História Adotado por loucos! - Capítulo 22


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Black Pink, EXO, Got7, Monsta X, SHINee, Super Junior
Personagens Baekhyun, BamBam, Chanyeol, Chen, Choi Siwon, D.O, D-Lite (Daesung), G-Dragon, Hyung Won, I'M, Jackson, JB, Jennie, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jinki Lee (Onew), Jinyoung, Jisoo, Jonghyun Kim, Joo Heon, Jung Hoseok (J-Hope), Kai, Kangin, Ki Hyun, KiBum "Key" Kim, Kim Heechul, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Kris Wu, Lay, Lee Donghae, Lee Hyukjae "Eunhyuk", Lisa, Mark, Min Hyuk, Min Yoongi (Suga), Minho Choi, Park Jimin (Jimin), Park Jungsu, Personagens Originais, Rosé, Sehun, Seungri, Shin Donghee, Show Nu, Suho, T.O.P, Taemin Lee, Taeyang, Tao, Won Ho, Xiumin, Yesung, Youngjae, Yugyeom
Tags Bigbang, Blackpink, Bts, Chanbaek, Exo, Got7, Hunhan, Jihope, Kaisoo, Monsta X, Namjin, Shinee, Sulay, Super Juniro, Taoris, Xiuchen, Yoonkook
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Palavras 3.700
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Crossover, Drabble, Drabs, Drama (Tragédia), Droubble, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Feliz dia dos pais, perdoa o horario!

Raedarna ti amo ,3

Capítulo 22 - Me faça feliz, hoje e para sempre.


Pov. Autora:

 

            – Droga, viu!? O Hoseok tinha que ficar doente justo hoje!? Na festa do Jimin!? – Chanyeol resmungou enquanto cruzava os braços, insistia em pentear seus cabelos, mesmo cansado de saber que Chanyeol logo os bagunçaria novamente.

            Os dois irmão estavam em uma mísera discussão sobre Hoseok ter que ir, sim, para a festa, pois seria chato sem o Jung presente. O Park irmão mais velho nunca entenderia a aproximação deles, sabia que apenas troavam cartinhas de Yu-Gi-Oh! e nada mais, mas mesmo assim, quando o assunto era seu irmãozinho se sentia enciumado.

            – Olhe, nem sei do que está reclamando... Você sabe que doente ou não, Hoseok vai estar lá rebolando aquela coisa que ele chama de bunda, dele. – Baekhyun praguejou, terminando por fim o cabelo do irmão mais novo porém bem mais alto. – Está bem assim?

            Chanyeol sorriu ao irmão, esquecendo qualquer tipo de resquício da existência de um Jung Hoseok em sua vida, afirmou enquanto encarava de relance o espelho, dando atenção mais ao mais velho.

            – Obrigado, hyung. – Agradeceu sorrindo, enquanto se aproximava, sessando sua distância para com a do irmão, fazendo o coração de Baekhyun se apertar em ter que empurrá-lo para longe por Yoongi entrar rapidamente no quarto.

            Chanyeol pigarreou triste. Queria poder ganhar ao menos um beijo de novo, como na semana passada; claro, foi um selinho de nada, que ele ganhou apenas por se comportar na frente da família e com o irmão, mas mesmo assim, sentiu falta dos lábios do irmão.

            – Vocês estão prontos? Jungkook vai botar um ovo, de tanta animação. – Yoongi soltou seco como sempre, enquanto se afastava da porta para que os irmãos mais novos que si, passassem tranquilamente, em uma discussão rápida e decidida de que de qualquer forma, Hoseok estaria lá.

            Jungkook se encontrava ansioso sentado no sofá, enquanto Jackson descia correndo as escadas, atrás de um sapato. Ele jurava que o tênis da Nike estava ali! Não podia ter desaparecido, não assim.... “Do nada”.

            – Vocês viram o outro par do meu Nike?? – Perguntou com desespero desnecessário, pois sabiam que a festa começaria onze horas da noite, agora eram apenas nove.

            – O Chanyeol jogou na piscina. – Jungkook respondeu ainda nervoso.

            Queria ir o mais cedo possível, seria sua primeira festa fora do orfanato, e longe de seus novos pais, teria que ser responsável por si e seus irmãos, e pelo seu sapo encantado também, já que Yoongi jurou que não pararia de beber, só se fosse embora da festa, o que provavelmente não aconteceria, pois a casa era do Jimin.

            – Que? – Jackson sussurrou, parando no mesmo estante, ao mesmo tempo em que seu corpo fazia uma curvatura de cento e oitenta graus apenas para que ele olhasse a cara corada e depravada de Chanyeol, que o encarava cabisbaixo e triste. – Como assim.... “Jogou na piscina”? 

            Chanyeol pigarreou por um estante, enquanto Baekhyun segurava um certo riso por conta de toda a situação sem nexo e contagiante, e um tanto engraçada.

            – É... Foi sem querer. – Se defendeu envergonhado, pelo olhar acusador que caía sobre si.

            Porém Jackson se sentia triste por dentro, era seu tênis favorito, e além disso, sabia que não havia sido “sem querer”, nenhum deles – menos Jungkook – gostava de si, e provavelmente estavam apenas o levando, para que Zitao não ficasse no pé deles, o que era irritante, Jackson já era grandinho!

            Segurou um suspirou de tristeza e uma lágrima que persistia em existir em seu olhos, mas falhou e quase transpareceu que estava cansado em ser sempre excluído por não ser dali, e por ser totalmente diferente deles, ainda mais com o fato, de que se casaria com um da família Min, praticamente contra suas vontades, tinham o direito de não gostarem de si, mas não era culpa dele! Ele apenas seguia seu pai e seus conselhos... Ainda era uma criança!

            – O que foi? Eu disse que foi sem querer, e-

            – Shh. – Baekhyun o cutucou, percebendo o estado do Wang, que passou a mão pelo rosto, em um gesto exagerado e triste, e saiu andando rumo a escada, para procurar, agora, seu Puma, não poderia usar o Nike.

            – Quer ajuda Jack? – Jungkook perguntou receoso pela resposta, não estava se preocupando apenas para ser legal, mas sim porque realmente gostava de Jackson, não ficara bravo ou “revoltado” por ele ser futuro noivo de alguém dessa família, mas sim porque queria, e iria, ser ele mesmo, educado e simpático com Jackson Wang, que gostava tanto de si.

            – Não precisa... Eu já sei... Ah, muito obrigado... Mas não. – Desistiu de explicar algo, se confundindo meio as palavras.

            Jungkook franziu o cenho, enquanto se levantava sorrateiro do sofá e subia as escadas puxando a mão do Wang, deixando três menininhos boquiabertos na sala.

            Yoongi apenas segurou um urro de raiva. Chanyeol se sentiu mal. E Baekhyun, apenas queria rir, sabia que no fim das contas tudo estava tudo bem, e que logo esqueceriam aquele momento.

            – Ele não estava apressado? – Chanyeol desafiou para Yoongi, que revirou os olhos, e jogou com toda sua mínima força, uma almofada.

            O bastante para Chan e Baek soltarem gargalhadas estúpidas no ponto de vista do Min presente, que logo os deixou de lado, resgatando seu iPhone de seu bolso.

            Luhan estava ligando. Provavelmente para alertá-lo sobre o novo horário de consulta com o Dr. Park Jaebeom – Ou Dr. Jay Park – que fora remarcada para a próxima segunda-feira.

            – Fala. – Respondeu ao perceber que o chinês havia atendido do outro lado.

            A típica respiração boba e afetada foi escutada do outro lado, e ele não conteve o sorriso, seu amigo continuava vivo, isso significava que Sehun não havia exagerado, como fazia com Kyungsoo.

            – É... Onde vocês estão?

            – Uh... Em casa. – Respondeu, enquanto se distraía facilmente com o pedaço de almofada do sofá chique de couro preto, que quando ele era criança, costumava sujá-lo com sopa de tomate.

            – Meu Deus! Você disse que chegaria mais cedo por causa do Jungkook! E onde estão? Em casa! Faça-me o favor, o Sehun já está ficando e entediado.

            Yoongi arregalou de leve os olhos, agora de pé, por um momento havia se esquecido que o “cabeça” daquela festa era Sehun, mas se lembrou a tempo de soltar um grunhido forte, quando Jackson e Jungkook desciam lentamente a escada cheia de degraus.

            – Aish, eu me esqueci... Desculpe-me... Estamos a caminho. – Suspirou.

            – Ah... Advinhe quem acabou de chegar? – Perguntou, provavelmente sorrindo do outro lado, como sabia que Yoongi nunca respondia essas “brincadeiras” continuou. – Os amiguinhos do Hoseok e do Jungkook... E tem um em especial...

            – Pelo amor que você diz ter por sua vida, fale logo! – Yoongi respondeu ríspido e bravo, imaginando que não fosse nada além de uns adolescentes comuns e chatos, o oposto de seu maninho.

            – O Mark... Kuan? Ou seria... Tuan? – Se perguntou, e parou ao ouvir um grunhido de reprovação do outro lado da linha.

            Maldita hora, que Yoongi foi contar de seus sentimentos para com Jungkook, e ainda mais dizer que odiava Mark Tuan, por ser amigo de Jungkook a mais tempo que si!

            – Tá. Tchau, tchau, tchau! – Yoongi desligou, desesperado, odiava que o amigo lhe lembrasse certas coisas que poderiam muito bem serem esquecidas.

            – Podemos ir agora hyung? – Kai apareceu, enquanto puxava Kyungsoo pela mão, que estava desanimado para ir a tal festa na casa do amigo, mas mesmo assim ia para evitar que Kai brigasse ou desse atenção parar “mais” pessoas que o devido, que acontecia sempre que Soo não estava presente.

            Yoongi afirmou apreensivo, enquanto via todos correrem em direção a porta, por fim, acabou sendo o último. Namjoon o chamou em tom de sussurro, e ele revirou os olhos em quanto bufava e se aproximava minimamente, perto do homem que ele deveria chamar de “appa”, mas servia só “Nam” ou “Senhor Kim Namjoon”.

            – Cuide de seus irmãos, certo? – Sorriu, exibindo covinhas perfeitas e profundas, fazendo com que o mais baixinho não julgasse aquilo uma ordem e sim um simples pedido, natural de pais. Namjoon percebeu que o menino queria algo mais. – Está tudo bem?

            Yoongi afirmou, um pouco ansioso para abraça-lo logo e sair correndo atrás de seus irmãos, que entravam correndo dentro de seu carro, e ele começava a ficar irritado com a possibilidade de acabarem estragando algo.

            – Sim, estão tudo bem. E com você? – Perguntou retórico, enquanto olhava acusadoramente para Jungkook e Chanyeol que discutiam quem iria ir na frente, mas logo Kai interviu dizendo que seria ele, e os três iniciaram um guerra.

            – Está bem... Vá lá antes que um desastre aconteça. – O moreno alto autorizou, se aproximando um pouco, fechou os olhos de leve, esperando que Yoongi não correspondesse seu abraço e saísse correndo.

            Mas foi ao adulto fazer isso, que o loirinho agarrou sua cintura em um abraço quente, enquanto descarregava um sussurrou um tanto amoroso e carinhoso.

            – Eu te amo, appa. – Sussurrou antes de botar os pés a correr, até o carro, que estava em guerra, entre Kai, Jungkook e Chanyeol, e agora, Kyungsoo resolveu se intrometer junto com Baekhyun causando uma algazarra.

           

            […]

 

            A casa, antes fazia e com uma música baixa e sem graça, se encontrava cheia, e horrorizada pela altura exagerada da música. Por mais que não fosse do feitio de Jungkook estar ali, dançando, enquanto bebia Coca-Cola, ele estava gostando.

            Por mais que ás vezes se incomodava com um Yoongi bêbado apertando seu bumbum, estava gostando, e aquilo que importava. Apenas evitava algumas coisas, como o cheiro forte de maconha no andar de cima, ou até mesmo os meninos homossexuais – e um tanto tarados – no canto da parede.

            Enfim, fora tudo aquilo, a festa estava maravilhosamente bem, para sua primeira festa, estava se saindo bem ao seu ponto de vista.

            Luhan cantava, alternando em suas próprias músicas, até outros estilos musicais, ou os clássicos do k-pop.

            Sehun se encontrava em cima do palco – que fora montado do lado de fora da casa – observando Luhan cantar, enquanto balançava de leves os pés bambos para frente e para trás, de maneira fofa.

            Enquanto estrelas acima de si, refletiam os olhos de todos, até a água da piscina, que tinha outra tonalidade, colorida, pelas luzes.

            Chanyeol e Baekhyun sumiram, Jungkook podia chutar que os dois estavam bêbados, e mortos, no fundo da piscina, ou talvez quem sabe, no andar de cima se drogando, ou QUEM SABE, em algum quarto fazendo algo? Ninguém sabia... Muito menos o moreno, que estava concentrado em dançar, sem deixar sua Coca-Cola cair.

            Yoongi havia se sentado, a mando de um Jungkook bravo, que disse que se ele não sentasse e não parasse de apertar sua bunda toda hora, ele iria embora, ou poderia fazer algo muito pior.

            O bastante para Yoongi bufar e ir se sentar em uma poltrona que não estivesse vomitada, enquanto continuava a beber, antes soju agora whisky, que jazia em seu copo vermelho de plástico. Observando Jungkook e sua Coca-Cola, que parecia durar a festa inteira, pois ele não deixará cair um só momento enquanto insistia em rebolar, aquilo que ele chamava de bunda.

            E não qualquer uma, era A Bunda! – Ponderou sorrindo sôfrego, dando outro gole em seu copo, e se surpreendendo ao perceber que dentro do recipiente não havia nada a menos que ar.

            Suspirou bravo, e um pouco preguiçoso em se levantar e ir pedir que o – meio – barman do local, nada mais nada menos que Suho, que estava sorridente enquanto servia a todos, parecia até mesmo um tanto drogado, com certeza não estava vendo os desastres, nem a maconha a sua volta, o que era vantajoso para todos, menos Seokjin que havia ficado preocupado com o tema: “festa na casa de Jimin, sem os pais presentes”.

            Ao se levantar, chateado e cambaleante para ter que pedir ao “barman” encher seu copo pela décima vez, foi interrompido pelo grito agudo de Jungkook.

            – Ei!! – Berrou do outro lado da varanda sombreada, Yoongi revirou os olhos, enquanto se virava e sentia o barulho dos pés de Jungkook correndo até si. – Quem disse que você podia sair do lugar onde te coloquei?

            – Sério isso Jungkook? Pensei que mantínhamos uma relação independente! – Yoongi usou em sua defesa, enquanto falava engrolado, querendo ir embora. – Sabe, você é tão chato assim, por que não bebe um pouco?

            – Porque fiz dezesseis anos no mês passado! – Resmungou cruzando seus dedos com os de Yoongi, o guiando até seu assento novamente, o colocando sentado, e sentando sobre seu colo, podendo ter uma ampla visão de um Taehyung rebolando na cintura de um Kunpimook que segurava firmemente suas muletas, enquanto ria e dançava. – Fique bem aqui, ok? E me obedeça. Você está bêbado, e provavelmente nunca lembrara disso.

            Jungkook suspirou um tanto bravo. Por que deixou Yoongi chegar aquele estado? Por que deixou ir longe demais??

            O pouco sóbrio que Yoongi estava, conseguia perceber a preocupação, seu sentimentos e demonstrações estavam a flor da pele, então mesmo assim, queria vê-lo bem ao seu lado.

            Apertando sua cintura, Yoongi sentiu Jungkook estremecer de leve, enquanto se aconchegava em seus braços de maneira carinhosa e leve.

            – Eu não deveria ter deixado você passar dos limites, não acha que tinha que estar sóbrio para fazermos mais coisas? – Jungkook serrou os dentes na pele fina do pescoço pálido e gélido de Yoongi, que transbordava em um suor, por se sentir quente perto do Jeon.

            – Como assim? Eu estou bêbado, mas sei que essas pessoas nos olhando feio, são um bando de idiotas, uh? – Sussurrou, com aquela voz rouca e um cheiro de whisky forte, que Jungkook deveria achar estranho e nojento, mas aquilo o incitava a beijá-lo, mas como Yoongi disse, os olhavam feio.

            – Concordo, com você. – Suspirou, tirando os dentes do pescoço alheio, e encarando-o de perto. – Mas você está bêbado. Se estivesse sóbrio mesmo, teria mandado todos se foderem. Não?

            Yoongi afirmou, relutante demais para continuar naquela festa. Queria era abraçar Jungkook e dormir com ele, ali mesmo, naquela poltrona de couro. Na verdade queria apenas ter Jungkook naquela noite e para sempre, mas realmente estava bêbado, e aquilo não mudava fatos nenhum.

            – Queria saber onde está Mark. – Respondeu afoito para sair correndo com Jungkook no colo, colocá-lo deitado em uma cama qualquer, tirar sua roupa devagarinho, mordê-lo, e deixa-lo por conta de todo o resto.

            Resumindo, Yoongi estava: bêbado, e com uma – em termos sujos – puta vontade de “dar” para Jungkook, e aquilo se tornou evidente no momento em que ele deslizou sua mão para a bermuda escura de Jungkook.

            – Mark... Sumiu. – Suspirou Jungkook, sem notar o carinho em seu baixo ventre, enquanto olhava por todos os lados e pôde localizar Mark Tuan. – Achei! – Berrou, enquanto Yoongi continuava a observá-lo de maneira estranha. – Ele está conversando com.... Jackson? – Se perguntou, e uma lamparina pareceu se acender em seu cérebro. – Meu Deus, Yoongi, eu tive uma ideia! Mas só direi amanhã quando você estiver sóbrio. – Ponderou sorrindo.

            – Por que não subimos para um quarto? – Perguntou sorrateiro.

            Jungkook balançou a cabeça negativamente e de maneira rápida, enquanto por fim olhava a mão de Yoongi sobre sua pélvis.

            – Yoongi! – O reprendeu mas acabou por rir no final. – Pare com isso.

            Yoongi não se conteve, e lhe deu um mínimo selinho, rápido demais para ninguém perceber, mas devagar o suficiente para ruborizar todas as bochechas de Jungkook.

            – Eu não quero mais estar bêbado. – Revelou sentindo uma forte tontura e dor de cabeça.

            – Nossa, você é um bêbado exótico... Nenhum bêbado diz isso. – Jungkook riu. – Ah, sim, você não é qualquer bêbado, é Yoongi, único, e meu. – Sorriu minimamente.

            Ah, como Yoongi queria sentir aquele ar possessivo de Jungkook, só que em outro lugar, na cama de Jimin talvez, em qualquer lugar onde eles podiam estar pelados, e se mordendo!

            – Talvez eu não esteja bêbado. – Esclareceu.

            – Hmm... Não tente me enganar. Vamos, tomar um banho vai te ajudar. Que tal irmos pra casa? – Jungkook perguntando, novamente se desvencilhando das meias indiretas de Yoongi. – Sabe que Jackson e Mark não bebem... Podem muito bem contar o que estamos andando fazendo esses dias...

            – Hunt... Acha que appa e Namjoon acreditaria em quem? – Yoongi disparou.

            Estava sim bêbado, Yoongi nunca responderia aquilo, ele guardaria para si e mudaria de assunto, mas não quando se está bêbado.

            – Vamos, deu por hoje... Vamos para casa agora.  – Jungkook saltou de seu colo. – Você está... Estranho já.

            Yoongi o seguiu, ou melhor, foi levado até o segundo andar, e pode ter uma ela vista de um Luhan dando início a sua canção favorita, de ofensas, trocadilhos e principalmente gemidos. Luhan estava cantando sua música de sucesso.

            Lu...    

            – É minha favorita, Kook! – Yoongi largou a mão de Jungkook seguindo direto para frente do palco, onde agora Sehun o ajudava na cantoria. – Venha!

            Jungkook focou em Yoongi por alguns minutos.

            Poxa, se ele soubesse que Yoongi tinha aquela “coisa” enorme da parte de trás do quadril, não deixava-o usar uma calça tão justa. Se Jungkook soubesse que Yoongi rebolava tão bem, não deixaria ele sair de casa!

            – Yoongi... Eu. – Foi interrompido pelo selo molhado que Yoongi insistiu em deixar em seus lábios vermelhos pelo típico batom de Hoseok que o Jeon moreno usava no momento.

            – Dança comigo. – Respondeu, colando seu dedo indicador nos lábios do maior. – Eu posso estar bêbado, e se não me lembrar desse momento, você pode me contar como foi depois? Eu quero sentir isso, por favor, vem, brinque comigo, se esfregue em mim!

            Jungkook riu, desistindo de recusar.

            – Você é um bêbado convincente.

            – Eu... Te amo. – Soltou de repente, enquanto se virava de costas, e se encaixava em Jungkook, fazendo com que o Jeon – que estava perdido – o abraçar de costas, enquanto ele começava sua dança padrão de esfrega-esfrega.

            Jungkook estava em estado de choque pela tais palavras do Min. Ele realmente falava sério? Não. Estava bêbado. Por mais que nesse momento Jungkook novamente se perguntava se sim ou não, se amava ou não Yoongi da mesma forma. Realmente sentira meia falta de alguém lhe dizer isso, e seu coração se aqueceu só de pensar na possibilidade de ouvir aquilo mais uma vez, não importava que viesse de Yoongi, só de ouvir se sentia bem, se sentia amado.

            Mas aí vinha sua preocupação, bêbado ou não, Yoongi havia dito mesmo aquilo, e estas palavras podiam machucar conforme fossem desconexas.

 

            […]

 

            – Pronto, terminei. – Yoongi sussurrou cabisbaixo, invadindo o quarto de toalha, não apenas na cintura como de costume, mas sim presa acima do peito, como tipicamente as mulheres costumam usar. E outra sobre a cabeça.

            Jungkook deixou o celular do Min – que havia deixado ali, para que o Jeon jogasse – de lado, e o visualizou andar de cara amarrada até o guarda-roupas que ambos sabiam de Jimin.

            – Melhorou? – Perguntou retórico, esperando não ganhar nem ao menos uma resposta.

            Yoongi parou onde estava, cruzou os braços de maneira brava e possessiva, e encarou brutalmente Jungkook, como se quisesse voar no pescoço do Jeon, que havia dado tal pergunta.

            – Eu tô com sono, e dor de cabeça porra, acha que eu tô bem!? – Perguntou enquanto jogava a toalha que estava em sua cabeça, em Jungkook que riu se escondendo atrás de um travesseiro-escudo, e caindo na cama, enquanto observava Yoongi.

            – Pelo menos não está mais bêbado... Isso é bom. – Suspirou encarando os movimentos de seu hyung, e percebeu que ele estava prestes a ficar nu na as frente.

            Seu corpo inteiro pulsou, assim como seu membro ao vislumbrar por fim, desde as coxas até o peitoral desnudo de Yoongi, que colocava com rapidez – pela friagem obviamente – uma roupa de Jimin.

            – Eu te odeio. Por que deixou que eu passasse dos limites!? Agora minha cabeça parece que vai explodir! – Retrucou cada vez mais bravo.

            Jungkook não respondeu e ne iria, preferia deixar que Yoongi descarregasse sua raiva – por estar malzinho pela dor de cabeça – e por fim, o abraçaria e dormiriam.

            – Droga... Onde está a porra da-

            – Aqui, calma, Yoon. – Jungkook atirou a cueca escura na direção e Yoongi que a agarrou sem nem ao menos agradecer.

            – Fiz burradas, não? O que eu fiz? Me lembro de muito pouco. – Respondeu apreensivo, deixando de se secar para colocar a peça intima, fazendo Jungkook querer dizer que ele podia dormir pelado sem problema algum.

            – Me diga você, o que lembra que fez? – Perguntou.

            – Lembro de dizer que te amava. – Sussurrou um tanto envergonhado, agora se alinhando na cama, somente de bermuda. – E acho que não era totalmente mentira.

            Jungkook renegou por um tempo, mas não sabia o que dizer, estava nervoso e podia jurar que suas mãos suavam veemente. Yoongi se aninhou a si de maneira fofa e carinhosa.

            Enquanto cobria a si e Jungkook com a mesma coberta que cheirava a Hoseok por algum motivo. Após isso deixou vários selares no rosto de Jungkook, que se encontrava em choque e pálido.

            Enquanto seus lábios marcavam o outro Jungkook refletia. Queria corresponder, mas o que?

            – Não precisa dizer nada a respeito se não quiser. – Yoongi esclareceu, lhe deixando um beijo ferozmente bom em seu cenho que ainda estava rubro em dúvidas.

            – Mas eu quero. – Jungkook finalmente mudou de expressão agora determinado a dizer o que queria.

            Mas o que? Exatamente.

            – Então diga. Quero te sentir aqui... Mais pertinho. – Yoongi suspirou se levantando de leve até estar um pouco acima de si, o vislumbrando.

            – Eu também te amo. – Suspirou desistindo de sua dignidade deixando a vergonha tomar conta de seu peito, assim como seu coração que parecia quer sair voando dali de tão envergonhado e acelerado que se encontrava.

            – Oh... Sim. – Yoongi sorriu, o sorriso gengival que atiçava Jungkook a beijá-lo, assim o fez, e pôde sentir a língua do parceiro roçar a sua, a alisando de forma bruta porém boa, lhe incitando a puxá-lo pela cintura, abrindo suas pernas e o colocando no espaço vago acima de seu quadril.

            Yoongi se levantou, se sentando ali, puxado todo o ar que podia.

            – Você foi malvadinho hoje. – Jungkook esclareceu meio a arfadas e puxadas de ar. – Mas eu já me acostumei.

            – Jungkook. – Yoongi parou sério e mais mandão do que de costume, pronto para mudar de assunto. – Eu. Quero. Você. Aqui. E. Agora. – Sussurrou pausadamente.

            O som da metade da música do Luhan tocava lá em baixo, e aquilo incitou Yoongi a lhe dar uma rebolada avantajada.

            – Que? – Se fingiu de burro, apenas por vergonha.

            – É... Me faça feliz, hoje e para sempre.


Notas Finais


Eh isto, tem parte dois^^


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