História Adotado por loucos! - Capítulo 14


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Black Pink, EXO, Got7, Monsta X, SHINee, Super Junior
Personagens Baekhyun, BamBam, Chanyeol, Chen, Choi Siwon, D.O, D-Lite (Daesung), G-Dragon, Hyung Won, I'M, Jackson, JB, Jennie, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jinki Lee (Onew), Jinyoung, Jisoo, Jonghyun Kim, Joo Heon, Jung Hoseok (J-Hope), Kai, Kangin, Ki Hyun, KiBum "Key" Kim, Kim Heechul, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Kris Wu, Lay, Lee Donghae, Lee Hyukjae "Eunhyuk", Lisa, Mark, Min Hyuk, Min Yoongi (Suga), Minho Choi, Park Jimin (Jimin), Park Jungsu, Personagens Originais, Rosé, Sehun, Seungri, Shin Donghee, Show Nu, Suho, T.O.P, Taemin Lee, Taeyang, Tao, Won Ho, Xiumin, Yesung, Youngjae, Yugyeom
Tags Bigbang, Blackpink, Bts, Chanbaek, Exo, Got7, Hunhan, Jihope, Kaisoo, Monsta X, Namjin, Shinee, Sulay, Super Juniro, Taoris, Xiuchen, Yoonkook
Visualizações 88
Palavras 2.482
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Droubble, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Então, turubom??

Kkakaka, os capitulos estão saindo mais rapidamente ou é só impressão?

CADÊ A RAEDARNA, ESSA MININA SUMIU!! (Zoeirinhas a partes, apareça quando quiser, brabuleta linda)^^

Capítulo 14 - O prêmio é você.


            Pov. Min Kim Yoongi:

           

            Eu estou definitivamente – em um termo pesado – puto, com Luhan! Ele foi literalmente um babaca, me desobedecendo, só que agora que paro pra pensar, não é da minha conta! Se ele quiser se ferrar por andar sem segurança algum por toda Coréia, o problema é dele! Mas o que realmente me incomodava ali não era a droga do fato ignorante de Luhan, e sim o semblante raivoso e triste de Jungkook.

            Eu não sabia se estava mesmo bravo, porque... Era um pouco inútil ficar, não éramos nada além de irmãos. Mas agora, até aquilo me incomodava.

            – Eu perguntei brincando, não faço ideia de qual seja a resposta óbvia, Kook-ssi.

            – Por que está me chamando assim? – Ele me olhou de forma bruta, enquanto engolia seu sorvete de qualquer jeito, eu acho que a garganta dele estaria horrenda depois daquilo. – Eu pensei que somente seu amigo tinha apelidos, aqui.

            – O Lu não é meu “amigo” em si...

            Respondi o óbvio. Eu considerava Luhan um “colega”, e ele me considerava seu “crush”, mas aquilo era tão reciproco, que eu nem ao menos me importava. O queria saber e fazer, era: ele estava com ciúmes, e eu queria pedir desculpas.

            – Claro que não! – Ele sorriu irônico, e eu percebi que ele estava forçando os lábios, e passando a língua nas duas bochechas por dentro, de uma forma infantil enquanto mudava involuntariamente os olhos dos meus para encarar exatamente, o nada. – Ele é um qualquer que você chama de “Lu”.

            – Jungkook, pelo amor de Deus! – Abanei as mãos, aquilo estava além do que eu imaginava e pensava que aconteceria. Meu sorvete descia lentamente dentro de minha garganta, me incomodando.

            – Do que exatamente estão discutindo? – Kyungsoo perguntou, ele e Kai nem ao menos prestavam atenção no que estávamos discutindo, por estarem entretidos demais em colocar sorvete um na boca do outro, mas Soo percebeu a agitação e chamou nossa atenção, enquanto se ajeitava no colo do meu irmão mais novo.

            – É sobre o menino que te ajudou a pouco. – Jungkook respondeu seco, novamente mordendo os lábios apreensivos, com certeza aquele ato era de “nervosismo” ou “ciúmes”! Mas eu o estudaria primeiro antes de pontuar algo.

            – O que tem ele? – Kai deu de ombros, enquanto aceitava a colher roxa com sorvete rosa que ia a sua boca, Kyungsoo o alimentava carinhoso e ria com qualquer ato fofo e desengonçado de seu parceiro, me fazendo revirar os olhos.

            – É, o que tem ele? – Perguntei a Jungkook, eu queria saber o que estava acontecendo.         

            – Como assim o “que tem ele”, Yoongi!? Você que é amigo dele, e não eu!

            – Mas é você que está se corroendo de ciúmes, e não eu! – Repliquei batendo inocentemente os dedos na mesa de madeira áspera. Ele começava a me irritar daquele jeito.

            – O que exatamente está acontecendo aqui? – Kai olhou pra mim e Jungkook ao mesmo tempo.

            – O menino que ajudou o Kyungsoo, é meu amigo... O nome dele é Luhan – Foi ao dizer aquilo que Kai se interessou, será que alguém naquela cidade odeia o Luhan além de appa? – ele é um cantor famoso, eu o chamei pelo apelido, e Jungkook-ssi ficou puto.

            – Eu não estou “Puto”, só quero ir embora. – Ele resmungou feito criança.

            Aquilo estava me afetando de maneira errada! E eu estava perdendo a paciência.

            – Então por que ainda está aqui!? – Indaguei no mesmo instante me arrependendo profundamente, ao vê-lo se levantar.

            – Porque eu realmente pensei na possibilidade, de darmos enfim certo, por mais que seja impossível alimentar algo sem fundo, mas por você eu tentaria! Mas já que está tanto querendo que eu vá para ficar com seu amigo ou seja lá quem ele for.... Eu vou! Apenas saiba que eu quis continuar aqui, para tentar achar em você, o motivo de ter te beijado e adorado aquilo! – Ele se afastou, não ligando para os olhares acusadores de Kai e Kyungsoo. – Porque... Eu queria procurar em você, o motivo de... Eu ter.... Ficado bambo quando tudo aconteceu!

            E sumiu.

            – Caham! – Kai tossiu, jogando seu potinho e o do Soo na lixeira próxima, e me encarando, cruzando ambas as mãos com o braço do “namorado”. – Hora de nos explicar...

            – Sério? – Perguntei.

            – Seu tempo tá acabando... Ele já deve estar longe. – Kyungsoo sorriu sem graça, e eu me levantei. – Não vá fazer nenhuma burrada...

            – Avisa appa? – Perguntei a Jongin.

            – Quero que arrume meu quarto amanhã...

            – Não sou seu escravo. – Resmunguei me direcionando a rápido a porta, a ponto de ver Jungkook atravessar a rua rapidamente, indo em direção ao fim da praia.

            – Yoongi, se apresse! – Kai me empurrou.

            – Onde ele está indo? – Perguntei a mim mesmo.

            – CORRE ATRÁS DELE! – Foi a vez de Kyungsoo me empurrar brutalmente para frente, e eu começar a andar atrás de Jungkook.

            Era tarde demais, quando meus hall-stars encontraram a areia reta, eu já não o via mais. Resolvi seguir suas pegadas, que estavam para trás.

            Eu não andei e nem fui devagar. Eu corri, muito. Comecei a sentir uma forte vontade de vomitar, mas me segurei, meu cansaço era óbvio.

            – Bronquite maldita...

            Foi então que as pegadas se sessaram. Ele havia voltado a rua. Como se tivesse apenas mudado a rota, mas iria para o mesmo lugar. Mas o problema era esse, que lugar?

           

            Pov. Jeon Jungkook:

 

            Eu estava triste. Por que ele foi tão grosso? Por que eu corri? Eu queria tanto ter respostas... Mas eu apenas chorava, e não sabia porque chorava também.

            Que queria apenas fugir para longe! Não havia pensado na possibilidade de um dia ser adotado, e tudo ir por agua a baixo, eu estava tão feliz! Como isso aconteceu?

            Eu não deveria ter confiado no Yoongi. Eu não deveria ter entrado naquele quarto... Não deveria ter dormido com ele... Não deveria beija-lo!

            Eu não sabia para onde estava indo, não conheço a cidade. Eu queria tanto minha mãe... Meu pai de verdade... Queria abraçar Seokjin e chorar baixinho em seu ombro, queria abraçar Namjoon, e jogar bola com ele... Queria agarrar Chanyeol e Baekhyun num abraço, e brincar...

            Queria minha infância perdida de volta... Com eles...

            Assim tudo seria mais fácil... Mas parece que piora sempre. Eu reconheci que aquele era o fim da praia. Eu estaria perto do orfanato?

            Foi ao subir na divisão da praia e calçada da cidade, que eu vi a enorme placa: Seja bem-vindo ao orfanato Yuagi.

            Ele estava ali, aquele prédio de três andares, com as portas abertas, recebendo todos de braços abertos, como um bom acolhedor.

            Por um momento lembrei de pequenas cenas que aconteceram ali. Como em uma manhã de sábado, que eu e Hoseok ajudávamos a senhora Yang Mi a cuidar do jardim, e acabamos nos sujando de terra demais, e ela mesmo nos deu banho... Ou quando em um almoço coletivo, Hoseok se engasgou com seu kimbap e quase morreu, foi desesperados, mas engraçado depois que ele cuspiu metade da comida, causando risos na senhora grisalha.

            Corri até lá, e sem nem ao menos, pedir licença, ou a procurar, entrei no corredor, invadindo o local, a procura do meu quarto.

            O achei.

            C-13

            Entrei rapidamente, e estava vazio, apenas uma moça de costas guardava cobertas e edredons em um armário, quando me viu, deu um pulo.

            – Jungkook!? – Ela sorriu surpresa se aproximando.

            – Ajumma! – Atravessei o pequeno cômodo, até chegar na senhora que tinha os cabelos quase completamente grisalhos, a Yang Mi com certeza era “velinha” mais linda e legal que já conheci. – Como vai a ajumma, noona?

            – Eu vou bem, pequeno. – Ela observou meu tamanho, eu estava bem maior que ela. – Quero dizer, você está enorme! Anda bebendo chá de bambu? Onde estão seus pais? Por que veio? Avisou-os antes? – Ela suspirou e encarou meus olhos. – Estava... Chorando, Jeongguk?

            – Não. – Afastei os olhos, mas ela puxou meu rosto. – Estava apenas com saudades...

            – Onde estão os senhores Min’s? O que está havendo??

            – Eu quis vir te ver....

            – Mas, Kook, você tem que...

            – Yang... Eu queria rever o orfanato antes de qualquer coisa. – Suspirei, eu queria ver o berçário, onde eu fiquei um bom tempo, queria ver novas crianças, eu me dava tão bem com elas... Queria me acalmar, e nada como um risinho de alguma para me alegrar, e eu poder ir feliz para minha casa.

            – Venha. – Ela afagou meu peito, me puxando vagarosamente e pacientemente como sempre fazia.

            Ela sabia o que eu queria ver, ela sabia o que aconteceria caso eu visse alguma criança fofinha, eu ficaria a noite inteira lá, mas mesmo assim, me levou, porque... Yang Mi é minha amiga, e sabe, que mesmo eu aparentar estar fraco e derrotado, estou mais forte do que nunca.

            Quando cruzamos a sala do berçário das meninas, eu entrei vagarosamente. Estavam todos dormindo. Me aproximei de um bercinho rosado, onde havia uma menina.

            Olhei seu nome em uma fitinha. Lalisa Manoban.

            – Quem é ela? – Me interessei, ela era a única com os olhos enormes e bonitos estando bem ativos ali, chamando minha atenção, enquanto chupava uma chupeta maior que sua própria boquinha.

            – Os pais morreram do caminho de Tailândia para Coréia, e.... Os que estavam próximos a trouxeram para cá. Ela é linda, não? – Perguntou se aproximando. – Quer… Amamentar? – Não recusei e peguei a mamadeira com leite morno de sua mão, e cuidadosamente peguei a criança no colo.

            – Ela é linda... Quantos anos tem?

            – 3...

            – E é tão quietinha? – Finalmente encarei Yang Mi, com o nariz vermelho pelo choro recente.

            – Sim... Apenas com estranhos, logo se acostuma. – Ela sorriu simplista.

            – Eu estava com saudades ajumma...

            – Eu também pequeno. – Por mais que eu fosse grande perto dela, ela continuaria a me chamar daquilo, e eu gostava, me sentia um bebê ainda.

            Quando eu podia entrar nos berçários eu sempre ia nos das meninas, eu quero ter uma filha quando crescer e me casar. Quero poder ensinar tudo a ela, e protege-la do mundo e do frio.

            Essa frase me lembrou Yoongi, e minha lágrima escorreu independente pela minha bochecha, caindo no nariz de Lalisa, que riu gostoso.

            Ela era linda...

            – O que houve, Kook-ssi? – Novamente a senhora perguntou.

            – Nunca pensei que aconteceria comigo, noona... Mas... Eu estou sentindo algo por alguém, e isso é péssimo!

            – Por que péssimo? – Ela sussurrou de volta, encarando a maneira com que eu encaixava a mamadeira na boca da criança em meus braços, que fechou os olhos enquanto passava os dedos nos cabelos finos.

            – Por que ele é meu novo irmão…

            – Mas isso… É – Ela não terminou pelo simples fato de ouvirmos um barulho, uma porta se abrindo.

            Meu coração se acelerou quando vi aquela cabeleira loira conhecida apontar na porta. Lalisa percebeu o movimento e abriu novamente os olhinhos, encarando Yoongi que vinha pausadamente até nós, me olhando enquanto tomava folego, ele devia ter corrido muito, por mais cansado que tivesse, ele estava ali e isso fez com que eu quisesse atirar aquela mamadeira na cara dele.

            Eu tenho que ter meu tempo longe dele, longe de toda aquela grosseria! Talvez fosse verdade... Talvez Yoongi fosse a pessoa que ninguém quer por perto... Talvez ele fosse mesmo um lixo.

            – Jungkook, vamos pra casa...

            – Eu quero ficar longe de você! – O respondi rápido e alto, e Lalisa se remexeu no meu colo.

            – Quer ficar longe de mim!? Você quem começou! E além disso, quer voltar para cá!? – Ele apontou o local, fazendo com que eu tivesse mais raiva ainda.

            – Eu amo “esse lugar”! – Retruquei, enquanto acariciava a cabeça da pequena tailandesa a colocando novamente no berço, mesmo a seu contragosto.

            – Jungkook, por favor... O escute. – Yang tocou meu braço, enquanto a entregava a mamadeira rosa.

            – EU não tenho tempo para babacas! – Resmunguei e Lalisa, choramingou querendo meu colo novamente. – Wow, Lisa, a titio tem que ir, está bem? Amanhã venho te ver de novo, pode ser?

            A menina pegou meu dedo indicador, o acariciando. Quando finalmente ela fechou os olhos para dormir, eu abracei Yang Mi, sussurrando em seu ouvido que amanhã realmente voltaria, só não queria que Yoongi escutasse.

            Me virei. E encarei Yoongi que ainda buscava por folego.

            – O que você tem? – Perguntei já no corredor.

            – Bronquite, e renite...

            – Hmm. – Andei em sua frente por puro desprezo.

           

            […]

 

            – Acha que foi legal o que você fez, Jungkook? – Ele me perguntou.      

            Havíamos feito uma pausa em um parquinho infantil próximo de casa, não havíamos conversado e nem sequer trocado palavras ou olhares, apenas paramos.

            Eu sentado em um balanço a sua frente, e ele na areia úmida, sei que estava me encarando, sei que estava com raiva, sei que queria tentar ser melhor, mas eu não retribuiria o olhar, e nem a preocupação, eu estava – pela primeira vez – com raiva de Min Min Yoongi.

            – Eu fiquei com medo que você fosse embora pra sempre. – Ele falou soprado, mas tinha certeza que estava sorrindo, pelo jeito soprado. – Sabe, quando eu te vi lá... Naquele berçário infantil e de bebês, eu fiquei tão feliz... Por você não ter “sumido” de vez... Foi tão reconfortante te ver lá, segurando aquela menininha tão linda e-

            – Cala a boca. – Era minha vez de ser curto e grosso. – Você foi ridículo.

            – Eu sei... Mas é que... Você estava me irritando com aquele ciúmes todo!

            – Yoongi. – Eu nem sei ao menos porque pronunciei seu nome, eu não o responderia, eu não queria... Eu apenas esperava que ele pedisse logo desculpas, para eu fazer o mesmo, e.... Enfim, estarmos juntos, sem brigas.

            – Jungkook. Me – Ele riu irônico se levantando da areia, enquanto se posicionava atrás de mim, e me balançou vagarosamente no balanço. – desculpa... Eu sei que vai ficar um bom tempo me evitando, sei que também vai tentar fazer de tudo para que eu te deixe em paz, Mas – Ele me balançou mais alto mesmo enquanto eu apenas encarava meus pés cabisbaixo. – mesmo assim sei que no fundo... Tudo não passa de uma briga idiota, e.... Você quer muito sentir “aquilo” de novo...

            Eu iria ficar quieto, só que sou curioso, e precisava ter certeza do que se tratava.

            – “Aquilo” o que…?

            – Euforia... Quando, você sabe!

            – Uh, acho que sei. – Ele segurou fortemente o balanço, o puxando para trás, fazendo com que eu parasse de respirar ao sentir sua respiração quente em meu cangote.

            – Luhan é meu amigo, ok? – Ele sussurrou o óbvio. – E você meu irmão, ponto.

            – Ok... Mas podíamos ser mais.

            – Que? – Ele corou ao se aproximar e eu ri.

            – 9x7! Está perdendo Yoon!

            – Quem disse que você sabe quem ganha o jogo? – Ele se sentou no balanço ao lado.

            – Eu mando no jogo!

            – Mas foi eu quem inventou!

            – Porém quem mandou sou eu! – Sorri a ele

            – O que é exatamente o prêmio então, já que sabe tudo, o que é o prêmio?

            Eu não parei para pensar nisso, o que ganhamos no final? O que tanto almejamos??

            – O que é? – Perguntei, me balançando com o pé.

            – Você ainda não entendeu? – Fiz que não com a cabeça e por fim o encarei. – O prêmio é você.


Notas Finais


É isto:

Espero que tenham gostado, e desculpa pelos erros de português, eu sempre reviso mas hoje não deu muito tempo, porque tenho que sair agora, MMAAAAAS... Dá próxima farei o possível e impossível, para dar o melhor pra vcs, pipocas^^


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