História Adventure In Rio (Shawn Mendes) - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~Sou1estrela

Postado
Categorias Shawn Mendes
Personagens Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Mendesarmy, Rio De Janeiro, Rock In Rio, Shawn Mendes
Visualizações 346
Palavras 2.518
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI KIRIDOS, aqui é a Estrela! Eu e a Dannie acabamos quase agora de editar o capítulo e já estamos postando pra vocês pq estamos anciosas, e tmb pq queremos estar disponíveis na hora da apresentação do Shawn. Que por acaso.
É HOJE, MENDES ARMY! ESTAMOS SURTANDO!!

⭐ Shawn fala em inglês, mas a gente traduziu pra todo mundo entender direitinho.
⭐ Decidimos extender para três capítulos! 🎉

Boa leitura e bom show pra vocês 😍😘

Capítulo 2 - Adventure Part 2


Fanfic / Fanfiction Adventure In Rio (Shawn Mendes) - Capítulo 2 - Adventure Part 2

      Setembro, 17 - 01:36

     Nunca fui o tipo de pessoa que congela em um momento de surpresa. Como por exemplo na minha festa de aniversário de quatorze anos, quando a minha família preparou tudo pelas minhas costas, a questão é que, eu sempre esperei pelo possível, mas agora eu estava totalmente surpresa, pois o impossível estava acontecendo comigo.
     Naquele exato momento seriam plausíveis duas opções:
     Ou eu estava delirando, ou Shawn Mendes estava realmente à minha frente.
Ele ainda caminhava, resmungando algumas coisas ao olhar para as suas mãos, e me surpreendi com o fato de que elas são ainda maiores pessoalmente.
        Eu também sabia que ele era alto, mas ao contrário das mãos, eu não me surpreendi com a sua altura, ele era até menos enorme do que eu imaginava, já que em minha imaginação ele era um troll gigante.
         Shawn não estava mais com as mesmas roupas do festival, agora ele trajava sua camisa vermelha tão conhecida pelos Mendes Armys, mas como sempre a calça preta e as botas eram as mesmas.
Eu estava tão deslumbrada ao encara-lo que mal percebi que ele havia parado de andar por se surpreender ao encontrar uma garota no meio do escuro, eu.
       Prendi o ar. Shawn estava me olhando, ele estava olhando diretamente para mim, somente este fato fez-me sentir tontura e tive que apoiar a palma da minha mão contra o vidro da janela fechada.
       — Você está bem? — Shawn perguntou em inglês, e agradeci mentalmente por meu pai ser canadense e ter me ensinado inglês desde pequena.
      A voz de Shawn havia soado como uma de suas canções; óbvio pois é a mesma voz, mas digo pelo fato dele nem ao menos tentar, e mesmo assim possuir uma voz tão melodiosa.
      Meu Deus, eu acho que vou morrer.
      Senti o meu corpo tremer, eu poderia estar gritando, ou abraçando-o e dizendo o quanto o amo e admiro, mas eu estava em choque demais para ter alguma reação.
      E Shawn percebeu.
      — Sente-se aqui. — ele pôs-me a sentar sob a cama. — Vou pegar algo para você beber.
    Shawn então saiu do quarto, deixando a porta aberta.
       A música que tocava ao fundo parecia me trazer à vida real, tirando-me do meu choque momentâneo.
       E então como um tapa eu saí do transe. Eu havia acabado de ver o Shawn, e ele falou comigo!
    Mas ele havia saído do quarto e me deixado sozinha. Teria ele ido embora? Ou fora realmente a minha imaginação?
      Acabando com todas as minhas dúvidas ele voltou, acendendo a luz e fechando a porta atrás de si.
     — Beba isto. — disse ao se aproximar e estender uma latinha de catuaba em minha direção.
      Não contive o meu riso, nunca imaginaria uma cena como esta.
       — Obrigado. — disse-lhe.
     Shawn sentou ao meu lado. O aroma que emanava dele fizera o seu caminho até minhas narinas, fechei os olhos tentando ao máximo gravar cada informação dentro de uma caixinha no meu cérebro, não queria esquecer nenhum segundo ao seu lado.
Com as mãos trêmulas, abri a catuaba e tomei, sentindo o líquido gelado descer pela minha garganta.
     — Está melhor? — Shawn perguntou atencioso.
          O olhei, e sorri. Essa era uma das coisas que me fizeram ser fã daquele rapaz, ele se importava com os outros e jamais imaginei que ele me trataria assim, pois jamais imaginei que estaria em uma situação como esta com ele.
         — Estou melhor, sim.
         Shawn sorriu.
         — Ótimo. Agora me diga o que você fazia aqui dentro sozinha?
Arregalei os olhos, era a hora de contar e dizer tudo o que eu sempre quis dizer à ele.
    — Eu estava saindo do Rock In Rio e daí ouvi umas garotas dizendo que viriam pra cá e eu entrei de penetra para te ver, pois soube do seu paradeiro. — confessei sem hesitação.
        Shawn no entanto não parecia surpreso.
     — Vocês deveriam se tornar agentes do FBI. — Shawn disse bem humorado referindo-se aos Mendes Armys.
     — Eu também acho. — e como acho.
     Shawn se levantou e o segui com o olhar.
     — Preciso voltar para o hotel onde eu estou realmente hospedado. — Shawn dizia. — Preciso descansar, pois o meu vôo de volta ao Canadá parte à tarde.
    — Claro. — disse sem ânimo, pois não queria me despedir dele, meu tempo foi curto.
       — Mas vamos tirar algumas fotos antes. — ele disse, tentando me animar, e deu certo.
Me levantei e tiramos três fotos em posições diferentes.
        — Acho que é isso. — eu disse guardando o meu celular no bolso de minha calça.
        — Qual o seu nome mesmo?
        — Julia.
       — Até mais Julia. — sorri largamente com o som do meu nome em sua linda voz.
        — Até mais.
      Shawn se virou para sair do quarto, mas as palavras simplesmente pularam da minha boca quando chamei seu nome, ele se virou e antes que eu pudesse me conter corri para abraça-lo, mas não medi velocidade e muito menos força, e eu nem sabia que tinha tanta força assim, mas talvez pela adrenalina eu dei início à pior confusão da madrugada.
      Foi tudo rápido demais, eu tropecei, Shawn se assustou com o impacto e perdeu o equilíbrio, bateu com a cabeça em uma cômoda e caímos juntos no chão.
    Assustada pelo tombo, logo rolei para o lado e me sentei, meu cotovelo doia, mas não havia nenhum arranhão.
    Shawn estava quieto demais, até pensei que ele estava irritado com o vexame que eu o fiz passar, mas ao olhar para ele ao meu lado, eu gritei.
   Shawn estava desacordado e havia um corte em sua testa.
      Isso não estava acontecendo!
      — Shawn? — o balancei. — Shawn? Acorda!
   Mas ele nem ao menos deu um sinal de vida.
     Vida.
     Será que ele estava vivo?
     Coloquei o meu indicador no pescoço dele, tentando sentir seus batimentos cardíacos.
        Não senti nada. Gelei por completo.
   Eu matei o Shawn Mendes? Eu havia matado a razão do meu viver? Me levantei num pulo.
   O que eu faço agora? Deixo ele aí até alguém achar?
      Não!
     Balancei a cabeça em negação. É o Shawn! Eu não posso deixá-lo assim. Posso me entregar para a polícia. Mas o meu pai ficaria com quem? As lágrimas escorreram pelo meu rosto. A minha vida estava acabada.
     Meu celular vibrou no meu bolso e o peguei, era uma ligação de Juliana, atendi ainda olhando para o Shawn, sem acreditar no que estava acontecendo.
     — Onde você está? Estamos aqui em frente ao elevador.
     — Juju. — disse com a voz embargada pelo choro. — Eu fiz merda.
    Houve um silêncio do outro lado da linha, Juliana sabia que eu havia feito algo grave.
      — Aonde você tá, desgraça? — perguntou.
      — Eu não sei bem. Em um quarto.
   — Fica em frente à porta que eu vou te buscar. — e antes que eu pudesse dizer algo, ela já havia desligado.
    Saí do quarto e fechei a porta atrás de mim.
O que eu falaria à Juliana? O que faríamos? Andei de um lado para o outro inquieta, não sei por quanto tempo, até ouvir a voz de Juliana me chamar.
   Ela e Jedi vinham em minha direção, não havia muitas pessoas no corredor, pois a festa estava acontecendo na enorme sala e na piscina.
     — O que houve? — Juliana perguntou ao parar em minha frente. — Fizeram algo contra você?
      Balancei a cabeça em negação e lágrimas foram derramadas.
      — Então o que houve? Já estou aflita!
Como eu falaria que matei o nosso cantor favorito? O meu cantor favorito?
      Era melhor eu lhes mostrar do que falar.
   Abri a porta do quarto; sem entender os dois deram passos à frente até que seus olhos encontraram Shawn morto sob o carpete do quarto.
   Jedi se aproximou do corpo e atrás dele seguia Juliana.
      — Foi um acidente. — deixei sair.
      Jedi e Juliana me olharam assustados.
     — Você matou o Shawn Mendes? — Juliana perguntou alarmada.
    — Foi sem querer!
    — Bem. — Jedi abaixou o olhar de volta para o cadáver de Shawn. — Ele realmente estava na festa.
  — O que eu faço agora? — perguntei histérica. — Chamo a polícia e conto o que houve?
    Juliana me olhou como se eu fosse uma louca.
  — Eu não vou deixar você ser presa, embuste! — disse-me. — Vamos dar o pé daqui!
     — Não podemos deixá-lo aqui! — Rebati.
     — Podemos enterrá-lo. — Juliana sugeriu.
    — Tá falando sério? — eu estava assustada e tremia. — O Shawn é famoso, isso jamais daria certo. — cocei a minha cabeça em gesto de nervosismo. — O que diabos eu estou falando? Não se enterra ninguém nem se não for famoso!
   — Então vamos embora daqui logo! — Juliana disse já me puxando. — Embora estivesse um pouco mais centrada que eu, era óbvio a angústia na sua voz, as lágrimas também se concentravam nos olhos dela.
     — Já disse que não vou deixá-lo aqui!
    — Podemos enterrá-lo no quintal da minha avó. — disse Jedi e nós duas o olhamos.
   — Vocês são dois psicopatas loucos! — disse-lhes.
     — Ju. — Juliana caminhou até mim. — Você não entende a gravidade. Se você for presa, vai passar toda a sua vida na cadeia e seu pai pode ter outra recaída. Pense nele.
  Suspirei e olhei para o Shawn. Eu não poderia fazer isso com ele, eu deveria me entregar à polícia era o certo, mas também havia o meu pai, ele não poderia me perder, jamais. Já perdera coisa demais em sua vida.
O que eu deveria fazer? Parecia que a a minha cabeça iria explodir.
     — Qual o plano? — sem acreditar em mim mesma, perguntei para os dois doidos.
    De dentro se sua mochila Jedi retirou um moletom de capuz e o vestiu em Shawn, cobrindo o seu rosto. Ele e eu carregamos Shawn sob os nossos ombros e seguimos Juliana por entre as pessoas na festa.
     Saímos sem sermos notados, pois as luzes estereoscópicas ajudavam.
    Entramos no elevador e após sairmos no primeiro andar, descemos as escadas até o térreo e corremos até a saída dos fundos.
     Mas havia seguranças, então demos meia volta e entramos na cozinha. Somente havia um homem sentado em uma cadeira assistindo algo em seu celular enquanto ria, passamos por trás dele.
     E então saímos pela saída de emergência. Estávamos do lado de fora com um cadáver, eu iria vomitar a qualquer momento.
     — Vamos! — Juliana nos chamou.
     — Ele pesa. — reclamei.
   — Não mais do que a sua consciência. — Jedi brincou.
     — Muito engraçado! — respondi irritada.
 Havia um uber à nossa espera; que provavelmente eles já haviam chamado antes de Juliana me ligar, entramos nele. Juliana na frente, eu, Jedi e o cadáver atrás.
      — Pra onde? — perguntou o motorista e Jedi lhe dera o endereço de sua avó.

— O que há com ele? — Perguntou o motorista, se referindo a Shawn.

Só consegui abrir a boca e deitar a cabeça da minha vítima no meu ombro, então Jedi respondeu gaguejando.

— Ele… Exagerou na bebida, vamos levá-lo para casa.
     Ao chegarmos ao nosso destino, descemos do carro e arrastamos Shawn para dentro da casa, a avó de Jedi não possuía vizinhos, o que nos ajudou com a discrição.
Entramos na casa com as luzes apagadas, Jedi a acendeu e tive que reprimir um grito, pois havia uma senhora sentada em uma cadeira de balanço, e em suas mãos havia uma espingarda.
     Parecia a freira do filme invocação do mal misturada com um atirador.
      — Quem está aí? — perguntou a senhora.
      — Sou eu vovó. O Jedi.
    — Ah. — a velha riu. — Venha me dar um beijo.
     Só então percebi que a idosa marrenta era deficiente visual. Em silêncio Jedi fizera um gesto com a mão indicando a parte de trás de sua casa e Juliana me ajudou a levar o corpo de Shawn até o local.
     Ao passarmos pela porta dos fundos, nos encontramos em um jardim mal cuidado. Senti meus olhos embaçarem com as lágrimas, seria ali que eu enterraria o meu ídolo. O que eu estava fazendo? O medo e a adrenalina estavam me deixando louca.
     — Casos desesperados pedem medidas desesperadas. — Juliana disse ao deitar Shawn sob a grama seca, Juju sempre percebia o que eu estava pensando, era assustador. — E eu não posso deixar você ser presa! - Ela afirmou deixando as lágrimas caírem.
     Assenti em silêncio, então Jedi surgiu com três pás.
     — Hora de brincar de irmãos Winchester. — ele cantarolou. — Eu sou o Dean.
     — Não sei como você consegue brincar em uma hora dessas. — comentei cabisbaixa.
    — Eu to adorando! — Jedi disse. — Eu posso empalhar o Shawn e colocá-lo em um pedestal em meu quarto.
    — Eu disse que esse cara era maluco. — Juju disse ao pegar uma pá e começar a cavar.
Suspirei frustrada e ajudei-os a cavar.     

   
        Setembro, 17 - 3:01


     Sentei cansada no chão. Eu suava, estava toda dolorida e queria a minha cama.
    Por um momento ser presa não pareceu tão ruim quanto o que estávamos fazendo naquele momento.
    — Já está fundo o suficiente para um corpo. — Jedi disse.
    Um arrepio percorreu a minha espinha ao ouvir aquilo.
    — Vamos enterrá-lo logo e terminar com essa tortura. — Juliana caminhou até o corpo do pobre Shawn e o pegou pelas mãos. —Vocês pegam pelos pés e o jogamos juntos.
     Me levantei de má vontade e peguei-o por um pé e Jedi pelo o outro. Com dificuldade o levantamos do chão e nos preparamos para leva-lo até o buraco que cavamos.
   — O que está acontecendo? — Shawn perguntou.
    Nós três gritamos e jogamos o corpo de Shawn no chão.
        — O morto falou! — Juliana gritou.
     — Eu não sei vocês, mas morto não fala em nenhuma língua, nem inglês. — Jedi disse se afastando.
    — Você disse que ele estava morto! — Juliana se dirigiu à mim.
        Abri os braços.
    — Eu achei que ele estava, okay? — eu estava tão surpresa quanto todos.
       —  Agora fodeu! Ele vai nos denunciar por tentativa de assassinato! — Juliana disse.
      — Ou podemos matá-lo de verdade. — Jedi brincou.
     — Não teve graça! — eu e Juliana dissemos juntas e Jedi levantou as suas mãos em gesto de rendição.

— Ele não vai entender nada se continuarmos a falar em português, então vamos pensar em alguma coisa! — Sugeriu ele.
        — Ouch. — Shawn gemeu se sentando.
Nós três o assistimos em expectativa. Por um lado eu estava morrendo de felicidades por ele estar vivo, mas ao mesmo tempo morria de medo do que estava por vir.
      Shawn tirou o capuz e levantou a cabeça em nossa direção, parecia visivelmente confuso.
       — Quem são vocês? — perguntou. — Que lugar é esse?

— Nós podemos explicar, Shawn. — Respondi em inglês.

— Quem é Shawn? — Ele indagou confuso.

— Puta que pariu. — Disseram Juliana e Jedi em uníssono.


    Abri a minha boca surpresa. Shawn Mendes estava vivo, mas havia perdido a memória.


Notas Finais


É isso mores, em breve estaremos postando o último capítulo! Esperamos que tenham gostado, não deixem de comentar e favoritar, além de compartilhar com as amiginhas(os) que vão ou não para o RIR!!
Vou tentar acompanhar pelo computador já que a Globo tá excluindo o mozão 😢 tomara que tudo dê certo, e que esse seja o melhor show da vida dele!!
Bjs ❤😘😘


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