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História After - BUGHEAD - Capítulo 15


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Notas do Autor


Boa leitura!

5/6

Capítulo 15 - Capítulo 15


Elizabeth Cooper narrando

Encontramos o quarto onde eu e Cheryl ficamos na semana passada, infelizmente uma das camas está ocupada por um rapaz bêbado roncando.

- Pelo menos aquela cama está vazia- Sweet Pea ri e eu também.- Vou voltar pra casa, quer vir ? Tenho um sofá que pode dormir - ele sugere. Preciso pensar com clareza por um segundo, Sweet Pea,como Jughead, curte com um monte de garotas diferentes. Se concordar com isso pode significar que estou me oferecendo para o beijar…Bem, tenho um pressentimento que com aquela boa aparência, é fácil para o Sweet Pea conseguir das garotas mais que um beijo.

- Acho que vou ficar aqui caso a Cheryl volte - O rosto dele cai um pouco, mas ele me dá um sorriso compreensivo. Diz pra eu ter cuidado, me dando um abraço de despedida.A porta se fecha quando ele sai e eu não consigo evitar e a tranco. Quem sabe quem pode entrar ? Olho para o garoto dormindo na cama, duvido ele vá acordar em breve. O cansaço que senti lá em baixo, de alguma forma desapareceu, a minha mente volta para Jughead e para seu comentário sobre como eu e Kevin ainda não tínhamos dormido juntos. Pode parecer estranho para Jughead, porque dorme com uma garota diferente a cada fim de semana, mas Kevin é um cavalheiro.

Nós não precisamos fazer sexo, nós nós divertimos fazendo outras coisas juntos, como…bem…Ir ao cinema e passear. É por isto que eu prometi a não beber de novo, a minha cabeça assim não funciona corretamente. Me encontro olhando para o teto, contanto as telhas para tentar dormir. No momento em que meus olhos se fecham ouço o garoto bêbado falando ao redor na outra cama. Ignoro ele e começo a adormecer.

- Eu não te vi…por aqui antes - diz uma voz profunda. Solta da cama e a cabeça dele bate contra meu queixo, me fazendo morder a língua, com força. Ele põe a mão na cama, centímetros de distância da minhas coxas. A respiração dele é irregular e tem cheiro de vômito e licor - Qual é o seu nome menina bonita ? - Ele respira e tenho vontade de vomitar. O meu pequeno braço empurra o ombro dele, tentando levá-lo para longe de mim. Mas não funciona e ele apenas ri.

- Eu não vou te machucar,só quero ter um pouco de diversão - Ele diz e lambe os lábios, deixando um fio de saliva correr pelo queixo. Meu estômago revira-se e a única coisa que consigo pensar é empurrá-lo com força. Ele desequilíbria e tropeça, caindo pra trás, me dando oportunidade de fugir. Meus dedos trêmulos atrapalham-se com a fechadura e finalmente a porta abre. As poucas pessoas no corredor me dão olhares estranhos enquanto corro passando por eles. - Vamos lá, volta aqui.- Ouço a voz repugnante, ele está me seguindo pelo corredor. Não me lembro dele ser assim tão comprimido. Os que estão na festa não parecem se importar com uma garota que está sendo perseguida pelo corredor. Agora está apenas um metro de distância de mim, tropeçando nos próprios pés, me dando alguns segundos extras. Para onde que eu devo ir ? Meus pés me levam para o corredor e viram a esquerda para o único lugar que conheço desta maldita casa.

- Jughead! Jughead por favor, abre a porta! - grito, com uma mão batendo na porta e a outra tento rodar a maçaneta da porta trancada.

- Jughead! - Grito de novo e a porta se abre. De todos os lugares, não sei o que me fez virar para o quarto dele, mas prefiro ter a agressão verbal do Jughead do que um bêbado pensando na hipótese de fazer sexo comigo.

- Betty ? - pergunta, aparecendo confuso. Ele esfrega os olhos com a mão. Esta vestido apenas uma cueca preta e o cabelo dele descabelado pra todo lado. Ironicamente, estou mais surpresa com o quão simpático ele parece pelo fato de ter me chamado de "Betty" em vez de "Elizabeth", até que fim.

- Jughead, por favor, posso entrar ? Esse garoto…- Digo e olho pra trás. Jughead me empurra e passa por mim e olha para o corredor. Os olhos dele encontram o garoto bêbado o garoto bêbado e o garoto muda de expressão do rosto de assustadora para assustada. Ele olha pra mim mais uma vez antes de virar e ir noutra direção no corredor. Que diabos foi isso ?

- Você conhece ele ? - minha voz está tremenda e baixa

- Sim, entra - ele diz e me puxa pelo braço para dentro do quarto. Não posso deixar de reparar na maneira como os músculos dele se movem sob a pele com tinta enquanto ele caminha de volta a cama. As costas deles não tem tatuagens, acho estranho, já que o peito, braços e estomogo estão cobertos. Ele esfrega os olhos novamente - Está bem ? - A voz dele está mais grossa do que nunca, já que ele acabou de acordar.

- Sim, desculpa por ter vindo aqui te acordar - Porque eu estou pedindo desculpa ? Ele é que deveria me pedir desculpas, mas acabou de me ajudar a escapar daquele verme.

A mão dele atravessou o cabelo despenteado e suspira. - Não se preocupe com isso. Ele te tocou ? - Pergunta, não há nenhum traço de humor ou sacarmos na expressão dele.

- Não, porém ele tentou. Fui estúpida o suficiente para me trancar num quarto com um estranho bêbado, então admito que a culpa seja minha - a ideia dele me tocar me fez querer chorar de novo.Porque fico tão emocionada sempre que estou nesta casa

- Não é culpa sua ele ter tentado fazer isso. Não está habituada a este tipo de…. situações. - a voz dele é gentil e totalmente o oposto da habitual. Ando pelo quarto na direção da cama dele, em silêncio e peço permissão. Ele bate com a mão na cama e eu me sento com as mãos nas minhas pernas.

- Eu não tenho intenções de me acostumar a isto. Este é realmente a última vez que venho aqui, ou qualquer uma destas festas. Não sei porque ainda tentei. E aquele rapaz…Ele era tão…

- Não chore,Betty - Jughead susurra. Não tinha percebido que estava chorando. Ele levanta a mão e eu luto contra o impulso de recuar para longe, o que ele está fazendo ? A ponta do polegar dele captura a lágrima que rolava no meu rosto. Os meus lábios se abrem por causa do toque dele. Quem e este rapaz e onde está o sarcástico do Jughead ? Olho pra cima pra encontar seus olhos verdes e as pupilas dele dilatam - Não tinha percebido como seus olhos são cinzentos - Ele diz tão baixo que inclino mais pra ouvir. A mão dele ainda está no meu rosto, os meus pensamentos estão correndo. Ele tira o piercing dos lábios que está entre os dentes, puxando metade inferior. Tira a mão do meu rosto e eu olho mais uma vez para os lábios dele. A minha consciência e os meus hormônios lutam, na minha consciência perde e eu encontro meus lábios contra os dele, o pegando totalmente desprevenido.


Notas Finais


Hihi


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