História Adolescentes em Crise 4 - Segunda Geração - Capítulo 66


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Categorias Histórias Originais
Tags Adolescência, Adolescentes, Brigas, Colégio, Revelaçoes, Romance
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Palavras 3.167
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Festa, Ficção Adolescente, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


SE PREPAREM PQ UM FORNO MUITO GRANDE VAI CAIR DKLSAJDLASLDSJADSALDL
(eu tô bem ansiosa para os comentários, por mais que vocês nunca comentem [com exceção de duas pessoas] u.u)
Boa leitura <3

Capítulo 66 - Verdades Escondidas no Passado


Valentina:

Nós – eu e o Davi – estávamos deitados na cama, virados de barriga para cima, apenas passando o tempo já que era sábado de manhã.

Não sei quanto a ele, mas a minha cabeça estava cheia daquelas coisas sobre a Julie e o Maçã. Então resolvi falar um pouco sobre. Não exatamente sobre a Julie, mas um assunto relacionado àquilo tudo.

- Sabe, Davi? – comecei. – Essa confusão toda por a Julie ter perdido a virgindade me lembrou quando tive a minha primeira vez com você. – fiz uma pausa antes de continuar. Ele me olhou e deu um sorrisinho de canto. Acredito que ele pensou que eu não falaria mais nada, e, por isso, olhou para mim e sorriu. Então continuei: – Tive pensando em todo aquele momento – eu disse voltando a olhar para o teto, e ele fez o mesmo, voltando a ficar sério. –, e reparei em um fato, que até então eu nunca tinha ligado. Você pareceu bem seguro de si, como alguém que já tinha feito certa coisa pelo menos uma vez na vida. – voltei a olhá-lo, porém, ele não me olhou desta vez. Pareceu desconfortável com o que eu disse. Eu não sabia se ria dele ou se continuava encarando. Na dúvida, continuei encarando por um tempinho. – Vamos, Davi. Pode falar...
- Então... – ele disse depois de respirar fundo. Por hora, continuou sem me olhar. – Sabe aquela época do colégio, quando todo mundo achou que você e o Billy estavam namorando já, sendo que mal tínhamos terminado? – fiz que sim com a cabeça. – E aí eu e a Dianna começamos a ficar por isso? – fiz que sim de novo. – Então teve aquela festa na casa do Harry. Eu e ela estávamos revoltados até de mais com isso tudo de vocês dois, então resolvemos nos vingar... mesmo que fosse só na nossa cabeça, já que, vocês talvez nunca saberiam. Então... aconteceu. – ele me olhou um tanto pasmo. Fiquei chocada de mais. Boquiaberta, me afastei dele.
- Caralho! Por que você não me contou isso antes, quando contou tudo o que rolou naquele meio tempo? Por que aquela puta desgraçada nunca me contou? – eu disse levantando a voz.
- Calma, Val... – eu o encarei arregalando os olhos. – Nós nos sentimos muito estranhos um com o outro depois disso, então achamos melhor nunca contarmos para vocês que isso aconteceu. Ninguém sabe disso além de nós dois, e agora, você.
- Porra, Davi! Caralho! – cobri meu rosto com as mãos.
- Calma, Val... Isso não importa mais! Como eu disse, estávamos revoltados, isso não diminui o que eu sinto e sempre senti por você, Val! – tirei minhas mãos do rosto aos poucos, enquanto ele falava. Até que eu concordava com isso que ele disse, mas estava com muita raiva para dizer algo como: “Oh, meu amor, tudo bem. Vamos ficar tranquilos agora então”.
- Tá. Foda-se! Mas como vou continuar a amizade com ela sabendo disso agora? Ela é a minha melhor amiga, Davi! Porra, se vocês tivessem ficado só nos amassos, ok. Tudo bem. Mas sexo? Sexo é outro patamar, já! Não... Não acredito. – eu disse me levantando.
- Ei! Aonde você vai? – ele disse se levantando, me seguindo.
- Vou pegar seu carro e me matar batendo contra um poste! – falei nervosa, me virando para ele, que me olhou assustado. – Não, né, Davi! Vou me arrumar para ir na casa da Dianna!
- O quê? Não! Ela vai querer me matar!
- Eu que vou te matar se você chegar mais perto de mim! – ameacei, visto que ele queria me abraçar.
- Eu sei que não é da minha conta, mas... – Julie disse aparecendo atrás de mim. Levei um pequeno susto por isso. – Por que vocês estão brigando desse jeito?
- Por causa de você! – Davi disse revoltado. – Se você não tivesse perdido a virgindade tão cedo, sua mãe nunca saberia disso!
- Seu filho da puta! – virei-me, e dei um soco no queixo dele. – Você não tem culpa, Julie. – eu disse me sentindo mais aliviada. Ela parecia tão chocada quanto eu quando soube dele com a Dianna. – Seu pai que fez merda no passado e eu descobri só agora.

Julie:

Tentei contato com o Maçã por umas cinco vezes no mínimo pelo Skype, mas ele não me atendeu. E na última vez, ele ficou off-line.

O fato de ele realmente estar respeitando aquele tempo do meu pai me deixou estressada. Além de que os meus pais estavam brigando agora, e aparentemente a culpada era eu. Passei a achar que aquilo era só uma prévia do quanto o meu mês seria uma merda.

Setembro: o mês da entrada da primavera. O mês que costumava ser um dos meus favoritos, agora seria o mais odiado por mim.

Valentina:

- O Billy tá por perto? – perguntei logo que ela abriu a porta.
- Não... Ele está no quarto. Dormindo ainda. Por quê? – perguntou intrigada.
- Ótimo! – eu disse entrando, a caminho da sala. – Por que você nunca me contou sobre você e o Davi?
- Como assim?
- Que vocês transaram na época do colégio! – encarei-a. Ela ficou pasma por um segundo.
- Não acredito que aquele filho da puta te contou. – disse baixo.
- E eu não acredito que vocês fizeram isso! – encarei-a.
- Val, isso foi num momento meio que difícil. Nós estávamos muito revoltados com você e o Billy, então acabou rolando meio que por vingança... Eu não sei o que a gente tinha na cabeça.

Pelo menos foi a mesma versão que ele me contou...

- E o Billy? Já sabe disso? – continuei encarando-a.
- O quê? – o próprio disse surgindo na escada. – O quê que era pra eu saber?

Eu e a Dianna nos olhamos apreensivas, então eu soube o que dizer.

- Se você sabe que eu ainda te acho gato pra caralhos, mesmo depois desses anos. – respondi. Ela me encarou arregalando os olhos e eu dei um sorrisinho falso.
- Ah... Sei. – ele disse. – Você já me disse isso uns tempos atrás... Você veio aqui de manhã só pra conversar com ela?
- Sim... – respondi. – Estamos colocando os papos em dia.
- Entendi... – ele disse meio desconfiado. – Vou voltar para o quarto, mas vê se fala mais baixo, Val.
- Ok, desculpa.
- Você é louca! – Didi disse depois que ele voltou ao quarto. – O que você disse não se encaixou na conversa! Temos sorte dele ser lerdo o suficiente para não perceber isso.
- Eu só falei a primeira coisa que veio na minha cabeça. – dei de ombros.
- Ok... Mas de certa forma, obrigada por não ter contado para ele. – disse e deu um sorrisinho de canto.
- Por nada. – sorri também. – Eu não sou tão louca assim. O Billy iria no mínimo espancar o Davi se soubesse disso.
- Então... Estamos bem de novo? – perguntou arqueando as sobrancelhas.
- Sim. – sorri. Nós nos abraçamos. – Só que ainda vou me sentir estranha em relação ao Davi... – disse ao me afastar dela.
- Desculpa por isso, Val. – ela disse. Percebi que ela estava se sentindo mal de verdade.
- Tudo bem... O que passou, passou. Logo eu volto ao normal com ele.

xx

Ao chegar em casa, passando na frente da porta da sala, vi o Davi sentado no sofá, assistindo TV. Ele não disse nada sobre eu ter voltado, e também não falei com ele.

Passamos o dia todo um evitando o outro. E quando foi na hora de dormirmos, peguei meu travesseiro e outro cobertor, e fui dormir no sofá.

- Você não vai dormir no quarto? – perguntou enquanto eu já me deitava no sofá.
- Não. – respondi. Ele ficou em silêncio por um instante.
- Você me deixaria por isso?
- Não... – respondi baixando o olhar e fiz que não com a cabeça. Eu me senti muito mal por ele ter pensado nessa hipótese.

Ele foi para o quarto, então, me deixando na escuridão da sala.

Teria sido ótimo se eu pelo menos tivesse conseguido dormir. Mas não. Tinha se passado mais ou menos quase uma hora, quando decidi pegar minhas coisas e voltar para o quarto.

Acendi a luz e vi que ele estava virado de costas para a porta. Chamei-o e fiquei agradecida por ele também estar acordado, já que me respondeu.

Ele se virou para mim e sentou na cama, me olhando.

Fui até a cama deixar minhas coisas, e sentei-me ao lado dele.

Coloquei minha mão no pescoço dele e chequei como estava o queixo, onde dei o soco.

- Até que não ficou tão roxo quanto pensei que ficaria. – comentei.
- Claro... Coloquei gelo... – respondeu. Dei um beijinho onde estava o pequeno roxo, e disse:
- Me perdoa? – olhei-o nos olhos.
- Não, Val, eu que tenho que pedir perdão...
- Eu perdoo você, Davi. Querendo ou não, foi bom eu saber disso só agora, depois de anos que estamos juntos desde o casamento. Assim eu pude ver que você mudou um pouco. Que tem sido sempre fiel, e também consigo sentir que você me ama de verdade. Talvez, se eu soubesse disso logo no começo, eu ficasse bastante desconfiada. Então foi melhor assim.
- Fico feliz que consigo demonstrar o que sinto por você. – disse com sorrisinho de canto, acariciando meu rosto.
- Eu te amo tanto, Davi. – falei ao abraça-lo.
- Eu também te amo, Val. – disse baixinho no meu ouvido.

Ficamos o tempo todo abraçados.

Dormimos assim.

Quando insinuei que iria levantar para apagar a luz, ele me abraçou mais forte, alegando que não se importaria de pagar um tanto a mais na conta de luz pelo período que passaria ligada naquela noite.

Dianna:

O dia correu perfeitamente bem. Nenhum sinal de que o Billy tinha resolvido pensar melhor sobre o que a Val disse de manhã cedo.

Mas quando foi à noite...

- Não faz sentido. – ele disse do nada, quando já estávamos na cama. Deixei meu livro de lado, já imaginando o que se passava na cabeça dele. – Aquilo que a Valentina disse hoje de manhã não se encaixa! – ele me olhou franzindo a testa levemente. – O que era na verdade?
- Bom... – comecei enquanto pensava rapidamente em algo. – É que na verdade eu contei a ela que minha menstruação tinha atrasado, e que eu andava vomitando muito... Então suspeitei que estava grávida. Mas hoje mesmo desceu para mim, e já estou mais tranquila. – esta foi a única verdade em tudo o que eu disse. Porque realmente tinha descido para mim. Porém, ele me lançou um olhar desconfiado.
- Ou você está me traindo, ou você está mentindo. Porque eu já fiz aquela cirurgia lá...
- Puta merda. – murmurei levando minha mão ao rosto. Eu não estava acreditando que teria que contar aquela merda...
- Me conta logo o que está acontecendo... – disse me encarando.
- Posso contar amanhã de manhã?
- É muito grave?
- Não.
- Então pode.

Na manhã seguinte, contei tudo para ele, enquanto ele tomava o café.

Eu estava esperando que ele estourasse logo que eu contasse o que tinha acontecido entre eu e o Davi, mas isso não aconteceu. O que me deixou com um pouco mais de medo. Ele apenas ficou batendo os dedos no balcão de forma impaciente.

- Olha... – começou a falar ainda sem me olhar. – A gente vai ir naquela casa, e vocês dois vão ouvir pra caralho! – disse ao se levantar. – E você nem tente me segurar – ele apontou para mim. –, porque só vai piorar a situação.

Ele tomou o resto do café, e então fomos à casa da Val.

Confesso que fiquei preocupada, porque eu conseguia ver no rosto dele que ele estava passando e repassando toda aquela informação dentro da cabeça dele, só para poder explodir o quando ele queria quando chegássemos lá.

Valentina:

Era apenas nove da manhã quando ouvi a campainha tocar.

Aparentemente, Nathan e Julie já estavam acordados, e o Davi acabou acordando comigo.

Troquei-me rapidamente de roupa, lavei o rosto e saí no portão. Era a Dianna e o Billy.

Ótimo que o Billy só foi demonstrar a raiva que ele estava depois que abri o portão para ele entrar. Didi correu atrás dele preocupada, então logo sube o que estava se passando.

- Cadê aquele merda filho da puta? – Billy disse em tom alto, entrando em casa.

Tranquei o portão o mais rápido possível e voltei para dentro.

- Como você contou para ele? – perguntei à Didi.
- Expliquei tudo. – respondeu.
- Cadê...
- O que tá acontecendo? – Davi disse ao chegar à sala, antes que o Billy terminasse a frase dele.

Eu e a Didi ficamos pasmas. Davi pareceu curioso, enquanto o Billy o olhava com ódio.

Segundos depois, Billy foi para cima do Davi, querendo bater nele, e quase que no mesmo tempo, entrei no meio dos dois, afastando o Billy um pouco.

- Se você bater nele, eu acabo com você! – falei.
- Sai daqui! – Billy quis me empurrar, mas agarrei na camiseta dele, e não caí. – Por que você defende esse resto de aborto?
- Billy, isso já passou! Não vai adiantar você espancar o Davi por uma coisa feita lá na adolescência! Ela te contou porquê isso aconteceu, não contou? – ele fez que sim com a cabeça. – Então! Querendo ou não, isso foi meio que culpa nossa também.
- Sim, você tem razão. – ele disse me encarando. – Mas você acha que eu quero bater nesse merda só por isso? Eu quero bater nele pelo ciúme que ele vive sentindo por causa da nossa amizade! Agora é a hora que você também vai ouvir, Dianna, porque até uns tempos atrás você também tinha umas crises por causa de mim e da Val! – ele disse apontando para ela, e indicou que ela ficasse ao meu lado. – Olha, eu espero que depois de tudo isso vocês parem com essa merda, viu? Porque eu e a Valentina teríamos o total direito de ter altas crises de ciúmes por saber disso agora, e sabe como eu tô pra isso? Eu tô nem aí! Eu quero que se foda! E sabe por quê? Porque eu te amo, Dianna. Tudo o que a gente passou junto até aqui já foi o suficiente pra eu ter confiança em você. E você sabe que a gente já passou uns perrengue daqueles... E também, eu sei que a Val ama muito o Davi. Então, cara... Se eu ouvir mais uma crise de ciúmes por aí, eu fico sem falar com vocês por uma semana!

A Didi parecia feliz ao ouvir a declaração do Billy na nossa frente, mas mesmo assim, ficou cabisbaixa por conta da ameaça.

- Desculpa a pergunta, mas... – Nathan perguntou ao descer alguns degraus da escada. – Por que vocês andam brigando tanto?
- Só sei que a culpa é minha. – Julie disse, e só então percebemos que ela já estava há um tempo nos observando da porta do quarto dela.
- A culpa não é sua, Julie. – Davi disse parecendo arrependido pelo o que disse antes. – Tecnicamente, a culpa é minha por uma coisa que eu fiz no passado. O que você fez, só fez a sua mãe se lembrar da merda em parte.
- Entendi.
- Como assim a Julie te fez lembrar com algo que aconteceu? – Didi perguntou arregalando os olhos.

Olhei bem para o Nathan e a Julie. Os dois já tinham trocado de roupas, então mandei que saíssem de casa e fossem para onde eles quisessem.

Esperamos por uns cinco minutos no máximo, até que eles saíssem. E contei o que tinha acontecido.

- Como assim a Julie perdeu a virgindade??? – Didi perguntou surpresa. – Perdeu com quem?
- Com o Maçã.
- O cara do moicano? – Billy perguntou.
- Sim. – respondi com ar de riso. Davi revirou os olhos e foi à cozinha para comer alguma coisa.
- Mano! Eu sabia que tava tendo alguma coisa entre eles! – Billy comentou. Ouvimos o Davi resmungar na cozinha, mas como não conseguimos ouvir bem, apenas rimos.
- Cara, até a Julie perdeu a virgindade na adolescência na adolescência e você não. – Didi me zoou.
- Querida, as pessoas perdem a virgindade quando elas querem, e se sentem preparadas. Não só porque a maioria já fez sexo. – encarei-a. – E nem todo mundo fez isso na adolescência. Nunca me esquecerei do dia em que vi no noticiário que um menino de sete anos gostava muito de uma menina de catorze, e então eles decidiram ter um filho. Tipo, o moleque de sete anos engravidou a menina...

Tanto ela quanto o Billy ficou muito chocada.

- Quando isso? – Billy perguntou.
- Sei lá. – dei de ombros. – Eu era criança quando vi isso passando no jornal.
- Que loucura. – Didi disse.
- Bom, nós vamos embora então. – Billy disse. – Já que está tudo resolvido.
- É melhor. – Didi disse. – Já que estou pretendendo dar uma faxina naquela casa...

Davi e eu levamos os dois até o portão.

Billy agiu como um cavalheiro abrindo a porta do carro para a Didi entrar. Nós duas sabíamos que aquilo era raro, então nos olhamos com ar de riso. Antes dele entrar no carro, veio até nós, apontou o dedo para o Davi, e disse encarando-o:

- Acho bom que você não sinta mais ciúmes da Val comigo, se não você estará me dando total direito de quebrar a sua cara. – e foi embora.

Julie:

Quase uma hora mais tarde, eu estava no apartamento da Bia.

- O que te traz aqui? – ela perguntou se sentando na cama, e eu fechei a porta do quarto.
- Você anda falando com o Maçã?
- Sim.
- Então você não gostaria de fazer uma chamada de vídeo? Quero ver um negócio...
- O que foi? – perguntou meio preocupada.
- Só faz isso.

Ela ligou o computador, na escrivaninha ao lado da cabeceira da cama, e logo fez uma chamada de vídeo para ele.

Ele aceitou a chamada, mas assim que me viu sentada na cama atrás dela, ele desligou.

- Ele está falando que não pode falar com você. – ela disse após ler o que ele mandou.

Puxei o teclado para mim e digitei: Sério mesmo que você vai me evitar?

Logo apareceu a mensagem que ele tinha ficado off-line.

- Ele me bloqueou! – ela reclamou se virando para mim.
- Não acredito... – reclamei desviando o olhar.
- Tá. O que tá acontecendo? – ela apoiou o braço na escrivaninha.

Resumi a ela a conversa que o meu pai teve com ele, e por qual motivo.

- Puta merda!
- Sim.
- Que tenso... O melhor é não insistir, Julie. Deve estar sendo chato ele ter que te ignorar. E do jeito que o seu pai é, aposto que ele ainda vai ficar investigando se vocês estão mantendo contato ou não.
- Ai que droga! Eu nem tinha pensado nisso! – reclamei e me joguei na cama.
- Mas vamos fazer alguma coisa legal...
- Podemos assistir filme?
- Desde que não seja comédia romântica, porque eu sei que você vai chorar, e eu também, sim.
- Tudo certo então.


Notas Finais


Muitos "eita geovana" com essa revelação, não é mesmo? ldkasjldsajldjlsadjklasdl


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