História Affection - Imagine Jeon Jungkook - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Personagens Originais
Tags Hot, Imagine Jeon Jungkook, Jeon, Jeongguk, Jungkook
Visualizações 248
Palavras 4.117
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


e aí, anjinhos. tudo certo?

desculpa pelos errinhos idiotas que aparecerem no decorrer do capítulo, revisei ele - com preguiça-, mas revisei. trouxe mais um hot hétero com o deus grego, chamado de Jeongguk, amém.

tenha boa leitura, amo vocês! <3

Capítulo 1 - Boy, love isn't easy it's hard


As linhas onduladas, carnudas e possuidoras de tons escarlates que formavam os belos lábios do homem que eu estava prestes a me separar, contornando graciosamente o cigarro preso entre eles e os dedos habilidosos, abrigou um sorriso torto banhado de luxúria quando os olhos escuros e tão intensos caíram sobre mim, agia como se houvesse ganhado a partida antes mesmo da batalha começar, o fôlego escapou dos meus pulmões, todo aquele ar egocêntrico que aquele italiano exalava fazia minha alma ferver de puro ódio. Jeon enterrou os dedos nos cabelos pretos roçando em suas bochechas, sentando-se na poltrona de couro e aqueles olhos selvagens passaram a observar cada movimento brusco que eu fazia, como se os nossos advogados e o juiz não tivessem tanta importância naquela sala, somente nós dois e eu estava cansada de saber que era mais um de seus joguinhos idiotas para ter certeza se eu cederia aos seus encantos, desistiria do divórcio mais uma vez como uma idiota e deixaria os braços fortes cobertos por rabiscos pretos envolverem minha cintura. 

E porque ele não assinava e acabava logo com aquilo?

O casamento não era algo que nos rotulava como um casal perfeito. As marcas de batom vermelho eram tão evidentes manchando suas camisas, quanto os chupões colorindo minha pele e as colônias masculinas de outros homens se impregnado nela, merda, eram tantas evidências claras e ele mantinha aquela decisão tão incomum de continuar casado comigo perante a lei, como se houvesse espaço para qualquer resquício de sentimento naquele coração ambicioso, Jeongguk não me queria de verdade, apesar saber que ainda estava enlaçado a mim, mesmo depois de tanto tempo, o satisfazia prazerosamente e cerrei os punhos com meus dedos formigando com a ideia de socar aquela cara bonita e desmanchar o sorriso dele. Acabei descendo o olhar até o anel dourado que perdia cada vez mais seu significado contornando o dedo anelar dele, sempre o usava especificamente nas audiências, bancando o marido perfeito buscando salvar o casamento. 

Aquela tempestade estava dilacerando minha alma e eu não tinha mais a certeza que sobreviveria a ela intacta, sem desmoronar perante aquele olhar inquisidor. 

Jeon tirou o cigarro da boca, prendendo a nicotina em seus pulmões antes de libertá-la no ar e ela se fundir lentamente a ele, o ofereceu a mim, como se pudesse adivinhar o quão nervosa eu estava e eu aceitei, tragando-o sem desviar os olhos dele, apreciando a brasa consumir o papel e a sensação calorosa temporária, alastrando a falsa calmaria que eu tanto necessitava. Era doloroso passar por aquilo, meu marido simplesmente não compreendia, tinha os pensamentos, sentimentos e desejos de uma cobra traiçoeira que não mede esforços para ter o que quer e eu, aparentemente, estou desesperada para escapar dos dedos tatuados com poucos anéis. Maldita hora em que fui me apaixonar por aquele italiano idiota e por aquele sorrisinho de covinhas perfeitas, apagando aquela aura assustadora que o cercava, era o pior erro que eu havia cometido em toda minha vida, me casar com um mafioso obcecado pelo poder que tem em suas mãos. 

— Gguk, porque é tão complicado assinar os malditos papéis? Estamos nessa a quase dois anos, não somos mais marido e mulher, não dormimos na mesma cama, estou cansada de saber das suas traições na minhas costas e você das minhas, vamos adiantar isso, por favor, querido — supliquei diretamente para ele, ignorando o que provavelmente o advogado dele, sussurrava em seu ouvido. Jeongguk umedeceu os lábios, encostando o indicador no rosto e os outros dedos neles, nos provedores de tantas palavras vazias que tive de ouvir, até mesmo aquelas palavras de amor que ousei acreditar um dia. 

— Eu quero um minuto a sós com a minha mulher — a voz aveludada solicitou depois de muito tempo quieta, encaminhando o olhar em direção ao juiz que analisava o caso com precisão e todos os olhares pararam na minha direção, lançando todo aquele peso sobre meus ombros, assenti, encostando minhas costas no estofado de couro da poltrona, todos abandonaram a sala e o silêncio assustador se apossou do cômodo, antes de dizer qualquer coisa, amassou o cigarro no cinzeiro de cristal a sua disposição e finalmente ouvi aquela pergunta idiota — porque você quer se divorciar tanto assim de mim?

Um riso sarcástico desprendeu-se da minha garganta e o fez erguer uma de suas sobrancelhas, aquilo só podia ser uma piada, uma piada de mal gosto, aliás.

— Me poupe, você é inteligente o bastante para saber o ‘’porquê’’ e foi por isso que me casei, me atraía a pessoa que se mantinha escondida dentro dessa casca asquerosa, mas depois eu percebi que não havia nada, apenas um maldito vazio — disse, sem medir a sinceridade das palavras que despejavam da minha boca, ele mantinha o rosto neutro de expressões que denunciasse suas emoções, tentei forçar um sorriso fraco, em consideração aos três anos que estivemos juntos, em namoro e matrimônio — você me disse na noite que nos conhecemos que me daria o que eu quisesse, é isso o que eu quero agora, quero que assine os papéis, Gguk. 

— Eu não posso te dar o divórcio — O italiano disse, calmamente, cruzando os dedos e encostando os indicados nos lábios. Trinquei o maxilar, negando com a cabeça várias e várias vezes, os meus olhos marejaram de lágrimas, mas não iria me permitir chorar na frente dele, não o deixaria me ver assim tão frágil. — Você ainda me ama, posso sentir e ver nesses diamantes brutos tão brilhantes — sorriu, tocando minha bochecha com os dedos mornos, deslizando-os pela minha pele gentilmente.

 — Eu odeio você — murmurei, arrancando uma risada baixinha dele e segurei seu punho, tirando forças para afastar aquela mão do meu rosto, mas ele foi ágil e agarrou meu braço, puxando meu corpo para mais perto de si, se inclinando quase completamente na mesa de vidro, olhando profundamente nos meus olhos e eu busquei por um fragmento daquele doce Jeon Jeongguk que conheci, mesmo tão jovem e sem nada do que havia conquistado nos dias de hoje, conseguiu fazer aquelas borboletas voarem no meu estômago e me enlaçar em teus encantos, ele era verdadeiro, cada palavra que saltava da sua boca e aquele olhar, nunca me esqueceria daquele olhar intenso que me queimava por dentro, o queria de volta e não aquela versão sombria, rodeado de riquezas, contrabando e lacaios que o seguiram até nas chamas ardentes do fogo do inferno, essa versão dele matava sem exitar e quando lembrei do sangue escarlate sujando suas mãos, me desvencilhei delas. 

 — Ódio? É o que eu me tornei para você? Apenas uma fonte para você canalizar sua raiva? Sinto lhe dizer, mesmo que me odeie, me xingue e se recuse a dormir na mesma cama que a minha, ainda vai estar casada comigo, porque eu sei que não é divórcio o que você quer realmente, quer que eu pare de te trair, mas antes mesmo de eu fazer isso, você o fez com o meu melhor amigo, quer que eu abandone o poder e tudo o que eu conquistei, mas você gosta de sentir que tem tudo nas mãos — segurou minha mão, olhando para o dedo anelar que abrigava o meu anel de casamento e não consegui conter as lágrimas — eu te dei esse anel quando eu não tinha nada e você era apenas uma mulher que vendia seu corpo em troca de trocados. Envenenou sua própria mente como uma justificativa para as suas inseguranças, pensa que não te amo e que apenas te quero por posse, você é capaz de pensar por si mesma, tem liberdade para isso e não se diminua pensando que não vale nada, ______, esse diamante só se torna bonito quando está com você, a mulher que eu amo profundamente, então não me peça o divórcio, porque não vai o ter. 

Soltou minha mão. 

Não consegui dizer nada, as palavras ficaram presas na minha garganta e eu me permitir chorar, Jeon não secava minha lágrimas, apenas me encarava distante, compreendendo a confusão que se formava nos meus pensamentos e chamou os advogados e o juiz, declarando que eu não estava bem para decidir aquilo. Odiava que ele me conhecia, cada detalhe na ponta dos dedos. Jeongguk caminhou ao meu lado, em direção ao elevador, sempre odiei a sensação esquisita que me causava e me segurei na barra. 

 — É difícil acreditar que você me ama, parece impossível e se fosse anos atrás, quando era apenas um garoto doce de dentinhos de coelho, eu teria acreditado em qualquer palavra — confessei, encostando minha cabeça no espelho atrás de mim. 

— Não existem duas pessoas dentro de mim, _____ — ele deu um sorriso, sem mostrar seus dentes e se aproximou, fazendo meu coração bater tão feroz dentro do peito — aquele garoto ainda sou, mas de pensamentos diferentes. Eu posso te dizer o mesmo, você não é mais aquela mulher que encontrei nas ruas, a poucos quarteirões desse prédio, se impondo na frente daqueles idiotas que tentavam te assediar e culpavam aquelas roupas curtas, mesmo que não fosse verdade, aquela mulher aceitou ser minha esposa e eu aceitei ser dela, ainda somos nós dois, depois de três anos — afastou uma mecha do meu cabelo na frente dos meus olhos, acariciando meu rosto novamente, admirando-o. 

— No fundo, talvez você me ame como diz, me ache perfeita com tantos defeitos claros, mas ainda é uma cobra traiçoeira que apenas quer possuir as coisas, matar outras pessoas, não sei se aquele garoto que me apaixonei mataria nem mesmo uma mosca — o lancei um olhar sério e ele suspirou cansativamente, dando alguns passos para trás até o painel de botões do elevador, apertou um deles, parar o elevador, fazendo meu corpo dar um passo a frente para firmar os pés no chão e ele envolveu as mãos na minha cintura, dei um passo para trás dessa vez, encostando as costas na parede metálica, um sorriso dançou naquela boca pecaminosa, tomando meus lábios com os dele, fechei os olhos, ele serpenteia a língua atrevida para dentro da minha boca, deslizando ela sobre a minha com volúpia e perco a força para empurra-lo para longe quando encosto minhas mãos em seu peito, as subindo minha mão até sua nuca, emaranhei os dedos nos cabelos grandinhos, apertando-os levemente mantendo-o ali, me beijando arduamente e as mãos me apertando possessivas, temendo que eu fosse fugir dele, arrancando arfares prazerosos da minha boca, senti falta de seus toques e beijos profanos, mesmo que o ódio por ele ainda residia em mim, em todas as coisas maléficas que fazia para manter o posto de mafioso, mas a verdade era tão simples, eu havia atraído uma cobra e a seduzido, era hora de encarar as consequências, o poder era tão cobiçado por mim quanto pelo meu marido.   

— Ainda quer o divórcio, coração?  — perguntou, quando nos afastamos em busca de ar e arqueei ambas sobrancelhas, franzindo o cenho. Estava considerando, quis responder, mas ele não me deixou ter essa chance e me beijou novamente, prendendo meu lábio inferior entre os dentes dele, era excitante, principalmente aquela adrenalina correndo nas minhas veias, cometendo a loucura de estarmos num canto daquele elevador, sendo gravados por algum segurança, mas não parecia ter importância e nem deveria. A língua dele parecia prever cada movimento que a minha faria, tornando tudo mais quente, ele beijava bem e o imaginar se envolvendo com outras me deixava enciumada, talvez o mesmo pensamento tivesse passado pela mente dele quando simplesmente apertou minhas coxas as segurando firmemente, me arrancando do chão e eu as prendi em sua cintura com força, fazendo o tecido da minha saia deslizar ao ponto dele conseguir pressionar a recém ereção dele contra minha calcinha, um gemido escapou dos meus lábios e aquilo era enlouquecedor, de diferentes formas que ele conseguia me proporcionar — hm… não sabe o quanto senti saudade de possuir esse corpo para mim, desses seus gemidos manhosos, sou completamente seu, me diga o que quer que eu faça e eu farei.

— Quero que você me toque — selei nos lábios, mantendo meus olhos - agora abertos - fixados nos dele, prendendo o lábio inferior dele com os meus dentes — quero que me beije, espalhe aquelas marcas no meu corpo… — o hálito quentinho rente ao seu ouvido o fez se arrepiar por completo e Jeon enfiou as mãos dentro da minha saia, atrevendo-se a entrar nas laterais da minha calcinha, obtendo o controle da minha sanidade e se desfazendo dela com aquele sorriso malicioso moldando seus lábios e os meus — me fode como só você sabe fazer e sabe como eu gosto, sou sua mulher, então apenas me obedeça — ordeno e ele arranha minhas coxas com as unhas curtas, despenco meus braços nos ombros dele, Jeon encosta o rosto na curvatura do meu pescoço e encosto minha cabeça na parede, dando liberdade para ele explorar aquela região, arrepiando-me por completo com a pontinha do músculo molhado deslizando pela minha pele, antes de passar a espalhar beijos carinhos, mordidas e chupões, acariciei os cabelos dele enquanto deixava suas marcas, não queria ser fodida por ele em um elevado qualquer e ele sabia.

Me conhecia tão bem que dava raiva, desci do seu colo e ele apertou o botão do elevador novamente, fazendo-o descer normalmente. Jeongguk não tardou a me pressionar com força contra a parede, suas mãos subiram minha saia consideravelmente para cima, se ajoelhou na minha frente, sorrindo travesso antes de deslizar minha calcinha vermelha pelas minhas coxas até os tornozelos, ajudando-me a tirá-la e a guardou no bolso da calça. Jeongguk solicitou em um pedido mudo que eu abrisse as pernas e eu o fiz, quase gemendo alto quando ele deslizou um dedo na minha intimidade, tratei de segurar a saia para não atrapalhar a visão deliciosa dele provocando meu clitóris com a língua quentinha, era delicioso aquele dedo invadindo minhas paredes lentamente, sem pressa, ele deixou um último selar na minha boceta quando as portas iriam se abrir em breve.

— É um pecado deixar sua bucetinha molhadinha assim — sussurrou, entrelaçando meus dedos nos seus e outras pessoas entraram no elevador apressadas. Jeon me puxou contra seu corpo, evitando que eu esbarrasse em outras pessoas, fomos para o estacionamento, precisava da boquinha habilidosa dele lá embaixo, me chupando tão bem e ele apanhou as chaves da mercedes preta estacionada entre outros carros, fomos até ela — entra na parte de trás, preciso sentir seu gosto doce, amor. 

Eu ri baixinho, abrindo a porta, entrando no carro e ele fez o mesmo. Os vidros escuros sequer denunciavam o que acontecia dentro, me ajeitei no banco, puxando o tecido da minha saia para cima, abrindo minhas pernas o suficiente para ele ficar entre elas. Aqueles olhos selvagens ficaram presos nos meus, principalmente quando aproximou o rosto da minha intimidade, batendo a respiração quentinha na região e arfei quando seus dedos massageavam os lábios da minha buceta agora molhada, antes de introduzir sua língua quente dentro dela, arrancando-me um suspiro alto. Jeongguk era insano, seus toques eram quentes e prazerosos, minha respiração fora para os ares como os batimentos do meu coração sendo ouvidos por mim de tão fortes que batiam, emaranhei meus dedos nos fios encaracolados pretinhos, afastando a franja longa do rosto dele e soltei um gemido sôfrego, rebolando contra sua boca quando ele enfiou o indicador acompanhado da língua, usando o polegar da outra mão para estimular meu clitóris, lentamente. Ele se deleitava naquele estado que somente ele conseguia me deixar, fazendo-me arrastar meu rosto no estofado do canto de encontro com seu rosto, era gostosa a sensação prazerosa que meu marido me causava, penetrou outro dedo, fazendo-me gemer ainda mais, em proporções diversas. 

Jeongguk conhecia meu corpo tão bem com a ponta da língua. 

— Geme pra mim, gostosa — falou, empurrando os dois dedos na minha intimidade. 

Aquela boca me chupava com volúpia, explorando minha intimidade, observando todas as vezes que os sons profanos escaparam dos meus lábios, arqueei as costas quando meu corpo se estremeceu com a ideia do orgasmo se aproximando, ele acelerou a massagem no meu clitóris, esfregando com vontade e metendo os dedos com força. 

— A-Ah… — gemi, rebolando ainda mais contra seu rosto e deslizei minha língua pelos meus lábios secos, puxando os cabelos dele com força descontrolada, ignorando seus resmungos dolorido, empurrando-o meu quadril no rosto dele, trazendo ainda mais perto da minha buceta se contraiu contra seus dedos e aquela língua atrevida. O orgasmo atingiu meu corpo em espasmo, fazendo minhas coxas tremerem e as fechei contra seu rosto, deixando aquelas ondas de prazer intensos me dominarem, abri os lábios em um gemido mudo, encostando minha cabeça no banco e acariciei os cabelos dele, como um agradecimento por aquilo. 

— Deliciosa, como sempre — sussurrou, lambendo os dedos e eu deixei um sorriso tomar conta do meu rosto. O meu marido selou nossos lábios, sedento e tão desesperado, eu queria sentir seu pau latejando dentro de mim, deslizando-o para dentro de mim indo bem fundo, em estocadas profundas e puxei seu corpo, antes que ele fosse para o banco da frente, o queria nos bancos de trás do carro no estacionamento, necessitava senti-lo e ele gemeu ao começar a desafivelar o cinto desesperado, descendo a calça pelas coxas divinas acompanhado da cueca box branca, aproveitei para me livrar das roupas ainda no meu corpo, ficando apenas de sutiã e ele ficou por cima de mim, não precisava dizer nada

As palavras eram desnecessárias, apenas precisava dos seus beijos intensos e calorosos. Tomei aqueles lábios finos e rosados, sentindo meu gosto e do tabaco se misturar no ósculo conforme nossas línguas se envolviam como velhas conhecidas, tocando-se tão sedentas como nós dois e os impulsos elétricos tomaram conta do meu corpo. Jeon tentava não jogar o peso dele em cima de mim, espalmei minhas mãos pelas costas largas dele, fincando minhas unhas na pele bronzeada e arranhando as inúmeras tatuagens lá, arrancando um gemido da sua boca contra minha. Era intenso, prazerosamente sexy a forma como ele moldava meu corpo com as mãos, enfiando-as no meu sutiã, apertando meus seios e logo os tirei, Jeongguk os admirou com o olhar antes de abocanhar um deles, chupando o bico, espalhando mais chupões por toda minha pele, colorindo-a com diversos tons vermelhos e roxos, prendi a respiração quando ele me olhou, diferente daqueles olhares carregados de luxúria, agora eram banhados e lapidados com uma paixão ardente que fez meu coração saltar dentro do peito. O meu marido pincelou a glande inchada na minha entrada, soltamos gemidos altos, o senti empurrar o membro contra minhas paredes internas que o exprimiam. 

— Céus, você é perfeita — sussurrou para que somente eu ouvisse, antes de tirar o membro completamente da minha da minha buceta, antes de enfiar devagar, até que me acostumar com ele o suficiente para ele iniciar. Beijei seu pescoço, deixando uma marca minha em cima da tatuagem de caveira na lateral e ele deixou aquela risadinha sexy escapar da sua garganta. Jeongguk estocou com precisão quando assenti para ele começar, prendi seu quadril com minhas coxas e ele ergueu o tronco, segurando minhas pernas afastadas o suficiente para ele conseguir ver o pau dele entrando e saindo da minha buceta, revirou os olhos, fincando os dentes no lábio com força, deixando-os branquinhos. 

Jeon era fodidamente bonito, principalmente com aqueles cabelos negros grandes caindo na frente dos olhos, admirei cada traço do seu rosto, todos os detalhes que o formavam, desde aquela cicatriz pequena em sua bochecha, os olhos selvagens e tão sedutores, os lábios agora em tons escarlates e inchados de tão maltratados pelos dentes, as tatuagens cobrindo cada centímetro da sua pele, eu sabia o significado de cada uma delas, finalizando naqueles brincos e piercings cobrindo suas orelhas. Jeongguk afundou os dedos na minha cintura, metendo com força o pau latejando dentro da minha buceta necessitada por ele, gemia descontrolada, achando cada vez mais excitantes os barulhos das nossas peles se chocando uma contra a outra. Ele puxou meu corpo para cavalgar em cima dele, ficando com as pernas de cada lado do seu corpo, o membro dele saia pela metade e entrava novamente. Jeongguk passou a chupar meus seios, circulando os bicos com a língua quentinha, os meus cabelos grudaram na minha testa por conta do suor e ele estava na mesma forma, em um estado tão caótico quanto o meu, gememos em uníssono, parei de repente com a respiração entrecortada, ele resmungou manhoso, se afastando dos meus seios fartos. 

— Quero que você goze na minha boca, querido. 

— Não precisa fazer isso por mim se não quiser, seu prazer também é o meu, mon amour — acariciou as minhas costas nuas, deslizando ambas mãos até minha bunda, apertando-a firmemente. 

— Eu quero tentar algo, amor — selei nossos lábios e ele concordou curioso, o tirei de dentro de mim e afastei os meus cabelos do rosto, empinei minha bunda, recebendo um tapa estalado, gemi baixinho com a ardência no local e em resposta, abocanhei o membro excitado, engasgando um pouco quando a cabecinha tocou minha garganta, raspei os dentes cuidadosamente nas veias saltadas, circulando a glande inchada com a minha língua e os dedos mornos deslizaram pela linha reta da minha coluna, até alcançar minha intimidade, ele massageou os lábios, esfregando os dedos e introduzindo quando sentia vontade, arfei contra seu falo, relaxei a garganta, recebendo o pau ate o quanto aguentasse, estocando-o lentamente na cavidade quentinha. 

— Ah, Meu Deus… — ele gemeu, revirando os olhos. Segurei o pau, estocando-o com minha mãos e o chupando com maestria, Jeon brincava com minha intimidade com os dedos habilidosos, suspirei com a sensação deles entrando e saindo da minha buceta novamente, usei minha mão livre para deslizar até minha intimidade, estimulando o clitóris lentamente, encostando a ponta do meu dedo com os de Jeongguk. 

O moreno enfiou os dedos nos cabelos negros, lançando-os para trás e passou a estocar na minha boca lentamente, nada que fizesse que eu engasga-se com seu membro. Reviro os olhos, contemplando os dedos dele esfregando-se rapidamente na minha intimidade, acompanhando o ritmo dos estímulos que faço no meu clitóris. Arfo novamente contra o membro que latejava na minha garganta. Envolvo uma de suas bolas na boca, estocando rápido seu pau na minha mão e Jeongguk desferi um tapa forte na minha bunda. 

— G-Gguk — reviro os olhos, sentindo meu sangue ferver assim como minha alma, rebolo nos dedos dele e dos meus ao meu tempo, abafando os gemidos.

Jeongguk solta gemidos desconexos, porém, sensuais o bastante. Observando minha boca chupar ele até o fim e seu pau escorregar para fora dela. 

— _____, eu vou… — não completou o que iria dizer, deixando o prazer invadir seu corpo, pude admirar aquela feição angelical misturada com todo aquele ser diabólico que ele era, o suor escorria nas têmporas, reviro os olhos e ambos gozam em tempos diferentes, mas de formas deliciosas o bastante para deixar nossas respirações aceleradas, os jatos quentes preenchem minha garganta e eu engulo, sem hesitar. Abro um sorriso para dele, encostando meu corpo cansado e suado na porta, Jeongguk agarra meu tornozelo, deixando um beijo lá e forma uma trilha, pelas minhas coxas, barriga e para nos seios, beliscou um dos bicos, antes que eu pudesse reclamar, enfiou os dedos nos meus cabelos e me puxa para um beijo lento, regado de paixão, fazendo-o provar do seu próprio gosto — eu amo você, ____.  

— Eu também amo você, Jeongguk — disse, enlaçando meus braços naquele corpo dos deuses — me desculpa por tudo, por tudo mesmo, pelas traições, nossas brigas, tudo.

— Eu a perdoo, se também me perdoar por não ser um marido perfeito ao ponto de te trair e te fazer querer o divórcio, ti amo _____ — o italiano selou nossos lábios novamente e eu correspondi, espalhando outros selinhos por todo rosto dele, observando-o sorrir de olhos fechados, ele era lindo, meu marido era lindo demais e meu coração se aqueceu com aquele sorriso perfeito. 

— Não se fala mais nessa história de divórcio — ordenei e ele assentiu, radiante, envolvendo nossas bocas mais uma vez, entrelaçando nossas mãos e quando abri os olhos, reparando como nossas alianças ficavam bonitas juntas, o italiano ri contra minha pele e sinto as lágrimas molharem meu ombro, o olhei incrédulo — o que houve, amore mio?

— Quase perdi a minha esposa — aquilo me surpreendeu, tanto quanto as lágrimas brotando em seu rosto — me deixa chorar um pouco…

Sorriu fraco, deixando que ele deitasse a cabeça na curvatura do meu pescoço, o corpo em cima do meu e ficamos ali, agarrados um no outro, até que o sono fizessem minhas pálpebras pesarem, adormeci nos braços do italiano idiota que eu estava disposta a me divorciar antes e agora, só consigo desejar que aqueles braços fortes sempre me apertem dessa forma e murmure rente ao meu ouvido o quanto me ama. 



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