História Affair - Capítulo 8


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Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Erick Jacquin, Henrique Fogaça, Paola Carosella, Patrício Diaz, Personagens Originais
Tags Arturito, Desejos, Farosella, Fogasella, Henrique Fogaça, Masterchef, Paola Carosella, Romance, Sabores, Salgastronomia
Visualizações 67
Palavras 4.034
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sugiro que ouça a musica "The Way - Kehlani feat. Chance The Rapper"

Boa Leitura postei e sai correndo

Capítulo 8 - Capítulo 7


Fanfic / Fanfiction Affair - Capítulo 8 - Capítulo 7

The Way

— Aonde usted pensa que vai me levar?

— Vem, vem, vem… você verá

A morena mordeu o lábio ao sentir o poder daquelas palavras em seu corpo, ele colocou a mão em sua cintura e a guiou através das galerias até chegar à galeria onde a obra de arte havia sido roubada, um sorriso malicioso estampava os lábios da morena e ele a guiou até a primeira obra ficando atrás dele. O Tatuado estava tendo uma visão privilegiada de suas curvas, ele admitiu em seus pensamentos que ela era sexy e tinha uma bunda deliciosa e em meios a devaneios lembrou da sua promessa a Patrício.

 

Flashback

Eles acabaram de sair do apartamento dela e Patrício entrava no carro com cara de poucos amigos, o tatuado sorria ironicamente com a situação por fim estavam dirigindo a mais de dez minutos no mais puro silêncio e aquilo o mortificava, ele respirava fundo e falou com aquela voz grave que fazia muitos tremem na base.

 

— Ah, fica susse Agente Días, eu vou entrar na casa dela e vou achar o quadro não se preocupe cara, eu vou recuperar ele em breve e nós podemos voltar as nossas funções bem longe deste inferno.

— Poha, eu fiquei com cara de paisagem, ela me fez de palhaço.

— Não, você se fez de palhaço, ela não ia esconder em um lugar assim as vistas e devo dizer que foi ingenuidade a sua, agora vamos agir como agentes espertos sem infantilidade e jogos bobos, poha agir juntos caralho…

— Ta eu já entendi poha.

No museu

 

— Você está linda!

— Gracias! – ela o encarava — Está tudo bem Fogaça?

— Não precisamos de formalidades argentina - ela mordia o lábio inferior sentindo os efeitos daquela palavra e de seu toque preciso.

— Está bem tatuado - ela acentuou ainda mais o sotaque e pode sentir em suas coxas o tamanho da excitação dele e aquilo abria o apetite — já estou começando a sentir fome - podia notar pelo som da sua voz a malícia por trás daquela frase.

— Eu também estou, mas a minha fome é outra argentina e tem nome e sobrenome - ele respira fundo e ela sorri vitoriosa — e esta sobremesa tira meu sono.

— Calma tatuado, sobremesa é só mais tarde - ela se desvencilhou dele e se afasta indo para sua obra favorita “Madonna das Rochas” e logo uma moça se aproxima e os avisa.

— Senhores o museu vai fechar em 10 minutos.

— Obrigada por nos avisar. - dizia o Tatuado, sinto a excitação do perigo percorrer minhas veias  um desejo reprimido me aquecer por dentro, em frente a obra ele ficava ao seu lado encostado na parede a olhando.

Ele a devorava e vislumbrava cada curva do seu corpo, saber onde ela mora e um pouco sobre sua vida não a tornou nem um pouco menos misteriosa, seu olhar penetrante era como uma imensidão que refletia desejo, luxúria e um convite, um convite me perder em seu corpo e seus olhos numa imensidão de prazer, seu sorriso era um misto de cinismo, malícia, perigo e ao mesmo tempo doçura e o fez pensar que poderia se perder em seus lábios e suas covinhas de seu rosto, à medida que sorria ou tinha algum pensamento ou até mesmo o olhava com certo desejo elas apareciam, e se perder naquele olhar diabólico, aquele sorriso angelical e aquele corpo sensual poderia ser sua sentença de morte e para ela poderia ser o início da sua perdição e ambos precisam focar, e claro saber jogar sem emoções o que era difícil, ambos estavam enredados em sua própria teia de deleite, prazer e naquele jogo de sedução que só poderia haver um vencedor.

— Os museus carregam inúmeras histórias de amor... - Henrique dizia em meio a seu devaneio — por trás dos quadros e obras de arte - ele sorriu bobamente — conheci minha ex mulher em um.
— Que clichê - ela o encarava com uma expressão curiosa — ela era guia?

— Não, historiadora…

— Ah! Histórias de amor não existem, elas são contos para enganar mulheres indefesas - o tatuado se espantou levemente com sua informação — as melhores histórias são as trágicas!

— Está dizendo que as melhores histórias são trágicas como Romeu e Julieta? - ele ingenuamente perguntava e ela sorriu maquiavélica.

— No bobinho histórias de verdade, a Julieta era uma tola que se apaixonou pelo único cara que no podia ter!

— Não podemos mandar no coração!

— Não e sim, podemos escolher nutrir sentimentos ou esquecê-los no fundo do baú! - ela exclamou e ele caminhou atrás dela a segurando pela cintura — O amor é uma questão de escolhas, boas ou más, certas ou erradas e até mesmo idiotas então, é melhor não amar!

— Só se divertir?

— Claro, sem cobranças e traições, ou seja, sem corações partidos...

— Sempre há um coração partido envolvido em quem não acredita no amor e além do mais, eu acho que eu sou clichê um romântico incorrigível, o que acha? - ele me guiava até o quadro que doei para a exposição — você é boa em enigmas e quebra-cabeça o que você descobre sobre mim só pelo olhar?
— Se minhas teorias sobre os homens estiverem particularmente corretas, eu diria que está apostando alto demais aqui agente - numa agilidade impressionante ele a girou para encará-lo ela entrelaçou suas mãos em seu pescoço e continuou, sem tirar os olhos dos olhos dele os fitando intensamente — você se dedica demais ao trabalho e eu arrisco que você é pai e pelo seu sorriso é mais de um, e também pela forma que tratou a minha filha hoje... - ela possuía um sorriso enigmático que o fazia perder o foco e a razão — você está com olheiras o que indica que tá não está dormindo direito embora as esconda bem naquele  seus óculos de bad boy e o jeito que você me devora faz-me entender o porquê te deixou tão excitado, além é claro do fato que você adora jogar isso me mostra que você não tem contato com uma mulher há muito tempo e - Paola se aproximou do pescoço dele e guiou os lábios até o lóbulo e onde passou sua respiração o fez se arrepiar - fui a primeira em muito tempo e pela proximidade nossa eu faria uma leve suposição quer saber qual é?

— Sim eu quero - ele dizia segurando com mais firmeza sua cintura.

— Ou você carrega uma arma com você em um encontro ou está muito animado em me tocar - ela desceu a mão e começou a alisar o pênis do homem lentamente o fazendo gemer em seu ouvido, ele me vira bruscamente e me faz sentir sua excitação, ela fechou os olhos e mordendo o lábio inferior adentrou em seu vestido e tocou seu ponto franco com o polegar e ele sussurrou em seu ouvido.

— Você resolveu muito bem meu quebra-cabeça - ela sentiu todo seu corpo esquentar e desejar que fossem a outro lugar, mas ela precisava ser mais racional era somente sexo nada mais que isso — você me enlouquece e me tira do sério de tal modo que me perco em suas belas curvas, eu sei que é culpada de alguma forma, mas até eu provar isso eu pretendo nos satisfazer na cama em todos os sentidos morena - ela passava a língua pelos lábios os umedecendo.

— Você é um homem muito interessante Henrique Aranha Fogaça - sua voz era um rouco sussurro ela agora esfregava suas nádegas em seu pênis que estava prestes a explodir, ele novamente a virou e seus os olhos estavam fixos na morena a sua frente o seu olhar e sua voz o fizeram ela gemendo novamente em seus braços  — Isso o fascina?

— Sim, acho fascinante todas às formas de prazer - ele era direto — para entender nossa natureza devemos desvendar as pessoas e estou tentando desvendá-la e entendê-la!

— Está tentando desafiar sua racionalidade e sua normalidade vitoriana para me analisar e tornar real e aceitável a minha culpa, e o que descobriu?

— Não muito, só que você de fato possui alguma ligação!

— Que não pode provar não é mesmo?

— Porque diz isso?

— Se tivesse, não teriam ido a minha casa causando frustrações de ambos os lados e nossa conversa séria numa delegacia não em um museu.

— Faz sentido, mas não estamos em um teatro!

— Tatuado, pelos meus anos de experiência, certos homens vão ao teatro e outros são o teatro, e ainda não descobri o que você é ainda, mas como dizem “nenhum homem é um mistério completo, exceto para si mesmo.”!

— E onde quer chegar com isso?

— Que pode perder o jogo agente Fogaça, é um caminho sem volta!

— Meu palpite é que um de nós pode perder o jogo, ou ambos dependendo do que está valendo!

— Sim, mas não gosto de perder e gosto de civilidade antes do escurecer e agora responda-me porque me trouxe aqui?

— Olha que lindo o seu empréstimo Paola! - ela sorriu com o elogio e ele resolveu jogar com ela —  Se fosse eu que tivesse entrado aqui eu não teria levado o Da Vinci!

— A não? - ele balançava a cabeça — E o que levaria?

— Uma escolha pessoal, eu levaria aquele ali - eles caminharam até uma das telas de Michelangelo

— Gostaria de ter um destes? - ele indagou um tanto quanto curioso.

— Porque? Conseguiria para mim argentina?

— Qualquer coisa é possível tatuado! -ele sabia que a fizeram deixar  a bolsa em seu carro de propósito, para que um perito a levasse para fazer uma cópia aquilo poderia acabar esta noite ou amanhã, dependendo se tirasse todos do apartamento! — Como preço certo e o contato certo! - ela se afastou andando para a outra galeria, sabendo que possuíam poucos minutos

—Tudo bem eu topo, o que faria para consegui-lo?- a argentina sorriu e fez uma expressão maliciosa entendendo o jogo dele, mordeu o lábio e alisou a cintura alcançando a atenção plena do tatuado para suas pernas.

— Compro uma cópia - ela dizia sem rodeios e ele começou a rir.

— Vamos para um lugar mais reservado - ele disse com a voz rouca e firme fazendo a morena entreabrir os lábios desejando o sabor do seu beijo e o fitando intensamente seus olhos.

— Achei que iria continuar enrolando. - Ela sorriu sacana e mordiscou seu lábio inferior, fazendo que o homem a fuzilasse e a guiasse até o carro,com destreza ele abriu a porta e a fez entrar, quando se encararam novamente eles puderam ver que ambos se olhavam com desejo.
— Temos um jantar às 21 horas, mas antes vou te levar a um lugar antes que sejamos presos por atentado ao pudor - ela sorriu maliciosa e fechou o cinto, o tatuado dirigiu até uma estrada um tanto quanto deserta que dava acesso a Cachoeira do Núcleo Cabuçu estacionando o carro longe da estrada e a encarando — sabe que é um caminho sem volta?

— Eu sei, e adoro jogos perigosos e esta noite mal começou então me faça sua agora  - ela sussurrou como uma ordem, ele abriu a porta e desceu do carro sendo seguido por Paola, que fechou a porta e se escorou no carro, ele deu a volta e a prensou contra o carro.

—Eu queria que fosse na cama, mas prometi um jantar e sou um homem de palavra!

— É um homem de palavra agente Fogaça? - suas hábeis mãos iam ao encontro da calça dele, abrindo o cinto e o jogando para dentro do carro e após abrir cada botão ela sorriu maliciosa e se abaixou — eu sou uma mulher de palavra também e hoje você vai perder a cabeça, a razão, o juízo e a direção meu tatuado - ele gemeu sentindo ela o tocar por cima da cueca e quando o colocou para fora notou o quão duro ele estava — já esta duro para mim Henrique, eu estou salivando para sentir seu gosto e você quer que eu prove?

— Porra argentina você fode meu psicológico.

— Não ouvi sua resposta então quer ou não?

— Eu quero sentir sua boca provando meu pênis antes de te fazer gemer a cada estocada dentro de você e… - antes que terminasse seu discurso eu o coloco todo na boca e começo a suga-lo lentamente, arrancando gemidos roucos dele, movimentando toda sua extensão à medida que o envolvo com minha boca passando a língua lentamente em todo o pênis dele logo o retirando da boca, por um momento eu o encaro ela notava que devido ao prazer que ele sentia o fazia inclinar seu corpo para trás e aos sentir que as mãos dele envolviam seu cabelo e seus olhos a encarava ela piscou para o tatuado dando início a um jogo perigoso de sedução ao passar a ponta da língua na glande e o envolver totalmente em suas mãos, ele agora guiava sua cabeça gentilmente para mais próximo de seu membro ereto, sem deixar ele questionar seus atos, ela abocanhou ele todo em sua boca e usando da sucção e da língua o masturbava enquanto ouvia ele gemer seu nome fodendo sua boca gentilmente, pude sentir as veias que pulavam dele em contato com minha língua e pude perceber como ele perdia a razão a medida que a mulher o estimulava e isso me excitava.

— Argentina- ele gemeu seu nome segurando os fios de cabelo da morena pela raiz a estimulando ir mais rápido e notando-a levantar o olhar novamente para ele enquanto se encaravam com desejo sem ela deixar de suga-lo veemente - você é perfeita demais para ser real - ele sussurrou — não pare gostosa... Continua isso... - ela sorria vitoriosa a medida que aumentava a velocidade, sentindo o pré-líquido descer em sua garganta enquanto o estimulava acariciando suas bolas lentamente e tinha certeza que logo ele não teria mais controle de sua sanidade.

— Goza na minha boca deliciosamente - a morena pedia com sua voz repleta de malícia voltando a sugá-lo enquanto o acariciava.

— Caralho Paola eu não vou aguentar se continuar assim… Poha eu quero sentir você agora — ele gemia aquelas palavras em uma voz rouca, segura meus ombros e me puxa para cima — eu quero muito gozar na sua boca, mas não temos muito tempo agora eu só quero sentir sua pele quente, deixa eu provar seu sabor- ele desceu a mão até a intimidade e a sentiu molhada ela podia notar seu sorriso safado e malicioso e a virou fazendo-a espalmar as mãos no vidro, ela pode sentir suas pernas ficarem bambas e seu coração traidor começar a acelerar, ela sentiu seu vestido ficar acima da sua cintura e ele ter acesso a ela, Henrique abriu gentilmente as pernas da morena que pensava a sorte de ter escolhido uma lingerie minúscula e sensual, ele aproximou seus lábios do lóbulo e o mordiscando sussurrou — no meu apartamento eu vou apreciar melhor sua lingerie e fazer você gozar com a minha linguá safada - um arrepio passava por toda sua espinha pela forma que ele falou, ela ficou mais excitada ainda, ouviu ele rasgar o pacote de camisinha e colocar a mesma em seu membro, segurando sua cintura em seguida e afastando a calcinha para ele poder estimular a mulher para ela o receber.

—Henrique - ela gemia de desejo

— O que você realmente quer Paola? - indagou com a voz rouca sentindo ela rebolar contra seu membro..

— Quero você - sussurrou de uma forma extremamente sedutora e sensual enquanto o homem aproximou seu membro sem a penetrá la de fato - não vou implorar se está esperando isso, prefiro terminar isso sozinha e eu vou... - mordiscou o lábio inferior e antes de poder concluir sua fala o tatuado a penetrou tudo de uma só vez a fazendo arfar e gemer palavras em espanhol que nem ele entende — Ah! - o homem segurou sua cintura auxiliando o movimento ritmado de ambos, ele ora roçava a barba e ora chupava seu pescoço de forma maliciosa a fazendo jogar a cabeça para trás para dar acesso a ele, o tatuado usava a língua para provar seu sabor e iniciou uma trilha de beijos da orelha até os ombros sem deixar de se afundar nela plenamente que ficava mais molhada para senti-lo preenchê-la.

A mão esquerda do homem subiu até os seios e logo ele dava as devidas atenções os acariciando fazendo com que a mulher soltasse um gemido rouco e espalmou mais a mão contra o vidro do carro e pode sentir sentindo os seios ficarem rígidos sob o tecido do vestido o deixando mais excitado, o fazendo aumentar a velocidade e em seguida diminuir.

— Estou quase tatuado, isso não para! - a morena pedia enquanto mordiscava o lábio inferior, desejando que ele a fodesse sem mais forte do jeito que ela gostava.

— Você fode meu psicológico argentina marrenta eu sei que quer mais forte.. mas antes quero te ver gozar - Henrique gemeu ao falar aquelas palavras roucas parando de se movimentar e ouvindo ela reclamar de forma manhosa, seus dedos desceram dos seios para dar a devida atenção ao clitoris começando a estimulá lo em movimentos circulares a medida que ele se movimentava lentamente, entrando e saindo de dentro como uma forma de provocação por te-lo feito perder o juízo e o raciocínio lógico quando o mesmo está com ela.

— Henrique - ela gemia de forma manhosa ao sentir que estava atingindo o clímax — me foda mais forte.... - ela gemia e rebolava contra o membro dele o que o fez aumentar a velocidade das estocadas..

Henrique observava pelo reflexo do vidro a morena fechar os olhos e gemer sem pudor  abrindo seus lábios e formando um o quando a mesma foi atingida por um delicioso e prazeroso orgasmo, que a fez relaxar e tremer cada membro do seu corpo notando um sorriso de prazer em seu semblante ele não diminui a velocidade, pelo contrário aumentou a velocidade das estocadas enquanto ele inclinava para frente para que o mesmo tivesse mais acesso e atingisse com seu pênis o ponto G dela.

— Eu quero gozar junto com você - ele falou sacana em seu ouvido a fazendo desejar que ele não parasse

— Mais forte tatuado.. não para - ela sabia que ele estava atingindo seu ponto sensível e  sentiu o homem a penetrar mais forte, entrando e saindo o fazendo logo começar a tremer o que significava que orgasmo se aproximava para ambos, ela dizia em sua mente que ele era só mais um e que ele daria tudo a ela, e o que ela mais queria era usá-lo para satisfazer seus desejo, seu lado racional a relembrava disso enquanto o emocional sentia ele atingir junto a ela e se derramarem, o coração acelerado e os corpos eufóricos, as respirações descompassadas faziam seus seios subirem e descerem rapidamente, ele saiu lentamente de dentro de-la e amarrou a camisinha, enquanto a ajudava a se recompor, a virou agilmente para encará-lo e pode ver a luxúria refletida em seu rosto, seus lábios logo se apoderaram do dela fazendo ela gemer mais uma vez devido ao beijo arrebatador que ele lhe dava, logo diminuía a velocidade do beijo dando inúmeros selinhos, ele se afastou e colocou a camisinha em um saquinho de lixo, arrumou o cinto e ela ajeitou o vestido e entrou no carro seguida por ele, ela abaixou o quebra sol e começou a refazer a maquiagem a medida que voltamos a estrada.

— Isso foi…

— Extremamente intenso e divertido para ambos - a mesma sorriu maliciosa.

— Sim foi, agora vamos jantar e depois quero te levar a um lugar…

— Seu apartamento?

— Não, esse é mais tarde senhorita Carosella - ele sorriu notando em sua faze um brilho que ele não soube decifrar. Paola encostou a cabeça no banco e se lembrou da frase que sua tia sempre dizia “querida há muitas coisas que você pode dar a um homem: seu corpo, seu tempo ... mas nunca entregue seu coração de bandeja. Mas o que você nunca deve dar a ele na sua vida, é o seu poder.

 

[...]

No outro lado da cidade no Arturito, Patrício e Ana se deliciavam agora com a sobremesa, ela sorria docemente e às vezes ingenuamente de seus comentários, ele a queria em sua cama e sentiu que aquilo não era só carnal ou sexual, nem por estar a meses sem sexo, ela tinha algo que o fascina e o deixava curioso, por outro lado Ana estava curiosa com aquele homem que dizia menos do que sabia, ele era inteligente, romântico ao seu modo e um tanto quanto egocêntrico e pela forma que a devorava ele não queria somente tirar informações, então a mesma sorriu deliciosamente e começou a jogar.

— Para chegar às respostas que tanto deseja pode destruir a confiança e até mesmo um relacionamento senhor Días.

— Você é culta e engraçada, e sua inteligência e a forma como não se assusta e cai na minha conversa me deixam curioso em conhecê-la mais a fundo! - ela notou a pitada de malícia na última frase.

—Eu sou psicóloga - dizia Ana - eu consigo ler você tão bem mesmo com esta conversa recheada de duplo sentido e suas perguntas em meio a suas histórias.

 — Não entendi Ana Paula, onde deseja chegar? - o homem a olhava com curiosidade.

— Na tentativa de obter o real motivo desse jantar - ela piscava os cílios e o homem estava a encarando agora sério — isso que me ouviu agente Dias!

— Me chama só de Patrício!

— Certo, Patricio eu percebi seu jogo desde que me ligou então vamos ser francos e diretos? sem joguinhos e sem duplo sentido combinado? - ela mordeu o lábio inferior com uma certa malícia

— Combinado! - ele disse sem pestanejar, ele queria que aquele jantar acabasse e aquele assunto chato fosse jogado para escanteio, para ele poder focar no cheiro delicioso que emanava de seu corpo e ele pode notar a forma que ela passou a língua entre os lábios para limpar o mousse de limão que ali restava.

— Você sabe que sou uma profissional e me baseio em sigilo com meus clientes, se estão se quer saber algo de um deles tire seu cavalinho da chuva - ela bateu a mão na mesa de maneira fraca, os olhos se encontravam e ela sorriu maliciosa — eu sei que só pela forma como me despiu em pensamento  quando me conheceu que faz tempo que não sai com outra mulher - ele a olhou incrédulo com certo receio e um pouco de raiva — nem tente mentir eu sei, só pela forma como não tira os olhos do decote que estou usando, então você se perde nos pensamentos e falar e  é óbvio que você já foi casado.

— Você é bem direta e audaciosa, não irei responder a sua pergunta, não está!

— E que disse que foi uma pergunta, ela deveria ser insensível e você inseguro, foi só matrimônio, não paixão seus olhos não mentem e sempre fui e sou sincera e verdadeira e eu senti que ambos têm certos desejos um pelo outro então Patricio, vamos ficar aqui só jogando conversa fora ou vai fazer o que realmente quer?

— E o que seria?

— Me convidar para um lugar mais reservado!

— Você sabe o que quer, uma mulher decidida e isso me encanta e fascina!

— Esqueça seu trabalho por esta noite, não costumo envolver trabalho com prazer, então não sou agora só uma psicóloga eu sou uma mulher com desejos e vontades, então detetive o que vai ser?

— Você não parece querer ir a um lugar mais reservado, parece que está buscando pretextos para sairmos daqui e ir ao conforto do seu apartamento enquanto volto ao meu um tanto frustrado.

— Patrício, o que vê e o que sinto são coisas diferentes, aprende-se com o tempo a separar as emoções e as expressões no meu trabalho, deve exercer isso sempre Agente Días!

— Somente em serviço… - ele sorria e ele levantou a mão e pediu — Me traga a conta por favor - ela sorriu repleta de malícia pensando “ Carosella me paga, mas pelo menos a noite vai render e ser muito quente e prazerosa!”

— Sabe, o que mais diz sobre uma pessoa é o que mais a amedronta, e eu sei o que você mais teme.

— O que é?

— Que o conheçam!

 


Notas Finais


Continua!

"Negue o quanto quiser, mas você vai se render a minha Sedução!"

Não esqueçam de deixar a opinião de vocês é muito importante pra mim!!! Gracias e.e

Bjos na bunda e fui!


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