História AFTER - Camren G!P - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Categorias Ariana Grande, Fifth Harmony, Justin Bieber, One Direction
Personagens Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Harry Styles, Justin Bieber, Lauren Jauregui, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Normani Hamilton, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Camren, Camren G!p
Visualizações 2.504
Palavras 2.171
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


vai ter capa nova SIM pra vocs amores, até mais

HOT? OI?

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Capítulo 23 - Encontro part.3 - HOT?


 CAMILA POV

Mas Lauren as agarra e as põe de volta em torno da cintura. A eletricidade que existe entre nós aparece de novo, e mais forte do que nunca. Por que isso sempre acontece quando estou com ela? Silencio meus pensamentos e enlaço seu pescoço com os braços para me equilibrar.

“O que está fazendo comigo, Mila?”, ela pergunta baixinho, passando o polegar pelo meu lábio inferior.

“Não sei...”, respondo com toda a sinceridade, ainda sentindo seu toque na minha boca.

“Essa boca... as coisas que você poderia fazer com ela”, ela fala devagar, de modo sedutor. Sinto
um ardor no estômago e fico toda mole nos braços
dela.

“Você quer que eu pare?” Ela me olha bem nos olhos. Suas pupilas estão tão dilatadas que vejo só um pequeno círculo verde em torno delas. 

Sem pensar duas vezes, faço que não com a cabeça e o puxo para junto de mim sob a água.

“Não podemos ser só amigos, você sabe, né?” A boca dela toca meu queixo, e eu estremeço toda.

Lauren continua beijando meu pescoço enquanto balanço a cabeça afirmativamente. Ela está certa, não dá para negar. Não faço a menor ideia do que podemos ser, mas com certeza nunca vou conseguir ser só amiga dela. Quando seus lábios chegam bem perto da minha orelha, solto um gemido, o que o leva a beijar o mesmo lugar de novo, dessa vez usando a língua.

“Ai, Lauren”, digo gemendo, e a aperto entre minhas pernas. Levo a mão às suas costas e passo as unhas em sua pele. Estou prestes a explodir, e ela está só beijando meu pescoço.

“Quero fazer você gemer meu nome sem parar, Mila. Você deixa, por favor?” A voz dela soa carregada de urgência. E, no fundo do meu ser, sei que é impossível dizer não. 

“Fala pra mim, Mila.” Ela morde de leve minha orelha. Balanço a cabeça outra vez, com mais força do que da primeira.

“Preciso que você me diga, linda, pra eu saber que me quer de verdade.” A mão dela começa a passear por baixo da camiseta preta. 

“Eu quero...”, apresso-me em responder, e ela sorri junto ao meu pescoço, continuando a me atacar com sua boca. Lauren não diz nada, apenas segura minhas coxas, levanta-me um pouco mais e começa a sair da água. Quando chega à margem, ela me solta e sai do rio. Solto um resmungo de protesto, provavelmente inflando ainda mais seu ego, mas não estou nem aí. Só quero estar com ela, preciso dela. Lauren estende a mão e me puxa para fora da água.

Sem saber o que fazer, fico parada sobre a grama, sentindo a camiseta ensopada pesar sobre
meus ombros, sentindo que ela está longe demais de mim.

Ela se abaixa um pouco para me olhar nos olhos. 

“Você quer que seja aqui? Ou no meu quarto?” Dou de ombros, apreensiva. Não quero ir até o quarto dela, porque é longe demais — a viagem é longa o suficiente para que eu me arrependa e mude de ideia.

“Aqui”, respondo, olhando ao redor. Está deserto, e fico torcendo para que ninguém nunca venha aqui.

“Apressadinha, hein?” Lauren sorri, e eu tento revirar os olhos, mas provavelmente só consigo fazer uma cara de quem quer que ela ande logo. O calor do meu corpo está pouco a pouco se esvaindo longe do toque de Lauren.

“Vem cá”, ela diz baixinho, e o calor retorna. Meus pés pisam silenciosamente a grama até eu chegar a poucos centímetros de Lauren. Suas mãos se dirigem de imediato para a barra da camiseta, que ela arranca do meu corpo. Só a maneira como me olha já é suficiente para me enlouquecer. Meus hormônios estão fora de controle. Minha pulsação se acelera quando ela mede meu corpo de cima a baixo antes de segurar minha mão.

Lauren estende a camiseta sobre a grama como se fosse uma espécie de cobertor. 

“Deita aí”, ela diz, puxando-me para o chão consigo. Ela me posiciona sobre o tecido molhado e se apoia sobre o cotovelo, deitado de lado, observando-me.

Ninguém nunca me viu assim tão exposta antes, e Lauren já esteve com tantas meninas mais bonitas do que eu... Minhas mãos tentam cobrir meu corpo, mas ela se senta, agarra-me pelos pulsos e as afasta.

“Nunca tente se esconder assim, não de mim”, ela fala, olhando-me nos olhos.

“É que...”, começo a explicar, mas ela me interrompe.

“Não, você não vai se esconder, porque não tem motivo nenhum para ter vergonha, Mila.” Será que ela está falando sério? “Estou falando sério, olha só para você...”, ela continua, como se estivesse lendo meus pensamentos.

“Você já ficou com tantas meninas...”, rebato, e ela franze a testa.

"Mas nenhuma como você.” Sei que essa resposta pode significar muitas coisas diferentes, porém resolvo deixar passar.

“Você tem camisinha?”, pergunto, tentando me lembrar do pouco que sei sobre sexo.

“Camisinha?” Ela dá risada. “Não vamos transar”, ela diz, e eu entro em pânico. Isso é só mais um joguinho para me humilhar?

“Ah.” É só o que consigo dizer, e começo a me levantar. Mas em seguida ela me segura pelo ombro e me puxa de volta para o chão. Tenho certeza de que estou toda vermelha, e não quero me expor dessa maneira a seu olhar sarcástico.

“Aonde você vai...?”, ela começa a perguntar, mas então se dá conta do que está acontecendo.

“Ei... Não, Mila, não foi isso que eu quis dizer. É que você nunca fez nada antes... tipo, nada mesmo, então não posso transar com você...” Ela fica me encarando por um momento. “Hoje”, ela acrescenta, e um pouco do aperto que comprime meu peito se desfaz. “Tem tantas outras coisas que quero fazer com você primeiro...”

Ela monta em cima de mim, apoiando todo o peso do corpo sobre as mãos, como se estivesse fazendo flexões de braço. Seus cabelos molhados derrubam gotas em meu rosto, e eu faço uma careta.

“Não acredito que ninguém nunca comeu você”, ela sussurra, e se deita ao meu lado outra vez. Sua mão pousa no meu pescoço e começa a descer, tocando-me apenas com a ponta dos dedos, passando pelo meu colo, pela minha barriga e parando logo acima do elástico da calcinha. Isso está acontecendo mesmo, eu e Lauren. O que ela vai fazer?

Será que vai doer? Centenas de pensamentos passam pela minha cabeça, mas todos desaparecem quando sua mão entra na minha calcinha. Ela respira fundo por entre os dentes e cola sua boca à minha.

Seus dedos se movem um pouco, e eu levo um susto.

“Está gostoso?”, ela pergunta com a boca junto à minha. Ela só está me alisando... e como isso pode ser tão bom? Faço que sim com a cabeça, e seus dedos começam a descer.

“É mais gostoso do que quando você mesma faz?”

Quê?

“É ou não é?”, ela pergunta.

“O-o quê?”, consigo dizer, apesar de no momento não ter mais nenhum controle sobre meu corpo ou sobre minha mente.

“Quando você se toca... É assim também?” Não sei o que dizer, e fico só olhando para ela. De repente, ela se dá conta. 

“Espera aí... você nunca fez isso também, né?” Sua voz sai carregada de surpresa e algo mais... tesão? Ela volta a me beijar, e seus dedos começam a subir e descer sem parar. 

“Você reage tão bem ao meu toque, fica tão molhadinha”, ela diz, e eu solto um gemido. Por que essas vulgaridades parecem tão deliciosas quando saem da boca de Lauren? Sinto um apertão de leve, e uma onda de choque se espalha pelo meu corpo.

“O que... foi... isso?”, pergunto, em meio a um gemido. Ela dá uma risadinha e não me responde, mas logo em seguida faz aquilo de novo, e sinto minhas costas se arquearem sobre a grama. 

A boca dela vai passeando pelo meu pescoço, e depois pelo meu peito. Ela enfia a língua sob meu sutiã, e sua mão acaricia um dos meus seios. Sinto uma pressão se intensificar dentro da minha barriga, uma sensação divina. Fecho os olhos com força e mordo o lábio; minhas costas se projetam para a frente outra vez e minhas pernas começam a tremer.

“Isso mesmo, Mila, goza pra mim”, ela mim, linda”, ela murmura.a diz, fazendo-me perder ainda mais o controle. “Olha pra mim, camz"

Abro os olhos. A visão de sua boca contra a pele do meu peito me leva à loucura, e perco a visão por alguns instantes. 

“Lauren”, digo, e depois de novo, e consigo sentir pela maneira como seu rosto fica vermelho que está adorando. Com movimentos lentos, ela tira a mão da minha calcinha e põe na minha barriga. Tento controlar de novo minha respiração. Jamais senti meu corpo tão energizado antes, mas também pareço estar mais relaxada do que nunca.

“Vou dar um minutinho pra você se recuperar”, ela diz, rindo consigo mesma e se afastando de mim. Sinto minha testa franzir. Quero que ela fique perto de mim, mas pareço estranhamente incapaz de dizer qualquer coisa. Depois de experimentar os melhores minutos de toda a minha vida, me sento e olho para Lauren. Ela já está de calça e de tênis.

“A gente já vai?” Meu constrangimento fica claro na minha voz. Pensei que ela fosse querer que eu o tocasse também. Apesar de não saber como fazer isso, achei que ela poderia me ensinar.

“Já, você quer ficar mais?”

“Só pensei que... sei lá. Achei que você fosse querer alguma coisa...” Não faço ideia de como dizer isso. Por sorte, ela logo entende.

“Ah, não. Por enquanto não”, ela responde com um sorrisinho. Será que vai começar a ser grosseira de novo? Espero que não, não depois do que aconteceu. Acabei de ter a mais íntima das experiências com ela. Não vou conseguir suportar se voltar a me tratar mal. Ela disse “por enquanto”.

Será que vai querer alguma coisa mais tarde?

Começo a me arrepender do que fiz. Visto as roupas sobre a calcinha e o sutiã molhados e tento ignorar a umidade entre minhas coxas. Lauren pega a camiseta encharcada e entrega para mim.

Diante da minha expressão confusa, ela diz que é para eu me limpar, olhando para o meio das minhas pernas.

Ah. Desabotoo a calça, e ela não se preocupa nem em olhar para o outro lado enquanto limpo minha parte mais sensível. É impossível não notar a maneira como ela passa a língua pelo lábio inferior enquanto me observa. Lauren tira o celular do bolso da calça e mexe na tela com o polegar.

Termino de fazer o que ela recomendou e devolvo a camiseta. Quando calço os sapatos, a atmosfera entre nós já mudou de passional para fria, e me pego desejando manter a maior distância possível dela.

Espero que fale alguma coisa enquanto voltamos ao carro, mas ela permanece em silêncio.

Minha mente já começa a pensar no pior que pode acontecer em seguida. 

“Algum problema?”, Lauren pergunta enquanto dirige pela estrada de cascalho.

“Não sei. Por que você está sendo tão esquisita?”, pergunto, apesar de temer sua resposta e não conseguir encará-la.

“Quem está sendo esquisita é você.”

“Nada disso, foi você que não me disse uma palavra desde que... você sabe.”

“Desde que fiz você gozar pela primeira vez?”

Fico boquiaberta e toda vermelha. Por que ainda me surpreendo com a boca suja dela?

“Humm, é. Depois disso, você não falou mais nada. Já foi logo se vestindo, e a gente veio embora.” A sinceridade não parece ser a melhor opção para o momento, então acrescento: “Fica parecendo que estou sendo usada ou coisa do tipo”.

“Quê? Claro que não estou usando você. Quem usa as pessoas geralmente quer alguma coisa em troca”, ela responde de maneira tão brusca que sinto lágrimas se acumulando nos meus olhos.

Faço de tudo para segurá-las, mas uma acaba escapando.

“Você está chorando? O que foi que eu falei?”

Ela estende uma das mãos e põe sobre minha coxa. Para minha surpresa, isso me acalma. 

“Não foi isso que eu quis dizer... desculpe. Não estou acostumada ao que acontece depois de ficar com alguém, mas também não ia deixar você no alojamento para depois cada um seguir seu caminho. Que tal sair para jantar ou coisa do tipo? Tenho certeza de que você está morrendo de fome.” Ela aperta minha perna de leve. Abro um sorriso, aliviada com aquelas palavras. Limpo a lágrima que escorreu prematuramente, e junto com ela se vai minha preocupação. 

Não sei por que Lauren me deixa tão emotiva, em todos os sentidos possíveis. A ideia de que ela pode estar me usando me deixa mais magoada do que deveria. Meus sentimentos são confusos. Em um momento eu a odeio, e no instante seguinte quero beijá-la. Ela me faz sentir coisas que eu nem sabia ser capaz de sentir, e não só em matéria de sexo. 

Lauren me faz rir e chorar, gritar e surtar, mas acima de tudo faz com que eu me sinta viva.


Notas Finais


comenta ai camrenzinhas ♥


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