História Ademar: O Pesadelo. - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 6
Palavras 1.302
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Festa, Luta, Magia, Poesias, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olá, olá! Eu sou a Loose, Nero, Blinx, como quiserem me chamar, beleza? Fiz essa crackfic de presente ao meu professor de geografia — espero que esteja lendo isso, hmpf! <3 — que é praticamente o meu melhor amigo. É uma three-shot em formato de fanfic zueira, kkkjj.

Temos uma brincadeira interna na escola, bem, nomes foram modificados para não fornecer informações sobre as pessoas englobadas e nem suas localizações, tá? Quem é da minha turma e ler isso, provavelmente vai entender... Apesar de não falarem tanto comigo, gosto deles. c:

Quem também não convive comigo, espero que curtam essa crackfic, boa leitura!

Obs.: Não se ofendam com as piadas de negro, religião que terão ao decorrer da fanfic... é que isso ocorre algumas vezes na sala, só tô retratando o que acontece.

Capítulo 1 - Início: TÁ VOLTANDO!


Fanfic / Fanfiction Ademar: O Pesadelo. - Capítulo 1 - Início: TÁ VOLTANDO!

07:20 Esquina da 28, Praça da... Esqueci o nome, passa!


Era um dia comum para a turma do 9° ano e todas as outras, tanto que um débil mental inventou de matar o primeiro tempo, já que ele não gostava de assembléias. O Colégio é religioso e toda, repito, TODA a sexta-feira, ocorre que o primeiro tempo, todos se juntam na quadra para ouvir as orações do diretor. Bem, temos a atrasada que quase foi atropelada pela quarta vez na semana, quem é essa? Melly, a número 9° no diário de sua classe. Ela aparentemente não queria faltar, mas, logo viu o colega de classe matando aula... Na frente da escola!


— Arthur, seu imbecil! — Gritou a moça, atrasada — Vamos logo, você vai perder a assembléia! Não me diga que está matando aula de novo?

— Vai você, vai acabar se atrasando... Hoje é sexta-feira, você gosta das aulas de geografia. — Arthur respondeu, abraçado na mochila, sentado em cima do escorregador da pracinha. 

— Olha... É melhor você ir, estou falando sério. E se quer matar aula, no mínimo, mate direito! Não na frente da escola, seu bobão. — Avisou — Ah! E não me venha pedir o dever, não vou te dar. — Ela somente mencionou e saiu, nem sequer deixando uma chance de resposta. 


Dito e feito, ele chegou na sala no terceiro tempo, já era a segunda aula de geografia, o professor Emerson já tinha dado a matéria, passado dever e de quebra, a lição de casa. Bom, ele pediu o dever para a (suposta, né) colega de classe que não deu o que pediu. O educador suspirou, aparentemente decepcionado com a ação da aula/amiga. 


— Isso foi... maldade, doutora. — Ele deu uma risadinha, observando a garota — Por que fez isso com ele? Você gosta de ajudar. 

(Nota.: ele tem o costume de chamar os alunos de "doutor(a)" e em seguida, pelo nome em algumas vezes).

— Eu avisei para ele que se matasse aula na frente da escola de novo, não ia ajudar mais... — Ela comentou, olhando a baderna — Não reparou que hoje está mais caótico que o normal, professor?


É, estava mais caótico que o normal mesmo, chegava a ser extremamente irritante para ambos. Um gordo que ficava mudando de cor estava fazendo uma barricada, um casal composto por um emo branquelo e uma espécie desconhecida conversavam sobre o mundial do Palmeiras, um cara alto pra cacete e um baixinho ficavam se xingando comicamente, quase caindo na porrada. Havia um outro casal, para variar... sendo a 10/10 de exatas e o Zé Droguinha que vende paranóia trocavam uma ideia, de frente para o quadro, tinha um aluno normal que mexia no celular. No canto da direita da sala, havia duas meninas conversando, uma delas jogava Helix Jump e a outra estava com um fone de ouvido, escutando o tal do BTS. O quê ninguém reparou, é que tinha uma suposta ruiva tirava fotos junto a uma peituda e ao tal de Arthur. 


— Essa foto não tá bo... — A garota comentou, sendo interrompida. 

— Aí, Júlia! Já é a quinquagésima foto que nós tiramos e você disse que não tá boa... Arthur, tô com fome... Paga uma pizza pra mim? — Pediu a garota, olhando o rapaz de modo sedutor — Por favor!

— É pra já, Mika! — O cara desceu em disparado com o dinheiro, indo comprar o que a garota pediu. 

— Yasmin... Sempre esfomeada. — Comentou a Júlia, tirando outra foto enquanto a Mika/Yasmin estava distraída. — Essa ficou perfeita. 

— Vai tomar no seu c... — Yasmin acabou sendo interrompida por gritos masculinos, fazendo um Facepalm. — Ah, não... Começou...

— PICOLÉ DE PETRÓLEO. — Gritou o moleque, tendo a cabeça erguida, sem medo nenhum. O irônico era que ambos possuíam o mesmo tom de pele, mas, okay, vida que segue. 

— SACOLE DE ÓLEO! — O mais alto berrou, apontando para alguém aleatório. 

— MIQUIMBAAAAAAAA. — Gritou novamente o tal moleque. — EU VOU ROUBAR TUAS CANETAS TODINHAS PARA VENDER NA DEEP WEB, SEU PRETO.

— ATENÇÃO, ATENÇÃO! LUCAS, MATHEUS, PAREM DE SE XINGAR E DE GRITAR! — Pediu o gordo arco-íris, trazendo a atenção de todos da sala, até a do professor e de sua aluna favorita que tava mais para amiga de longa data. — Sabem qual é a diferença da bola para o judeu? 

— Ah, não... Ele não disse isso... — Melly sussurrou para seu mentor, meio incrédula. Olhou para seu mentor, pasma. — Tampa meus ouvidos? 

— ... Nem eu quero ouvir isso, só pra você ter uma noção... — Ambos tamparam os ouvidos.

— Não, qual? — Perguntou praticamente a turma toda. 

A bola pode sair de campo. — Todos permaneceram em silêncio, logo, balançaram em desaprovação, evitando rir. 

— Afff... Wesley e seu humor negro... — Comentou Júlia, revirando os olhos. 

— Ele faz muita piada racista também, então, óbvio que o humor vai ser negro. — Rebateu Melly, fazendo tal piada sem-querer, tendo uma expressão de tédio ou até mesmo nenhuma.

. . .

— MELLY, VAI SE FOD... — Quando Júlia ia mandar ela se ferrar com um palavreado mais chulo, foi interrompida.

— CHEGUEI! — Gritou Arthur, segurando um saco de salgados. — M-Mika... Não deu para comprar a pizza, e-então trouxe isso...

— Opa, esse salgado aí é de que, meu soberano? — Perguntou Yasmim, desconfiada.

— De fra... — Nem terminou e já levou um cascudo. 

— EU NÃO GOSTO DE FRANGO! — Gritou a moça, indignada. 

— Então passa essa caralha pra cá. — Melly somente meteu a mão no salgado e voltou para seu lugar, comendo a iguaria. — Frango é bom pra caral...

— Olha o palavreado, doutora. — Falou o professor, reprendendo-a. 

— Foi mal. — Ela já tinha comido o salgado. — Dentro da escola tenho que regular o palavreado, puts. Aliás, Júlia, por quê tanto ódio? Não me manda tomar onde o sol não bate, isso me ofende, vou te processar.

— Você é tão... Esquisita... — Comentou alguém não identificado, bem, Melly somente olhou para a pessoa (que aparentemente era de outra turma) e tal ser foi embora. 

— Ela leu meu livro de direito todo, então, nem fala nada, doutora Júlia. — Reforçou o professor, meio sem-graça. 


Em meio a tantos xingamentos, brincadeiras de humor negro, as conversas intelectuais de aluna com professor, o gordo arco-íris que falava tanta merda que o orifício anal dele estava com inveja de tanta besteira que saia dali, uma carta acabou caindo no colo do obeso... Tipo, ela caiu de não sei aonde, mas ela estava aonde provavelmente era para estar, no pior lugar do mundo: no colo do cara mais... Esquece.


— O que é isso aí, Wesley? — Perguntou Júlia, apontando para o colo do gordo arco-íris, que antes vermelho, agora estava amarelo.

— Eu não sei, ué. — Disse o cara, pegando tal coisa e dando uma olhada. 


Diante de tanto meme que o cara criou só em três minutos de leitura, já era visível que era alguma coisa ruim ou muito filha da pu...

— Gente, vem ver isso aqui... — Comentou Wesley, com uma carta que caiu do inferno em seu colo. O conteúdo assustou o gordo, que estava incrédulo enquanto lia repetidas vezes.

— Eu não acredito. — Comentou Matheus e Lucas por um unissono sincronizado, ao lado do arco-iris ambulante.

— ELE TÁ VOLTANDO! KAUÃ, LARGA DE NAMORO E VEM AQUI, SEU VAGABUNDO! — Gritou Lucas, assustado, indo para o no canto da sala rezando 50 Aves Marias. — DANIEL E GABRIEL, VOCÊS TAMBÉM, SEU EMO ENRRUSTIDO E BICHA ENCUBADA. 

— Não creio, garela. — Disse Gabriel, já do lado . — ESTAMOS FUDI...

— É, preparem-se! — Comentou Melly, lá no canto da sala, desenhando suas mahou shoujos enquanto conversava com seu educador. — Ademar está voltando, pessoal...


Notas Finais


Perdão pelo capítulo pequeno, nhaaaa!
Quero fazer algo legal, uma three-shot da boa, tlgd? Mano, espero que tenham gostado, kkkkjjj.

Bye-bye. <3


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