História After - Depois da verdade (Fillie) - Capítulo 22


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Categorias Stranger Things
Personagens Billy Hargrove, Bob Newby, Chefe Jim Hopper, Dr. Martin Brenner, Dustin Henderson, Eleven (Onze), Jonathan Byers, Joyce Byers, Kali "Eight" (Oito), Karen Wheeler, Lucas Sinclair, Maxine "Max" Mayfield / "Madmax", Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Personagens Originais, Sam Owens, Steve Harrington, Will Byers
Tags Fillie, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Stranger Things
Visualizações 404
Palavras 811
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Literatura Feminina, Orange, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi de novo. Meu capítulo favorito dessa temporada ❤️

Capítulo 22 - CAPÍTULO 20


FINN


“Finn.” A voz de Millie é suave.

Resmungo e puxo o braço que está sob seu corpo.

Pego o travesseiro e cubro o rosto. “Está cedo demais para levantar.”

“A gente foi dormir tarde e está na hora de se

arrumar.” Ela arranca o travesseiro da minha mão e joga

no chão.

“Fica na cama comigo. Vamos cancelar.” Pego o

braço dela, e Millie rola de lado, encaixando o corpo no meu

“Não dá para cancelar o Natal.” Ela dá risada e cola

os lábios no meu pescoço. Mexo o corpo junto ao dela,

empurrando os quadris contra os seus, e ela se afasta,

rindo. “Ah, não, nem vem.” Em seguida, empurra o meu

peito com as mãos para impedir que eu suba em cima dela

Millie sai da cama, me deixando sozinho. Penso em

segui-la até o banheiro, não para fazer qualquer coisa, só para estar perto dela. Mas a cama está tão quentinha,

acabo ficando. Ainda estou perplexo com o fato de que

ela esteja aqui. Seu perdão e sua aceitação nunca vão

deixar de me surpreender.

Passar o Natal com ela também vai ser diferente.

Nunca liguei para esse tipo de feriado, mas ver a forma

como o rosto de Millie se ilumina por causa de uma

árvore idiota com enfeites de preços abusivos torna a

coisa toda um pouco mais tolerável. A presença da minha

mãe também não é nada mal. Millie parece adorá-la, e

minha mãe está quase tão obcecada com a minha

namorada quanto eu.

Minha namorada. Millie é a minha namorada de

novo, e vou passar o Natal com ela — e a minha família

desajustada. Que diferença do ano passado, quando

passei o Natal completamente chapado. Poucos minutos

depois, me forço a sair da cama e vou até a cozinha.

Café. Preciso de café.

“Feliz Natal”, diz minha mãe, quando entro na cozinha

“Para você também.” Passo por ela no caminho até a geladeira.

“Fiz café”, diz.

“Estou vendo.” Pego o cereal em cima da geladeira e

vou até a cafeteira.

“Finn, desculpe pelo que disse ontem. Sei que

ficou chateado quando concordei com a mãe da Millie,

mas você tem que ver o meu lado.”

A questão é que eu vejo o lado dela, mas não é papel

dela dizer para Millie me deixar. Depois de tudo por que

passamos, precisamos de alguém do nosso lado. Parece

que somos só eu e ela, lutando contra todo mundo, e

preciso da minha mãe do nosso lado.

“É que o lugar dela é comigo, mãe, e em mais lugar

nenhum. Só comigo.” Pego uma toalha para limpar o

café que escorreu da caneca. O líquido marrom mancha

a toalha branca, e quase posso ouvir a voz de Millie me

repreendendo por usar a toalha errada.

“Sei disso, Finn. Agora eu sei. Sinto muito.”

“Eu também. Desculpa ser um idiota o tempo todo.

Não é a minha intenção.”

Ela parece surpresa com as minhas palavras. Acho que entendo por quê. Nunca peço desculpas, não

importa se estou certo ou errado. Esse é o meu

problema, acho — ser um idiota e não assumir as

consequências.

“Está tudo bem, vamos esquecer isso. E aproveitar o

maravilhoso Natal na casa do seu amável pai.” Ela sorri,

com o sarcasmo evidente na voz.

“É, vamos esquecer.”

“É. Vamos. Não quero que a confusão de ontem

estrague o dia de hoje. Entendo melhor agora a situação

toda. Sei que você é apaixonado por ela, Finn, e posso

ver que está aprendendo a ser um homem melhor. Ela

está ensinando você, e isso me deixa muito feliz.” Minha

mãe leva as mãos ao peito, e eu reviro os olhos. “De

verdade, estou muito feliz por você”, diz.

“Obrigado.” Desvio o olhar. “Eu te amo, mãe.” Essas

palavras provocam um estranho gosto na minha boca,

mas a expressão no rosto dela faz valer a pena.

Minha mãe solta um suspiro de susto. “O que foi que

você disse?” Ao ouvir as palavras que nunca falo, as

lágrimas se acumulam em seus olhos. Não sei o que me fez dizer isso agora, talvez o reconhecimento de que ela

de fato só quer o melhor para mim. Talvez o fato de

estar aqui agora e por ter desempenhado um papel tão

importante no perdão de Millie. Não sei, mas a

expressão em seu rosto me faz desejar que eu tivesse

dito isso antes. Ela lidou com um monte de merda e

tentou o máximo que pôde ser uma boa mãe para mim

— e merece o simples prazer de ouvir o único filho dizer

que a ama mais do que uma vez em treze anos.

Eu tinha tanta raiva — ainda tenho —, mas não é culpa dela. Nunca foi.

“Eu te amo, mãe”, repito, um pouco envergonhado.

Ela me puxa em seus braços e me abraça mais

apertado, mais apertado do que eu normalmente permitiria

“Ah, Finn, também te amo. Muito, filho.”


Notas Finais


2/10


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