História Afraid - Capítulo 12


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Categorias Lily Collins, One Direction
Personagens Harry Styles, Lily Collins
Tags Demonios, Drama, Harry Styles, Lily Collins, One Direction, Revelaçoes, Romance, Sobrenatural, Teen
Visualizações 76
Palavras 1.714
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii bebês, quero ver geral comentando, hein? ♥ Quero pedir que leiam esse cap ouvindo a música Clarity da Foxes na versão acústica, vou deixar o link nas notas finais, bjs, bbs ♥

Capítulo 12 - Twelfth chapter


Fanfic / Fanfiction Afraid - Capítulo 12 - Twelfth chapter

Kim on 

Mais um dia exaustivo naquela escola, e eu juro que não queria colocar meus pés ali nunca mais. Eu era forte, mas também não era de ferro, e não tinha paciência para aqueles draminhas de menininhas, meus problemas iam muito além daquilo. Quando abri meu armário, vi uma cabeça de porco e levei um susto. Todos me olhavam, e Channel sorria. Larguei meus livros ali e caminhei até ela, tentando normalizar minha respiração. 

- Acha isso engraçado? 

- Na verdade, acho sim. - soprou as unhas. 

- Por que você não cresce, garota? Eu não tenho tempo pra essas coisas de crianças. 

- Mas teve tempo pra dar pro meu ex namorado. - falou em um tom sarcástico e todos da escola observavam aquela cena. Não consegui me conter e dei um tapa estalado em seu rosto. Vi quando o sangue escorreu, acho que eu coloquei força demais. 

- Você quase me matou, sua vagabunda! - gritou e vi o olhar furioso da diretora. 

As duas na minha sala, agora! - falou, irritada e peguei minha mochila, caminhando para a diretoria. Me sentei na cadeira da sala de espera e logo Channel apareceu, se sentando ao meu lado. 

- Fiquei sabendo que queria ir para Yale. Acho que acabou pra você... 

- Me deixa em paz! 

- Vamos ver o que a melhor amiga da minha mãe, vulgo nossa diretora acha disso. - aquela cadela sempre ganhava de alguma forma, e eu estava cansada daquilo. Suspirei, vendo a diretora na porta de sua sala, nos chamando para entrar. Channel estava com uma bolsa de gelo sobre o corte. Eu ainda me perguntava como fui capaz de ferir seu rosto daquela forma apenas com um tapa. 

- Eu gostaria que me contassem o que aconteceu. Você primeiro, Channel.

- Alguém colocou uma cabeça de porco no armário dessa garota e ela estava me culpando. Então eu fui explicar que não foi a minha culpa, e foi isso o que eu ganhei! - falou, apontando para o corte. 

- Gostaria de se explicar, Srta. Owens? 

- Faria diferença? Sinto que já estou encrencada de qualquer forma. 

- Por que bateu na sua colega? 

- Porque o bullying nessa escola existe, só vocês adultos não veem isso. E Channel é a que mais pratica. 

- Essa informação não procede, conheço a Channel e toda a sua família, tenho certeza que não faria algo assim. Infelizmente, como não temos provas, você está liberada, Channel. - vi a garota loira sair dali, com um sorriso sínico no rosto e meu sangue ferveu. 

- Ótimo. - suspirei, irritada. 

- Owens, infelizmente, como houve uma agressão física da sua parte, vou ter que suspendê-la por três dias. - falou baixo e eu comecei a entrar em pânico. Eu não podia ter uma suspensão em meu histórico, ou nunca conseguiria entrar na Yale. Saí dali, com minha bolsa sobre o ombro, vendo todos os olhares sobre mim, e a minha vontade era de desaparecer. Não estava nem um pouco afim de esperar pelo Harry, queria extravasar a minha raiva de alguma forma. Saí daquela maldita escola, e caminhava pelas ruas sombrias daquele lugar, até que vi um demônio, vindo até mim. E antes que ele pudesse dizer algo, eu me manifestei. 

- Sim, eu sou Kimberly Addams, tenho a porra do poder, e se você quiser, pode vim, não tenho medo! - falei ríspida, cheia de ódio e ele veio até mim. Seus golpes de luta eram muito bons, mas com a raiva que eu sentia, poderia derrubar três daqueles com facilidade. O homem estava em cima de mim, com as mãos em meu pescoço e peguei uma pedra que estava ao meu lado, o acertando no rosto. Me distanciei e ergui a mão direita. Eu não sei o que fiz, ou como fiz, mas consegui eliminá-lo com o meu poder. Ele estava morto, e eu assustada, pois nunca havia matado alguém em toda a minha vida. Minha camiseta branca estava coberta de sangue, e eu saí correndo dali. 

Vi a porta do sobrado e corri para dentro, vendo Harry sentado no sofá, com cara de assustado, me olhando. Meu peito subia e descia depressa, eu não sabia o que fazer. 

- E-eu matei um homem. - as lágrimas já escorriam pelo meu rosto e ele se levantou, me abraçando. 

- Tá tudo bem. - seus dedos massageavam os meus cabelos e seu braço me segurava com força enquanto eu encharcava sua camiseta com as minhas lágrimas. 

- Vai ser sempre assim? Eu não quero ter essa vida, não sou uma assassina! 

- Não, é uma sobrevivente, e às vezes precisamos matar. 

- Não gosto nada dessa ideia... eu não quero ter que matar mais ninguém. Eu nem sei como fiz aquilo...

*

Harry me ajudou a tomar banho, preparou o jantar, e agora estávamos deitados em sua cama. Só ele tinha o poder de me acalmar, era incrível o jeito como fazia. Mas ele não merecia aquilo, sim, eu sabia que já era um demônio antes de me conhecer, mas não tinha que passar seus dias vigiando uma adolescente cheia de problemas. Minha mãe também não merecia uma filha como eu. Por que eu vim à este mundo? Para dar desgosto à todos? Eu não podia e nem aguentava mais fazer aquilo, e era só o começo, ainda tinha muitas perguntas para responder e muitos mistérios a desvendar. Me levantei devagar, não queria que ele acordasse agora. Eu sabia que iria doer e Harry iria sofrer, mas eu não aguentava mais. Tranquei a porta do banheiro e me olhei no espelho, minha aparência estava cansada, eu não aguentava mais. Abri a terceira gaveta, onde ficavam os remédios e tomei três caixas de três remédios diferentes. Minha visão começou a embaçar e eu caí no chão do banheiro. Não estava enxergando muito bem, e acho que estava alucinando. 

- O que está fazendo? Ainda não é a sua hora! - a garota com a aparência exatamente como a minha, disse, me colocando em seu colo. Aquela era eu? 

- Quem é você? 

- Eu sou você, Kimberly. E ainda tem muito para fazer, não vou deixar que tire sua vida! - ergueu a mão direita e passou sobre mim. Tinha uma luz que saía dela, não tão forte quando a minha. 

- O que está fazendo? 

- Estou te salvando. Você vai dormir um pouco. - falou e logo depois eu apaguei. 

*

Vi quando Harry quebrou a porta e correu até mim. Ele estava nervoso e seus olhos estavam preocupados. 

- Kim, o que você fez? - falou analisando as caixas dos remédios. 

- Eu não quero mais viver. Não quero ser um peso na vida da minha mãe, do Jake e na sua. 

- Você não é um peso! Como pode pensar assim? 

- Eu fui suspensa por bater na Channel e matei um homem, hoje. Eu só faço coisas erradas e ruins. 

- O homem que matou, te queria morta, ou era você, ou ele. E tenho certeza que Channel torrou sua paciência pra bater nela e se fez de vítima. 

- Por que insiste em procurar desculpas para os meus erros? 

- Porque.... estou completamente apaixonado por você, Kimberly. E vou lutar pela sua vida. 

- Não está apaixonado por mim, eu sou uma confusão, um turbilhão de sentimentos e perguntas sem respostas! - mal concluí a frase e ele me beijou. Seu beijo me passava tranquilidade, e suas mãos me seguravam com cuidado. Ele me carregou para a cama e tirou minha camisola, abrindo as minhas pernas e me beijando. Tirei sua blusa e seu moletom e ele me beijava com desejo. De repente, eu não tinha mais medo. Só queria me entregar para ele, era o que eu mais queria no momento. Tirei meu sutiã, o jogando longe e ele parou de me beijar, olhando nos meus olhos. 

- Você quer? - falou rouco e eu assenti. Não aguentava mais me segurar de tanto tesão. - Prometo que não vou te machucar, sei que é a sua primeira vez. - Tirou a minha calcinha e molhou os dedos. Colocou um dedo na minha vagina e aquilo doía um pouco. Seus movimentos eram lentos e eu agarrava seu tronco com força, para aliviar a dor. Depois colocou outro dedo e seus movimentos estavam mais intensos. Quando achou que eu estava pronta, tirou a boxer e me olhou. - Está pronta? 

- Estou. - sorri e senti ele me penetrar, devagar. Aquilo doía demais, e eu não sabia o que fazer, então ataquei seus lábios, em um beijo calmo, para aliviar aquela dor. Quando ele estava completamente dentro de mim, começou com movimentos suaves e lentos. Ele era tão grande, e tão quente, eu estava bombando de adrenalina e percebi que estava completamente apaixonada por aquele homem. 

- Você é maravilhosa, Kim! - aumentou a intensidade dos movimentos e a dor ia embora aos poucos, dando espaço ao prazer. Suas mãos me seguravam com delicadeza e eu cheguei ao meu ápice, só de ouvir ele gemer baixinho em meu ouvido, com aquela voz rouca. Era um momento lindo, e eu queria ficar ali para sempre, era como se todos os meus problemas desaparecessem e só estivéssemos eu e ele ali, nos amando. O garoto chegou ao ápice e senti seu líquido jorrar dentro de mim. Sim, eu tinha um pouco de medo de ficar grávida, mas no momento, aquilo não importava, eu só queria ficar ali pelo resto dos meus dias. Saiu de cima de mim, nos limpamos e nos deitamos na cama. Eu estava deitada sobre seu braço tatuado, enquanto ele acariciava o meu rosto, e sorria. 

- Esse é o grau de importância que você tem pra mim, Kimberly. Por favor, não faça nem uma besteira, preciso de você! 

- Estou apaixonada por você, Harry. - o abracei. - Obrigada por sempre estar aqui quando preciso, você é o único que tem o poder de me acalmar e me fazer explorar um mundo que eu não conhecia. 

- Eu dou a minha vida pela sua. Não se preocupe, nada de ruim vai acontecer contigo, e estarei sempre aqui. - beijou a minha testa e acabei pegando no sono. Aquele homem era simplesmente maravilhoso. 


Notas Finais




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