre comer comidas chiques. 


Havia visto que Mark prefere o presunto do que o pão, e tirou seu presunto e colocou no prato do menor. 


[...]


Jungkook estava confuso sobre Mark, ela não vinha mais junto com Taehyung e ele não sabia o motivo. 


— Por que não está vindo com o Mark recentemente? - Jungkook pergunta a Taehyung 

— eu não tenho visto ele recentemente, não sei quem o sequestrou - Tae diz


Depois de alguns minutos, Mark e Jack chegam na sala juntos, tirando a atenção de Jungkook. 


— Mark, você não mora perto do Taehyung? Por que veio com ele - ele pergunta 

— Nos encontramos por coincidência - Mark o responde, tirando algo de sua bolsa e entregando para Jackson. 

— tome - ele entrega a blusa que estava cheia de sangue, mas agora limpa 

— Esse é meu uniforme? Você o lavou? - ele pergunta animado 

— Não - o menor diz seco, tentando esconder que foi o autor daquilo estar tão limpo 

— Não minta, você não deixaria sua família ver esse uniforme - o moreno diz

— Então por que pergunta? - o menor diz, abaixando sua cabeça e tentando pegar no sono. 


[...]


Jack já havia voltado da aula e estava muito feliz pelo tal ato do Mark, estava encantado. 


Ele arrumava direitinho seu uniforme, tratando com tanto carinho. 


Seu telefone toca e o mesmo atende. 


Bom, a chamada não Havia sido tão longa, apenas seus amigos o chamando para se encontrarem. 


Ao terminar a chamada, o moreno abre seu pequeno armário, guardando seu uniforme calmamente. 


[...]


No outro dia, logo de manhã, Jack já se encontrou com Mark, pedindo que o menor subisse na bike. 


O menor o convidou para pescar, mas Jack tinha compromisso com Seus amigos. Logo ele já desmarcou e disse que irá pescar. 


Jackson realmente fazia de tudo pra agradar Mark. 


Ele estava se apaixonando de verdade. 









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