História Adsme 04 - Sob a Proteção do Guerreiro - Capítulo 9


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Gravidez Masculina, Romance
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Palavras 3.272
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Ficção Científica, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Madrugada!!!!

Gente demorei um pouco mas retornei. Espero que curtam!

Capítulo 9 - O que eu sinto por você?


Fanfic / Fanfiction Adsme 04 - Sob a Proteção do Guerreiro - Capítulo 9 - O que eu sinto por você?

Adaoh

 

Meu pequeno esposo já havia partido com meu irmão e meu cunhado há horas, mas meu pensamento ainda se voltava para o momento em que o vi sentado na toalha de piquenique sorrindo para mim. Tão lindo, tão sensual...

– Ameya! – falou um colega meu abanando a mão a minha frente. – Colônia para o espaço sideral? Acorda!

Risos lotaram a sala quando bufei e tirei a mão dele da minha frente com um tapa. Olhei ao redor e vi todos os meus colegas em fases diferentes de se vestir, ou despir, e alguns inclusive já nus indo para os chuveiros.

– Até que enfim voltou ao mundo dos vivos. – falou outro, rendendo mais risos pela sala.

– Deixem-no em paz. – falou Maxim com um sorriso zombeteiro. – Afinal, com um visitante tão gostoso todos nós estaríamos com a mente nas estrelas também.

– Maxim. – falei soltando um rosnado baixo.

Maxim era um colega que conheci nas classificatórias de pelotão mais cedo hoje. Seu porte atlético e volumoso era quase o igual ao meu, embora para os padrões dos lupinos ele fosse realmente pequeno. Seus cabelos, orelhas e cauda eram de um tom negro quase azulado, e seus olhos azuis eram muito brincalhões.

– Ei! Relaxa cara. – respondeu ele com as mãos para cima. – Eu só falei como um elogio, sem segundas intenções. Sério!

Bufei. Embora eu me sentisse realmente ciumento (novidade para mim, sério), no fundo sabia que não havia malícia nas palavras do meu novo amigo. Ele brincava, mas nunca tentaria nada com Milo. Apesar de conhecer o lupino a pouco tempo eu sentia que sua honra nunca lhe permitiria fazer algo do tipo, simples assim.

– De quem vocês estão falando? – perguntou Romano.

Voltei meus olhos para ele, o único mestiço de terráqueo com drakaris do pelotão na colônia. Ele era o mais alto de todos, com 2,30 de altura, e seu porte musculoso o deixava com um ar de imponência que exigia respeito se você quisesse viver. Seu cabelo era de um tom de azul meio lilás que tirava um pouco do ar de menino mau, embora não muito. Seus olhos lilás lhe davam um ar de inocência muito enganosa.

– Meu esposo. – falei orgulhoso do meu pequeno jahani. – Ele estava no parque ao lado esta tarde, se divertindo um pouco com meu irmão e o esposo dele.

– Era uma coisinha fofa, adorável e muito comestível. – disse Maxim rindo ao mesmo tempo que escapou de um tapa meu.

– Hum... – disse Romano cruzando os braços e apoiando o queixo em uma das mãos. – Fora os habituais que temos por lá na hora dos treinos, só vi uns três rapazes novos. Um moreno, terráqueo com certeza, um jahani, e um lupino de cabelos roxos. No início achei que o jahani fosse seu, Ameya, porém logo mudei de ideia, afinal ele estava nos braços do terráqueo. Mas, definitivamente, não achei que seu esposo fosse o pequeno lupino.

– Eca... Esse jahani era meu irmão! – falei com uma careta.

– A coisinha fofa com eles era o esposo dele. – respondeu Maxim animado. – Eu achei que ele estava solteiro e dei em cima dele. Ameya quase arrancou minha cabeça fora por isso! Aff...

Sorri contente quando acertei a cara dele com uma calça, sei lá de quem, bem em seu rosto. Longe de se ofender, Maxim apenas jogou a calça no banco e riu, acompanhado pelos outros.

– Uau! – falou Romano com um ar de surpresa. – Ele era mesmo muito lindo. Você é um homem de sorte, Ameya. Mas, me desculpe a pergunta, você sendo um guerreiro e tal, não teve problemas com a escolha dele como esposo?

– Normalmente teria sim. – Respondi meio sem graça, afinal ainda era uma tradição meio estupida do meu planeta. – De preferência, jahanis de dna guerreiro devem manter a pureza casando com jahanis puros, mas Milo é uma exceção muito rara.

– Por quê? – perguntou Maxim, o que fez com que um dos soldados mais próximos lhe desse um tapa na nuca. – Ai! Só perguntei por curiosidade.

– Milo é mestiço, mas o fato dele ser um portador meio que anula isso. – Suspirei enquanto terminava de me despir e pegava a toalha para que eu pudesse me enxugar quando terminasse o banho. - Não que isso tivesse realmente importado quando eu o escolhi.

– Casamento por amor? – perguntou Romano.

– Mais ou menos. – Respondi corando. – Não posso dizer que foi amor, mas foi algo como... – suspiro pensando em como me sinto a respeito do meu pequeno mestiço. - Estar perto demais de um buraco negro e ser atraído por ele...

– Ou seja, seu pau falou mais alto. Ai! – O comentário abusado fez com que Maxim ganhasse mais um tapa de outro soldado que estava mais perto. – Mais que droga, pessoal! Eu só comentei!

– Não foi isso também. –  Respondi já embaixo do chuveiro e me sentindo bem vingado. – Na verdade, se você sabe um pouco sobre as tradições jahani para portadores... Enfim, Milo estava sob tutela do estado, e sendo um amigo próximo da família seu destino me incomodou.

Todos ao redor me ouviam atentamente, e acenaram seu acordo com minha posição. Ninguém falou nada por um momento. Maxim e Romano me acompanharam até os chuveiros, e estavam respectivamente se ensaboando nos chuveiros, cada um ao meu lado.

Pensei por um momento, sobre toda a situação em que passamos, Milo e eu, e como chegamos até o momento atual. Como explicar tudo o que senti desde a primeira vez que vi Milo no jardim da casa dos meus pais? Mesmo que meus novos amigos conseguissem entender a situação eles nunca de verdade saberiam a profundidade de tudo o que eu passei e senti.

Milo, meu pequeno e delicado mestiço era um mistério atraente desde o começo para mim. Ele sempre foi bonito aos meus olhos, mas não foi exatamente isso que me fez decidir assumi-lo, certo? Meus instintos de proteção, não posso negar, sempre reagiram a ele mesmo naquela época. Desejo? Também não era totalmente sexual, disso eu sabia.

– Eu só fiz o que senti que era o certo. – Suspirei. – Com ele e comigo, sabe? Nunca senti isso com mais ninguém. Com Milo as coisas... Meio que clicam, sabem? – suspiro e me ensaboo levemente irritado com minha incapacidade de pôr tudo em palavras. – Ah! Sei lá! Não sei explicar.

– Em Drakar isso seria chamado de ligação de almas. – falou Romano.

– Como as lendas de almas gêmeas dos terráqueos? – perguntou Maxim. – Ou como os companheiros de almas dos lupinos?

– Algo assim, embora os drakaris os chamem de tesouros. – respondeu Romano.

– Hum... – respondi pensativo. - Pode ser que ele seja assim para mim. Senti uma atração por ele quando o conheci, mas amor... – suspiro - Não sei se alguma vez me apaixonei de verdade por alguém. Só sei que nunca senti por ninguém o que eu sinto por ele. Tem sentido?

– Sim, tem. – responderam juntos.

– Posso inclusive dizer que essas coisas são o que são. – respondeu Maxim enquanto nos enxugávamos e vestíamos nossas roupas civis. – Em meu planeta, Alpha 7, acreditamos em companheiros de almas. São difíceis de encontrar, mas você sabe exatamente quem é para ser seu quando finalmente o encontra.

Pensar que minha relação com Milo poderia ser descrito como algo tão simples assim me fez sorrir. Olhei meu ComLink, a hora indicada por ele me fez sentir pressa. Era quase a hora do jantar, e eu tinha certeza que meu pequeno estaria me esperando ansioso por nossa brincadeira marcada para hoje.

– Bom, o papo está legal, mas eu tenho um esposo me esperando. – falei sorrindo ainda mais quando a galera gemeu e ouvi vários murmúrios de “exibido”. – Até amanhã pessoal!

– Bastardo de sorte! – falou Maxim. – Até amanhã Ameya!

– Até, Ameya. – respondeu Romano com um aceno.

 

 

Milo

 

Eu estava na sala de estar da casa, tentando ler um dos livros que utilizaria nas aulas que eu começaria em breve, mas minha mente insistia em visitar minhas lembranças dessa tarde. Adaoh estava tão gostoso! O brilho do suor em sua pele enquanto se exercitava...

Me remexi na poltrona, suspirando, tentando me colocar mais confortável. Se é que eu conseguiria ficar confortável com minha excitação pulsando entre as pernas. Procurei me concentrar em minha leitura, mas isso parecia impossível.

Aquela calça militar e as botas pesadas o deixavam tão sexy... Claro que eu não fui o único a perceber isso, lembrei um pouco irritado. Na hora que percebi isso durante a tarde tive muitas saudades de Reddie. Pediria para ela sair mordendo aqueles abusados e abusadas que babam por meu Addie.

Suspiro e olho para o holorelógio na parede. Ele mostra um céu noturno ligeiramente nublado e em letras brilhantes a hora. Quase hora do jantar, pensei, será que ele já está chegando? Aquela promessa de tomarmos banhos juntos... Estremeci quando senti minha pele arrepiar e minha ereção inchar mais.

O barulho da porta abrindo me chama a atenção. Será que era ele? Largo meu livro de qualquer jeito na mesa de café em frente a poltrona e rapidamente me ponho de pé. Tento andar calmamente até a entrada, mas acabo mesmo é correndo em direção a ela. No corredor esbarro com meu cunhado e quase jogo nós dois ao chão.

– Oua! – falou Olavo nos agarrando antes que eu e Ishtar caíssemos de encontro ao piso. – Calma aí, amiguinho, onde é o incêndio?

– Eu... Desculpa... – gaguejei. – É...

– O incêndio se chama Adaoh. – Riu Ishtar. – Eu vi pela janela da sala de jantar que ele acabou de chegar. Eu ia te chamar, mas acho eu você já sabe.

– Si-sim. – Corei. – Me desculpe...

– Que isso. – Riu ele mais uma vez. – Vá busca-lo e avise que o jantar já será servido.

Assenti enquanto vi o dois voltarem para a sala de jantar. Me segurei para não correr novamente, mas ainda assim eu andei rapidamente para o hall de entrada. Cheguei a tempo de ver Addie pendurar o casaco e jogar as chaves na mesinha da entrada.

– Oi bebê. – Fala ele com um sorriso e em sua mão a bolsa com roupas do trabalho. – Sentiu minha falta?

– Sim. – Murmuro antes de enfiar em seu abraço e me render ao seu beijo.

Seu sabor único preenche meus sentidos, me derrete, me energiza, me consome... Seu corpo firme colado ao meu me enche de calor e desejo... Seu perfume... Espera, ele cheira a banho. Me afasto do beijo e confuso o olho nos olhos.

– Você... Banho?...

– Tive que tomar banho no vestiário, bebê. – Fala ele sorrindo. – Mas não se preocupe. – Ele se aproxima de meu ouvido e sussurra. – Nós ainda vamos estrear aquela banheira. – Lambe meu pescoço bem em cima da marca que me deu em nossa noite de núpcias e eu me arrepio todo. – Primeiro vamos comer. Está na hora do jantar certo?

– Si-sim. – Respondo num sussurro estrangulado de desejo.

– Vou colocar a roupa suja no cesto, guardar a bolsa e já te encontro na sala de jantar.

– O-ok. – Respondi suspirando ao receber um novo beijo.

Assisti ele subir a escada antes de finalmente acordar do meu estupor e ir para a sala de jantar. Ishtar e Olavo já estavam sentados aguardando por nós, então me sentei em uma das cadeiras vazias.

– Ele já vem? – perguntou Olavo.

– Já. Apenas foi guardar as coisas e já vem.

– Então vamos começar a nos servir. – disse Ishtar. – Aqui, coma um pouco disso. Você vai adorar. É um prato do planeta do Olavo, se chama escondidinho.

– Hum... – murmurei. - O cheiro é bom.

– O sabor também. – falou Adaoh, sentando-se ao meu lado. – Gostei assim que eu provei. Boa noite Ishtar, Olavo.

– Boa noite. – responderam juntos.

O jantar foi agradável, mas para quem tem fome de outra coisa foi longo demais. Culpa dos hormônios, repito. A voz de Adaoh me faz pensar em coisas sujas e quentes que podemos fazer em nosso quarto. Passei o jantar todo preso entre o sabor gostoso da comida e minha libido furiosa pedindo pelo toque do meu marido. Isso seria normal?

 

 

Adaoh

 

Milo subiu rapidamente as escadas e constantemente olhava para trás, me procurando, como se me dissesse com o olhar “apresse-se!” Não consegui evitar de rir baixinho e atrasar meu passo. Milo soltou um gemido baixo, sexy e agoniado.

Alguém estava com pressa hoje...

Sentir sua ânsia por mim me deixava completamente aceso. Meu pau duro me dava um desconforto ligeiramente agradável apenas pelo fato de que em breve estaria enterrado no traseiro macio do meu esposo.

Me despedi de Olavo e meu irmão que seguiam no corredor em direção ao quarto deles. Milo também o fez, mas já aguardava ansioso ao lado da porta. Pelos olhares que me dava quase podia vê-lo batendo seus pezinhos num ritmo nervoso se eu enrolasse mais. Parei ao lado da porta e a fechei sem tirar os olhos dele.

– Vá preparar a banheira e tire a roupa, bebê. – falei rouco. – Estou logo atrás de você.

Ri satisfeito ao ver ele rapidamente sumir pela porta do banheiro de nossa suíte. Sim, alguém estava muito sedento hoje e não era o meu pau. Lentamente entrei no banheiro, a tempo de ver meu Milo nu entrando na banheira que ainda se enchia de água quente.

O pequeno mestiço sentou-se dentro da banheira e me aguardou em silêncio, assistindo atento eu me despir lentamente. Eu observei, eletrizado, a língua rosa e delicada umedecer aquele lábio gordo e rosado, deixando a faixa vermelha brilhosa e sexy. Meu pau inchou e endureceu ainda mais.

Entrei na banheira, mas não me sentei. A visão de Milo ajoelhado aos meus pés, com a boca úmida e sedenta, olhando para mim com desejo claro e profundo me deixou louco. Segurei seu queixo abaixei para dar-lhe um beijo profundo, invadindo sua boca com minha língua, mostrando o quando eu o desejava.

– Bebê... Quero que me chupe. Tudo bem?

– Si-sim. – Corou ele, sua cauda movendo-se agitada.

Me ergui e aguardei. Assisti embevecido, meu pequeno portador se colocar de joelhos e abrir a boquinha em direção ao meu pau. Era muito erótico ver seus lábios envolvendo minha ereção maciça devagar e sem muita confiança.

– Iss... – suspirei rilhando os dentes de prazer. – Ah! – gemi. – Assim, bebê! Chupe mais forte... – pedi, me esforçando para não mexer os quadris e acabar fazendo ele engasgar. – Ah!

Fechei meus olhos e joguei minha cabeça para trás. Era tão bom! A boca apertada e quente não conseguia tomar muito de mim, mas sugava tão forte e gostoso, como se sua vontade fosse tomar tudo de mim até não restar nenhuma semente em meu saco para dar.

– Ah! – suspirei pesado. – Milo, bebê! Tão bom...

Não aguentei mais e acabei mexendo os quadris, levando a cabeça do meu pau bater no fundo da garganta do meu pequeno, que imediatamente se afastou e tossiu. Me sentindo culpado me ajoelhei ao seu lado e toquei seu rosto.

– Milo? Bebê? Desculpe!

– Tudo bem. – respondeu ele já retomando o folego. – Eu gostei de te chupar. – falou ele corando.

– Podemos repetir outro dia. – falei ainda sentindo um pouco de remorso, apesar da ereção não diminuir. – Agora vamos limpar você.

Peguei a esponja e o sabonete líquido. Comecei então a ensaboa-lo limpando-o amorosamente ao mesmo tempo em que aproveitava para tocar e acariciar cada parte do corpo delicioso do meu esposo. Milo soltava suspiros deliciados, e mordicava o lábio inferior me deixando em dúvida sobre o quanto do inchado dessa parte se devia ao mordiscar dele ou ao ato de me chupar momentos antes.

Quando me dei por satisfeito, larguei a esponja e o puxei para que se senta em meu colo de frente para mim. Um beijo longo, cheio de línguas e chupões tomou alguns minutos. Ao me afastar, percebi que ambos estavam tentando recuperar o ar.

Meus dedos procuraram a entradinha deliciosa e ansiosa de Milo. Acariciei e amacei o tanto que foi necessário para que o corpo dele pudesse aceitar sem dor a invasão de meus dedos. Paciência, ordenei a mim mesmo. Primeiro um, depois dois, três e por fim quatro. Em breve eu afundaria meu membro ali.

– Bebê, fique de joelhos e segure a borda da banheira. – Instrui rouco.

– Si-sim! – respondeu ele assumindo a posição que pedi.

Lambuzei meus dedos com um pouco de lubrificante a prova d’agua, estrategicamente colocada por mim no banheiro mais cedo hoje, e preparei o orifício pulsante do meu pequeno mestiço. Derramei mais uma porção generosa em meu pau dolorido e o coloquei na mira do caminho rumo ao paraíso.

– Siiiim!!! – gemeu Milo enquanto eu lentamente vencia a resistência do seu buraco. – Tão grande!

– Quase lá, bebê. – Rosnei enquanto assistia seu corpo receber lentamente minha ereção.

Era quase tão satisfatório assistir meu grosso membro afundar naquele buraco apertado, quanto sentir toda a pressão que o corpo do meu pequeno portador fazia ao redor do meu pau. Gememos juntos quando finalmente minhas bolas encostaram em seu traseiro, logo acima das dele.

– Pronto, docinho. – falei rouco. – Está tudo dentro de você. – Mordisquei e beijei seu pescoço macio, arrancando suspiros dele. - O que quer agora?

– Vo-você sabe... – murmurou ele envergonhado.

– Não sei não, bebê. – falei provocando-o. – Não vou fazer nada se você não falar.

– Mexa duro e profundo! – gemeu ele choroso. – Por favor!

– Duro e profundo? – falei surpreso com ele. – Duro e profundo será!

Lentamente peguei o ritmo, ouvindo Milo gemer e choramingar como se cantasse uma canção só para mim. O senti estremecer e se contorcer conforme o prazer aumentava e se construía no corpo pequeno dele. O clímax estava próximo, tanto dele quanto o meu, e eu podia sentir isso pela maneira como o lamentar dele aumentava de velocidade e intensidade, em proporção ao choque dos nossos corpos e som de tapa de pele contra pele.

– Ah!!! – gememos juntos.

Ele por finalmente gozar, e eu por ser dolorosamente vencido pelo prazer ao sentir seu buraco me apertar e trancar de tal forma que tudo o que pude fazer foi derramar toda minha alma junto com o esperma quente em seu interior macio.

Quase nada me restou de energia depois disso. Levou um tempo considerável para que eu conseguisse me soltar dele, desligar a banheira e abrir o ralo. Milo ainda estava jogado no chão, agarrado a borda e respirando erraticamente.

Liguei o chuveiro para terminar de nos limpar e o puxei para que se pusesse de pé enquanto eu o lavava. Sofregamente ele tentava ficar de pé, mas claramente ele não tinha energia nem para isso. Com muita dificuldade terminei nosso banho, nos limpando de forma adequada e desligando o chuveiro.

Um pouco mais firme agora, mas ainda apoiado em mim, Milo saiu da banheira e me permitiu enxuga-lo. Seus lábios estavam com um sorriso doce e convidativo que me fizeram beija-lo lenta e carinhosamente.

– Vamos para a cama, bebê.

– Hum... – gemeu ele molemente enquanto eu o pegava no colo. - – De novo?

– Agora não, bebê. – Ri satisfeito enquanto nos colocava na cama e nos cobria. – Nós vamos dormir apenas. Você acabou comigo.

– Hum... – gemeu ele se aconchegando em meu peito, suas pernas ao redor da minha cintura e seus braços em volta de mim. – Amanhã teremos mais, certo?

– Sim. – Ri totalmente contente. – Definitivamente teremos mais.

– Te amo... – murmurou ele sonolento.

Amor? Aquela única palavra me deixou com frio na barriga e me custou horas de sono. Milo com certeza nem se deu conta de que dissera isso, já que rapidamente caiu no sono. Como eu me sentia? Incrivelmente tranquilo e feliz. Aí você me pergunta: se você se sente assim, por que a preocupação?

Simples. Milo já sabia o que sentia por mim. Eu ainda não sabia o que sentia por ele. Era amor? Como saber se era mesmo amor se nunca me senti assim por ninguém? Eu o queria, física e emocionalmente, disso tinha certeza. Mas eu o amava? Acabei adormecendo antes de chegar a uma conclusão.


Notas Finais


E aí galerinhaaa???

Curtiram o caps de hoje???? Me contem aí! XD


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