História Adolescência: amizade, amor e sexo - Capítulo 23


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Categorias Inuyasha
Personagens Inuyasha, Kagome Higurashi, Miroku, Sango, Sesshoumaru
Tags Amizade, Hentai, Romance
Visualizações 71
Palavras 1.367
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capítulo para vocês, me desculpem a demora. Kissus *3*

Capítulo 23 - Strip Poker?


- Strip Poker? – Sango repetiu as últimas palavras do seu amor.

- Sim. Por que não? – Entusiasmo e perversidade era o que não faltava ao monge.

- A pergunta é, por que sim.. – Inuyasha interferiu. Este, que segurava as mãos da amada, não estava com vontade de participar dos jogos tarados do seu amigo.

- Você ainda pergunta! – Miroku, indignado, retrucou. – Você é homem ou não?!

- Cala a boca, seu maníaco tarado – O jovem estava, como sempre irritado.

- Vamos jogar, vamos! Pelo menos uma vez – Miroku, ignorou o insulto, que sinceramente, era verdadeiro, implorou para o resto do grupo.

- Hum, acho que podemos experimentar – Kagome opinou e o bando, um a um, foi aderindo a ideia. Chegando ao quarto dos machos, todos se instalaram nos seus lugares e as cartas já estavam a ser baralhadas.

- Então, Miroku? – Todos olhavam para o rapaz à espera que falasse.

- O quê? – Perguntou sem entender o que queriam.

- Como se joga, né? Nós não sabemos – Sango explicou impacientemente.

- Vocês não sabem? – Miroku perguntou retoricamente.

- Bem, se você quer que nós joguemos Strip Poker, temos que saber jogar, né? Como se joga? Ensina a gente – Sango esperava que seu companheiro respondesse.

Depois de longos cinco segundos, Miroku deu uma resposta que logo se arrependera de ter dado – Eu não sei.

Um momento de silêncio antecedeu um outro de raiva. Sango e Inuyasha continham-se para não encher Miroku de socos e pontapés.

- Você tem cérebro? – Perguntou Inuyasha irado com um punho no ar.

- O que é que eu vejo nele? – Sango murmurava silenciosamente e tentava encontrar as razões para a continuação deste namoro, que trazia apenas prazer sexual. A moça pensou bem e tirou o "apenas" da frase que formulara. O sexo realmente era maravilhoso. Esse pensamento afugentou a raiva e convidou, inconscientemente, as cenas sexuais a entrarem na sua mente. A tentação de levantar a saia azulada discretamente para tocar no seu clitóris a atingiu. Mas se conteu e relaxou a mão em cima do seu colo.

Sesshoumaru, que se manteve quieto durante esse desentendimento, se levantou, pegou na mão de Rin e, friamente, a levou consigo para fora do quarto. Rin apenas fazia o que Sesshoumaru, indiretamente, a mandava fazer.

- Você não suporta eles, né? – Rin adivinhou o pensamento do seu namorado com muita facilidade. O seu rosto revelava um sorriso sereno e humilde. Sesshoumaru admirava com imenso encanto a beleza resplandecente, que era só sua e de ninguém mais.

- Vem – Este mandou com uma voz rígida. Era uma ordem que obviamente não podia ser desobedecida, pois Sesshoumaru ainda segurava a mão esquerda da jovem.

Usando uma escada velha, ele a ajudou a subir no telhado da casinha onde se localizava o refeitório. Ambos já lá em cima, deitaram abraçados para observar a constelação que brilhava intensamente. Sesshoumaru descobrira esse localzinho hoje de manhã, e achara que seria muito romântico levar a sua mulher lá. E ele acertou. Rin amara a pequena surpresa e um forte alívio a atingiu devido à ignorância que todos detinham em relação ao perverso jogo de cartas.

- Humpt, o Sesshoumaru é sempre assim! Pensando que é cool só porque é frio. É mesmo um idiota! – Inuyasha reclamara depois que seu irmão saíra do quarto. Na realidade, ele sempre tivera inveja da maneira cool que o Sesshoumaru tinha. Muito estiloso. Mas sua arrogância o impedia de ter essa qualidade.

- Você 'tá é com inveja! – Kagome acertara na mosca. Mas é claro, odiando admitir a verdade, apenas a ignorou. Neste exato momento, a barriga de Inuyasha roncara.

- Você tem fome, amor? – A namorada fez uma pergunta obviamente retórica. – Vamos comer qualquer coisa. Eu tenho um pacote de salgadinhos na mala.

O casal se levantou do chão e foram ao quarto das musas. Agora, Miroku e Sango estavam sozinhos. Foram abandonados pelos amigos. Mas, definitivamente, tornou-se uma ocasião ótima para eles. "Sozinhos" era um termo que estava incluído no dicionário do prazer de Miroku. E de Sango.

A moça, ainda com os pensamento poluindo a sua mente, resolveu esquentar o clima, que estava meio morto com a saída repentina dos outros dois casais.

- Querido, eu tenho uma sugestão muito interessante para te fazer – Sango disse chegando mais perto do seu amor. – Eu sei que você vai amar – continuou já a acariciar Miroku com beijos e mordidelas. – Mas primeiro, - subitamente, parou o que fazia. Pegou no seu mais recente iPod rosa e ligou-o ao mini-amplificador de som. A voz sexy de Britney Spears cantava a música "Slave 4 You". – Vou te presentear uma coisa que você queria uns minutos atrás.

Rebolava, agachava e apalpava os seios deliciosamente. Lentamente, tirava as suas peças de roupa e, inconscientemente, Miroku se babava todo. Primeiro foi a camisa amarela que comprara na loja americana "Target". Foi subindo-a devagarzinho ao ritmo da música, até tirá-la por completo. Depois de acariciar seus peitos, foi descendo a saia de pregas. Como esta já era muito curta, a exposição total não fez tanta diferença. Sango parecia que tinha um sangue Africano, dançava tão bem de um modo prazerosamente sensual. Com apenas a roupa íntima vestida, sentou-se devagarzinho no chão e desceu a sua mão direita para a zona púbica. Assim, começou a masturbar-se com dois dedos. Inicialmente, os seus olhos fitavam a sua única audiência. Mas logo que o prazer começou a se fazer sentir fortemente, não conseguiu deixar seus olhos abertos. Virava a cabeça para cima, com a boca semi-aberta, agonizando de prazer. Gemidos irresistíveis não paravam, assim como a sua mão.

Miroku enlouquecia com o show. Queria "ajudá-la". Desejava entrar nela e proporcionar-lhe o melhor prazer que ela poderia alguma vez receber. Apesar disso, queria assistir até o fim. Provavelmente, seria mais gostoso.

Sango parara sem ao menos chegar ao orgasmo. Ela levantou e, com os dedos umedecidos, tirou da bolsa uma máquina de filmar. Miroku já entendera qual era a ideia que Sango tivera mais cedo. O seu sorriso confirmou a decisão final para fazerem um filme caseiro muito apimentado. Com a câmera posicionada no lugar certo, Sango continuou o seu show.

Pegou um travesseiro, que indicava ser do seu amado, e usou-o para receber mais prazer. O objeto roçava a sua zona frágil e ela soltava infinitos gemidos e expressava uma enorme satisfação no seu rosto. Sango sempre achara que assistir uma mulher a satisfazer-se sexualmente a si própria era extremamente excitante. Isso porque, um certo dia, entrara num site de pornografia e viciou na seção "masturbação feminina". Não que ela seja homossexual ou bissexual. Ela gosta homens. Mas ao ver uma mulher praticar este ato prazeroso, Sango conseguia imaginar-se no lugar dela, acabando por proporcionar mais prazer ainda.

A jovem atingira ao orgasmo. E, Miroku, que durante esse tempo estava a "bater", ejaculara. Assim, os dois ainda com sede de prazer, não resistiram um ao outro. Miroku fora ao encontro da namorada, abraçando-a e enchendo-a de beijos ternos e intensos. Ele deitara-a na cama lentamente, após ter retirado o seu sutiã verde e preto. Seus lábios deslocaram-se para os mamilos, que estavam relativamente frios, devido ao ar condicionado. Naquele momento, fixando os olhos nos dela, foi baixando a sua micro-calcinha, que só tapava a parte interessante. Com uma violência inofensiva, Miroku penetrou-a e não parava. As idas e voltas sucessivas eram rápidas e satisfaziam imensamente o desejo de Sango. Desta vez, a jovem não gritou, apena gemeu, com boca aberta e os olhos fechados. A carne das coxas dela era macia e gostosa de segurar, pois não tinha uma dimensão muito grande nem muito pequena.

Quando Miroku parou para descansar, Sango resolveu deitá-lo na cama, para assim poder subir em cima "dele" e dar a vez para o namorado sentir a mesma satisfação. Ela pulava e seus peitos seguiam o movimento. Sango adorava cavalgar, porque sentia que tinha o poder não só sobre Miroku, como também todos os homens do planeta.

Passada uma hora dedicada exclusivamente ao sexo, os dois encontravam-se deitados a trocar palavras de amor que eram sempre repetidas depois desta ato lindíssimo. "Eu te amo", "eu também te amo", "você foi o máximo" e "adorei te ver gemendo" são exemplos de tais palavras.



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