História Affair - Capítulo 7


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Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Erick Jacquin, Henrique Fogaça, Paola Carosella, Patrício Diaz, Personagens Originais
Tags Arturito, Desejos, Farosella, Fogasella, Henrique Fogaça, Masterchef, Paola Carosella, Romance, Sabores, Salgastronomia
Visualizações 171
Palavras 4.247
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Obrigada pelos comentários e pelo favs vocês são fodas!

Sugiro que ouça a musica "Paradise - George Ezra"

Boa Leitura postei e sai correndo

Capítulo 7 - Capítulo 6


Fanfic / Fanfiction Affair - Capítulo 7 - Capítulo 6

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╭═────═⌘═────═╮

Paradise

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Henrique

 

— Aonde pensa que vai me levar?

— Vem, vem, vem... Você verá

Noto a morena morder o lábio ela sentiu o poder daquelas palavras em seu corpo, coloco a mão em sua cintura e a guio através das galerias até chegar à galeria onde a obra de arte havia sido roubada, um sorriso malicioso estampava os lábios da morena e caminhamos até a primeira obra e fico atrás dela. Estava tendo uma visão privilegiada de suas curvas, admito em meus pensamentos que ela era sexy e tinha uma bunda deliciosa e em meios a devaneios lembro-me da minha promessa a Patrício.

Flashback

Acabamos de sair do apartamento dela e Patrício entrava no carro com cara de poucos amigos,  sorrio ironicamente com a situação por fim ele estava dirigindo a mais de dez minutos no mais puro silêncio e aquilo me mortificava, respiro fundo e falo com aquela voz grave que fazia muitos tremem na base.

— Ah, fica tranquilo Agente Días, eu vou entrar na casa dela e vou achar o quadro não se preocupe cara, eu vou recuperar ele em breve e nós podemos voltar as nossas funções bem longe deste inferno.

— Poha, eu fiquei com cara de paisagem, ela me fez de palhaço.

— Não, você se fez de palhaço, ela não ia esconder em um lugar assim as vistas e devo dizer que foi ingenuidade a sua, agora vamos agir como agentes espertos sem infantilidade e jogos bobos, poha agir juntos caralho...

— Tá eu já entendi poha.

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No museu

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— Você está linda!

— Obrigada!

— Está tudo bem Fogaça?

— Não precisamos de formalidades Paola — ela mordia o lábio inferior.

— Está bem tatuado — ela acentuou ainda mais o sotaque me encosto nela roçando levemente as coxas o tamanho da minha excitação — já estou começando a sentir fome — o tom era regado a malícia por trás daquela frase.

— Eu também estou, mas a minha fome é outra argentina e tem nome e sobrenome — respiro fundo e ela sorri — e esta sobremesa tira meu sono.

— Calma tatuado, sobremesa é só mais tarde — ela se desvencilhou de mim e se afasta indo para sua obra favorita "Madonna das Rochas" e logo uma moça se aproxima e nos avisa.

— Senhores o museu vai fechar em 10 minutos.

— Obrigada por nos avisar. — concordo e sinto a excitação do perigo percorrer minhas veias e um desejo reprimido me aquecer por dentro, em frente a obra me encosto na parede a olhando.

Eu a devorava e vislumbrava cada curva do seu corpo, saber onde ela mora e um pouco sobre sua vida não a tornou nem um pouco menos misteriosa, seu olhar penetrante era como uma imensidão que refletia desejo, luxúria e um convite, um convite me perder em seu corpo e seus olhos numa imensidão de prazer, seu sorriso era um misto de cinismo, malícia, perigo e ao mesmo tempo doçura.

Me fez pensar que poderia me perder em seus lábios e as covinhas do seu rosto, à medida que sorria, tinha algum pensamento ou até mesmo me olhava com certo desejo elas apareciam. Queria me perder naquele olhar diabólico, naquele sorriso angelical e naquele corpo sensual poderia ser minha sentença de morte e para ela poderia ser o início da sua perdição e ambos precisaríamos focar e saber jogar sem emoções o que, era difícil e ambos estávamos enredados em nossas próprias teias de deleite, prazer e naquele jogo de sedução que só poderia haver um vencedor.

— Os museus carregam inúmeras histórias de amor... — falo em meio ao meu devaneio — por trás dos quadros e obras de arte — sorrio bobamente — conheci minha ex mulher em um.
                                                                                                                                                                                                        — Que clichê — ela me encarava com uma expressão curiosa — ela era guia?

— Não, historiadora...

— Ah! - ela revira os olhos —Histórias de amor não existem elas são contos para enganar mulheres indefesas — me espanto levemente com sua informação — as melhores histórias são as trágicas!

— Está dizendo que as melhores histórias são trágicas? Como Romeu e Julieta? — ingenuamente perguntava e ela sorria maquiavélica.

— Não bobinho, histórias de verdade, a Julieta era uma tola se apaixonou pelo único cara que não podia ter!

— Não podemos mandar no coração!

— Não e sim, podemos escolher nutrir sentimentos ou esquecê-los no fundo do baú! — ela exclamou e caminho atrás dela a segurando pela cintura — O amor é uma questão de escolhas, boas ou más, certas ou erradas e até mesmo idiotas então é melhor não amar!

— Só divertimento?

— Claro, porque os espanto? - ela sorri — relacionamento sem cobrança e traição, ou seja, sem coração partido...

— Sempre há um coração partido envolvido em quem não acredita no amor e além do mais  sussurro em seu ouvido — eu acho que eu sou clichê um romântico incorrigível, o que acha? — a guiava até o quadro que doou para a exposição — você é boa em enigmas e quebra-cabeça o que você descobriu sobre mim só pelo olhar?

— Se minhas teorias sobre os homens estiverem particularmente corretas, eu diria que está apostando alto demais aqui agente — numa agilidade impressionante a girei para me encarar e ela entrelaçou suas mãos em seu pescoço e continuou, sem tirar os olhos dos olhos dos meus os fitando intensamente — você se dedica demais ao trabalho e eu arrisco dizer que você é pai e pelo seu sorriso é mais de um e também pela forma que tratou a minha filha hoje... — ela possuía um sorriso enigmático que me fazia perder o foco e a razão — você está com olheiras o que indica que não está dormindo direito embora as esconda bem naquele seu óculos de bad boy e o jeito que você me devora me faz entender o porque te deixo tão excitado, além é claro do fato que você adora jogar isso me mostra que você não tem contato com uma mulher a muito tempo e — Paola se aproximou do meu pescoço  e guiou os lábios até o lóbulo e onde passou sua respiração me fez arrepiar e sussurrou— fui a primeira em muito tempo e pela proximidade nossa eu faria uma leve suposição quer saber qual é?

— Sim eu quero — seguro com mais firmeza sua cintura.

— Ou você carrega uma arma com você em um encontro ou está muito animado em me tocar — ela desceu a mão e começou a alisar meu pênis  lentamente me fazendo ele gemer em seu ouvido. A viro bruscamente e a faço sentir minha excitação, ela jogou a cabeça em meu ombro e fechou os olhos mordendo o lábio inferior, adentro minha mão em seu vestido e tocou sua intimidade com o polegar e ele sussurrou em seu ouvido.

— Você resolveu muito bem meu quebra-cabeça – suspiro em seu ouvido — você me enlouquece e me tira do sério de tal modo que me perco em suas belas curvas, eu sei que é culpada de alguma forma, mas até eu provar isso eu pretendo nos satisfazer na cama em todos os sentidos morena — noto que ela passava a língua pelos lábios os umedecendo.

— Você é um homem muito interessante Henrique Oliver Fogaça — sua voz era um rouco sussurro e ela começou a esfregava suas nádegas em seu pênis que estava prestes a explodir, novamente a viro e seus os olhos estavam fixos na morena frente ela gemeu novamente em seus braços — Isso o fascina?

— Sim, acho fascinante todas às formas de prazer — sou direto — para entender nossa natureza devemos desvendar as pessoas e estou tentando desvendá-la e entendê-la!

— Está tentando desafiar sua racionalidade e sua normalidade vitoriana para me analisar e tornar real e aceitável a minha culpa, e o que descobriu?

— Não muito, só que você de fato possui alguma ligação!

— Que não pode provar não é mesmo?

— Porque diz isso?

— Se tivesse, não teriam ido a minha casa causando frustrações de ambos os lados e nossa conversa séria numa delegacia não em um museu.

— Faz sentido, mas não estamos em um teatro!

— Tatuado, pelos meus anos de experiência, certos homens vão ao teatro e outros são o teatro, e ainda não descobri o que você é ainda, mas como dizem "nenhum homem é um mistério completo, exceto para si mesmo."

— E onde quer chegar com isso?

— Que pode perder o jogo agente Fogaça, é um caminho sem volta!

— Meu palpite é que um de nós pode perder o jogo, ou ambos dependendo do que está valendo!

— Sim, mas não gosto de perder e gosto de civilidade antes do escurecer e agora responda- me porque me trouxe aqui?

— Olha que lindo o seu empréstimo Paola! — ela sorri com o elogio e resolvo jogar com ela — Se fosse eu que tivesse entrado aqui eu não teria levado o Da Vinci!

— A não? — ele balançava a cabeça — E o que levaria?

— Uma escolha pessoal, eu levaria aquele ali — a guio até uma das telas de Michelangelo

— Gostaria de ter um destes? — ela indagou um tanto quanto curiosa.

— Por quê? Conseguiria para mim francesinha?

— Qualquer coisa é possível tatuado! — eu fiz com que ela deixasse a bolsa em meu carro de propósito, para que um perito pegasse a chave e a levasse para fazer uma cópia e aquilo poderia acabar esta noite ou amanhã, dependendo do que estivesse naquele apartamento! — Com o preço certo e o contato certo! — ela se afastou andando para a outra galeria, sabendo que possuíamos poucos minutos

— Tudo bem eu topo, o que faria para consegui-lo?— a argentina sorriu e fez uma expressão maliciosa entendendo meu jogo, mordeu o lábio e alisou a cintura alcançando a atenção plena do tatuado para suas pernas.

— Compro uma cópia — ela disse sem rodeios e começo a rir ela é mais esperta do que pensei.

— Vamos para um lugar mais reservado — disse com a voz rouca e firme fazendo a morena entreabrir os lábios como se desejasse o sabor do meu beijo me fitando intensamente seus olhos.

— Achei que iria continuar enrolando. — Ela sorriu sacana e mordiscou seu lábio inferior, fazendo com que a fuzilasse com o olhar e a guiasse até o carro, com destreza abro a porta e a faço entrar, quando entro no carro nos encarávamos novamente e pude ver que ambos olhávamos com desejo.

— Temos um jantar às 21 horas, mas antes vou te levar a um lugar antes que sejamos presos por atentado ao pudor — ela sorriu maliciosa e fechou o cinto, dirijo até uma estrada um tanto quanto deserta que dava acesso a estaciono o carro longe da estrada e a encaro — sabe que é um caminho sem volta?

— Eu sei, e adoro jogos perigosos e esta noite mal começou então me faça sua agora — ela sussurrou como uma ordem, abro a porta e desço do carro sendo seguido por Paola, que fechou a porta e se escorou no carro, dei a volta e a prenso contra o carro.

— Eu queria que fosse na cama, mas prometi um jantar e sou um homem de palavra!

— É um homem de palavra agente Fogaça? — suas hábeis mãos iam ao encontro da minha calça abrindo o cinto e o jogando para dentro do carro e após abrir cada botão ela sorriu maliciosa e se abaixou — eu sou uma mulher de palavra também e hoje você vai perder a cabeça, a razão, o juízo e a direção meu tatuado — gemo sentindo ela me tocar por cima da cueca e quando o colocou para fora noto o quão duro ele estava — já está duro para mim Henrique, eu estou salivando para sentir seu gosto - ela me olhou com luxúria — você quer que eu prove?

— Porra você fode meu psicológico! - exclamei.

— Não ouvi sua resposta então não quer? - ela mordeu o lábio e fez cara de deceção.

— Eu quero sentir sua boca provando meu pênis antes de te fazer gemer a cada estocada dentro de você e... — antes que terminasse meu discurso ela se ajoelhou e colocou todo ele na boca e começou a suga-lo lentamente, arrancando meus gemidos roucos, movimentando toda a extensão à medida que o envolvia com a boca passando a língua lentamente em todo o pênis dele logo o retirando da boca, por um momento ela me encarou  e minhas mãos envolviam seu cabelo e a encarava ela piscou para mim dando início a um jogo perigoso de sedução ao passar a ponta da língua na glande e o envolver totalmente em suas mãos, eu agora guiava sua cabeça gentilmente para mais próximo de meu membro ereto, sem deixar ela questionar seus atos.

Ela abocanhou ele todo em sua boca e usando da sucção e da língua me masturbava enquanto me ouvia gemer seu nome enquanto fodia sua boca gentilmente, pude sentir as veias dele em contato com sua língua e perdia a razão a medida que a mulher me estimulava e isso me excitava.

— Paola— gemo seu nome segurando os fios de cabelo da morena pela raiz a estimulando ir mais rápido e notando-a levantar o olhar novamente para min enquanto me encaravando com desejo sem deixar de suga-lo veemente — você é perfeita demais para ser real — sussurro — não pare gostosa... Continua isso... — ela sorriu vitoriosa a medida que aumentava a velocidade, sentindo o pré-líquido descer em sua garganta enquanto me estimulava acariciando munhas bolas lentamente eu tinha certeza que logo ele não teria mais controle de sua sanidade.

— Goza na minha boca deliciosamente — a morena pedia com sua voz repleta de malícia voltando a suga-lo enquanto o acariciava.

— Caralho Paola eu não vou aguentar se continuar assim... Poha eu quero sentir você agora — gemia aquelas palavras em uma voz rouca, seguro seus ombros e a puxo para cima — eu quero muito gozar na sua boca, mas não temos muito tempo agora eu só quero sentir sua pele quente, deixa eu provar seu sabor— desço a mão até a intimidade e a sinto molhada ela podia notar meu sorriso safado e malicioso e a viro fazendo-a espalmar as mãos no vidro.

 

Paola

Espalmo o vidro e sinto minhas pernas ficarem bambas e meu coração traidor começar a acelerar, ele sobre meu vestido até ele ficar na cintura e ele ter acesso a minha intimidade. Henrique abriu gentilmente minhas pernas dei sorte de ter escolhido uma lingerie minúscula e sensual, ele aproximou seus lábios do lóbulo e mordiscando sussurrou:

— No meu apartamento eu vou apreciar melhor sua lingerie e fazer você gozar com a minha língua... safada — um arrepio passava por toda a espinha pela forma que ele falou, fico mais excitada ainda, ouvindo ele rasgar o pacote de camisinha e colocar a mesma em seu membro, segurando minha cintura em seguida e afastando a calcinha para ele poder estimular minha intimidade e a preparar para ela me receber.

— Henrique — gemo de desejo

— O que você realmente quer Paola? — indagou com a voz rouca e rebola contra seu membro..

— Eu quero você — sussurro de uma forma extremamente sedutora e sensual enquanto o homem aproxima seu membro sem me penetrar de fato — não vou implorar se está esperando isso, prefiro terminar sozinha e eu vou... — mordisco o lábio inferior e antes de poder concluir minha fala o tatuado penetro tudo de uma só vez me fazendo arfar e gemer palavras em francês que nem ele entendia — Ah! — o homem segurou minha cintura auxiliando o movimento ritmado de ambos, ele ora roçava a barba ora chupava meu pescoço de forma maliciosa me fazendo jogar a cabeça para trás para dar acesso a ele, o tatuado usava a língua para provar meu sabor e iniciou uma trilha de beijos da orelha até os ombros sem deixar de se afundar em mim plenamente me deixando mais molhada para senti-lo me preencher.

A mão esquerda do homem subiu até os seios e logo ele dava as devidas atenção os acariciando fazendo com que soltasse um gemido rouco e espalmo mais as mãos contra o vidro do carro podendo sentir os seios ficarem rígidos sob o tecido do vestido me deixando mais excitada, o fazendo aumentar a velocidade e em seguida diminuir.

— Estou quase tatuado, isso não para! — peço enquanto mordiscava o lábio inferior, desejando que ele me fodesse com mais forte do jeito que ela gostava.

— Você fode meu psicológico marrenta eu sei que quer mais forte.. mas antes quero te ver gozar — Henrique gemeu ao falar aquelas palavras roucas parando de se movimentar e reclamo de forma manhosa, seus dedos desceram dos seios para dar a devida atenção ao clitoris começando a estimulá-lo em movimentos circulares a medida que ele movimentava lentamente, entrando e saindo de dentro como uma forma de provocação por tê-lo feito perder o juízo e o raciocínio lógico quando ele está com ela.

— Henrique — eu gemia de forma manhosa ao sentir que estava atingindo o clímax — me foda mais forte.... — gemia e rebolava contra o membro dele o que o fez aumentar a velocidade das estocadas..

Henrique me observava pelo reflexo do vidro e fecho os olhos gemendo sem pudor, entreabrindo meus lábios e formando um 0 quando fui atingida por um delicioso e prazeroso orgasmo, que me fez relaxar e tremer cada parte do meu corpo.

Noto um sorriso de prazer em seu semblante, ele não diminui a velocidade, pelo contrário aumentou a velocidade das estocadas enquanto ele inclinava para frente para que o mesmo tivesse mais acesso e atingisse com seu pênis o meu ponto G.

— Eu quero gozar junto com você — ele falou sacana em meu ouvido me fazendo desejar que ele não parasse

— Mais forte tatuado.. não para —  sabia que ele estava atingindo meu ponto sensível e sinto o homem me penetrar mais forte, entrando e saindo me fazendo tremer o que significava que orgasmo se aproximava para ambos, "ele era só mais um e daria tudo a mim", penso e o meu maior desejo era usá-lo para me satisfazer, meu lado racional me relembrava disso enquanto o emocional sentia ele atingir junto a mim e se derramar.

O coração acelerado, os corpos eufóricos e as respirações descompassadas fizeram meus seios subirem e descerem rapidamente, ele saiu lentamente de dentro e amarrou a camisinha, enquanto me ajudava a recompor, me virando agilmente para encará-lo e pude ver a luxúria refletida em seu rosto, seus lábios logo se apoderaram dos meu me fazendo gemer mais uma vez devido ao beijo arrebatador que ele me dava, logo diminuía a velocidade do beijo dando inúmeros selinhos, ele se afastou e colocou a camisinha em um saquinho de lixo, arrumou o cinto e ajeito o vestido entrando no carro em seguida e depois o mesmo entra,  abaixo o quebra sol e começou a refazer a maquiagem a medida que voltamos a estrada.

— Isso foi...

— Extremamente intenso e divertido para ambos —  sorrio maliciosa.

— Sim foi, agora vamos jantar e depois quero te levar a um lugar...

— Seu apartamento?

— Não, esse é mais tarde senhorita Carosella — ele sorriu e encosto a cabeça no banco ao me lembrar da frase que minha tia sempre dizia "querida há muitas coisas que você pode dar a um homem: seu corpo, seu tempo ... mas nunca entregue seu coração de bandeja. Mas o que você nunca deve dar a ele na sua vida, é o seu poder."

 

Ana Paula

[...]

No outro lado da cidade e mesmo que a contra gosto, noto que Patrício estacionava o carro e me esperava por na frente do meu apartamento sem muita demora, olho o relógio e percebo que ele estava na hora marcada pontualmente saio de casa e tranco a porta, desço de elevador e logo saio para fora, e quando me aproximo do  carro ele saiu do mesmo e abriu a porta enquanto eu desfiava, os minutos pareceram uma eternidade, estava vestindo um vestido azul marinho de alcinhas, que modelavam meu corpo exibindo ainda mais as curvaturas, um salto alto que me deixava exuberante, maquiagem leve e cabelos soltos levemente encaracolados , ele estendeu a mão e retribuiu, ele aproximou os lábios sem tirar os olhos dos meus e beijou a ponta dos dedos um pouco mais demorado que o normal.

— Boa Noite, senhorita Ana.

— Boa Noite agente Patrício, pontual já tem um ponto positivo.

— Que bom que tenho – o olho de cima a baixo, estava num terno alinhado preto, uma gravata azul clara e com o cabelo arrumado e sem gel, como eu gosto, enquanto ele me conduzia para dentro do carro senti seu aroma, um perfume delicioso que eu particularmente amava o "Dior Homme", ele ao entrar no carro exalou mais ainda a fragrância que encheu suas narinas e sua libido estava sensível ao cheiro amadeirado, floral e almiscarado que o deixavam extremamente sexy à medida que dirigia pelo transito da caótica Nova York, mas o curioso foi o seu cavalheirismo que a jurava estar extinto, ele não me deixou sair do carro ele estacionou perto do restaurante e abriu a porta do Rolls— Royce Wraith e pegou em minha mão e deu o braço para me conduzir para dentro do ambiente, a reserva já havia sido feita com antecedência e penso "Paola vai pagar caro por isso", embora fosse um encontro interessante com este homem que parecia ser um deus grego, gentil, educado e sedutor meus pensamentos era se estaria perdida ou se me entregaria sem receios afinal era só algo casual nada mais nada a menos.

***

No Arturito, nos deliciávamos agora com a sobremesa, ela sorrio docemente e às vezes ingenuamente de seus comentários, ele me queria em sua cama e começo a sentir que aquilo não era só carnal ou sexual, nem por estar a meses sem sexo, ele possuía algo que me fascina e me deixava curioso, por outro lado estava curiosa com aquele homem que dizia menos do que sabia, ele era inteligente, romântico ao seu modo e um tanto quanto egocêntrico e pela forma que a devorava ele não queria somente tirar informações, então sorri deliciosamente e começo a jogar.

— Para chegar às respostas que tanto deseja pode destruir a confiança e até mesmo um relacionamento senhor Días.

— Você é culta e engraçada, e sua inteligência e a forma como não se assusta e cai na minha conversa me deixam curioso em conhecê— la mais a fundo! — noto a pitada de malícia na última frase.

— Eu sou psicóloga e consigo ler você tão bem mesmo com esta conversa recheada de duplo sentido e suas perguntas em meio a suas histórias.

— Não entendi Ana, onde deseja chegar? — o homem a olhava com curiosidade.

— Na tentativa de obter o real motivo desse jantar —  piscava os cílios e o homem estava me encarando seriamente — isso que me ouviu agente Dias!

— Me chama só de Patrício!

— Certo, Patrício eu percebi seu jogo desde que me ligou então vamos ser francos e diretos? sem joguinhos e sem duplo sentido combinado? — mordo o lábio inferior com uma certa malícia

— Combinado! — ele disse sem pestanejar, eu tinha certeza que ele queria que aquele jantar acabasse e aquele e esse assunto chato fosse jogado para escanteio, para poder focar no meu corpo, passo a língua entre os lábios para limpar o mousse de limão que ali restava.

— Você sabe que sou uma profissional e me baseio em sigilo com meus clientes, se quer saber algo de um deles tire seu cavalinho da chuva — bato a mão na mesa de maneira fraca, nossos olhares se encontravam e sorrio maliciosa — eu sei que só pela forma como me despiu em pensamento que faz tempo que não sai com outra mulher — ele me olhou incrédulo com certo receio e um pouco de raiva — nem tente mentir eu sei, só pela forma como não tira os olhos do decote que estou usando, então você se perde nos pensamentos e falar e é óbvio que você já foi casado.

— Você é bem direta e audaciosa, não irei responder a sua pergunta, não está pergunta!

— E que disse que foi uma pergunta - começo a rir com a sua cara de espanto — ela deveria ser insensível e você inseguro, foi só matrimônio e não paixão isso porque os seus olhos não mentem - faço uma pausa e ele respira fundo — sempre fui e sou sincera e verdadeira e eu senti que ambos temos certos desejos um pelo outro então Patrício, vamos ficar aqui só jogando conversa fora ou vai fazer o que realmente quer?

— E o que seria?

— Me convidar para um lugar mais reservado!

— Você sabe o que quer, uma mulher decidida e isso me encanta e fascina!

— Esqueça seu trabalho por esta noite, não costumo envolver trabalho com prazer, então não sou agora só uma psicóloga eu sou uma mulher com desejos e vontades, então detetive o que vai ser?

— Você não parece querer ir a um lugar mais reservado, parece que está buscando pretextos para sairmos daqui e ir ao conforto do seu apartamento enquanto volto ao meu um tanto frustrado.

— Patrício, o que vê e o que sinto são coisas diferentes, aprende-se com o tempo a separar as emoções e as expressões no meu trabalho, deve exercer isso sempre Agente Días!

— Somente em serviço... — ele sorriu e levantou a mão  — Me traga a conta por favor — sorrio repleta de malícia pensando "Carosella me paga, mas pelo menos a noite vai render e ser muito quente e prazerosa!"

— Sabe, o que mais diz sobre uma pessoa é o que mais a amedronta, e eu sei o que você mais teme. - ele me olha sem entender.

— E o que é que eu mais temo?

— Que o conheçam! - sorrio  e termino de beber meu vinho.

 


Notas Finais


Continua!

Pegou fogo e.e Sabe aquela musica bombeiro do Munhoz e Mariano, quem imagina o Fogaça de bombeiro???
Imagina que delicia seria esse fetiche mmmm votem:
Bombeiro, Policial ou Médico?

"Negue o quanto quiser, mas você vai se render a minha Sedução!"

Não esqueçam de deixar a opinião de vocês é muito importante pra mim!!! Gracias e.e

Bjos na bunda e fui!


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