História Adultos gostam disso? - Capítulo 1


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Categorias Phineas e Ferb
Personagens Personagens Originais
Tags Doofenshmirtz, Perry O Ornitorrinco, Perryxdoof, Yaoi
Visualizações 100
Palavras 7.422
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, LGBT, Literatura Feminina, Shoujo (Romântico), Suspense, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie :3

recomendo quatro musicas!

No começo da fanfic; Qualquer musica de Alec Benjamin, se quiser ouvir todas fique a vontade!

Hot; Daddy Issuis e Right Here

Quando chegar na carta; Sam Smith - too good at goodbyes

Capítulo 1 - Human and platypus-human - Unic


Fanfic / Fanfiction Adultos gostam disso? - Capítulo 1 - Human and platypus-human - Unic

E mais um dia que ele não vinha me visitar, já era para eu ter pegado toda a cidade e ficando ao meu domínio mais não tinha graça sem o Perry para vim quebrar e levar minhas coisas de mim, nunca entendi o que sentia mais sempre que via o menor se aproximar de mim me dava uma felicidade incrível e um sorriso bobo se emplantava em meus lábios, a sensação de prendê-lo com minhas invenções era algo incrível, mesmo quando ele saia e me deixava sozinho, sempre procurava fazer coisas novas, mas de um tempo para cá Perry já não me visita mais, eu já estava no meu terceiro projeto. Acabei jogando tudo para o ar e saindo um pouco.

Comecei a andar pelas ruas de Danville, como já dizia não tinha tanta graça sem o Perry, de longe vi um de seus donos andarem ao lado do meio irmão seria estranho eu ir até o mesmo perguntar sobre o ornitorrinco? Nem me importei e me aproximei dele.

– Hey, vocês tem um Ornitorrinco, não é? – Pergunto otimista mas não deixando o desconforto no olhar do maior.

– Sim, o Perry. – Fala o ruivo sorridente. – Mas o que tem ele?

– É que ele... Sabe se ele tem algum parente? Queria um. – Desconversou, sabia que ele era agente secreto e que provavelmente os menores não sabiam.

– Sim, vamos perguntar quando chegarmos, acho que devemos soltá-lo um pouco, o que acha Ferb? – Eles Falam já distante.

Prestei um pouco de atenção, como assim "soltá-lo''? Ele estava preso? Eu tenho que salvá-lo para ele destruir minhas coisas. Ok, isso foi estranho. Voltei ao meu apartamento e corri para a cobertura, peguei meu lunetaeitor e mirei na casa dos meninos, ampliei bastante a visão vendo de longe o mesmo, ele estava preso e não conseguia sair, bufei pegando minha ilusineitor e fui até ele correndo, adentrei a casa não vendo ninguém ali, entrei pelo quintal e subi para a porta dos meninos, entrei vendo Perry ali e fui até o mesmo.

– Perry o ornitorrinco. Acho que as coisas mudou, não é mesmo? – Digo sorrindo e me abaixo até ele, abro a gaiola e logo o mesmo me joga no chão com uma arma. – Calma, eu vim apenas te soltar, eu juro. – O separei de mim e criei uma ilusão deixando um novo "Perry" na gaiola e me viro para ele. – Agora você pode ir para o QG para o Major lhe informar sobre minha nova invenção e eu vou está ansioso te esperando. Tchau! – Disse sorrindo e sai andando em direção ao meu prédio.

°-°

Estava em uma cadeira até que ouço o mesmo de longe vindo até mim, sorrio animado e o encaro, o prendo em uma armadilha tocando um botão.

– EU TE PEGUEI, PERRY O ORNITORRINCO! – Digo feliz e me viro. – Esse é meu Humanizaeitor. Eu vou te tornar Humano! – Digo sorrindo e um tipo de adaga chega bem perto dele, clico o botão fazendo soltar um raio no mesmo, olho ansioso para aquilo e logo subo o tubo. – Funcionou?

– Ãhn? Onde estou? – Uma criança de cabelos esverdeados e pele bem clara estava sentada ali, me aproximei e não tinha aparência de criança, era apenas em um corpo de adolescente com uma voz calma, me aproximei. – O QUE? EU TÔ FALANDO? – Ele se levanta rápido correndo para um canto.

– Eu consegui... Consegui te tornar humano... – Me ajoelhei olhando para o mesmo enquanto estava feliz. – Meu único amigo agora é um Humano.... – Sorrio animado olhando para ele, ele me encara estranho e me aproximo ainda mais. – Perry, sou eu, o Doof.

– O que você fez comigo? Por que eu consigo falar e tenho pernas... – Ele olha para baixo e me aproximo, toco nele sentindo sua pele de humano e sorrio abobado.

– Eu... Sempre quis te ver como humano. Você ficou tão bonitinho!

– Pai, quem é o garoto bonitinho? – Minha filha chega e sinto um ciúmes que acreditei ser dela, me aproximo dela.

– Ninguém, vá para seu quarto ou saia com suas amigas. – Fecho a porta na cara dela escorregando na porta e logo Perry se aproxima.

– Doof, me faça ser um ornitorrinco novamente, por favor. Eu não gostei, não gostei! – Falou começando a chorar e suspiro.

Aquele sempre fora meu sonho desde que me apaixonei por meu único amigo/inimigo; Perry, mas nem sei se ele queria ser um humano, devia ter perguntado, foi irracional de minha parte.

– Eu vou construir um animazeitor. – Falo de cabeça baixa indo até meu quartinho enquanto o mesmo se senta na minha cadeira, pego algumas peças e começo a desmontar o outro projeto que havia feito.

Me sentia observado e sabia muito bem quem era que estava me observando, ele me olhava diferente, agora seus olhos brilhavam e prestava muita atenção em cada movimento que eu fazia, começando a ficar irritado me virei para ele e peguei seu braço, o coloquei na cozinha e voltei ao meu laboratório, quando fechei a porta e me distanciei lá estava ele novamente sentado na cadeira me observando, aquilo fazia meu coração disparar e me sentir fraco, realmente, minha única fraqueza era o Perry.

– Vai demorar muito? Será que Phineas está procurado? Será que alguém sentiu minha falta? – Ele se debruça contra o parapeito do enorme prédio e vou até ele, o tirando dali pela centésima vez aquele dia, mas era só eu me virar que ele estava lá novamente.

– PERRY! – Me estresso e o menor se encolhe, suspiro. – DÁ Para, sentar e ficar quietinho para eu terminar isso? – Olho para ele respirando fundo, ele vem até mim me dado um abraço, sinto meu coração bater tão rápido que o juguei está ouvindo.

– Eu estou com sono, Doof, eu quero dormir. – Falou manhoso me apertando, suspirei e o peguei no colo, levei até meu quarto e o coloquei em minha cama, o cobri e sai dali.

Finalmente paz.

Respirei voltando ao meu processo de construir aquilo, não seria novidade eu virar mais uma noite construindo algum ineitor por ai, era sempre assim. Meu corpo implorava por descanso mas eu tinha que continuar aquilo, não queria deixar para o outro dia, sempre odiei essas coisas de "deixar para depois", então sempre virava as noites. E essa não seria diferente, olhei para o sol que começava a nascer e me apoiei no parapeito, olhei para baixo me encostando ali.

Seria demais pedir para o que eu sinto ser reciproco? Eu queria tanto que fosse mas parece que eu sou apenas o vilão da história que sempre constrói alguma merda para ver sua paixão entrar, destruir a merda e ir embora me deixando com um sorriso de retardado. Phineas e Ferb já estavam para ir para Faculdade, Wanessa estava para se mudar e as coisas comigo nunca mudou.

Suspirei saindo dali após o ineitor está pronto e fui em direção ao meu quarto, entrei no mesmo sem ligar a luz e fui direto para o banheiro, tirei minha roupa olhando para o espelho vendo o tanto que eu estava desgastado, suspirei e endireitei meu corpo, estava começando a ficar corcunda, entrei no boxer começando um banho rápido, me limpei, estava todo cheio de graxa. Sai do mesmo e peguei uma toalha, me enrolei indo até meu guarda-roupa. Peguei apenas uma boxer e uma calça moletom e sentei na cama, peguei um remédio que usava para dormir e tomei um pouco de água, me deitei na cama olhando para o teto e logo olho para o lado, vendo Perry dormindo, me assusto mas logo me lembro.

– Isso foi um erro, um tremendo erro cometido por um idiota apaixonado. – Suspirou olhando para ele e me viro de costas, fecho os olhos abraçando meu ursinho que ganhei quando era uma criança, minha mãe sempre me tratou como menina e acabei ganhando um urso, comecei a gostar dele por sempre ser abandonado, seria errado querer a felicidade apenas uma vez?

Fechei meus olhos sentindo uma onda de sono me invadir com força, adormeci ali como os mesmos pensamentos de sempre.

Acordei com alguém me cutucando, olhei para quem era e ali estava uma figura de adolescente esverdeado a minha frente, me virei para o lado me tampando por completo me rejeitando a acordar, estava quase pegando no sono novamente quando algo cutuca minha bochecha, abro os olhos vendo o mesmo embaixo da coberta, bem próximo a mim, observo seu rosto lindo e desço o olhar para seus lábios, tão vermelhos e convidativos, levei a mão até os lábios do menor passando o dedo sob os mesmos.

– Por que preciso acordar tão cedo? – Pergunto em um sussurro sem tirar os olhos se seus lábios.

– Porque eu estou com fome e não achei minha ração aqui, eu procurei em tudo... – Ele fala devagar e adentro o dedo em sua boca, ele, por algum motivo começa a chupar o mesmo, sinto uma forte pontada em meu membro me fazendo voltar a realidade e tirar o dedo e sua boca, me sento assustado e suspiro fechando os olhos com força. – Doof, eu estou com fome!

– Tá Perry, eu vou tomar banho e fazer seu café. – Me levantei da cama sonolento e fui até o banheiro me tranquei no mesmo, olhei para minha mão mordendo os lábios ao ver meu dedo com um pouco de saliva.

Saio do banheiro alguns minutos depois de um banho e vejo ele sentado na cama com perninhas de índios, pego minha roupa de sempre e volto ao banheiro, uma calça jeans, uma blusa preta e meu jaleco branco. Arrumo meus cabelos passando perfume e desodorante, saio do banheiro indo até a cozinha com ele atrás de mim, ainda estava com o pensamento de mais cedo na cabeça, começo a fazer algumas comidas enquanto bocejava.

– Se eu comer bacon é considerado canibalismo? – Ele me encara.

– Eu como bacon e não é considerado canibalismo, eu sou um animal racional e o porco é irracional. – Explica colocando em seu prato dois ovos fritos, uma fatia de bacon e um pouco de ketchup formando uma carinha feliz. – Só come.

– Tá bom. – Ele começa a comer com a mão e solta um grunhido, vou até ele me sentando e começando a dar na boca dele, já que o mesmo não sabia usar talheres.

Depois de um tempo me joguei no sofá, Perry estava dormindo após assistir um desenho, me virei vendo minha nova invenção que não me dava gosto alguma de tê-la construído. Minha vontade de ir até ela e quebra-la em mil pedacinhos estava imensa, mas olho para Perry que estava dormindo e até babando, sinto meu coração apertar e olho para o teto. Maldita pessoa por quem fui me apaixonar, justo por ele. Sério universo? Não podia ser por alguém ao meu alcance? Exceto que não tenho ninguém...

– AH! – Solto um grito e logo tampo a boca, Perry se mexeu sonolento e se sentou no sofá me encarou com um biquinho.

– Por que gritou? – Perguntou manhoso, me fazendo ter um surto de fofura.

– Apenas alguns pensamentos que me deixam louco... – Suspiro contando a verdade mas emitindo a parte de que ele era o dono de meus pensamentos. Suspirei voltando a me deitar e me virei para o canto do sofá, aquilo estava cada vez mais errado. Zoofilia é crime, exceto que agora ele é humano.

– Eu quero ficar como humano só mais hoje... Posso? – Ele m pede com olhinhos a brilhar e dou de ombros, volto a fechar meus olhos com os mesmos pensamentos, mais centrado no menor.

Logo sinto algo estranho, algo se remexendo e entrando entre meus braços, abro meus olhos vendo Perry me olhar sorrindo, aquele sorriso, era a primeira vez que o via após ele se transformar em humano, ele pegou minha mão e começou a brincar com a mesma de forma até fofa.

– O que está fazendo, Perry? – Pergunto o encarando.

– Eu quero carinho, Doof! – Ele coloca minha mão em sua cabeça e eu começo a fazer um carinho em suas madeixas enquanto olho para parede.

– Deixou a televisão ligada, né? – Ouço o barulho do desenho que ele estava assistindo.

– Ah! Aquela telinha animada? Sim, eu não sei desligar aquilo. – Fala colocando a cabeça em meu peito. – Doof... Está batendo rápido. – Ele diz sorrindo e sinto meu coração um pouco mais forte, agora ele realmente escutava, afasto ele um pouco mas ele insiste em ficar ali, acabo por deixar. – Por que bate tão forte?

– Apenas estou preocupado com a Wanessa, ela não voltou até agora. – Minto descaradamente olhando para o teto.

– Ah. – Ele fala sem se importar.

Ah, como eu queria dizer a ele. Como eu queria falar tudo que eu sinto e tirar essa dor de vê-lo apenas como inimigo. E mais uma vez esses pensamentos vinha à tona, sinto meu peito doer e fecho os olhos, continuou o carinho e me concentro para não chorar, mas será que ele se preocuparia se eu desabasse em sua frente?

– Doof, eu posso dormir com você? Estou com tanto soninho... – Fala se aninhando em meu peito abro os olhos que estavam começando a ficar úmidos e apenas assinto continuando o carinho, novamente me pego pensando sobre a invenção.

– Você... vai querer voltar a ser ornitorrinco? – Me arrisco a perguntar, mesmo já sabendo sua resposta.

– Eu não sei, mas eu também quero ser humano, assim eu vou poder entender como você pensa, como você sente e como o peso das palavras é. Sempre ouvi isso mas nunca entendi, queria saber qual é a sensação de estar triste, chorar por uma noite toda e comer um balde de sorvete enquanto chora, queria também saber a sensação da alegria ao máximo de quando você está com alguém que você ama, queria saber como é ser assim, como os humanos. Então, eu ainda não sei se quero voltar a minha antiga vida, mesmo estando a menos de 24 horas assim. – Falava enquanto continuava de olhos fechados, levemente sinto ele pegar minhas mãos e arregalo ainda mais os olhos. O que tinha acabado de ouvir poderia ser uma brecha para eu... não, eu não vou fazer isso. É perda de tempo, ele apenas quer experimentar a vida.

– Ok, eu vou te deixar sendo humano por uma semana, depois disso você me fala como foi. – Ele me olha sorrindo e logo me dá um abraço forte, mordi meus lábios tentando não surtar com aquilo.

O dia se passou normal depois disso e a noite já caia sobre Danville, era impressionante como a noite era bonita vendo de um prédio alto, me recostei no mesmo enquanto tragava meu cigarro, meu pequeno vício que nunca me prejudicou. Perry já tinha ido dormir e já eram por volta de 02:50 da manhã quando ainda estava na varanda, em beira do meu quarto cigarro aquela noite, nunca entendi mas sempre quando estava com insônia eu precisava fumar. Senti umas mãozinhas em minha barriga me apertando e um pequeno ser enfiar o rosto em minhas costas.

– Não sabia que fumava. – Falou sonolento, provavelmente acordou agora.

– Não sabia que estava acordado. – Rebati soltando a fumaça e olhei para ele.

– Para de ser grosso comigo! – Ele passou para frente com um biquinho muito fofo, enfim comecei a estranha seu comportamento, desde quando ele era tão carinhoso? Talvez fosse com seus donos, mas eu era seu "inimigo". – Eu sou um bebê! – Ele enfia o rosto em minha barriga.

– Ata, ok. – Volto a tragar o cigarro logo o jogando pela varando onde o vi cair até o chão, soltei a fumaça colocando uma balinha na boca, nem eu aguentava o cheiro ridículo de cigarro, porem era um vício.

– Estava esperando por você, mas acabei dormindo, por que não está dormindo? Já está tarde! – Ele me repreende com uma voz no mínimo muito fofa, estava com sono e era perceptível.

– Eu tenho insônia, por isso as olheiras e por isso preciso de remédios para dormir. – Sinto a brisa gelada sobre meu rosto e meus cabelos voarem um pouco, sorrio para o nada enquanto tiro meu jaleco, sinto todos meus pelos se arrepiarem com mais uma brisa. Isso era maravilhoso.

Sinto Perry se encolher perto de mim e puxo meu jaleco cobrindo ele, ele se aconchegou em meu peito fechando os olhos, levei a mão até seus cabelos começando um carinho muito gostoso.

– Vai para cama, Perry. Você ainda está com sono e precisa estar disposto para amanhã, disse que queria ir ao parque, não vamos ao parque com... – Olhei para ele vendo que o mesmo já dormia em meu peito, sorri de modo bobo e o peguei no colo, parecia um coala do jeito que se agarrou em mim. O levei para cama e o deitei ali, o mesmo segura firme minha camisa.

– Dorme... eu vou querer brincar com você amanhã, não pode brincar se estiver com soninho... – Fala carregado de sono e me deito ao seu lado dando por vencido, olho para ele com um sorriso verdadeiro mesmo sabendo que não iria conseguir dormir sem o remédio.

O mesmo em abraça com força se aconchegando em meu peito, abraço sua cintura por instinto e começo a fazer carinho em seus cabelos enquanto olho para o nada, não sentia nenhuma onda de sono, mas estava cansado, só queria dormir sem o maldito remédio. Olhou para Perry que estava a lhe encarar, tomou um leve susto.

– Por que não consegue dormir? – Ele me encara e suspiro.

– Por ter ansiedade, insônia e preocupação com muita coisa. Está ai um mal de ser adulto, se preocupar com coisas bobas e acabar por perder o sono, de tanto eu criar invenções à noite para você destruir no dia seguinte, acabou virando rotina eu dormir de dia e virar a noite. – Acabo soltando tudo em um alivio e suspiro, olho para o mesmo que ainda prendia os olhos em mim, novamente desci o olhar para seus lábios vendo como eles eram avermelhados e tão chamativos.

– Isso não é um mal, deve ser divertido ser adulto. Fazer coisas de adultos deve ser muita responsabilidade, por isso vou ficar acordado até que você consiga dormir. – Ele diz sorrindo e continuei a encarar seus lábios, coloquei um dedo sob o mesmo o calando mas os deixando ali novamente.

– Eu tomo remédio para dormir, é bem simples... mas ainda não acabei meu trabalho, tenho que voltar ao programa que já estava programando. – O mesmo olha para meu dedo e ainda estava sob seus lábios, senti a maciez dos mesmos e como estavam levemente melados.

Adultos gostam de fazer isso? – Ele se refere ao meu dedo enquanto coloco levemente em sua boca, sem intenções por ser inocente ele começa a passar a língua sinto algo em meu membro mas continuou ali olhado.

– Sim... principalmente eu... – Sussurro mais para mim vendo o que o mesmo vazia enquanto chupava meu dedo de forma tão obscena aos meus olhos mas de forma tão inocente aos olhos dele.

– Isso é gostoso... – Sussurra baixinho segurando minha mão e continuando a chupar, fecho os olhos suspirando, aquilo de muitas formas era errado, mas nem me importei.

– Perry, quantos anos você tem? – Ok, não queria cometer pedofilia.

– Tenho 26 anos que estou com os meninos, por que eu era da mãe deles e agora sou deles. – Fala tirando meu dedo da boca e logo volta a passar a língua.

– Por que está chupando meu dedo? – O encaro.

– Porque é gostoso, tem um gostinho diferente mas também porque estava na minha boquinha. – Novamente segura minha mão e me olha com olhos inocentes, ok, aquilo já estava me matando e eu já estava muito duro.

– Perry, vamos dormir... – Sussurrei tirando seu dedo de minha boca, mordi os lábios após isso sem o menor notar, me sentei na cama e peguei meu remédio.

– Posso te fazer uma coisa antes de dormir? – Peguei minha agua a me virei para ele, coloquei o remédio na boca e engoli com a água, voltei a me deitar e assente.

– Claro. – Isso foi surpreendente, ele se aproximou de mim, estávamos bem perto, ela vira seu rostinho e dá um beijo em meu pescoço, me arrepiei por inteiro suspirando olho para ele surpreso. – Perry... – Antes de eu continuar a frase ele se enrola nos lençóis fechando os olhos, suspirei olhando para ele e o puxei para mim, o fazendo me olhar, beijo seu rosto. – Boa noite, Perry. – Me virei para o lado oposto dele fechando os olhos.

A semana passou de forma tão rápida, no meio dela fomos ao shopping, cinema, fomos também ao parque, compramos muitas coisas e sobre aquela noite onde ele me deu um beijo no pescoço, ele começou a fazer isso sempre antes de dormir, agora estávamos andando de volta para casa depois de um dia na sorveteria, Perry estava todo sujo e lambuzado de sorvete de chocolate enquanto eu ria dele, apenas uma semana meu humor se elevou, meu jeito mudou, eu estava mais vivo e mais alegre. Chegamos em casa e peguei a mão do Perry, peguei uma calça moletom, uma blusa e uma box para ele e entreguei junto a uma toalha.

– Vai tomar banho, Perry. Você está todo sujo. – Disse simples indo em direção a cozinha com uma sacola que continua um pote de sorvete enquanto o mesmo ia ao banheiro. Coloquei o sorvete no Freezer e me sentei no sofá da sala colocando em um noticiário qualquer enquanto chupava uma balinha doce de menta.

– Doof, voltei. – Ele vem em minha direção apenas de blusa e box, a blusa era grande que ia até suas coxas, não pude deixar de olhar as mesmas. – Temos que conversar sobre aquilo... – Suspirei, estava tão divertido essa semana com ele que tinha me esquecido.

– Sim, pode falar. – Desliguei a televisão para prestar atenção nele, me virando para o mesmo, aquele assunto de certa forma me machucava.

–Essa foi uma semana maravilhosa, eu gostei muito de ficar com você, vi Phineas e Ferb, brinquei nas invenções deles que sempre quis saber como é e me divertir muito com isso, – Ele sorri e me derreto por dentro. – mas.. – Tem sempre um mais. – eu já tomei minha decisão. – Senti meu coração bater forte, aquilo doeu, eu já sabia sua decisão, ele iria voltar. Ele queria voltar a ser um ornitorrinco e eu nunca mais vou poder tocá-lo e não vou poder falar tudo que eu sinto, essa é minha última chance. – Eu quero-

– Espera! – Interrompi ele me levantando e ido até um armário, peguei uma caixinha e abaixei a cabeça. – Antes de sua resposta eu quero lhe dizer uma coisa... – Aperto a pequena caixinha. – Não sei quando isso começou, mas eu sei que sinto isso a um tempo, você é meu melhor amigo apesar de sempre destruir tudo que eu faço, as vezes eu criava invenções sem sentindo que não iria prejudicar nem a uma mosca mas eu fazia isso para simplesmente ver você entrar por uma brecha por ali, ser preso por uma coisa boba que eu criava e explicava o que era a invenção, depois você se mexia e se soltava destruindo a mesma e salvando Phineas e Ferb de serem visto pela mãe, eu não entendo realmente não entendo como isso começou mas, de uns tempos para cá meu coração começou a ficar estranho, você ficava na minha mente sempre e eu só pensava em você, coisas do tipo, será que ele tá bem? O que aconteceu? Por que ele não veio hoje? E ficava assim um dia todo, até semana passada, que foi quando descobri que você estava preso, naquele domingo que eu fui te resgatar você, foi até engraçado, foi muito bom também, quando eu te transformei foi a melhor coisa da minha vida, foi a única coisa que eu fiz certo. Eu nunca tive amigos, eu nunca me apaixonei pois nunca me davam brechas para conversar, nunca falaram comigo eu era sempre o estranho. Quando eu consegui um inimigo eu fiquei tão feliz... um inimigo podia se tornar meu amigo... – Senti meu rosto começar a ficar molhado e me virei para ele, limpei meu rosto. – Eu sei que você sente falta deles, eu sei que você os ama e por isso que eu vou realizar seu desejo, mas eu queria tanto dizer que... Eu te amo, Perry, o ornitorrinco. – Falo entregando o presente para ele. Ele me olha com lagrimas nos olhos e abre a caixinha, nela havia um pequeno colar que estava escrito Perry. – Eu criei, para você. – Realmente foi uma criação, me sentei no sofá limpando meu rosto, criei aquilo com tanto carinho que nem sei de onde veio aquilo na época, ainda não tinha noção de meus sentimentos, agora tenho e também tenho noção que vou ser rejeitado.

– Doof... – Ele se aproxima de mim e eu o olho, ele parece pensar no que dizer, solto um sorriso triste mas confortante.

– Não precisa dizer nada, sei que não é reciproco, apenas queria dizer isso à você, não queria vê-lo ir embora ou voltar ao normal sem eu ter me declarado. – Ele abaixa a cabeça.

– Mas... eu quero fazer uma coisa antes, uma coisa de adultos. – Várias merdas passam pela minha cabeça e ele me olha novamente. – Eu... ah... como fala... ah... eu quero... fazer sexo com você! Acho que é isso. – Arregalo os olhos quase me engasgando com minha própria saliva. Ele queria mesmo fazer sexo comigo?

– Você sabe o que isso significa, Perry? – O encaro.

– Bom, é quando duas pessoas se gostam muito vão para o quarto demonstrar o amor que sente um pelo outro em uma noite alucinante. – Fala tudo me olhando nos olhos e jogo a cabeça para trás. – Pelo menos é isso que a moça da lanchonete me disse.

– Ah merda! Sabia que não podia te deixar ir lá sozinho! – Esbravejo e sinto algo em minhas coxas, olho para as mesmos e encontro Perry sentado sobre elas.

– Ela também me disse como se faz; me disse duro. – Puxou meu colarinho para perto dele. – Mas não espere muito, nunca fiz isso. – Levei as mãos a sua cintura o puxando ainda mais para mim.

– Não se preocupe, ela deve ter ensinado como se faz, agora eu mostro na pratica. – Sussurro bem perto dele á inebriado sem nem tê-lo tocado direito, o mesmo se aproxima lentamente e fecha os olhos, sinto um turbilhão de sentimentos e tomo seus lábios em um selinho simples, que logo peço passagem com a língua se tornando um beijo com sentimentos de minha parte que não era tão retribuídos assim.

Sabia o que ele queria, coloco a mão em sua coxa a tirando de sua cintura e lentamente, apertei a mesma ouvindo um arfar baixinho do mesmo enquanto solto seus lábios e desço para seu pescoço, começo a mordê-lo e chupá-lo lentamente ouvindo gemidos baixos, aquilo estava me deixando cada vez mais louco pelo menor.

Sinto suas mãozinhas na barra de minha camisa a levantando e sorrio, solto seu pescoço e ajudo ele a tirar, vou até a sua e tiro também, o deixando apenas de boxer, volto a beijar seus lábios enquanto ele começa a se mexer lentamente sob meu membro, desço as mãos para a bunda dele apertando lentamente enquanto o mesmo solta um gemido baixo e manhoso entre minha boca, sorrio puxando seu lábio, mexo sua cintura ajudando ele a dar lentas reboladas que logo estavam por si só.

   

Pego ele no colo o levando para o quarto, não seria nada legal fazer isso na sala. O deito na cama deixando ele embaixo enquanto continuou o beijo, me solto dele que já estava ofegante e com lábios muito avermelhados, ele tinha uma boca de gosto doce. Tirei minha calça soltando um arfar ao passar pelo meu membro que já se encontrava duro, voltei ficando entre suas pernas enquanto lhe dou alguns selinhos, desço a boca lambendo, chupando e beijando seu pescoço escutando alguns arfares e gemidos, levei uma mão até seu mamilo parrando o dedo pelo mesmo enquanto já o sentia muito duro.

– Ãhn... – Ele solta um gemido um tanto alto e sorrio ao perceber que estava em um lugar certo, desço a boca até o mamilo dele e começo a chupar lentamente, fazendo com que o mesmo solte gemidos agudos, altos e manhosos.

Começo a sugar lentamente e mordiscar os mesmo passando as mãos pelo seu corpo, ele só sabia gemer e pedir por mais, atendendo seu pedido toquei seu membro por cima da box, senti todo seu corpo se arrepiar por inteiro sem parar de chupar o lugar, comecei a massagear lentamente o mesmo, Perry já soava muito, estava ofegante e gemendo alto. Sorte que Wanessa estava na casa do namorado. Continuei massageando seu membro até que começo uma masturbação por cima do tecido.

As roupas já estavam me incomodando naquele ponto da noite que estava somente começando, me levantei e tirei sua box, deitei ele por completo na cama abrindo suas pernas e sorrio com a visão dele, meu membro já estava estourando de tanta tesão em vê-lo daquela forma, me aproximei novamente levando dois dedos a sua boca, apenas olhei para ele e ele começou a chupar de forma obscena, levei a mão até seu membro começando uma lenta masturbação, seu membro já expelia pré-gozo e estava com sua glande muito inchada. Comecei a dar beijos em seu peito, descendo em lambidas, mordidas e chupões pelo seu abdome até chegar em seu ventre, onde deixei um chupão um pouco forte, o vendo ficar avermelhado de forma rápida, ele ainda chupava meus dedos e soltava alguns sons.

Parei em frente ao seu membro o encarando, logo aproximei a glande inchada de minha boca a abocanhando e sentindo finalmente seu gosto doce, comece a chupar lentamente passando a língua pela mesma ouvindo agora gritos de prazer, não me importava se os vizinhos ouvisse, agora era só eu e ele. Levei a mão que estava em seu membro até sua coxa começando a arranhar sua coxa sem parar de chupar sua glande, comecei a colocar um pouco mais em minha boca, o membro dele não era grande mas também não era tão pequeno. Engoli a metade do mesmo começando um vai e vem de forma lenta, ele levou a mão até meu cabelo apertando o mesmo.

Ouço ele pedir por mais e desço ainda mais a boca, sinto sua glande bater em minha garganta e solto seu membro, sinto uma ânsia vim mas ignoro, era normal. Voltei a chupar seu membro com vai e vem rápidos e sugadas um pouco forte, ele gemia alto e mais alto, tirei meus dedos de sua boca descendo os mesmo até sua entrada, rodeei a parte rosada da mesma e logo adentrei somente um dedo, fazendo um vai e vem lento, ele parou de gemer e começou a morder o lábio, soltei seu membro fazendo vai e vem com a outra mão e comecei a chupar suas bolas para não ter tanta dor assim, deixei o dedo parado mas com os outros estímulos ainda em movimento, logo ele começa a rebolar e entendo o recado.

Começo a mover o meu dedo e volto a chupar seu membro, fecho os olhos me dedicando ainda mais e seguindo um ritmo junto com meu dedo em seu membro, chupo o mesmo e estoco um pouco fundo com o mesmo. Percebendo que o mesmo já estava acostumado penetrei mais um dedo nele, o mesmo contrai sua entrada mas ignoro, sinto seu membro engrossar ainda amais e suas veias se ressaltam, ele estava próximo. Soltei seu membro de forma súbita e ouço um murmúrio de reclamação.

– Por que não continua? – Falou entre arfares, ainda tinha meus dedos dentro dele. – Estava... bom – Parou para soltar um pequeno gemido quando comecei a mover os dedos. – Eu estava... quase... Ãhn! Quase lá... – Falou se contorcendo e sorrio com a visão.

– Não quero que acabe assim, ainda temos uma longa noite pela frente, ainda são 23:35. – Sorrio ao olhar no relógio e volto a mover meus dedos, subo o rosto até seu ouvido e paro. – Está gostando disso, Perry? – Ele apenas assente e paro de mover os dedos. – Diga...

– Eu... estou gostando. – Falou manhoso e solto um sorriso, estava tão submisso a mim, isso me deixava cada vez mais feliz, voltei a mover rápido e fundo meus dedos dentro dele até que ouço seus gemidos mais altos, solto sua entrada e retiro minha box, já não estava aguentando mais.

– Perry eu quero que... –Sou interrompido quando ele me joga na cama e se senta em cima de mim, me dá um sorrisinho que me deixa levemente assustado.

– Eu sei o que fazer agora. – Ele diz assinto.

O mesmo pega meu membro e começa em um estimulo muito gostoso, suas mãos são pequenas mas cabiam de forma certinha, como se fossem feitas para estarem ali. Mordi o lábio prendendo um arfar que queria sair, ele desce fazendo o mesmo que fiz com ele, começa chupando e mordendo meu pescoço, depois desce para meu peito dando alguns beijos, desce ainda com beijos e mordidas para meu membro, as mordidas estavam um pouco forte mas não me importei, estava extremamente delicioso.

Me senti nas nuvens quando senti sua língua aveludada tocar minha glande, em um impulso levei a mão até seus cabelos e agarrei os mesmos puxando de leve, soltei um gemido baixo e rouco.

Começa a chupar meu membro lentamente da mesma forma que fiz no mesmo, uma mão desce até minha bolas começando a massagear lentamente as mesmas, solto alguns gemidos baixos e contidos, sinto ele chupar somente minha glande e olho para ele, ele me encarava com olhos inocentes, mordo meus lábios com um sorriso contido. Que visão maravilhosa que estava tendo, sem dúvidas essa dia ficaria em minha memória.

Alguns minutos seguinte o parei antes que eu gozasse, o puxei para mim sorrindo. Essa era a hora.me levantei trocando as posições e o deixei escolher, o mesmo ficou de quatro e mordi os lábios, me olhou meio inseguro e suspirei, não queria fodê-lo, queria fazer amor com o mesmo. O deitei na cama e fiquei entre suas pernas, me estiquei e peguei lubrificante e camisinha, coloquei em meu membro e despejei o lubrificante em sua entrada, mordi forte o lábio quando comecei a penetrá-lo. Era bem apertado.

   

– Doof! Ahn! – O mesmo solta um gemido alto e sorrio de lado, seguro firme sua cintura mordendo seu pescoço, aquilo sim ficaria uma marca por um bom tempo.

Alguns minutos depois ele rebolou em meu membro, comecei a estocar sem muita força e lento para o mesmo ir se acostumando, segurei sua cintura e deitei minha cabeça em seu ombro escutei gemidos altos e prazerosos do mesmo enquanto me arranhava, ele pedia por mais. Mais rápido, mais fundo e mais forte.

Mais rápido.

Mais fundo.

Mais forte.

Quando mais ele gemia, mais eu o estocava, quanto mais ouvia seus gritos quando acertava sua próstata, mais tinha vontade de acertar ali.

Peguei seu membro com a mão livre e comecei a bombeá-lo se aproximando do ritmo das estocadas, voltei a morder e chupar seu pescoço sentindo sua entrada me abrigar muito bem. Ela era apertada mas se esticava quando meu membro entrada fundo e forte, surrando sua próstata com tudo, era apenas o que eu fazia; surrava sua próstata enquanto ele gemia.

Parou o que estávamos fazendo e se colocou de quatro, ele realmente queria essa posição. Sorri de lado e penetrei ele em uma estocada, a visão de meu membro entrando e saindo de sua bunda me fez ter mais tesão ainda e o foder com mais força.

O mesmo rebolava e se movia junto a mim, o barulho das estocadas, de minhas bolas batendo em sua bunda e seus gemidos ainda não era o suficiente. Comecei a estocar um pouco mais lento, saindo dele e voltando, mordi meu lábio ao sentir sua bunda em minha mão, comecei a apertar e bater com força.

Mais forte.

Mais rápido.

Ele gritava, implorava e rebolava. Nem eu estava aguentando, voltei a estocar com força, fundo e rápido sem parar de bater em sua bunda. Levei a mão até seus cabelos os puxando com força enquanto estocava, vi seu rosto, estava com a expressão sôfrego mesmo sendo fodido da maneira que gostava. Levei a mão ao seu membro que saia muito pré-gozo, estava inchado e muito vermelho, implorando por atenção.

Sorri de lado sabendo que meu ápice estava perto, não queria gozar sozinho. Comecei a masturbar ele rápido ouvindo seus gemidos se intensificaram, mordi seu pescoço ali deixando mais uma marca que iria demorar a sair, ouvi um gemido ainda mais alto e intenso, senti seu interior me apertar e soltei um arfar, senti minha mão pegajosa. Ele gozou.

Sorrio com isso e saio de dentro dele, meus lábios já estavam mais do que machucados de tanto que havia maltratado. Olho para ele e o faço ficar ajoelhado em minha frente, tiro a camisinha de meu membro e jogo fora.

– Abre a boquinha para mim, uhm? – Ele assente como um bom garoto e começo a me tocar em frente a sua boca, como ajuda ele coloca a língua para fora e começa a lamber lentamente a glande, não demoro a me desmanchar em sua boca com um gemido de tensão rouco.

Olho para ele o vendo engolir tudo, mordo meu lábio pela décima vez aquela noite, sorrio de lado o encarando. Essa foi a melhor noite da minha vida.

Após tomarmos um longo banho quente e relaxante, nós jogamos na cama cansado, abraço sua cintura depositando alguns beijos por seu pescoço até que chego em sua boca, pela primeira vez naquela noite o beijei de forma que demonstrasse todos meus sentimentos, não era apenas palavras ditas ali, não era apenas beijos trocados ou uma foda. Em meu pensamento tinha sentimentos, tinha dor por uma parte.

Dor por saber que eu amava e não era recíproco, e ainda amava alguém que esteve sempre ali mas já não iria mais estar ao voltar ao seu normal.

Acordei com o som do despertador, me estiquei para desliga-lo. O máximo de tempo que eu pudesse passar com ele eu iria passar, não iria desperdiçar nem um minuto sequer. Abri os olhos vendo um pequeno esverdeado dormindo agarrado a mim parecendo um coala, dei um sorriso triste. Não queria que esse dia chegasse ao fim, e estamos apenas no começo.

Olho para o lado vendo que eram 8h da manhã, me viro novamente para Perry e o chamo de forma carinhosa.

– Perry... vamos tomar café da manhã... – Chamo o menor de forma calma, ele abre lentamente aqueles olhos verdes bem claros que eu me encanto ainda mais ao olhá-lo de perto.

Ele se aproxima me dando um selinho e volta a se aconchegar em meio as cobertas, sorrio com a cena; extremamente fofo. Me levanto deixando o menor dormir e vou para cozinha preparar uma comida gostosa para o mesmo.

Faço um suco de uva muito gostoso e café para mim, pego uma fatia de bolo de chocolate e coloco em uma bandeja, coloco também ovos mexidos, duas fatias de bacon e um remédio para dor. Arrumo tudo com uma flor no mesmo e levo até o quarto pisando lentamente, abro a porta dando de cara com ele sentando na cama com uma cara de dor. Rio baixinho não chamando a atenção.

– Aqui está seu café, acho que está com muita fome. – Me aproximo do mesmo deixando a bandeja em suas coxas cobertas. – Dormiu bem? – Perguntei me sentando ao seu lado.

– Não muito. Estou com dorzinha no bumbum, fora isso ótimo! – Ele diz com um bico manhoso e estico um remédio ao mesmo, ele toma e faz cara feia e fofa. – Eca! – Acabo por rir dele.

– O que pensa em fazer hoje? – Ele me olha, acho que agora que caiu a ficha de que dia é hoje.

O mesmo tira a bandeja de suas coxas deixando ao lado oposto e engatinha até mim se aconchegando em meu colo, abraço sua cintura sorrindo.

– Eu quero ficar assim o dia todo... – Sussurrou manhoso para mim me abraçando feito um bebê coala. Sorri.

– Ok. – Disse o abraçando com força, desci o rosto sentindo o cheiro de seus cabelos com força, para guardar bem aquele cheiro em minha memória. Abracei sua cintura sorrindo.

Ele me olha e se aproxima lentamente, encaro mesmo sabendo o que ele ia fazer não me movo, o mesmo fecha os olhos se aproximando lentamente para começar um ósculo, seguro sua cintura de forma delicada correspondendo ali.

Não teve línguas, foi apenas um selar. Um selar com tantos significados

E assim se passou um dia, mais rápido do que toda aquela semana. Eu apreciei a mesma como se fosse o ultimo gole de coca cola ou o ultimo pedaço de bolo. Tinha que ser especial. E assim caiu a – tão temida por mim– noite. A única vez que eu mais pedi par ela não chegar.

– Adeus... – Disse com ele já dentro de uma especial de tubo. Aquela seria a última vez que o veria naquela forma, seria a última vez que ele me olharia daquele jeito. Fechei os olhos virando o rosto para o lado oposto.

– Doof... obrigado. – Ele diz e uma lágrima desce pelo meu rosto, era quente e grossa. Aquela não seria a única desta noite.

Me virei para trás já não o vendo ali, sabia que ele odiava despedidas. Afinal, já tinha tido minha despedida e também seu presente. Caminhei pela casa e me sentei no sofá, olhei para a televisão que estava ligada. Juntei minhas pernas em meu peito e as abracei com força, queria planejar a próxima máquina para conseguir os três estados, mas naquele momento só pensando em uma coisa, ou melhor, em um ser; Perry.

Aquela sem dúvidas foi a pior noite da minha vida, onde mais chorei e soube o sentimento de sentir falta de algo que nunca esteve ali, senti a dor de um amor nunca correspondido e uma amizade acabada.

Se não tem planejamentos do mal, não nem o porquê dele vim até minha casa.

Andando pela mesma um ano depois do acontecimento, resolvi fazer uma faxina para esquecer aquilo, limpei tudo que havia ali. Estava andando pelo meu quarto quando acabei por tropeçar em uma caixa, pego a mesma achando-a estranha, sorri ao ver o tom esverdeado que a mesma tinha. Abri a mesma vendo as fotos da semana mais maravilhosa de minha vida, no final de todas as fotos com Perry, tinha uma carta.
 

"Olá, se está lendo isso eu já devo ter voltado ao normal.
Sabe aquela coisa que você sempre me dizia? Você cresceu sozinho, sendo tratado como uma menina mesmo não tendo tal sexo. Cresceu sem amigos e sem ninguém para conversar.

Que bom que cresceu. Sabe, eu não sei muito bem escrever isso, mas Wanessa me ensinou muita coisa quando você ia ao mercado ou fazer coisas fora. Essa semana que se passou foi a melhor semana da minha vida, eu nunca aproveitei tanto a vida como nesta semana, eu vivi como humano, eu vivi como sempre quis.

Eu tenho tanto a te agradecer que apenas uma carta não será o suficiente, não importa quanto tempo demore, não importa se você jogar essa caixa sem a ver fora, apenas me encontre no momento que a viu. Me espere naquele lugar onde fomos pela primeira vez, lembra? Naquele parque que me levou e falou que era seu preferido quando era criança e a única coisa que te acalmava. Estarei lá te esperando.

De: Perry, o ornitorrinco

Para: O malvado Dt.Doofenshmirtz

 

Leve aquele inventor seu!"

 

Terminei de ler aquilo com esperança, com lagrimas nos olhos peguei uma blusa verde e coloquei um casaco, estava frio no dia. Peguei a pequena arma que eu fiz com as mesmas funcionalidades do antigo, peguei minha moto e dirigi com certa velocidade. Parei a mesma correndo até o parque, já era abandonado por vários acidentes ter ocorridos.

   

Comecei a andar pelo parque todo esperançoso, não há o que temer, ele viria. Eu tenho certeza.

1 horas.

Me sentei em um banco esperando pelo mesmo, ele viria. Eu tenho certeza.

2 horas.

Comecei a ficar apreensivo, ele viria. Eu tenho certeza.

3 horas.

Comecei a olhar para todos os lados meio desesperado, ele viria. Eu tenho certeza.

5 horas.

Me levantei desistindo daquilo, já faz um ano. O requisito de esperança que eu tinha havia se esvaziado ao zero, já não tinha mais expectativa alguma, subi em minha moto e coloquei o capacete. Ele não viria, e eu já total tinha mais certeza disso.

Estava para ligar a mesma quando ouço um barulho, aquele barulho era um que eu reconhecia muito bem, era ele. Me virei tão animado, com um sorriso lindo no rosto.

Ele veio.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FIM


Notas Finais


talvez tenha bonus.
desculpe qualquer erro :3


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