História Adivinhe quem sou (ShikaTema) - Capítulo 36


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Categorias Naruto
Personagens Shikamaru Nara, Temari
Tags Romance, Shikamaru, Shikatema, Temari
Visualizações 49
Palavras 1.975
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Vou postar a segunda temporada ainda nessa semana, juro juradinho. Me desculpem pela demora, beijinhos❤

Capítulo 36 - Voltarei junto a você



Essa noite, quando chegamos ao restaurante onde ficamos com Omar e Tifany, nos sentimos muito felizes. Passamos uma tarde estupenda sozinhos, sem ninguém nos incomodando, fazendo o que mais gostamos amor de mil maneiras diferentes.


Shikamaru é o meu vício, meu amor, minha perversão, minha vida. E o melhor de tudo isso é que eu sou também para ele.


Nunca pensei que uma felicidade como essa que estou vivendo com esse homem poderia ser possível, mas sim, a felicidade existe e Shikamaru é isso para mim.


Quando vemos Omar e Tifany nos aproximamos e sentamos juntos com eles. Tifany sem dúvida está na sua área. Ela gosta desse luxo e, pela primeira vez, eu a vejo disfrutar sem reclamar.


Bebemos champagne e brindamos por um futuro juntos. Shikamaru me beija e eu recebo seu beijo com gosto. Está feliz. Vejo no seu rosto e estou segura que ele também vê felicidade no meu.


A comida é maravilhosa e eu fico rindo quando Shikamaru pede para o garçom trazer uma garrafa de água. Ele nos serve e, levantando o copo, me pergunta:


— Brindamos?


Eu sorrio e digo:


— Dá azar.


Shikamaru sorri também. E, finalmente, esquecendo minhas superstições, brindamos com água. Nada pode sair mal. Tudo é mágico e, quando vamos voltar a nos beijar, ouvimos atrás de nós:

— Shikamaru, é você?


Ao ouvirmos a voz, nos voltamos e meu sorriso logo murcha. A reconheço em décimos de segundos, é Caty, sua ex. A pediatra.


— Caramba, que coincidência!


Exclama ela. Sem dúvida alguma penso eu, enquanto resmungo por ter brindado com água. Com a quantidade de lugares que deve ter em Los Angeles nós tínhamos que nos encontrar logo ali, justo na primeira noite.


Shikamaru, ao vê-la, tira o guardanapo que tem sobre as pernas, se levanta e a abraça encantado. O abraço dura mais do que o normal e eu tento entendê-lo. Foi sua namorada, compartilharam muitas coisas. Omar a cumprimenta também e depois Tifany. Quando cumprimentou todos da mesa, Caty me olha e Shikamaru me pegando pela mão nos apresenta:

— Caty, essa é Temari, minha prometida.

Sem perder o seu sorriso, a mulher de olhos negros como a noite me olha. Olha-me de cima a baixo com a mesma cara de pau que eu e, quando se dá por satisfeita, se aproxima e me dá dois beijos e diz:


— Prazer em te conhecer.


— Eu também. – Respondo amável.


Logo depois nos apresenta ao seu acompanhante. Um homem mais jovem que ela e muito bonito, noto que se sente deslocado, mas sorri.


Sabe que Shikamaru e ela foram namorados?


Uma vez que já cumprimentamos todos, SHIKAMARU convida para que eles se sentem conosco. Caty aceita sem contar com seu acompanhante e os garçons colocam mais dois pratos e trazem duas cadeiras para eles. Tifany me olha. Sem dúvidas pensa o mesmo que eu, mas ambas ficamos caladas. Devo ser cortês.


Porém, quando voltarmos pra casa, vou dizer umas coisinhas sobre esse ato de reflexo para o meu Ferrasa.


Uma coisa é conhecer a sua ex, a famosa Caty, cumprimentar ou sorrir e outra é ter que jantar com ela. Que mal pressentimento!


Porém durante o jantar, mudo de opinião: Caty é encantadora e divertida. Falo e ela me conta que tem trinta e cinco anos e adora trabalhar na sua clínica pediátrica. Eu comento que trabalhei durante um tempo em um berçário e isso lhe chama atenção. Falamos de crianças e fica claro que as duas gostam. Omar diz que sou cantora e isso a surpreende. Olha para Shikamaru, que sorri. Sem dúvida alguma, conhece sua regra número um contra estar com uma cantora e descobrir isso parece deixá-la irritada.


Durante a janta falamos de mil coisas e quando vê o anel que levo em meu dedo, reconhece-o e, com um agradável sorriso, diz:


— É lindo, não é? – e adiciona quando eu assinto — Fico contente que Shikamaru encontrou alguém para dá-lo. Com certeza ele te quer.


Sorrio e agradeço suas palavras e quando termina a janta, a ideia que tinha dela no princípio da noite já mudou completamente. Essa mulher não me olha como uma rival e nem faz nada inapropriado para que eu me sinta mal. Ao invés, seus olhos se amaciaram e parece feliz por nosso próximo passo.


Quando terminamos de comer, decidimos ir juntos tomar alguma coisa. Caty sugere o Cheers e me surpreendo quando seu acompanhante se despede. Sem dúvidas ele não estava gostando da companhia. De longe vejo que Caty fala com ele.


Tenta convencê-lo e finalmente consegue.


Cada par se dirige ao local do seu carro. Shikamaru está tão feliz que eu não falo nada. Falarei com ele em outro momento sobre esse assunto. Ao fim, Caty demonstrou ser uma mulher encantadora e civilizada.


Quando chegamos ao Cheers, meu menino se encontra com alguns colegas do hospital. Vários médicos cubanos nos cumprimentam e ficam felizes de saber que Shikamaru voltará a exercer em breve e que logo irá se casar. Todos brindam conosco sobre nosso próximo passo e ele, levantando-me em seus braços como um troféu, me faz rir.


Sua alegria é tanta que até dança comigo na pista uma bela dança e, apaixonados, nos beijamos enquanto meu Ferrasa me diz as coisas mais românticas e belas que qualquer mulher queria escutar.


Passamos muito bem e me sinto totalmente integrada falando com seus amigos e com sua ex. São encantadores. Em um dado momento, as mulheres vão ao banheiro, enquanto passamos brilho nos lábios na frente do espelho, Caty diz, me olhando:


— É a chave do seu coração. Não é?


Assinto com um sorriso e toco a chave que levo no meu pescoço. Ela, com um sorriso condescende, murmura em tom baixo, para que só eu escute:


— Sim, algo que me fez gostar dele é o apaixonado que ele é para todos. Romântico, cavalheiro e ardente, esse é meu Shikamaru.


O comentário me deixa irritada e fico olhando para ela.


O que é isso de SEU Shikamaru?


Meu gesto irritado e desafiante deve ser muito eloquente, porque acrescenta com um sorriso que eu não gosto nada:


— É claro, mulher, agora é seu.


Bom... Bom... Por que brigarmos afinal?


Plano A: Arranco a cabeça.

Plano B: Tiro esse sorriso de gato.

Plano C: Não digo nada e tento me tranquilizar.


Escolho o plano C. O A e o B me trariam problemas e não só com Shikamaru.


De repente, Caty dá volta e sai do banheiro. Eu respiro e me tranquilizo, pela minha cabeça passam as palavras: Verme, porca, parasita, cobra, cachorra, cadela e não sigo se não vou explodir.


Já sei que entre eles houve algo, mas não me parece bom o seu comentário. Com um frio e irritado sorriso assinto para o espelho. Guardo meu gloss no bolso e decido não falar nada ou, se eu abrir a boca sairá tudo o que tem dentro, deixo-a fechada.


Porém meia hora mais tarde, meu nível de estresse sobe, sobe e sobe quando a muito porca, porque não tem outro nome, começa a contar para as meninas do grupo detalhes de como ela e Shikamaru escolheram a bancada vermelha da cozinha da casa, porque decidiram a cor amêndoa para as paredes da sala ou como estrearam o colchão do quarto principal da casa.


Meu gesto já não é simpático e creio que todas se deram conta menos ela.


Suas anedotas fora de lugar me deixaram farta. E, das duas uma: ou vou embora, ou acabo com essa gorda. Gordíssima!


Olho pra Shikamaru, que fala com seus companheiros e com Omar e Tifany, e sorri alheio ao que Caty conta. Porém quando nosso olhar se cruza, sabe que aconteceu algo comigo. No mesmo instante, começa a tocar Sobreviveré, de Mónica Naranjo, e as mulheres, consciente da provocação, saem e se lançam na pista para dançar. Caty segue-as. Eu me contenho. Se faço, me irritarei na frente de todos e em plena pista.


Shikamaru se aproxima de mim, me pega pela cintura e sussurra no meu ouvido:


— O que aconteceu, querida?


Virando-me para ele, para que ninguém me escute, respondo:


— Quero ir embora agora! E quando digo agora é agora.


Sem perguntar nada, concorda. Despedimos-nos dos que estão próximos de nós e Omar e Tifany aproveitam e vão conosco. Está tarde e estão cansados.


Olho para a pista e o olhar de Caty com o meu se cruza. Parasita!


E olho para ela dizendo “Cuidado comigo!” e, de mãos dadas com Shikamaru, nos vamos sem nos despedirmos dela.


Que absurdo!


Ao sair do local, caminhamos uns metros e nos despedimos dos meus cunhados, que cruzam ao outro lado da rua para ir até o seu carro, enquanto nós nos dirigimos ao nosso.


— Maldita bruxa de merda!


Shikamaru que não sabe o que aconteceu, me olha e diz:


— Tá querida, o que aconteceu?


Irritada, paro e sibilo:


— Tua ex, essa diaba com cara de anjo, teve a pouca vergonha de me dizer, para me tirar do sério, que SEU Dylan é romântico, cavalheiro e apaixonado. E isso foi pouco, não perdeu a oportunidade de me contar e contar para todas as mulheres dos seus amigos, por que escolheram a bancada vermelha da cozinha, o porquê da cor amêndoa das paredes e para finalizar, a nojenta ainda ficou falando que no dia que levaram o colchão da cama do quarto principal vocês fizeram uma estreia.


— Ela comentou isso?


— Sim. – afirmo — ela fez. Não sei com quem essa cachorra quer jogar, mas que ela tenha cuidado comigo.


Ele está desconcertado com minhas palavras e fala:


— Tá, querida, fique calma.


— Ficar calma. Claro que fico calma! – grito — Porém o que você acharia de um ex meu, diante de um grupo de homens, ficasse falando o quão bem passou comigo numa cama, na sua frente. Ficaria irritado?


Sem dúvidas ele ficaria. Basta ver como seu rosto fica quando diz:


— Vamos, acompanha-me.


— Aonde vamos? - Com um gesto mais que irritado, Shikamaru sibila:


— Falar com Caty.


Soltando-me de sua mão, protesto:


— Passo. Não quero ver a cara dela ou te juro que no final vamos brigar.


Ele insiste.


— Me acompanha. Está tarde e não quero te deixar sozinha na rua. Vem.


Sorrio por causa do seu instinto protetor.


— Com o mau humor que estou agora – replico — fica tranquilo que ninguém vai me fazer nada. Ou irá embora pior do que como chegou.


Shikamaru sorri com as minhas palavras, pisca um olho e murmura, enquanto se dirigi ao pub:


— Demorarei dois minutos. Não saia daqui.


Olho-o entrando no local. Se algum ex fizesse isso, eu direi umas palavras bem ditas. Cachorra maldita!


Pela minha mente começam a passar as piores coisas que uma pessoa poderia dizer. Eu adoraria falar todos para ela. Porém não. Melhor me calar. Tenho certeza que o que o Shikamaru disser será mais que suficiente.


— Temari.


Ao escutar a voz de Omar, olho para o outro lado da calçada e o vejo com Tifany em seu carro.


— O que faz sozinha aqui?


Sem querer contar a verdade para ele, sorrio e respondo:


— Shikamaru esqueceu algo no pub. Sairá daqui a pouco.


Omar desliga o motor, sai do carro e diz, ignorando Tifany:


— Esperaremos com você. Não quero que fique sozinha na rua.


Sorrio. Esse é o charme dos Ferrasa. Encantada por isso, começo a cruzar a rua para me juntar a eles enquanto sorrio. Tenho certeza que Shikamaru esta colocando aquela nojenta na linha. Num instante, um carro acende as luzes a uns metros de mim. Olho-o e prossigo meu caminho, porém um som estridente de aceleração me faz voltar a olha-lo e me detenho.


Meus pés parecem colados e o carro se aproxima. O medo me paralisa e nesse momento vejo Shikamaru sair do local. Nosso olhar de encontra e o ouço gritar desesperado:


— Temari!!!!!!!




Continua...



Notas Finais


AAAA, ok, não me matem.

Juro pra vocês que posto ainda nessa semana, estou esperando a minha capa do anime desing, mais ela ficando pronta ou não, irei postar.

Se preparem, muita coisa vai mudar. Beijinhossss


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