História Adorável Cretino-Ruggarol - Capítulo 20


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Categorias Sou Luna
Personagens Amanda, Ámbar Benson, Ana, Cato, Delfina, Gaston, Jazmin, Jim, Luna Valente, Matteo, Miguel, Monica, Nico, Nina, Pedro, Personagens Originais, Ramiro, Rey, Ricardo, Sharon, Simón, Tamara, Tino, Yam
Tags Adorável Cretino, Erótico, Fanfic, Insinuação De Sexo, Karol, Ruggarol, Ruggero, Sevillaandpasquarelli
Visualizações 362
Palavras 1.301
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Vamos ver a reação do Pasquarelli meu povo?😂😂

Boa leitura!

Capítulo 20 - Ruggero


Ruggero

Qualquer homem normal e saudável acorda com uma ereção pela manhã.

Sim, o famoso pau duro. Te deixei constrangida? Desculpe, não foi a minha intenção. Mas é verdade, o que posso fazer? O meu pau acorda tão duro que pode ser confundido facilmente com uma rocha. E a sensação de rigidez é ainda  mais evidente, pois eu durmo completamente nu. Você já dormiu nu? É a coisa mais agradável que existe. Eu não quero me gabar, mas da forma que acordo posso quebrar uma parede.

Muita informação? Foi mal, me empolguei! Bom, mas a verdade é que se não há ninguém nessas horas para aliviar um coitado e desesperado pênis, que apenas precisa de cuidados femininos...é muito triste. Mas ainda bem que meu cérebro é rápido e já me avisou que eu não estou sozinho.

Estou com os olhos fechados e quando eu me viro e minhas mãos deslizam sobre o lençol, eu encontro um fodido espaço vazio. Dou um sobressalto na cama e olho para o meu lado direito,onde Karol Sevilla DEVERIA estar dormindo e gloriosamente nua, como ontem. Mas o que eu vejo é apenas um MALDITO espaço vazio.

Meu coração dispara e eu pulo da cama imediatamente. Ela não iria embora. Karol não faria isso.

Nenhuma mulher faria isso comigo.

Geralmente, quem abandona as mulheres sempre sou eu, e não o contrário.

NUNCA, o contrário!

Sigo em direção ao banheiro, onde  ela provavelmente deve estar, e quando chego... não encontro nada. Aqui dentro está tão quieto que posso ser capaz de ouvir o barulho das formigas no jardim da minha casa.

Provavelmente ela deve estar faminta e foi até a cozinha se alimentar,já que tivemos uma verdadeira maratona de sexo durante a noite. Sim, por Deus!

Essa mulher não existe. Karol Sevilla é de fato um furacão em forma de mulher na cama e eu ainda nem comecei com ela. Preciso de mais, muito mais.

Caminho até a cozinha ainda pelado e livre, já imaginando o que farei com aquele corpo sobre o balcão da cozinha.

Assim que chego com o meu pau e toda a sua magnificência apontado para cima,o meu cérebro simplesmente não para de pensar nela, naquele corpo escultural e nos seus deliciosos lábios fazendo coisas extraordinária, como eu havia sonhado desde que coloquei meus olhos sobre ela pela primeira vez. Mas, ao chegar, sou surpreendido com um  barulho ensurdecedor de pratos se espatifando pelo chão e uma completamente assustada — pra não dizer apavorada — empregada, me  olhando com as duas mãos sobre boca. Droga! Esqueci completamente dela. Seus olhos estão mais abertos que os daquele animal lêmure e eu nem preciso dizer que o meu pau encolheu na velocidade luz e que minhas mãos agora são capazes de cobri-lo por inteiro.

— Calma Mônica, não precisa entrar em pânico.- Mônica é uma senhora de aproximadamente 50 anos que vem duas vezes por semana faxinar. Por causa dos últimos acontecimentos — não programados -, esqueci deste pequeno detalhe. Seus olhos não saem do meu corpo e sua boca está em formato de "Ó". De repente ela começa a se abanar,me fazendo unir as sobrancelhas.

— Você, por um acaso viu uma mulher por aqui? — pergunto e ela engole em seco. Se eu não estiver enganado, acho que Mônica está nesse exato momento tendo pensamentos sujos envolvendo o meu corpo. Merda!

— Mônica, você pode me responder?— ela fica completamente sem graça e se abaixa, limpando a bagunça, agora sem olhar para mim.

— Não senhor, quando cheguei não havia ninguém, só uma calcinha pendurada no abajur da sala, e preferi deixá-la no lugar.

— Calcinha?! E seu vestido? — pergunto para mim mesmo enquanto caminho até a sala. Quando chego, vejo que não há nenhum vestido, exceto pela calcinha que ainda está pendurada no abajur. Droga! Ela se foi!

Fico parado como uma estátua por um bom tempo, observando aquele sofá que protagonizou sem sombra de dúvida a melhor noite sexual da minha vida. A culpada foi embora deixando-me nesse estado lastimável pela segunda vez.

Dessa vez, mesmo terminando o que começou, é como se eu ainda estivesse...digamos, ainda necessitando dela. Essa mulher tem um dom unicamente dela de me frustrar. Na verdade, ela provou com essa fuga que só queria transar, tanto quanto eu. Engulo em seco. 

Karol Sevilla, aquela semi-psicopata, aceitou vir a minha casa apenas para usufruir do meu corpo.

Aproximo-me do abajur e pego sua pequena calcinha branca de renda e a seguro nas mãos. Automaticamente eu a levo para o meu nariz e aspiro profundamente esse cheiro inebriante, só dela. Cheiro viciante de Karol. Afinal, pra que jogos, drogas se existe Karol Sevilla?

Eu deveria estar feliz agora, já que  eu não precisei inventar alguma desculpa, sumir ou apenas mandá-la embora, mas... eu não estou! Na verdade, sinto algo estranho dentro de mim que ainda não consigo identificar.

Não sei o que é, mas... definitivamente,o que sinto não é bom. Não é nada bom!

***

Chego na empresa disposto a conversar com a Karol. Ela não deveria ter saído como uma fugitiva, e sim me enfrentado! Que diabos! Quem ela pensa que eu sou? Afinal, meu amigo aqui embaixo parece não querer dormir até que Karol volte para ele.

O elevador para em seu andar e eu  saio caminhado, disposto a encontrá-la.

Assim que chego, encontro um espaço vazio. Sim, ela não veio trabalhar. Bom,eu não entendo o que está acontecendo.

Karoo Sevilla não é do tipo que se atrasa.

— Ruggero?! — Valu aparece com um café nas mãos. Ela ergue as sobrancelhas esperando que eu fale.

— Oi... Valu... Karol Sevilla não veio trabalhar? — ela une as sobrancelhas e sorri levemente. Será que pensa que eu sei do seu paradeiro?

— Bom, pensei que você soubesse,mas... ela viajou agora a pouco para Nova York a pedido do seu avô. Ele deu a ela um convite para um evento internacional importante de turismo,ontem... no jantar. Se eu pudesse, eu iria,mas uma de nós duas deve ficar e cuidar das coisas por aqui. — estou com o cenho franzido e provavelmente parecendo uma maldita estátua, mas isso me pegou completamente de surpresa.

Por que diabos o meu avô não me disse nada?

— Sabe quando ela volta? — tento fingir naturalidade, mas ela nota. Não sei se é impressão minha, mas ela parece se divertir com a minha cara.

— São três dias. Acredito que no fim de semana ela estará de volta. Isso se... — ela aponta o dedo indicador para cima. — se ela não for para casa dos seus pais que fica ao lado, na Pensilvânia.

Tento esconder minha cara de decepção mas acho que falhei vergonhosamente. Saio dali, fazendo meu caminho até o meu andar. Assim que chego no meu escritório, coloco minha pasta e sigo direto para a reunião.

Hoje é um dia importante, iremos assinar e fechar finalmente um contrato com uma empresa mundialmente conhecida. Todos os sócios estarão presentes, principalmente o meu avô.

Acredito que ele já esteja a minha espera.

Entro na sala de reuniões e vejo que meu avô e quase todos estão a minha espera... quase! Falta o filho de uma puta que geralmente nunca se atrasa para esse tipo de reunião. Sento-me ao lado do meu avô e ele segura o meu ombro,cumprimentando-me.

— Acho que estamos todos aqui, podemos começar? — meu avô começa, mas eu o interrompo. — será que o filho de uma vaca está com diarreia até hoje?

Junto as sobrancelhas.

— Está faltando o Sebastian Villalobos ,não o vejo aqui! — afirmo com uma certa dificuldade de pronunciar o seu maldito nome.

— Ah,Ruggero... esqueci de te avisar... Sebastian Villalobos  foi para Nova Iorque, acompanhar a senhorita Karol Sevilla em um evento mundial de turismo.— ele me informa com a maior naturalidade.

Agora, imagine um vulcão adormecido entrando em erupção...imaginou?! Então, esqueça isso. O  vulcão não é nada perto daquilo que realmente posso ser capaz de fazer com a raiva que estou sentindo por dentro neste exato momento.


Notas Finais


Ruggero revoltado ein!😂

Eita Karolzita,o deixou sozinho e ainda por cima a empregada ainda o viu nu!

Oque vai acontecer com Karol e Sebastian Juntos numa viagem?

Só sei que nada sei😂😂💙.

Beijos e comentem aí oque acharam!


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