História AFTER - Camren G!P - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias Ariana Grande, Fifth Harmony, Justin Bieber, One Direction
Personagens Ally Brooke, Ariana Grande, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Harry Styles, Justin Bieber, Lauren Jauregui, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Normani Hamilton, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Camren, Camren G!p
Visualizações 1.860
Palavras 1.526
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi mores, chegay rsrsrssr

hmmmmmmmm, o que sera que vai acontecer, em??????

Capítulo 26 - Preciso ir sozinha


Fanfic / Fanfiction AFTER - Camren G!P - Capítulo 26 - Preciso ir sozinha

CAMILA POV

“Ela não é tão ruim, acho”, Shawn comenta quando Lauren fecha a porta. Solto uma risadinha nervosa.

“Como é?” Shawn  ergue as sobrancelhas para mim, e eu acrescento:

“É que fiquei surpresa de ouvir você dizer isso”. Volto a encostar a cabeça em seu peito. A eletricidade que preenchia o ambiente poucos momentos antes já havia se dissipado.

“Não estou dizendo que acho legal que você ande com essa garota, mas ela me pareceu gente boa.”

“Lauren não é nem um pouco gente boa”, respondo, e Shawn dá uma risadinha e me abraça. Se ela soubesse o que aconteceu entre nós dois, a maneira como nos beijamos, a forma como disse seu nome quando... Minha nossa, Mila, para com isso. Levanto a cabeça para dar um beijo no queixo de Shawn, e ele sorri.

Quero que Shawn produza em mim a mesma sensação que Lauren. Eu me sento e me viro para encará-lo. Seguro seu rosto entre as mãos e colo meus lábios aos dele. Sua boca se abre, e ele retribui o beijo. Seus lábios são suaves... como seu beijo. Só isso não basta.

Preciso de fogo, de paixão. Envolvo seu pescoço com as mãos e monto em seu colo.

“Epa, Mila, o que você tá fazendo?”, ela pergunta, e tenta me empurrar de leve.

“Quê? Nada, é que... Acho que estou com vontade de beijar você”, respondo, olhando para baixo. Geralmente não me sinto desconfortável com Shawn, mas quase nunca falamos sobre isso.

“Hã, certo...”, ele diz, e eu o beijo outra vez. Sinto seu calor, mas não seu fogo. Começo a remexer os quadris, na esperança de incendiá-lo. As mãos dele descem para minha cintura, mas ele me segura, detendo meu movimento. Sei que combinamos esperar até o casamento, mas estamos só nos beijando. Afasto suas mãos e continuo me esfregando nele. Por mais que tente beijá-lo com mais ardor, sua boca continua tímida e suave. Até percebo que ele está ficando excitado, mas mesmo assim não toma nenhuma atitude.

Sei que estou fazendo tudo isso pelos motivos errados, mas não estou nem aí — preciso saber se Shawn é capaz de mexer comigo da mesma forma que Lauren. Não é Lauren que eu quero, e sim a sensação... certo? Paro de beijar Shawn e saio de cima de seu colo.

“Isso foi bom, Mila.” Ele sorri, e eu retribuo o sorriso. Foi “bom”. Ele é cauteloso demais, mas o amo mesmo assim. Ligo de novo o filme e, alguns minutos depois, começo a cochilar.

“Acho melhor eu ir”, diz Lauren. Seus olhos verdes me encaram. “Aonde?” Não quero que ele vá. “Vou ficar em um hotel aqui perto; volto amanhã de manhã”, ela diz. Depois de alguns instantes, seu rosto se funde com o de Shawn.

Dou um pulo de susto e esfrego os olhos. Shawn, era Shawn, não Lauren.

“Você está morrendo de sono, e não posso passar a noite aqui”, Shawn diz enquanto acaricia de leve meu rosto.

Quero que ele fique, mas tenho medo do que posso acabar vendo ou dizendo em meu estado semiadormecido. E, de qualquer forma, Shawn claramente considera uma indecência dormir no meu quarto. Os dois são opostos perfeitos. Em todos os sentidos.

“Certo, obrigada por ter vindo”, resmungo baixinho, e ele me beija de leve no rosto antes de levantar da cama.

“Eu te amo”, Shawn diz. Respondo com um
aceno, afundo a cabeça no travesseiro e me deixo levar por sonhos dos quais nem me lembro.

Na manhã seguinte, acordo com uma ligação de Shawn no meu celular. Ele diz que já está vindo, então pulo da cama e vou correndo tomar banho, pensando no que fazer com ele hoje. Não tem nada interessante aqui por perto, a não ser que a gente vá até o centro. Talvez seja bom mandar uma mensagem de texto para Austin perguntando o que há de divertido por aqui fora as festas de fraternidades. Ele deve ser o único entre meus amigos que pode me dar um bom conselho a esse respeito.

Decido vestir uma saia cinza de pregas e uma camisa azul, ignorando a voz de Lauren no fundo da minha mente dizendo que minhas roupas são feias, e me visto dentro da cabine do chuveiro. Shawn está no corredor na frente da minha porta quando volto, ainda com a toalha na cabeça.

“Você está uma graça”, ele diz com um sorriso, e põe o braço em meu ombro quando abro a porta.

“Só preciso pentear o cabelo e me maquiar”, aviso, e pego o estojo de maquiagem de Ariana, que felizmente não o levou quando saiu.

Vou precisar comprar algumas coisas para mim, agora que já estou me acostumando a usar.

Shawn espera pacientemente na minha cama enquanto seco os cabelos, enrolando um pouco as pontas. Paro para dar um beijo em seu rosto antes de me maquiar.

“O que você está a fim de fazer hoje?” Termino de passar o rímel e dou uma última ajeitada nos cabelos.

“A faculdade fez bem para você, Mila. Está mais linda do que nunca”, comenta Shawn. “Não sei, que tal ir a um parque ou coisa do tipo e depois sair para jantar?”

Olho para o relógio. Sério que já é quase uma da tarde? Mando uma mensagem para Ariana avisando que vou passar o dia fora, e ela responde que só volta amanhã. Praticamente mora na república de Lauren nos fins de semana. Shawn abre a porta do passageiro de seu Toyota.

Seus pais fizeram questão de comprar para ele um carro seguro, o último modelo. O interior do veículo é impecável, nada de pilhas de livros nem roupas sujas. Passeamos pela região até encontrar um parque, o que não demora muito. É um lugar pequeno e tranquilo, com um gramado um pouco amarelado e algumas árvores.

Quando estacionamos, Shawn pergunta:

“Ei, quando você vai começar a procurar um carro?”.

“Acho que nesta semana. Vou me candidatar a alguns empregos também.” Não faço menção ao estágio na editora que Lauren me prometeu. Não sei se a oferta ainda está de pé, e não diria nada para Shawn nem se soubesse.

“Que ótima notícia. Se precisar de ajuda para qualquer um dos dois, é só me avisar”, ele se prontifica.

Caminhamos pelo parque e nos sentamos a uma mesa de piquenique. Na maior parte do tempo quem fala é Shawn, e eu só balanço a cabeça. Várias vezes me desligo da conversa, mas ele parece nem perceber. Andando mais um pouco, chegamos à beira de um riacho. Dou uma risadinha em virtude da ironia da situação, e Shawn me olha com cara de interrogação.

“Quer entrar?”, pergunto, sem saber por que estou tentando enfatizar ainda mais um momento embaraçoso.

“Nessa água aí? Sem chance”, ele diz, aos risos, e sinto uma pontada de desânimo, repreendendo mentalmente a mim mesma. Preciso parar de ficar comparando Shawn e Lauren.

“Estava só brincando”, minto, e começo a puxá- lo pela trilha.

Quando saímos do parque já são sete horas, então decidimos pedir uma pizza e voltar ao meu quarto para ver um clássico: Meg Ryan se apaixonando por Tom Hanks ao ouvir sua voz em um programa de rádio. Quando a pizza chega, estou morrendo de fome e como quase tudo sozinha.

Em minha defesa, posso dizer que passei o dia todo sem pôr praticamente nada no estômago.

Na metade do filme, meu celular toca, e Shawn pega o aparelho para mim. “Quem é Austin?”, ele pergunta. Não existe nem um pingo de desconfiança em sua voz, só curiosidade. Ele nunca fez o tipo ciumento e nunca precisou.

Pelo menos até agora , meu subconsciente me lembra.

“É um amigo da faculdade”, digo antes de atender. Por que Austin me ligaria? Ele nunca me telefonou para tratar de assuntos que não fossem relacionados às aulas.

“Mila?”, Austin fala bem alto.

“Oi. Está tudo bem?”

“Hã, na verdade não. Sei que Shawn está por aí, mas...” Ele hesita.

“O que aconteceu, Austin?” Meu coração dispara. “Você está bem?”

“Estou, não é nada comigo. É Lauren.” O pânico toma conta de mim.

“L-Lauren?”, pergunto gaguejando.

“É, se eu passar o endereço você pode vir até aqui, por favor?” Escuto o som de alguma coisa arrebentando ao fundo. Levanto da cama em um pulo e calço os sapatos antes mesmo de me dar conta do que estou fazendo. Shawn também se levanta, quase que por solidariedade.

“Austin, Lauren está fazendo alguma coisa com você?” Minha mente não consegue entender o que está acontecendo.

“Não, não”, ele responde.

“Manda o endereço”, peço, e em seguida escuto outra pancada.

Eu me viro para Shawn. “Vou precisar do seu carro.”

Ele olha para mim. “O que está acontecendo?”

“Não sei... alguma coisa com Lauren. Me dê a chave”, peço. Ele enfia a mão no bolso, pega a chave e diz:

“Vou com você”. Mas arranco a chave da mão dele e faço que não com a cabeça.

“Não, você não... Preciso ir sozinha.”

Minhas palavras o magoam. Ele parece chateado mesmo. Sei que não é certo deixá-lo sozinho, mas a única coisa que passa pela minha cabeça no momento é que preciso ir até Lauren.
 


Notas Finais


tive que escrever tudo de novo pq o site bugou ksskks


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