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História Addicted - Capítulo 1


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Notas do Autor


repostada de outra conta

Capítulo 1 - Vermelhinha


A distância que Jeongguk tentava manter de Seokjin beirava o ridículo. Por maior que fosse o palco, eles ainda tinham que se trombar entre uma música e outra. E era isso que o mais novo queria evitar.

Mesmo que ver Taehyung se aproveitando de todo aquele espaço o deixasse irritado, ele preferia não arriscar.

Ficar perto demais daquele homem era dar as mãos ao diabo e esperar a tragédia acontecer. E ele não queria uma tragédia pública, longe disso, afinal, escondido é sempre mais gostoso.

Quando as luzes do palco se apagaram enfim e eles puderam sair, seguindo a equipe que indicava cada passo necessário, Jeon sentia o coração acelerado pela euforia do show, e talvez, também pela vontade crescente de sucumbir ao seu velho vício.

Já no camarim, ele só conseguiu jogar a jaqueta brilhante em um dos sofás, lançar um olhar para Seokjin e dizer:

— Hyung, pode vir aqui? 

O mais velho não demonstrou nenhuma reação e apenas seguiu o mais novo até o único ambiente do camarim com uma porta.

— O quê? — perguntou, ainda regulando a respiração.

Mas Jeongguk não queria responder nada, queria suas mãos no quadril do mais velho, os corpos se chocando e seus lábios finalmente colados aos dele.

Não tinha sensação melhor para o garoto do que a daqueles lábios cheios, a maciez da língua quente e os arfares nada surpresos do hyung.

Ele se separou um instante, encarando a bagunça em que se encontrava Seokjin, e disse:

— Você precisa parar com isso, hyung. Eu vou acabar te pegando naquele palco qualquer dia, você sabe que é meu fraco.

Seokjin soltou uma risada gostosa e cheia, conseguindo ficar um pouco mais bonito do que de costume.

— Eu não sei do que tá falando. — Tentou sair dos braços fortes que tanto lhe agradavam.

— Ah, não? Então deixa eu te mostrar.

Bem, o que eram mais cinco minutinhos de beijinhos e gemidos dentro daquele quartinho apertado? 

-

A respiração de Jeongguk estava pesada, sentia a boca gostosa passeando por seu pescoço, mordiscando cada partezinha, provocando. Seokjin sabia bem que não era permitido deixar uma marquinha, mesmo que quisesse muito, muito mesmo.

As mãos do mais novo ainda agarravam a bunda redondinha, que talvez pudesse ser considerada o seu segundo maior vício. 

Primeiro os lábios, depois a bunda; perfeitinha, macia, branquinha, e com o benefício de poder ser marcada e como Jeon gostava o fazer.

— Hyung — chamou com a voz rouca.

Seokjin parou o carinho e o encarou, com aqueles olhos que prendiam Jeon como nada no mundo conseguia. O Kim sabe o que tem e gosta de ter. Nos microssegundos em que se perderam um no outro, o mais novo até esqueceu o que queria falar e apenas o beijou de novo, talvez com mais intensidade que antes, se é que isso é possível.

O tesão de Jeongguk tomava uma proporção fora de seu controle e o plano de esperar que voltassem para casa já não parecia suficiente. Precisava de algo naquele momento, uma pequena prévia, um amenizador, por deus, que Seokjin o ajudasse a ter sanidade para o resto da noite de trabalho.

— Você nunca se abala, hyung? Olha o meu estado — ele disse, pressionando a ereção contra Seokjin, que quase riu da situação.

— Eu sei me controlar, maknae. Sei que não vai poder fazer o que eu quero agora…

— Se me provocar mais um pouco eu vou poder fazer qualquer coisa, hyung.

Os lábios cheinhos foram sugados mais uma vez, ficando ainda mais vermelhinhos, úmidos e atrativos para a mente realmente excitada do mais novo.

— Caralho, olha essa boca! 

— O que quer dela, Gukkie? — Seokjin perguntou manhoso, sabia que Jeon curtia até demais quando pagava de inocente.

— Ah, não… hyung…

Okay, Seokjin era duro na queda, mas ver Jeongguk tão excitado, lindo de morrer na sua frente, praticamente pedindo ao universo que deixasse o hyung lhe chupar, o deixou compadecido. E bem, não é como se ele não fosse cobrar o favor mais tarde. Porque ele com certeza iria.

Não havia tempo para uma grande performance, e Seokjin sabia bem ir direto ao ponto. Se ajoelhou como pôde no espaço limitado, mas não deixou de olhar para cima e ver seu garoto quase derretendo para ter sua boca. Desabotoou a calça jeans, apertadinha por sinal, e a abaixou junto com a boxer, e lá estava ele: grande, grosso e realmente duro. 

A língua quente em contato com a glande inchada e melada quase fez Jeongguk gemer alto demais. Seokjin fazia um oral suave e torturante, Jeon sabia, reclamava internamente enquanto era maltratado com a suavidade, mas não negaria nunca que o Kim tem o melhor boquete da vida.

Seokjin sugou todo o comprimento, levando até onde conseguia, sem esquecer da massagem carinhosa nos testículos. Os gemidinhos de Jeon o animavam a continuar e até fizeram com que ele aumentasse a velocidade, agradando o garoto afoito pelo contato.

Jeongguk quase gozava quando sentia sua glande encostar na garganta alheia, mas o hyung o retirava rápido demais, sorrindo ladino e voltando ao processo mais lento, de novo e de novo. Depois a mão direita do mais velho passou a ajudar na masturbação, enquanto a esquerda acariciava a região pélvica, causando arrepios gostosos no maknae.

— Não dá mais — falou em um gemido. —, vou gozar, hyung…

Seokjin retirou-o da boca, apoiando apenas a glande na ponta da língua. Era uma das partes favoritas de ambos. Jeongguk veria a boca vermelhinha lhe receber até o fim e Jin aproveitaria da visão de um Jeon fodidamente gostoso, gozando e gemendo para si.

Ainda que Seokjin tivesse mais a cobrar, ambos saíram no lucro daquele quartinho apertado. Antes que pudessem sair e respirar um ar puro, Jeon ainda agradeceu o hyung com mais alguns beijos e uma promessa:

— Hoje eu não durmo antes de te foder, hyung. 

Mesmo que Seokjin soubesse como ser atrevido, não conseguia superar o olhar desgraçado que Jeongguk lhe lançou antes de enfim abrir a porta.


Notas Finais




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