História Adorável Cretino-Ruggarol - Capítulo 22


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Categorias Sou Luna
Personagens Amanda, Ámbar Benson, Ana, Cato, Delfina, Gaston, Jazmin, Jim, Luna Valente, Matteo, Miguel, Monica, Nico, Nina, Pedro, Personagens Originais, Ramiro, Rey, Ricardo, Sharon, Simón, Tamara, Tino, Yam
Tags Adorável Cretino, Erótico, Fanfic, Insinuação De Sexo, Karol, Ruggarol, Ruggero, Sevillaandpasquarelli
Visualizações 379
Palavras 1.931
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 22 - Ruggero


Ruggero




Estou suando frio, como se tivesse sido escolhido para desarmar uma bomba nuclear. Mas, infelizmente, a única bomba prestes a explodir por aqui... sou eu. Neste momento, estou remoendo internamente toda a carga de frustração e fúria que tive durante todo o dia até chegar aqui em Nova Iorque.

Quero arrancar a cabeça desse merda da maneira mais dolorosa possível. Quero tirar o seu coração com as minhas  próprias mãos e servir para os canibais.

Eu quero quebrar esse restaurante por completo e fazer como os homens  primitivos. Sim, eu tenho vontade de levar Karol Sevilla arrastada para bem longe daqui. Ela deveria ser punida por estar com esse idiota mais uma vez.

Encaro-a nos olhos e sou trazido dos meus pensamentos pela voz do desgraçado.

— Ruggero?! Que surpresa! Você não deveria estar na empresa? — desvio o meu olhar para o filho de uma cadela e novamente a cena de arrancar a sua cabeça, retorna com força total em minha mente.

— Vim me encontrar com a Karol, ela não te contou? — digo para irritá-lo,e percebo que o seu sorriso vai embora imediatamente.

— Não. Na verdade não falamos sobre você em momento algum. Nem cogitamos o seu nome! — ele me provoca com um sorriso sarcástico, mas tento me controlar. Sem dúvida é difícil mas eu sou Ruggero Pasquarelli e esse filho de uma vaca não conseguirá me tirar do sério. Não agora.

Mas algo me chama atenção nos olhos da Karol, que está além bêbada.

O desgraçado a embebedou para tentar alguma coisa e eu me sinto feliz internamente por ter estragado a sua festinha e seu plano sórdido.

— Karol, você bebeu quantas garrafas dessa merda? – pergunto, e ela apenas ergue as mãos mostrando dois dedos.

— Que PORRA é essa? —Ninguém na face da terra fica nesse estado bebendo duas garrafas de champanhe. Bom, e ela não estava bebendo sozinha. Então tecnicamente ela bebeu apenas uma garrafa, ou ele fingiu estar bebendo? Olho para o desgraçado,que faz uma expressão de que não tem nada a ver com o fato de ela estar bêbada. De repente Karol começa a gargalhar descontroladamente me  fazendo unir as sobrancelhas.

Pego a sua taça, cheiro e não sinto nada, mas isso não significa que o Bbabaca não a tenha dopado. Geralmente esse tipo de líquido é incolor e sem sabor. Sim, eu sei exatamente sobre isso,porque comprei um desses para o Sr.Diarreia.

— Pensa que não sei que você a dopou? — afirmo com a minha melhor expressão "vou te ferrar agora", e ele parece ficar sem reação.

— Eu não a dopei, idiota. Não sou como você que usou desse artifício contra mim, não é? — ele ergue as sobrancelhas e eu sei que ele está  blefando. Sebastian diarreia está lembrando do dia em que defecou até as tripas por minha causa. Espero de coração que ele não esqueça disso... nunca. Ele a dopou,e isso está bem claro pra mim.

Esse cara quer a Karol e, como ela não o quer, usou de uma maneira baixa para tê-la. Desgraçado. O vulcão resolveu entrar em erupção e nada nem ninguém será capaz de me fazer parar.

Aproximo-me dele e seguro-o pelo colarinho. Karol continua rindo enquanto eu projeto com força o seu corpo contra a mesa vazia ao lado. Seu corpo vai de encontro à mesa, que se espatifa por completo. Neste momento a risada da Karol se esvai aos poucos e seus olhos ficam arregalados.

As poucas pessoas que estão no restaurante ficam mudas olhando para o babaca. Uma senhora parece uma estátua com a colher de sobremesa no meio do caminho e sua boca aberta, observando-o deitado sobre o entulho de mesas. O lugar está tão calado que é possível ouvir os grilos cantando. Os funcionários se aproximam com umho ue parece ser o gerente.

— Alguém deve pagar por esse prejuízo. — o homem diz, e eu calmamente abro a carteira retirando o meu cartão de crédito e entregando-o em seguida.

— Sou o culpado de quebrar a sua mesa. Por favor, retire o valor que quiser. Mas... — encaro-o nos olhos —O maldito jantar, ele quem vai pagar. —o homem está com os olhos arregalados e acena em positivo, saindo e voltando pouco tempo depois com o meu cartão.

Ele me devolve meu cartão com a nota e eu ergo as sobrancelhas olhando para o valor.

— Eu disse para me cobrar a mesa,não o hotel inteiro! — ele encolhe os ombros e eu solto um ar pesado. Não importa. Só de ter o prazer de vê-lo ali,já me agrada. Sebastian está ainda se levantando e sabe por qual motivo foiBparar ali. Ele sabe que se eu quiser  acabar com a sua carreira e a sua vida,eu posso. Então, por mais que ele queira me ver morto, ele não fará nada pela gravidade da situação. Karol ainda está calada, observando Sebatian com uma expressão de horror. Suas pálpebras estão pesadas. Ela mal consegue manter seus olhos abertos. Karol Sevilla está bêbada e não parece coerente. Filho de uma vaca!

— Venha! — pego-a pelo braço e ela se levanta um pouco Hel

— Pra onde você vai me levar,chocolate? — junto minhas sobrancelhas. "Chocolate"? Realmente,o babaca a dopou ao ponto de ela me confundir com um maldito chocolate.

— Vou cuidar de você. — digo e ela curva seus lábios com um sorriso.

Karol me abraça e eu a seguro pelaNcintura.

— Na, na, não. Não posso sair da minha dieta, entendeu? Não posso comer chocolate! — ela diz, me deixando aindaBmais confuso. Que droga esse imbecilBdeu pra ela? Deus, se eu não estivesse aqui... a essa hora aquele desgraçado estaria transando com ela ou fazendo coisa pior. Fecho os olhos tentandoNlimpar essa imagem da minha cabeça.

Levo-a para o elevador ainda segurando sua cintura.Karol está com a cabeça sobre meus ombros e seus olhos estão ligeiramente fechados. Sinto seu cheiro e lembrança de um passado totalmente recente voltam com tudo em minha cabeça. Ela está quase desabando no chão, então eu a carrego nos meus braços. Seu rosto está enfiado em meu pescoço e involuntariamente eu começo a cheirar o seu cabelo. O elevador chega ao meu andar e assim que a porta se abre, levo-a ainda em meus braços até a minha suíte. Abro a porta e entro com dificuldade. Aproximo-me da cama e a coloco vagarosamente. Karol já estáapagada, linda e extremamente sensual...mesmo bêbada.

Meus olhos não param de admirá-  la e a sensação que tenho nesse momento é de tê-la salvado. Não participei daquela maldita reunião porque minha cabeça não saía daqui. Meu avô me explicou que Sebastian já estava por dentro desse evento há muito tempo e que ele já viria de qualquer forma. Ele apenas mandou Karol pois ela contou a ele que sempre quis vir a esse evento. Nosso hotel sempre tem convites e, para a minha sorte, o meu avô "por um acaso"tinha um convite sobrando desse evento totalmente limitado. Meu avô, além de não me explicar o motivo de ter me ocultado que Karol viria para Nova Iorque, também não reclamou sobre eu não ter sido participativo na reunião e me deu total força para eu vir. Ele está definitivamente estranho, mas acho que é a idade. Bom, na verdade, com ou sem esse convite... eu viria. Mas acabei comprando o primeiro voo para Nova Iorque e só pude chegar agora à noite.

Sebastian havia feito tudo de caso pensado.

Ele não é idiota e sabia que eu viria. O canalha decidiu avisar na portaria onde a senhorita Karol estava caso "alguém" a procurasse. Ele queria se vingar de mim dopando e transando com ela.

Felizmente aquele verme não conseguiu.

Karol está com um vestido preto apertado e deve ser um tanto desconfortável dormir assim. Aproximo-me do seu corpo fodidamente sexy e viro-a de costas lentamente. Respiro profundamente ao dar de cara com a sua bunda esculpida. A minha vontade agora é de ser mau, muito mau com ela, mas tento me concentrar na mulher indefesa em que ela se transformou. Quando penso em mulheres indefesas, fico de pau duro. Merda! Sopro o ar várias  vezes e começo a descer o zíper que ficaBna lateral do seu corpo. Merda, merda, mil vezes... merda! Isso é um teste, sóbpode. Eu, Ruggero Pasquarelli,nunca... jamais havia despido uma mulher sem realmente ter a intenção de fazer sexo com ela.

Quando finalmente termino de descer o zíper, vejo a lateral do seuBsutiã de renda preta e calcinha.

Resfolegando o ar, termino de retirar o vestido com muito cuidado. Karol Sevilla está apenas de sutiã, calcinha e...  saltos! Puta merda! Vou infartar com essa visão fodidamente erótica deitada nessa cama. Sua lingerie contrasta com a sua pele e seus cabelos, e Karol consegue me provocar mesmo sem ter a mínima intenção.

O mais estranho disso tudo é que eu quero deitar ali, ao seu lado, e apenas sentir o seu corpo próximo ao meu por agora. Mesmo estando ereto, por incrível que pareça... isso será suficiente. Tiro seus saltos, retiro a minha camisa, calça e sapato e ficoNapenas de cueca. Se ficar nu, acho queBela iria acordar com a rocha batendoNsobre seu corpo. Melhor me prevenir.

De repente meu celular toca e quando olho para o visor, vejo que é Michael. O que esse idiota quer?

Atendo para tentar esquecer minha excitação neste momento.

— Fala, Michael.

— Então, você foi para Nova Iorque atrás da Karol? Quem te viquem te vê! — sopro uma respiração pesada. Ainda bem que tem o meu amigo idiota para ser inconveniente a todo o momento.

— Não vim por causa dela. Vim para salvá-la do Sebastian Villalobos . — digo tentando ser convincente. Mas acho que nem a mim consigo convencer.

— Ruggero, a Valu me contou a sua cara de frustração quando ficou sabendo que a Karol foi para Nova Iorque.Sabe... Daria o meu braço esquerdo de que você esteja de quatro por ela e nem se deu conta disso, cara!

— Você não tem nada de mais interessante para fazer com a Valu do que me importunar? Parece que se alguém aqui de nós dois está de fato apaixonado, esse alguém é você.. —digo e ouço uma respiração pesada.

— Talvez, e para a sua informação... Já fizemos e ela é uma mulher incrível. Acorda imbecil, você gosta dela e não percebeu ainda. — enquanto falo com Michael,meus olhos passeiam pelo corpo da Karol,que dorme pacificamente apenas de calcinha e sutiã. Vê-la dormindo me faz sentir coisas estranhas. Eu não poderia gostar dela... ou poderia? Talvez eu goste, mas eu gosto do seu jeito.Karol é determinada. Gosta de trabalhar, e  quando eu olho para ela não vejo futilidade, vejo algo real.

— Preciso desligar, idiota! — digo sem tirar meus olhos um só segundo dela. Desligo sem esperar sua resposta e jogo meu telefone no sofá.

Deito ao seu lado e a puxo lentamente para que ela fique grudada a  mim. Pego o cobertor e a cubro. Ela me abraça e enlaça sua deliciosa perna sobre meus quadris e eu me sinto bem,como se o seu corpo pertencesse a mim... e ao meu pau. Merda! Respiro fundo e tento pensar em algo ruim para que minha ereção desapareça.

Finalmente lembro-me da minha ex-professora de piano, que era a versão , feminina do Alien, o oitavo passageiro.

Eu fugia dela tanto quanto o diabo da cruz. Meu avô até hoje não entende por que eu odeio piano e, para poupar a professora tarada, resolvi não contar.

Ele não compreendeu que um adolescente gosta de tocar guitarra, ou violão. Bom, aí fui para a parte do violão com uma professora gostosa e acabei não aprendendo o suficiente, já que ao invés de aulas, eu a fodia na cozinha da casa dela. Droga! Meu pau voltou a ficar duro de novo.

***








Notas Finais


Tive que postar né porque minha irmão fica toda hora.

“Vai atualizar sol”
“Ja atualizou?”
“Anda muie,atualiza”

E para mim não matar ela e jogar no rio eu preferi postar 😂💙.

Comentem aí oque acharam!


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