História Affair - Capítulo 7


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Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Erick Jacquin, Henrique Fogaça, Paola Carosella, Patrício Diaz, Personagens Originais
Tags Arturito, Desejos, Farosella, Fogasella, Henrique Fogaça, Masterchef, Paola Carosella, Romance, Sabores, Salgastronomia
Visualizações 109
Palavras 4.739
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Obrigada pelos comentários e pelo favs vocês são fodas!

Sugiro que ouça a musica "Paradise - George Ezra"

Boa Leitura postei e sai correndo

Capítulo 7 - Capítulo 6


Fanfic / Fanfiction Affair - Capítulo 7 - Capítulo 6

Paradise

 

No caminho até o consultório ela respiro fundo varias vezes, era como se ela sentisse que estava perdendo o controle e precisava de uma luz para voltar ao foco daquilo ou ela iria entregar fatos ao tatuado que não estavam em discussão, não queria entregar o seu coração ela so queria sentir e dar prazer mais nada, mas alguma coisa dentro daquele coração que antes era um bloco enorme de gelo se via derretendo lento e gradativamente e isto era perigoso demais até para ela, ela não estava em momento algum atrás de sentimentalismo barato ou outro amor que a fizesse sofrer, ela era um espírito livre como sua abuela dona Mimi costuma dizer, ela sabia que a casa da avó poderia ser sua rota de fuga se alguma coisa estivesse errada, ela teria que focar no jogo e focar na vitoria nada alem dessa importava e era crucial, a morena mordia o lábio até sentir o gosto de sangue na boca, nervosismo era a palavra que descrevia, ela uma mulher forte, determinada e bem sucedida abalada por um beijo, se bem que em seus pensamentos o beijo era devastador e suculento. Precisava focar e nada melhor que sua psicóloga, terapeuta e melhor amiga para ajudá-la nisso. Ela subiu as escadas e a secretaria logo a recepcionou.

— Dona Carosella, a Dr. Ana está te aguardando pode entrar – ela abria a porta e vejo Ana ali sentada e me esperando e vou ao encontro dela e a abraço, precisava de um porto seguro além da sua filha, a secretária fechava a porta.

— O que foi? È seu ex?

— No...

— É daquele vicio que você não consegue controlar?

— Em partes... usted me conhece muy bien...

— Homens?

— No, um em especial, ele vem revirando minha vida e meus pensamentos e até na minha casa ele foi e pior acabamos de quase transar dentro do meu escritório.

— Ai Paola, eu to meio sem entender... Você nunca levou homem para sua casa ou seu restaurante, está apaixonada?

— No, está maluca?

— Sei la, vindo de você eu não duvido mais nada!

— Foco Ana, ele apareceu do nada em ambos os lugares...

— ele ta gamado em você? Olha só minha amiga ta arrasando corações...

— Nem brinca com isso, ele está como eu focado em vencer um jogo de gato e rato, que é bem interessante e suculento...

— Ai Paola, voce não muda mesmo...

— Mudei sim, desde o Alexis, não me envolvi com nenhum traste, nenhum deles passa de uma noite... Mas o tatuado tem uma pegada e um fogo que dios mio, ele fez uma aposta comigo e foi algo irrecusável...

— Só tome cuidado com seu coração entendido?

— Sim mamã!

— Vamos lá, sente no divã e vamos começar... O que aconteceu? – Ana perguntava para a morena que tentava se acalmar e por suas ideias no lugar, ambas ficaram ali em um mono dialogo onde Ana falava e dava sua opinião e até fazia algumas especulações sobre o tatuado, mas a mente da argentina parecia divagar entre o presente momento delas com algo do passado e por fim a morena prestava mais atenção a Ana quando a mesma perguntou cinco vezes a mesma coisa — O que aconteceu de fato?

— Aconteceu? – nem ela sabia explicar.

— Sim, cada vez que eu falo você divaga no assunto e parece que estou falando com as paredes do consultório elas parecem mais interessadas que você parece que se lembra de algo que digo e sorria bobamente, suas pupilas se dilatam e sua bochecha ganha mais covinhas que o normal e os cantos da sua boca somem, ou seja, está realmente gostando de alguma coisa e não sou eu então?

— Ele é só uma diversão e eu preciso focar nisso, nunca fui de ser boba ou romântica nem com o Alexis e olha que temos uma filha, eu foquei em noites prazerosas e guardei o emocional no fundo do baú e agora parece que ele abre, na frente dele eu sei me portar e sei jogar, mas longe dele minha mente e meu corpo me traem, ontem quase transamos na varanda e mais um pouco se não tivesse fugido eu teria dado para ele ali mesmo, seria momentos de pura excitação e prazer, mas ele tem algo curioso que me intriga...

— Paola, muita pouca coisa a diverte e na maioria das vezes são coisas perigosas que te trazem excitação, temos um juramento de silencio entre paciente, mas como sua amiga eu me preocupo com você e se for presa o que eu farei?

— nada, porque eu não vou já aquele homem não digo o mesmo!

— Paola, eu sei o mal que ele fez e como ele era abusivo até se livrar do traste, mas supera isso, por favor?

— Claro, assim que ele pagar todo o mal que nos fez, voltando ao foco aqui que é minha vida emocional, não sexual ou passada...

— Ta, voltando a minha analise, posso adivinhar através de tudo que me falou hoje – Ana a olhava nos olhos — um adversário de peso e a altura, como antes não havia por isso ele a intriga tanto e faz suas pernas tremer confessa.

— Ele tem algo que nenhum outro tinha, é audacioso e se acha a ultima bolacha do pacote e admito que ele desperta meus desejos mais íntimos e até povoa meus pensamentos droga, mal faz cinco dias e já quero provar do seu corpo, seu calor e seus beijos avassaladores Ana, o que acontece comigo?

— Eu podia falar que encontrou um adversário a altura para jogar os seus jogos, mas ele é o cara que quer te prender, jogo perigosa demais, amiga!

— Eu sei, por isso é mais excitante e perigoso na mesma medida... Ele me fascina de maneira que nem sei explicar...

— Não ouso dizer que está apaixonada, mas encantada então como sua amiga e psicóloga se afasta antes que perca alem da razão, a cabeça e o coração!

— Eu não vou me apaixonar!

— Será? Alguém mexeu com voce o que não ocorre há anos minha amiga... Perigo Carosella...

— Eu sei me cuidar, eu só quero jogar com ele, não vou perder meu coração nesse meio tempo – ela afirmava com tanta convicção que nem ela nem Ana acreditaram nas palavras sinceras dela, ambas sorriem ao contatar que era um jogo perigos, excitante e melhor do que ela já havia provado.

[...]

No outro lado da cidade o tatuado entrava na delegacia sendo observado por Pato e mais dois agentes, alem de um policial encarregado do cargo eles não esboçavam boas reações, nem sorriam, ou seja, estavam com medo de algo e tenho certeza que tinha algo a ver com a visita dele a argentina sem avisá-los, Pato começava um discurso chato.

— Você foi lá atrás dela sem apoio e sem segurança, sem avisar a ninguém e sem perguntar o que achava da situação... Voce agiu sozinho e aqui meu caro nós trabalhamos em equipe – tédio e tédio, era o que o tatuado pensava ao ouvir aquelas palavras, ele havia avançado mais no caso que aqueles idiotas juntos, embora ele estivesse envolvido agora emocionalmente a ela, ele admitia em seu intimo que pensava mais na argentina que no caso, conhecer sua casa e sua filha mostraram outra face dela, alem do restaurante simples e aconchegante, regado a transparência havia algo no passado dela que o intrigavam e faziam querer entrar mais nesse jogo de sedução perigoso e fatal a seu ver

— Já terminou o discurso?  - o tatuado perguntava sem rodeios e sem esconder seu desconforto! 

— Para falar a verdade não, como você faz... - sem paciência Henrique o interrompia.

— Foi uma metáfora senhores, eu ajudo vocês e não ao contrário-  ele vai até a mesa onde haviam cedido a ele e se senta — consegui mais coisa que vocês nestas pesquisas sem pé nem cabeça, sem começo sem meio e sem fim agora vou fazer mais algumas pesquisas e mais tarde vou sair com ela e quero vocês longe de nós... Sem seguir ou gramar, se querem prender o culpado vão ter que confiar em mim - ele sorria de modo irônico  — ou vão parecer idiotas usados por uma mulher inteligente e manipuladora.

— Eu sei que você é o melhor para resolver isso, mas nós. ...

— Cuidem da cena do crime, cuidem das testemunhas e foquem nas provas, dela cuido somente eu... Vocês levam o crédito por recuperar e eu recupero e ganho a minha parte, ou seja, eu volto as minhas férias e vocês ao seu trabalho - ele estica as mãos e Pato as aceitava e apertava em resposta.

— Combinado investigador Fogaça! – agora o problema dele era outro, mal conhecia aquela mulher a pouco menos de uma semana e ela provocava nele certas reações, pensamentos e certa influencia, a forma como ela segurava a menina e a forma como olhava a mesma, refletiam muito mais que amor por um momento rápido com um flash podia jurar que ela era de certo modo uma batalhadora, uma mulher que se dedicou para chega a sua posição assim como que lutou muito para ter a sua posição, precisava ter ela em seus braços e provar de alguma maneira que ou ela tinha culpa e ele precisava ser frio e calculista, ou provar que errou duvidando do caráter daquela deliciosa mulher e teria que se redimir com a mesma em seus braços, ele pode notar como ela gemeu e tremeu em seus braços e um único beijo o deixou duro, como foi difícil se separar dela, como tinha sido difícil não pegar a morena e colocar naquela mesa ou sofá e fazê-la gemer seu nome e sentir mais uma vez como ela era apertada, como possuía um cheiro delicioso e como seu beijo era viciante, ele estava ficando de certo modo perdido e precisava de foco, mas como ter foco com aquele mulherão a sua frente disposta a jogar com ele e o melhor estar na sua cama, aquilo seria de fato extremamente proveitoso, excitante e único. Com o notebook aberto ele estava focado lendo alguns relatórios e revendo o vídeo do roubo e não havia nada de novo, as gravações nunca duraram mais que 24 horas e a pessoa que roubou sabia disso, “droga” ele pensou ao rever pela milésima vez e não achar nada, mas havia algo curioso desde que a exposição começou a argentina ia rotineiramente ao museu e ficava tomando café la observando uma única obra de arte, e para a surpresa dele não era o quadro que foi roubado, mas o curioso segundo o senhor Miguel, o rapaz que trabalhava lá, era que ela adorava aquela obra em especifico não as demais e isso não fazia o menor sentido.

— Fogaça – o tatuado olhava atentamente para o agente Pato e ainda não o entendia muito bem.

— Sim?

— Sabia que a Paola tem uma psicóloga? Faz alguns anos que ela faz consulta lá com a mesma, eu podia jurar que foi na época que ela estava grávida e...

— Poha Pato, larga de insensibilidade, muitas mulheres quando ganham filho podem ter depressão pós parto, ainda mais se o pai não está presente e olha que quando fui pai, diga-se de passagem, duas vezes, minha ex fez terapia para isso, mas não por tanto tempo como a Paola – agora ele ficava pensativo quando a este fato curioso — Você quer investigar esta tal de – ele agora pegava a ficha conseguida por Pato e começou a ler — Drª Ana Paula Padrão, tem formação em Harvard, tem mestrado em Psicologia Clinica e Jornalismo e doutorado, me parece uma pessoa correta, eu ando focado na Paola, eu acho que essa ficaria ao seu encargo.

 — Eu não sei jogar como você, comigo é tudo preto no branco eu já fiz altos trabalho como agente disfarçado e duplo, mas nunca com uma oponente a altura e inteligência – o agente parecia perdido demais.

— É só deixar acontecer poha, é fácil claro que não, mas você tira de letra tenho certeza...

— Eu vou pedir para a Drª sair comigo e vou tentar ser como você despreocupado e focado, mas agora voltando ao assunto anterior...

— Pato, eu só tive uma conversinha com ela e...

— Conversinha? Poha Fogaça você disse na cara dela que ela era suspeita e sumira por mais de uma hora o que estavam fazendo?

— Quer mesmo os detalhes? Porque não acho que seja realmente da sua conta!

— Vocês?

— Não ainda, mas se depender de mim e dela já teríamos o ambiente que nos atrapalhou, cê louco se começassem a ouvir gemidos...

— Henrique você não mudou nada!

— Mudei sim, desde que me separei da Fernanda eu não tive nenhuma outra mulher, nenhum encontro ou sexo casual, mas esta mulher é a moça que investigo e se para descobrir o culpado eu preciso dormir com o suspeito eu o farei sem pensar duas vezes, algo mais?

— Não mede esforços?

— Nunca e ela não pareceu questionar onde minha boca estava ou deixava de estar, agora foco Patrício, larga de querer saber da minha vida pessoal e sexual e comece a ter uma, eu acho que precisa sair, tem um bar maravilho – o tatuado retirava a carteira e pegava um cartão — pelo amor de deus vai achar alguma mulher para transar e amanhã conversamos mais sobre tais temas

— Vamos ao ponto, você é bem direto com o que quer e deixa de querer!

— Sempre sou, e poupei semanas de fitas grampeadas, horas desperdiçadas seguindo a Chef sem ao menos saber se ela é ou não culpada, mas agora entrando no seu jogo posso dar a certeza e uma eu tenho ela tem algo com o roubo se não diretamente quem sabe indiretamente – o homem passava a mão esquerda na barba tentando entender algo que pudesse solucionar aquele caso urgentemente — foi ela de alguma forma eu sei, eu descobri em uma hora o que voces não descobririam em um ano de investigação, sejamos racionais agora foco Patrício e chame a Drª Ana para um encontro ou va a uma consulta, jogue seu charme e de um jeito.

— Poha, Henrique voce querendo ou não comprometeu a investigação...

— Não eu não fiz isso, eu ajudei a investigação e acho que fiz mais que isso entrou em seu jogo como ninguém o faria.

— Então me diga o que tem para provar que foi ela? Que ela roubou ou fez parte disso?

— Calma eu vou ter, se acalme – ele dizia calmamente e com aquela voz grave e sedutora que fazia qualquer mulher gemer de desejo — ela gosta de perigo, emoção e excitação, e eu vou entrar no seu jogo de uma forma ou de outra, eu até tenho um jantar com ela hoje!

— Ótimo o meu pessoal vai...

— Seu pessoal vai ficar bem longe de mim, bem longe dela... o nosso jogo é perigoso e vai por mim não quero platéia ou telespectadores, agora foca Pato você não deveria estar atrás da Ana?

— Estou de olho Henrique e vamos pegar quem cometeu isso!

— Sim vamos agora vamos à ligação – ele pegava o numero de contato da Drª Ana e ligava, logo a secretaria atendia e passar a ligação — vou por no viva-voz e você vai dizer somente o que eu mandar entendido?

— Está bem – uma voz doce e sedutora atendia do outro lado.

— Bom dia, no que posso ajudar – Henrique escrevia numa placa o que ele deveria responder.

— Bom dia, Drª Ana sou o agente Patrício Dias da CIA, tudo bem?

— Tudo sim – ela dizia com a maior calma do mundo sem saber que Paola ouvia toda a conversa e sorria com tudo aquilo, a mesma teria alertado que poderia ocorrer e como era uma boa amiga e doutora ela entrou no jogo — em que posso te ajudar Agente?

— Gostaria de jantar comigo hoje?

— Uau direto ele – ela sorria e de longe mordia o lábio inferior — e onde seria este jantar?

— Há um restaurante maravilho em Pinheiros, conhece o Arturito?

— Conheço sim, a comida lá é deliciosa e sua voz parece ser sedutora, senhor Patrício, e confesso que não costumo sair com qualquer homem me diga senhor – ela usou toda a sua feminilidade e sua sensualidade e apostou na sua maior arma a sedução e sua voz mais rouca — não vai avançar o sinal não é mesmo? Não é do tipo que pesquisa a vida antes de dormir com a pessoa? – aquela voz fez Pato sentir algo ferver, seu coração bater mais forte, aquela voz e somente a voz já o fez desejar nua em sua cama e a teria logo.

— Não, senhorita Padrão eu sou um homem honrado e gostaria que me conhecesse melhor, então aceita? – do outro lado da linha ela mordia o lábio excitada com a voz daquele homem a anos vivia para o trabalho e não sentia a menor falta ou necessidade de homens, mas aquele fez sua intimidade pulsar em anos sem sentir ele, embora soubesse que era só um jogo dele.

— Saio ás seis do serviço e ás 19h30min te espero na frente do meu apartamento e espero que não se atrase, sou psicóloga então pontualidade é algo essencial.

— Estarei lá! – nesse meio tempo Henrique havia pedido para entregar um belo buquê de lírios para Ana, e belas gardênias para sua sedutora Argentina e logo se despediram e desligaram o aparelho, nesse tempo Paola gargalhava juntamente com Ana seria divertido demais este jogo.

— Ambos teremos nossos encontros hoje, então eu dia que poha mano hoje precisamos focar em ser algo que somou ou não e precisamos ter lábia.

— Ala parece ser uma moça legal Fogaça e...

— Ei, calma não esta cometendo um crime ou algum tipo de assassinato, só vai descobrir provas e se pelo que notei na voz dela e como voce ficou a noite será longa e proveitosa...

— Henrique às vezes você me deixa perplexo.

— Careta...

— Sempre, não sou um homem de ficar exibindo mulheres nem transando com varias para satisfazer meu ego... eu tenho vida sexual e pessoal reservada...

— Eu sei, a maioria diz que é gay ou virgem... – Pato o interrompeu

— Eles o que?

— Calma, a maioria é maldosa nem liga, eu conheci sua ex noiva e sei como ela foi uma vagabunda em fazer aquilo com você, quem sabe em meio a isso uma diversão ou uma mulher possa ajudar isso agora voltando a segunda parte do plano, vai com calma com esse jogo ela não parece a Paola, então possivelmente terá que ir com calma e com total certeza mano – ele dava um risadinha safada — vai ter vários encontros para se conhecerem...

— Poha meu, não quero uma namorada ou um caso... eu quero so terminar essa missão.

— E mais uma vez se esconder porque sua ex te traiu e voce nunca superou? E nem vem dar uma de machão para cima de mim, sabe que digo a verdade!

— Sim eu sei cara tu me conhece há anos e mesmo assim...

— Você precisa esfriar a cabeça ou não vai conseguir seguir em frente nunca, não pensa que ta traindo a confiança da moça, pensa no jogo e no prazer que ambos podem ter nesse jogo que tal?

— É pode ser que tenha razão – ambos riram e ficaram olhando para os papeis do caso.

— Vamos resolver isso logo, agora que tal focar em nossos encontros?

— Foco sim, vamos trabalhar e... – ele parecia branco e olhou com certo pavor — cara mando flores ou chocolate?

— nada eu já mandei para as duas com belos cartões agora relaxa meu e vamos trabalhar.

Podemos chamar de instinto ou até mesmo jogo de policia e ladrão, mas Patrício realmente odiava ser jogado para escanteio, conversou com um juiz e este em menos de duas horas conseguiu um mandado de busca na casa da senhorita Paola, Henrique ficou calado o tempo inteiro e o caminho todo, Patrício havia reunido uma quantidade razoável de policiais para ajudar na busca, ele soube que Paola estava sozinha na casa sem a filha que estava na aula de balé e eles foram e quando chegaram ao apartamento tocaram a campainha e foram prontamente atendidos por Mildred, mas Henrique que sabia que aquilo era um tiro no pé ficou sentado no carro assistindo de camarote.

— Pois não?

— Boa tarde, como vai?  Este é um mandado entregue a sua patroa eu sei que ela está na casa e viemos cumpri-lo fazendo uma busca legal no local– ele foi direto e foi logo entrando dando instruções aos policiais — Vocês dois para cima, voces dois sala e voces dois geral no apartamento, Mild em sua calma foi andando até a cozinha e entregou a ela o papel que olhou curiosa, um sorriso indecifrável se formou sem seus lábios, e ela pegou o papel e foi andando indo em direção ao agente que estava vislumbrando sua coleção vasta de obra de arte, ela se aproximou de forma sensual e atraiu os olhares dos que estavam ao seu lado, ela estava com um dólmã branco amarrado a cintura e uma blusa branca molhada que revelava a curva de seus fartos seios e Patrício ficou olhando até ela parar em sua frente.

— Boa tarde agente Díaz, a que devo a honra da sua visita e o que significa isso em minha casa?

— Sei que é um mistério para a dama, mas o seu advogado vai esclarecer tudo – olhou desconfiada e chamo — Chrysty – um tom alto porem sedutor que deixou o agente a olhando com certo desejo, uma moça ruiva também com dólmã saia da cozinha e ia até eles — acontece que esta moça é minha advogada – entrego o papel e ela abriu prontamente e leu o documento e olhou seria para Paola.

— Isto é um mandado e eles tem autorização para olhar a casa embora não entenda o motivo...

— Nem eu miga, mas deixe-os olharem a vontade, mas Mild, Sam e Alice acompanhem os senhores nas buscas.

— Não há necessidade senhorita...

— Há sim, tenho jóias em casa, quadros de alto valor e tenho calcinhas e alguns itens eróticos, ou seja, tudo que tiverem duvidas as minhas empregadas sabem os devidos lugares para esclarecer, se precisar olhar os cofres Mild mostrará ao senhor agente Patrício.

— Sua empregada sabe a senha do seu cofre?

— Sim, ela é minha governanta a mais de 15 anos acho que este tempo é suficiente para saber se ela é confiável ou não – ela apontou para ambos olharem o ambiente, seguidos pelas mulheres, logo tudo foi olhada em cada canto da sala, Patrício estava puto da vida e frustrado não haviam encontrado nada e saíram sem mal se despedir, ele entrou no carro e olhou para Henrique que estava encolhido rindo da cara dele.

— Não pergunta e nem fala eu te avisei entendido?

— Claro, eu so ia lembrar que temos um encontro em menos de duas horas então vamos? – ele ligava o carro enquanto isso Paola sorria ao constatar que Fogaça estava lá, mas não subiu, ou seja, eles vieram contra a vontade dele.

 

[...]

No outro lado da cidade e mesmo que a contra gosto, Patrício estacionava o carro e esperava por Ana em frente ao apartamento sem muita demora, olhou ao relógio e viu que estava na hora marcada pontualmente e quando viu uma bela morena, de estatura mediana se aproximar do seu carro teve a certeza que era ela, ele saiu do carro e abriu a porta enquanto a mesma desfiava, os minutos pareceram uma eternidade, ela estava num vestido azul marinho de alcinhas, que modelavam seu corpo exibindo ainda mais suas curvaturas, um salto alto que a deixava exuberante, maquiagem leve e cabelos soltos levemente encaracolados ele sentiu seu pênis se animar com a visão, em anos não ficará excitando somente de olhar uma bela mulher, ele estendeu a mão e ela retribuiu, ele aproximou os lábios sem tirar os olhos dos delas e beijou a ponta dos dedos um pouco mais demorado que o normal.

— Boa Noite, senhorita Ana.

— Boa Noite agente Patrício, pontual já tem um ponto positivo.

— Que bom que tenho – a morena o olhava de cima a baixo, estava num terno alinhado preto, uma gravata azul clara e com o cabelo arrumado e sem gel, como ela gostava, enquanto ele a conduzia para dentro do carro ela sentiu seu aroma um perfume delicioso que ela particularmente amava o “Dior Homme”, ele ao entrar no carro exalou mais ainda a fragrância que encheu suas narinas e sua libido estava sensível ao cheiro amadeirado, floral e almiscarado o deixando extremamente sexy à medida que dirigia pelo transito da caótica Sampa, mas o curioso foi seu cavalheirismo que a pequena jurava estar extinto, ele não deixou ela sair do carro ele estacionou perto do restaurante e abriu a porta do Rolls-Royce Wraith e pegava em sua mão e dava-lhe o braço e a conduzia para dentro do ambiente, a reserva já havia sido feita com antecedência e Paola iria pagar caro por aquilo, embora fosse um encontro interessante com este homem que parecia ser um deus grego gentil, educado e sedutor será que ela estaria perdida ou se entregaria sem receios afinal era so algo casual nada mais nada a menos.

 

[...]

Diferente das noites em São Paulo que ele já provara, esta estava com uma brisa fresca que tornava mais agradável, eram pouco mais de 19h00min e ele pretendia levar ela a um lugar em especifico e isso faria com que tivesse ou a certeza que ela era culpada ou a certeza de sua inocência ou meio termo onde ela participou internamente ou externamente, Paola não parecia o tipo de mulher que aceita um derrota ou jogar por menos que a vitoria e isto o deixava intrigado, uma mulher que tem tudo, absolutamente tudo desde poder, nome, família, representação e visibilidade na mídia o que faria para cometer isso? Ela parecia amar tanto a filha ele parou na frente da casa dela tomado pelo desejo de entrar, a filha dela estaria lá e não seria uma boa ideia, iria esperar no carro e logo iriam sair. Resolveu alugar um carro, pois não poderia levar ela aonde ele queria e fazer o que ele queria em cima de uma moto, preferia algo mais moderno um “Bentley Continental GT” na cor preta, mas foi quando a argentina saiu do apartamento que ele perdeu o ar e pode notar o quão deslumbrante ela estava, ele saiu rapidamente do carro e deu a volta abrindo a porta para a mesma que parou a sua frente e deu um beijo demorado no canto da boca.

— Boa Noite Henrique – ela o olhou de cima a baixo, estava com uma camisa cinza claro, um blazer preto e uma calça social preta e para sua surpresa um sapato social que combinava alem de notar que ele estava evidentemente excitado com o look que ela havia escolhido para a noite algo que lhe proporcionava elegância e leveza com um vestido preto totalmente de renda como se fosse pregado ao delicado pano da coleção de Tory Burch, um bracelete prateado Scarpin Schultz preto de salto e para completar uma meia calça preta transparente que torneavam as pernas da morena, o homem a devorava e sentia que iria usar aquilo em certa ocasião.

— Boa noite, entre estamos quase que atrasados, e um amigo em comum nos deu vinte minutos do seu precioso tempo para te levar a um lugar espero acertar o gosto.

— Eu também – dizia à morena que fitava seus olhos até ele entrar no carro e dirigirem até o lugar e para a surpresa dela eles pararem em frente ao museu, ela riu consigo mesma com a situação ele a conduziu até a exposição onde haviam roubado o mostrou o lugar e ela sorriu de leve ao sentir o homem fitar suas curvas e ela tinha certeza que os pensamentos eram ela nua em sua cama e essa ideia parecia tentadora demais — aliás, eu tive uma visita encantadora hoje na minha casa, sorte que minha filha não estava em casa.

— Falei dela para Patrício e ele entendeu que não deveria fazer isso com uma menina de tão pouca idade.

— Devo agradecer esta gentileza Sr Fogaça?

— Claro, mais tarde eu cobro, mas agora vamos andar temos pouco tempo, e olha aqui temos a mulher de negócios sem rosto e com chapéu, pintaram você argentina!

— Porque acha que sou eu?  

— Posou muito para o artista? – ela sorria um tanto quanto encabulada com a pergunta.

— Na verdade eu tenho uma cópia deste quadro na minha casa – eles começaram a rir e ele conclui ao puxar ela para si e depositar um leve beijo nos lábios dela.

— Esta noite promete ser animada senhorita Carosella e inesquecível!


Notas Finais


Continua!

Pegou fogo e.e Sabe aquela musica bombeiro do Munhoz e Mariano, quem imagina o Fogaça de bombeiro???
Imagina que delicia seria esse fetiche mmmm votem:
Bombeiro, Policial ou Médico?

"Negue o quanto quiser, mas você vai se render a minha Sedução!"

Não esqueçam de deixar a opinião de vocês é muito importante pra mim!!! Gracias e.e

Bjos na bunda e fui!


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