História After - Adaptação Lutteo - Capítulo 77


Escrita por:

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Gaston, Luna Valente, Matteo, Simón
Tags Lutteo
Visualizações 776
Palavras 1.912
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom Diaaaaa, como estão???
Espero que bem!!
Vamos lá para mais um capítulo!!
Boa Leitura!!!

Capítulo 77 - Capítulo 77:


Estou mais do que irritada com a atitude desnecessária de Matteo, mas tento me esquecer dela enquanto desembaraço os cabelos molhados e visto a lingerie cor-de-rosa que comprei. Coloco uma camiseta e me organizo para amanhã. Fico imaginando aonde ele pode ter ido. Sei que estou obcecada e meio maluca, mas não consigo parar de pensar que pode estar com Fernanda.

Enquanto decido se devo ou não ligar, recebo uma mensagem de Âmbar dizendo que vai passar a noite fora. Ela devia morar com Pedro e Nico, porque passa cinco noites por semana lá e o namorado a adora. Ele provavelmente conta tudo a ela sobre o trabalho, não é grosseiro nem vai embora sem qualquer motivo.

“Âmbar tem muita sorte”, digo a mim mesma, pegando o controle remoto. Meus dedos apertam os botões distraidamente e acabo parando num capítulo de Friends que já vi pelo menos cem vezes. Não consigo me lembrar da última vez que vi TV, mas é bom ficar deitada na cama assistindo a uma comédia despretensiosa, para esquecer a última briga sem sentido com Matteo.

Depois de alguns episódios de algumas séries, sinto meus olhos pesarem. Em meu estado sonolento, minha raiva desaparece, e mando uma mensagem de boa-noite para Matteo, mas pego no sono sem ter recebido resposta.

* * *

“Merda.” Um som alto de batida me acorda. Eu me assusto e acendo o abajur, então vejo Matteo, cambaleante, tentando entrar no quarto escuro.

“O que está fazendo?”, pergunto. 

Quando ele olha para a frente, vejo seus olhos vermelhos e vidrados. Matteo está bêbado. Ótimo.

“Vim ver você”, ele diz e se senta na cadeira. 

“Por quê?”, resmungo. Quero que fique comigo, mas não que apareça bêbado às duas da madrugada.

“Porque senti sua falta.”

“Então por que saiu?”

“Porque você estava me irritando.”

Ai. “Certo, vou dormir. Você está bêbado e certamente vai ser um babaca de novo.”

“Não sou um babaca, Luna. E não estou bêbado… Bom, estou, mas e daí?”

“Não me importo que você esteja bêbado, mas amanhã tenho aula e preciso dormir.” Eu passaria a noite acordada com ele se soubesse que não me machucaria com suas palavras. 

Amanhã tenho aula”, ele me imita. “Você é muito quadrada.” Matteo ri como se tivesse acabado de dizer a coisa mais engraçada do mundo. 

“É melhor ir embora”, digo e me deito, virando para a parede. Não gosto desse Matteo. Quero meu Matteo meigo de volta. Não esse idiota bêbado. 

“Ah, linda, não fica brava comigo”, ele diz, mas eu o ignoro. “Você quer mesmo que eu vá? Sabe o que acontece quando durmo sem você”, ele completa, quase num sussurro. 

Sinto o coração amolecer. Sei o que acontece, mas não é justo que use isso contra mim quando está sendo um bêbado chato. 

“Tudo bem. Você pode ficar, mas vou voltar a dormir.”

“Por quê? Não quer ficar conversando comigo?”

“Você está bêbado e está sendo um babaca”, eu digo, virando para ele.

“Não estou sendo um babaca”, ele diz, com a expressão neutra. “Só disse que você estava me irritando.”

“Não é algo legal de dizer. Principalmente porque só perguntei sobre seu trabalho.” 

“Ai, Deus, esse papo de novo, não. Deixa isso pra lá, Luna. Não quero falar sobre esse assunto.” Sua voz está estridente e ele arrasta as palavras. 

“Por que você bebeu?” Não me importo que beba; não sou a mãe de Matteo e ele já é adulto. O que me incomoda é que só bebe quando tem um motivo para isso. Nunca é só por diversão. 

Ele desvia o olhar para a porta, como se planejasse escapar. “Eu… eu não sei… Só gosto de tomar uma… bom, umas. Pode parar de ficar brava comigo? Eu te amo”, ele diz, olhando em meus olhos. 

Suas palavras dissolvem a maior parte da minha raiva e de repente quero ficar abraçada com ele. 

“Não estou brava com você, só não quero que a gente ande para trás. Não gosto quando é grosso comigo sem motivo e vai embora. Se está bravo, quero que converse comigo a respeito.” 

“Você sempre precisa controlar tudo”, ele diz, e depois parece se arrepender um pouco. 

“Como?”

“Você é muito controladora.” Ele dá de ombros, como se fosse um fato.

“Não sou, não. Só gosto das coisas de determinado jeito.”

“Sim, do seu jeito.”

“Bom, então acho que vamos continuar brigando. Tem mais alguma coisa que você queira jogar na minha cara?”, provoco.

“Não, só que você é muito controladora e quero muito que vá morar comigo.”

O quê? A mudança de assunto me deixa perdida.

“Você deveria ir morar comigo… encontrei um apartamento hoje. Ainda não assinei nada, mas é um lugar legal.” 

“Quando?” É difícil acompanhar as cinco personalidades de Matteo Balsano.

“Quando saí daqui.”

“Antes de se embebedar?”, pergunto. 

Ele revira os olhos. A luz do abajur reflete o metal do piercing na sobrancelha, e eu me esforço para ignorar o fato de que é muito atraente. 

“Sim, antes de beber. E aí, o que me diz? Vai morar comigo?”

“Sei que você é novo nesse lance de namorar, mas um não costuma ofender o outro e propor que morem juntos na mesma frase”, digo, mordendo o lábio inferior para conter um sorriso. 

“Bom, às vezes a namorada precisa aprender a pegar leve”, ele sorri. Até bêbado Matteo é charmoso.

“Bom, então o namorado precisa parar de ser babaca”, digo, para me vingar. 

Ele ri, sai da cadeira e caminha até a cama. “Estou tentando não ser um babaca, de verdade. Às vezes, não consigo.” Matteo se senta na beirada da cama. “Sou muito, muito bom nisso!” 

“Eu sei”, suspiro. Independentemente desse episódio de hoje, sei que está tentando ser mais gentil. Não quero dar desculpas por ele, mas tem se saído muito melhor do que eu esperava. 

“Então, você vai morar comigo?” Matteo sorri, esperançoso. 

“Meu Deus, vamos dar um passo de cada vez. Por enquanto, vou parar de ficar brava com você”, digo e me sento. “Vem pra cama comigo.” Ele ergue uma sobrancelha, como se dissesse “Viu? Controladora!”, mas se levanta e tira a calça jeans mesmo assim. Quando tira a camiseta, ele a estende para mim, e eu adoro o fato de Matteo querer que eu vista suas camisetas tanto quanto eu. 

Tiro a minha para vestir a dele, mas Matteo me interrompe.

“Porra”, ele diz, e eu olho para a frente. “O que é isso?” Seus olhos estão arregalados e parecem intensos. 

“Eu… comprei lingerie nova hoje.” Fico corada e desvio o olhar.

“Estou vendo… Porra”, ele repete. 

“Você já disse isso.” Dou risada. Os olhos dele brilham para mim, fazendo minha pele formigar. 

“Você está incrível”, ele diz. “Sempre está, mas isso é…”

Com a garganta seca, olho para o volume em sua cueca. O clima entre nós mudou pela quinta vez hoje. 

“Eu pretendia mostrar isso mais cedo, mas você estava ocupado sendo um babaca.” 

“Hum…”, Matteo murmura, claramente sem prestar atenção no que estou dizendo. Ele apoia um joelho na cama e olha meu corpo de cima a baixo de novo antes de subir em cima de mim. 

Sua boca tem gosto de uísque e hortelã, uma combinação deliciosa. Nossos beijos são suaves e provocantes, e nos afastamos de tempos em tempo, a língua dele procurando a minha em seguida. Matteo segura meus cabelos e consigo sentir sua ereção pressionando minha barriga quando aproxima o corpo do meu. Ele os solta para se apoiar no cotovelo e usar a outra mão para me tocar. Seus dedos compridos percorrem a lateral do meu sutiã de renda, entram e saem dali. Matteo lambe os lábios enquanto envolve meus seios com as mãos grandes, acariciando-os sem parar.

“Não consigo decidir se quero que você fique com isto…”, ele diz. Eu não me importo nem um pouco. Estou hipnotizada por seus dedos habilidosos em minha pele.

“Tira”, ele diz, e solta o fecho. Arqueio as costas para ajudá-lo, e Matteo geme quando encosta o pênis em mim. 

“O que você quer fazer, Lu?” A voz dele está trêmula e descontrolada. 

“Eu já disse”, respondo, e ele puxa minha calcinha para o lado. Gostaria que não tivesse bebido hoje, mas seu estado embriagado me deixa com menos vergonha. 

Grito quando seus dedos me penetram e jogo um dos braços em volta dele, tentando me segurar em alguma coisa, qualquer coisa. Com a outra mão, seguro seu pênis. Ele geme e aperto um pouco, então faço um movimento leve. 

“Você tem certeza?”, Matteo diz ofegante. Consigo perceber a incerteza em seus olhos castanhos.

“Sim, tenho certeza. Não pensa demais.” Caramba, a situação se inverteu, e agora sou eu quem diz isso a ele. 

“Eu te amo. Você sabe disso, certo?”

“Sei.” Volto a beijá-lo. “Eu te amo, Matteo.”

Ele continua enfiando e tirando devagar os dedos, então leva sua boca ao meu pescoço. Chupa minha pele com força, depois escorrega a língua sobre a região para diminuir a dor. Faz isso várias vezes, e meu corpo fica em chamas. 

“Matteo, eu vou…”, começo a dizer, e ele rapidamente tira a mão e me beija enquanto solto gemidos. Ele puxa a calcinha para baixo. Apoia as duas mãos nas minhas coxas e aperta com cuidado antes de beijar minha barriga e ir descendo até a região molhada. Meu corpo involuntariamente se ergue na cama e ele movimenta a língua para cima e para baixo enquanto abraça minhas coxas, mantendo-as separadas. Em poucos segundos, minhas pernas começam a tremer e agarro os lençóis enquanto ele continua me chupando.   

“Isso é bom?”, Matteo pergunta com a cabeça entre minhas pernas. 

Gemidos escapam de meus lábios enquanto eu tento dizer alguma coisa, qualquer coisa. Matteo fala obscenidades e me lambe entre uma e outra, num padrão delicioso. Meu corpo treme e meus dedos dos pés se contraem. Quando recobro a consciência, ele me beija, e o gosto de sua boca é estranho. Minha respiração está ofegante. 

“Você tem…”, ele começa.

“Shhh… Sim, tenho certeza”, digo e o beijo, com força. Minhas mãos arranham as costas dele, e então puxam sua cueca para baixo. Ele suspira ao se ver livre da peça, e nós dois gememos quando nossas peles se tocam de novo. 

“Luna, eu…”

“Shh…”, digo a ele de novo. Quero isso mais do que qualquer coisa, e preciso que pare de falar. 

“Luna preciso dizer uma coisa…” 

“Shh, Matteo favor, para de falar”, eu imploro e o beijo de novo. Seguro seu pênis e escorrego a mão, subindo e descendo. Ele fecha os olhos e respira fundo. O instinto toma conta de minhas atitudes e eu passo o polegar sobre a cabeça, na umidade presente ali, e o sinto latejar na minha mão. 

“Vou gozar se você fizer isso de novo”, Matteo De repente, ele se afasta e sai da cama. Antes que eu possa perguntar aonde está indo, Matteo pega um pacotinho da calça jeans.

Isso vai mesmo acontecer. 

Sei que deveria sentir medo ou nervosismo, mas só sinto meu amor por ele, e o dele por mim.

A ansiedade a respeito do que vai acontecer toma conta de mim, e o tempo parece andar mais devagar enquanto espero que volte para a cama. Sempre pensei que minha primeira vez seria com Símon, na nossa noite de núpcias. Estaríamos em uma cama enorme em um bangalô bem chique em uma ilha tropical. Mas estou aqui em meu quarto pequeno, na minha cama pequena, com Matteo, e eu não mudaria nadinha a respeito.

 

 


Notas Finais


E aí o que acharam??
OMG será que agora vai??
Ou será que alguma coisa vai atrapalhar???
Esse casal anda muito safado!!
Depois posto outro!!
Beijos e até!!!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...