1. Spirit Fanfics >
  2. Adolescente em crise - Vondy >
  3. Capitulo 156 segunda temporada

História Adolescente em crise - Vondy - Capítulo 156


Escrita por:


Capítulo 156 - Capitulo 156 segunda temporada


Os dois brutamontes me seguraram pelos braços, eu me debati mas, não adiantou muito. Pablo marchou até mim e me deu um soco na barriga, gemi de dor e curvei meu corpo mas, seus capangas puxaram meu cabelo fazendo eu levantar o rosto e encarar o bostinha  do Pablo.  

 

“ você vai receber a maior surra da sua vida seu merdinha “ Pablo diz se encarando

 

Dou uma risada “ você é um idiota, acha mesmo que tenho medo ? você é um covarde que não tem coragem de me encarar num mano a mano “ digo negando com a cabeça

 

Ele dá um puxão em meu cabelo, faço uma careta “ vou fazer você engolir suas palavras “ ele diz, e então larga meu cabelo com força

 

“ me soltem, me soltem seus pau mandados “ mando pro brutamontes que apertavam meus braços.

 

Os dois riram e então me soltaram no chão e se afastaram, revirei os olhos e quando tentei levantar levei um chute no rosto, cai no chão com a mão sobre o rosto, levantei o olhar e vi Pablo rindo, esse bostinha. Limpo o sangue da minha boca e me levanto indo em direção a ele.

 

O medroso correu pra trás dos seus capangas, o maior deles me deu um soco e o outro me segurou, colocando meus braços pra trás, me debati mas, não consegui me soltar. Pablo veio até mim e me acertou um soco em cheio do rosto, depois de novo, e de novo, e assim por mais umas 5 vezes. Cuspi sangue e então o olhei com fúria.

 

“ então Uckermann, você pode acabar com esse sofrimento sabia ?  “ ele pega um paninho e limpa o meu sangue que tinha em suas mãos “ se admitir que eu sou o melhor, e dá uma jeitinho de fazer a Dulcinha me perdoar pelo o que ouve no desfile “

 

Dou uma risada mesmo que sentisse uma dor terrível eu não me renderia “ quer que ela te perdoe ? ela nunca vai te perdoar seu merda “

 

“ ela vai sim, se o namoradinho interceder por mim, tenho certeza que ela vai me perdoar “ ele diz confiante

 

“ eu nunca vou fazer isso  “ afirmo

 

Ele coloca a mão no queixo e finge pensar “ eu acho que você ainda não entendeu Uckermann, quem esta no comando agora sou eu “

 

“ você realmente acha que só por que trouxe seus dois amiguinhos pra me bater, eu vou fazer algo que você queira ? esta muito enganado Pablo, muito mesmo “ digo sério “ e tem mais, se mantenha longe da minha namorada, se não juro por Deus que ... “

 

Sou interrompido por outro soco em meu rosto, Pablo então, começa e encher meu rosto de socos e mais socos, são tantos que dessa vez vejo tudo embaçado, os dois brutamontes me soltam e eu caio ajoelhado no chão, não enxergo muito bem somente vejo minhas mãos vermelhas pelo sangue que sai da minha boca e do meu rosto. Quando levanto o olhar vejo Pablo rindo como um lunático, ele faz alguns sinais pros seus parceiros.

 

Ele aproxima de mim e segura meus cabelos “  você não esta em condição de ameaçar agora Uckermann, então, ou colabora comigo ou sua vida acaba aqui e agora “ ele diz entre os dentes

 

“ ei cara, você não falou em morte “ um dos caras fala, estou tão acabado que nem sei qual foi

 

Um vulto se aproxima de Pablo “ é mesmo cara, você não comentou que mataria ele “ o outro diz

 

Pablo se aproxima deles e fala algo, depois volta até mim “ então Uckermann, decidiu ? “

 

Geme baixo de dor “ vai se ferrar “ digo

 

Ele ri “ decisão errada meu caro “ diz parecendo se divertir.

 

No momento seguinte estou jogado no meio da rua sendo chutado pelos três, me encolho mais não consigo me proteger, meu suor se mistura com o sangue, eles não se cansam de me espancar, me querem morto, eu sei disso.

 

Agora já nem sinto dor, estou anestesiado, minha mente esta perdida, meu corpo parou. Sei que estou levando chutes e mais chutes, sei que estou no meio de uma rua no meio da noite sendo espancado até a morte e nem ao menos tive a oportunidade de me defender. Sei que parece ser meu fim, e por um segundo eu realmente acreditei que seria até ouvir aquele grito!

 

 O grito de horror dado por alguém que com certeza presenciou aquele cena terrível fez com que eles parecem que me chutar. Pablo e seus capangas correm, e eu fecho os olhos, ao mesmo tempo, quero mantê-los abertos mas, não consigo.

 

“ oh meu deus, oh meu deus “ ouço a voz se aproximar, então alguém toca meu rosto “ Christopher ? Christopher meu amor ? fala comigo por favor, fala comigo, não me deixe, não me deixe “ a voz implorava

 

Tento abrir os olhos mas, estão pesados demais “ oh Jesus “ ouço outra voz “ Victor pelo o amor de deus Victor, nosso filho, nosso filho Victor “ era minha mãe, e a voz dela estava tão distante

 

“ irmãozinho “ Mai ? “ por favor abra os olhos, você não pode nos deixar, não pode fazer isso “ o que estava acontecendo ? eu não estava deixando eles, por que ele achavam isso ? estou aqui mamãe, estou aqui Mai, estou com vocês, quero grita mas, não tenho forças

 

“ ele não se mexe, por que não se mexe ? por que ? “  voz chorosa diz “ ela acaricia meu rosto “ Christopher meu amor, meu bebê abra os olhos por favor, não posso te perder, não posso te perder, não posso te perder  “ ela repetia diversas vezes

 

Me esforço e abro os olhos, vejo meio embaçado mas, sei que é ela, a cor de seus cabelos é inconfundível, ela roça seu nariz ao meu, suas lágrimas caem em minhas bochechas, ela se afasta me olha atentamente, não sei como mas, crio força o suficiente pra levantar minha mão e tocar seu rosto, ela chora, e então me aconchega em seu abraço, pude vê o vulto de Mai abraçada a minha mãe que parecia desesperada, vi outro vulto se aproximar é o que imagino ser meu pai, logo depois apenas ouço o som da ambulância.

 

E então, tudo ficou escuro.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...