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História Admirador Secreto - Capítulo 6


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Notas do Autor


quero pedir imensas desculpas pela demora da postagem.
tive diversos problemas e estou cheia de trabalho, mas estou aqui para deixa-los com mais um capítulo.
espero que gostem.
~boa leitura

Capítulo 6 - Caixa de bombom


Fanfic / Fanfiction Admirador Secreto - Capítulo 6 - Caixa de bombom

Lucy


ᓀ˵ · ♪ · ˵ᓂ


A chuva caía graciosamente, batendo contra as janelas de vidro. Realmente dormir até tarde estava nos meus planos, senão fosse o maldito pesadelo que eu sempre tive depois da morte de meu pai. 

Eu acordava sempre tão ofegante, suando frio e tremendo. Era como se eu tivesse presenciado aquilo, de certo modo. Era como se eu tivesse no momento da morte de meu pai. Nunca aceitei tal fato de sua morte, afinal, sempre falam o quanto éramos tão próximos e parecidos em diversos aspectos. 

Minha mãe sempre me fala que no momento que nasci, meu pai pareceu transmitir uma felicidade genuína. Com o tempo ficamos tão próximos que, quando o mesmo viajava para ficar uma semana fora, eu chorava como um bebê, levando em todos os lugares uma foto comigo de quando o mesmo era mais novo. 

Eu sabia que meu pai era um homem fechado, totalmente sério e ignorante. Ele nasceu e se criou na Dinamarca por muito tempo, até completar 18 anos e finalmente conseguir fugir de seus pais adotivos. Sim, meu pai foi adotado por uma família de grande nome na Europa. Os Heartfilia's – apesar de não gostar da história da família, eu apenas o carrego por homenagem a meu pai. 

Com isso, meu pai se mudou para o Japão. Ele começou a cursar faculdade de Artes Plásticas. Apesar de ser um cara turrão, meu pai tinha uma mão “delicada”. Ele tinha vários hobbies, como desenhar e fotografar. Peguei estes hobbies de meu pai, apesar de não saber fotografar tão bem como meu pai. Suas fotografias são excepcionais – ele parecia mostrar uma coisa a mais além de sorrisos meigos ou olhos tristes. 

Nesta mesma faculdade, meu pai conheceu minha mãe, Layla Ashley. Minha mãe diferente de meu pai, era uma das garotas alegres, animadas e escandalosas. Eles se conheceram depois de minha mãe pedir na maior cara de pau, uma fotografia dela mesma: “me sinto bonita hoje, pode tirar uma foto para minha?”. 

Ri mentalmente, tentando imaginar a cômica cena e da provável cara que meu pai deveria ter feito. 

Mas tudo mudou depois daquele maldito acontecimento. 

Senti que iria chorar a qualquer momento, que iria voltar a derramar lágrimas como uma garota patética. Prometi a mim mesma que tentaria ter apenas memórias boas de meu pai, apenas lembrar o quanto ele era tão amoroso e gentil comigo... Mas tudo mudou depois que ele morreu, depois que não pude mais o abraçar e rir de seu bigode estupidamente estranho. 

Sinto sua falta, Jude. 

— Lucy. — ouvi uma voz conhecida me chamar, e rapidamente olhei para o lado, vendo dona Layla totalmente arrumada ao meu lado. — O que está fazendo dormindo aqui no sofá, filha? — perguntou, com seu tom de voz doce e calmo. 

— Eu já estou acordada a um tempinho. — reparei mas na minha mãe, podendo ver o quanto ela estava linda demais para um dia simples dia chuvoso, em plena chuva que parecia não acabar nunca. — Você vai sair para algum lugar? — olhei para a televisão novamente, enquanto pegava o controle remoto, clicando no botão para parar o episódio de Vikings

— Você ainda está assistindo esta série violenta? — minha mãe me olhou, inconformada. Ela parecia estar querendo mudar de assunto, mas eu conhecia minha mãe o suficiente para isso. Arquei a sobrancelha, a olhando de assoalho. 

— Não mude de assunto, dona Layla. — fixei meu olho sobre a televisão, depois olhando para minha mãe. Ela trajava um macacão cinza escuro, aberto nas costas e com um decote V aberto, que chegava a ser colado da cintura alta cima. Seus cabelos estava presos em um coque ajeitado, enquanto usava um salto plataforma preto. — Por que está vestida desse jeito? — olhei diretamente em seu rosto, percebendo um certo rubor em suas bochechas. 

— Estou v-vestida assim para mim mesma. — ela gaguejou, o que significava que tinha alguma coisa errada assim. — E também, tenho uma reunião importantíssima na empresa. Preciso estar o máximo possível apresentável, não acha? — suspirei, concordando por final. Fingi concordar, mas eu sabia que tinha algo de errado naquilo tudo. — Mas por que você não vai para seu quarto? — ela se aproximou de mim, dando um esmero sorriso. — Já está quase na hora de você e seus irmãos acordarem para ir a escola. 

— Estou com um pouco de preguiça. — exclamei prontamente, tentando me cobrir ao máximo com a coberta. — E eu não tenho a mínima vontade de ir para a escola hoje. — suspirei pesadamente, já imaginando que teria que ver todas aquelas pessoas com cara de bunda me olhando. 

— A Aquarius me falou que ontem na escola você estava meio avoada. — enfatizou a última palavra, enquanto me olhava calmamente. Esqueci de tal detalhe: minha mãe e Aquarius eram amigas de longa data, e Aquarius era minha professora de matemática, ou seja, tudo o que eu fazia na sala de aula era contado rapidamente para minha mãe. — Aconteceu alguma coisa para você estar assim? — arqueou a sobrancelha, ainda me olhando. 

— Não aconteceu nada. — cobri meu rosto com a coberta, pensando automaticamente em Natsu. O maldito aluno novo que me deixava de um jeito estranho, como nunca havia me sentindo antes, a não ser por atores famosos que sou apaixonada. — Qualquer coisa que acontece comigo a Aquarius já vai cochichar no seu ouvido, que inferno. — ouvi a risada da minha mãe, e logo em seguida a olhei. — O que foi?

— Você e igualzinho o seu pai Lucy. — percebi que ela mantinha um sorriso cálido nos lábios. — Ele vivia reclamando da Aquarius também, e vivia xingando para os setes mares sobre qualquer coisa. — dei um fraco sorriso. — Mas, — vi a mesma morder o lábio inferior, numa clássica maneira de mudar de assunto. — Eu acho melhor ir para o serviço, não posso me atrasar, correto? — riu, calmamente.

Minha mãe se aproximou mais de mim, dando um beijo estalado na minha testa. Senti minhas bochechas queimarem com tal atitude de dona Layla – eu sempre ficava envergonhada ou qualquer demonstração de afeto, de qualquer pessoa que fosse. 

— Tchau filha, até mais. — com seus saltos plataforma, ela saiu de perto de mim e andou em direção a porta. Pude ouvir o barulho da porta rangir, além dos seus saltos. — Eu te amo. — foi a última coisa que ela disse, depois de fechar a porta fortemente. 

Depois da saída de minha mãe, permaneci ali mesmo por alguns minutos. Fixei meu olhar sobre a televisão, vendo o episódio de Vikings parado. Já estava quase terminando a série, e me sentia cada vez mais apaixonada por mitologia nórdica e pela história incrível que a série possuía. 

Peguei o controle remoto, desligando a televisão prontamente. Eu precisava me arrumar, tomar um belo banho e quem sabe preparar o café da manhã para todos daquela casa. Suspirei só de pensar em fazer um café da manhã para todos, principalmente para Sting, que claramente iria criticar alguma coisa. 

Acabei me levantando do sofá, sentindo meu corpo cambalear para trás. Ri mentalmente, pensando no quanto iriam me zoar se me vissem naquele instante. A partir do momento que me levantei, senti meu corpo inteiro ficar numa espécie de cola. 

Eu precisava urgentemente de um banho. 

× × ×

Inspirei e expirei profundamente, depois de ter me ajeitado conforme os padrões morais da escola. Já podia ouvir os barulhos pela casa – alguns gritos, alguns objetos caindo e o cheiro horrível de queimado que se espalhava pela casa inteira. Francamente, quando a minha mãe não estava em casa, poderia acontecer qualquer coisa, até mesmo um assassinatos. 

Por meros instantes eu olhei fixo para minha mochila, lembrando em um estalo da carta que ali possuía. Senti minhas bochechas queimarem quando lembrei de cada palavra escrita, o que por meros instantes eu acabei não lembrando muito bem porquê. 

Peguei minha mochila, a abrindo e tirando a carta, que se encontrava um pouco amassada. Eu precisava jogar aquela merda fora urgentemente, mas quem sabe eu não faria algo assim mais tarde. Coloquei a carta sobre minha escrivaninha, e resolvi a deixar ela ali por enquanto. 

Sem pressa alguma saí de meu quarto, andando pelo corredor e parando no topo da escada. Senti um terrível cheiro de queimado, fazendo com que eu acabasse tossindo um tanto. 

— O que aconteceu aqui? — perguntei descendo as escadas, vendo uma Michelle totalmente histérica e um Sting tentando comer inutilmente algo totalmente queimado. 

— O maldito do Sting deixou queimar as rosquinhas que eu estava preparando. — Michelle estava frustrada, disso tínhamos certeza. Seu rosto esboçava uma expressão entristecida, claramente pelas rosquinhas terem queimado. 

— Eu deixei queimar? — o abelha parou de tentar comer as rosquinhas, enquanto olhava de maneira cômica para Michelle. — Não fui eu que comecei a mexer no cabelo como uma louca. — Sting deu a língua para Michelle, fazendo minha prima ficar com as bochechas vermelhas de raiva. 

— Eu pedi para você olhar as rosquinhas no forno, abelha maldita. — ela realmente havia pegado o meu costume de xingar Sting de abelha. — Você que não presta para nada, e ainda tenta comer rosquinhas carbonizadas! — tudo bem, Michelle conseguia exagerar em diversos aspectos. 

— Opa, opa. — resolvi interferir, antes que eles acabassem saindo no tapa, o que e bem provável. — Acho melhor vocês limparem a bagunça que fez, antes que o Laxus chegue e de um pitaco. — cruzei os braços, me apoiando na coluna da parede. — Falando nisso, aonde ele está? — perguntei, olhando envolta para tentar perceber algum rastro de Laxus.

— Ele saiu. — Michelle respondeu, depois de ter se acalmado. — Ele foi levar a maioria das coisas dele para o dormitório da faculdade. — Sting, você pode fazer o favor de me ajudar a limpar essa bagunça? — ela perguntou ironicamente, fazendo Sting revirar os olhos e bufar fortemente. 

— Eu já vou. — o loiro se retirou da cozinha, provavelmente para pegar algum produto de limpeza. A cozinha tinha uma breve fumaça preta pelo ar, o que me fez tossir um pouco. 

— Pois bem, enquanto vocês limpam a bagunça que vocês mesmos fizeram, eu vou ir para a casa da Levy. — Michelle me olhou inconformada, provavelmente pensando que eu iria ajudar ela e Sting a arrumar a bagunça.

— Tudo bem... — suspirou, ainda inconformada. — Ah, e não se esqueça que hoje iremos visitar a namorada do Laxus. — olhei para Michelle, com as sobrancelhas arqueadas. 

— Então significa que o Laxus finalmente tomou uma atitude e esta namorando? — estava surpresa, de certo modo. Viviam zoando que ele estava caidinho por uma albina que ele conheceu a um tempinho, mas que finalmente ele tomou uma atitude e deixou de ser um ignorante completo. 

— Sim, ele finalmente esta namorando sério. — Michelle sorriu, enquanto Sting aparecia com um balde cheio de produto de limpeza, afinal, o forno estava fedendo a queimado de uma maneira exorbitante. 

— Tudo bem, irei chegar mais cedo e vejo se eu pego um dia de folga no serviço. — exclamei bufando, enquanto pegava minha bolsa e as minhas chaves. — Estou indo nessa, boa sorte para limpar essa bagunça toda. 

× × ×

— Obrigada pelo capuccino, senhora Spetto. — sorri delicadamente para a senhora Spetto, que continha um sorriso animado ao me ver. — Você não sabe o quanto eu amo este seu capuccino. 

— Fico muito feliz em vê-la aqui, Lucy. — senhora Spetto gostava de mim. Gostava da minha presença e do quanto eu tinha uma finalidade por livros. — Fique a vontade, Levy há deve estar descendo. — assenti calmamente, vendo Spetto se afastar aos poucos e entrar em outro cômodo. 

Diferente da minha casa, Levy morava em uma casa compartilhada – era um terreno grande, e acabou construindo quatro casas diferentes. A casa era como se fosse um enorme sobrado azul, onde na garagem possuía a biblioteca da senhora Spetto. 

A casa de Levy me fascinava de forma surpreendente. Era todo mobiliada com móveis de cores chamativas. A decoração tinha toda uma coisa alegre por trás – não era aquele branco como minha casa, por isso eu amava passar o máximo possível na casa de Levy. 

— Bom dia Lu-chan. — Levy desceu as escadas de sua casa calmamente, com o seu jeito meigo de ser. Ela parecia animada, de certo modo, o que não me deixou surpresa, pelo fato de ela ter voltado para casa com Gajeel. 

— Bom dia senhorita Levy. — coloquei um sorriso irônico nos lábios, podendo ver a cara animada da baixinha. — Posso saber o por que de tanta animação? — dei um gole generoso no maravilhoso capuccino que a senhora Spetto havia feito para mim. 

— N-nada não. — ela gaguejou, por que quando uma pessoa gaguejasse, era perceptível uma mentira? — Bom, vamos logo para a escola? Não vejo a hora de estudar um pouco. — mentirosa, Levy mentia muito bem. 

— Vamos, assim você aproveita e reencontra seu crush. — percebi que o olhar da baixinha mudou, ficando envergonhado e assustado. — O tal emo gótico das trevas, não é? — naquele momento, Levy ficou paralisada e com as bochechas mais vermelhas que um tomate. Tentei controlar a risada, antes que eu pudesse ter uma gargalhada a qualquer instante. 

Cala a sua boca. — sussurrou Levy, enquanto saía rapidamente dali. — Por que raios você gosta tanto de encher meu saco? — ela abriu a porta de forma estranha, como se não conseguisse fazer tal ato. — Vamos logo, ou vai querer ficar aqui para sempre? — Levy estava com uma cara emburrada, e de certa forma eu estranhei. 

— Vamos então. — saí da casa junto com Levy, descendo as enormes escadas. — Por que você ficou tão séria assim de repente? — assim que descemos a escada, abrimos o portão de ferro da casa de Levy. Ela ainda estava tremendo um pouco, e de certa forma eu estranhei. 

Tchau mãe! — gritou Levy, enquanto fechava o portão de ferro. A garagem da frente estava aberta, mostrando estantes e mais estantes de livros. 

Tchau filha, tchau Lucy! — Spetto gritou de volta, surgindo no meio de estantes. Eu apenas acenei de volta, enquanto eu e Levy andávamos em direção a bicicleta. 

Ela parecia séria depois da piadinha, o que me deixou assustada e confusa. Levy está a preocupada, alguma coisa aconteceu com ela e aquele maldito emo gótico das trevas, e eu precisava saber o que era. 

— Levy... — a chamei, podendo apenas ver a mesma subir na bicicleta. — Por que você está assim? — subi na bicicleta também, sentindo a baixinha agarrar minha cintura. — Aconteceu alguma coisa? — pedalei devagar, desviando de maneira simples de um idoso que andava vagarosamente pela rua. 

— O Gajeel me trouxe aqui em casa ontem. — percebi uma certa aflição na voz da baixinha, estranhando. — Ele disse que precisava de um livro que seu primo estava precisando a um certo tempo, e como ele sabia que minha família tem uma biblioteca, ele veio pedir minha ajuda. 

— Está bem... Mas, — mordi o lábio inferior, tentando achar algum erro naquilo. — O que tem de errado nisso? — depois de minha fala, Levy apertou minha cintura, me fazendo pedalar mais rápido em direção a escola. 

— Minha mãe não gostou da presença do Gajeel na biblioteca. Ela o insultou e o achou com cara de bandido. — ela riu fraco, mas percebi que era de uma tristeza profunda. — Minha mãe disse para nunca mais encontrar Gajeel, e nunca mais conversar com ele. — suspirei pesado, virando uma esquina. 

— A coisa e difícil. 

— Sim, e difícil. 

— Por que não tenta conversar com sua mãe? As aparências não importam, tenho certeza de que uma hora ou outra ela vai perceber que o Gajeel e... — tentei lembrar de alguma característica do emo gótico. — Legal? — pedalei mais rápido ainda, fazendo um vento gelado me atingir por inteiro na cara. 

— Você sabe que a dona Spetto tem um pensamento conservador demais. — Levy mantinha uma voz triste, o que me deixou triste. — Se minha mãe de verdade estivesse comigo, será que ela iria agir desse jeito? — senti como se fosse um soco no estômago, sem saber o que dizer ou responder. 

— Não sei te responder, Levy. 

O silêncio predominou no momento em que estávamos indo para a escola. Eu já podia ver a bandeira da Fairy Tail, mas a fala de Levy não saía da minha cabeça. Ela não tinha um pai, não tinha uma mãe. Apenas sua vó cuidava dela. Levy nunca se importou com o fato de não ter uma família padrão, mas eu sabia que ela queria sentir isso, pelo menos uma vez na vida. 

Engoli em seco, tentando colocar um lembrete de nunca reclamar da minha família, ou seja lá o que aquela bagunça for. Ri mentalmente, lembrando de Sting tentando limpar o forno totalmente sujo e fedendo a queimado, Michelle totalmente histérica com aquilo, já imaginando Laxus chegando e vendo a cena cômica, e de mamãe tendo uma provável reação de surpresa com aquilo. 

— Chegamos. — Levy falou, depois de um tempo em silêncio. Assim que entrei na escola, já fui logo procurando um local exato para guardar a minha bicicleta. — Perto do poste. — percebi uma certa leveza na voz da baixinha, talvez ela já estivesse um pouco melhor. 

— Você e uma boa observadora, nanica. — cheguei perto do poste, logo saindo de cima da bicicleta. Levy saiu junto, vendo eu prender a bicicleta com um cadeado. 

— Não me chama de nanica. — a baixinha de cabelo azul retrucou, fazendo eu dar uma risada. — Você só e 3 centímetros mais alta que eu, não vai se gabando não. 

— Por isso tenho que me gabar. — comecei a andar, com Levy logo atrás. — Sou 3 centímetros mais alta que você, McGarden. — dei um sorriso irônico, olhando de assoalho para a baixinha, podendo ver um leve rubor vermelho em suas bochechas. 

— Está bem, 3 centímetros mais alta. — Levy tinha um tom brincalhão e irônico na voz, fazendo eu soltar uma fina risada. — Vou na biblioteca e já volto, te encontro na sala? — ela perguntou, dando um leve joinha. 

— Me encontra na sala. 

× × ×

— Lucy! Lucy! — assim que coloquei meu pé na sala, percebi uma certa movimentação ao redor da minha mesa, além de uma voz histérica me chamando. — Venha ver isso, urgentemente! — arquei a sobrancelha, tentando entender. 

— Cana? — reconheci a voz, e de maneira simples fui até a minha carteira. Algumas pessoas saíram da minha frente, fazendo com que eu visse o que estava me aguardando. 

Senti minhas pernas bambear, e meus olhos se arregalou de forma assustada. Minha boca se contorceu numa careta, provavelmente engraçada. Em cima de minha carteira tinha uma caixa de bombom rosa, com uma carta em um envelope ao lado da caixa de bombom. 

— Mas que porra e essa? — com certeza eu tinha falado isso antes, e novamente tinha falado: pois estava tendo a mesma reação. 

Continua...


Notas Finais


peço desculpas se estiver meio grande, e pq agr estou querendo detalhar mt.
se estiver erros de ortográficos, e pq não revisei :)
muito obrigada por lerem até aqui.
espero que tenham gostado.
sayønara~

Se você gosta de Vikings, e imagina ser uma (S/N) neste mundo, venha ver minha fanfic:
https://www.spiritfanfiction.com/historia/rainha-de-copas--imagine-18196185
Agora, se você gosta de Laxus x Lucy, com uma história voltada mais para o futuro de Lucy, venha ver está:
https://www.spiritfanfiction.com/historia/novo-time-12277318
Mas, se você gosta de uma história voltada para Lucy de uma maneira como nunca viu, venha ver está:
https://www.spiritfanfiction.com/historia/maldito-cliche-14408000


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