História After - Depois da verdade (Fillie) - Capítulo 25


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Categorias Stranger Things
Personagens Billy Hargrove, Bob Newby, Chefe Jim Hopper, Dr. Martin Brenner, Dustin Henderson, Eleven (Onze), Jonathan Byers, Joyce Byers, Kali "Eight" (Oito), Karen Wheeler, Lucas Sinclair, Maxine "Max" Mayfield / "Madmax", Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Personagens Originais, Sam Owens, Steve Harrington, Will Byers
Tags Fillie, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Stranger Things
Visualizações 354
Palavras 1.244
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Literatura Feminina, Orange, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente se tiver alguma coisa errada, nomes e tal, perdão. É que não tô tendo tempo de revisar

Capítulo 25 - CAPÍTULO 23


Finn nem sequer estremece enquanto limpo suas

feridas. Mergulho a toalha de volta na pia cheia d’água,

tentando diluir o sangue no tecido branco. Ele ergue os

olhos para mim. Está sentado na borda da banheira, e eu,

de pé entre suas pernas. Ele levanta as mãos mais uma vez

“A gente precisa colocar alguma coisa no seu

polegar”, aviso a ele, torcendo a toalha encharcada.

“Vai ficar tudo bem”, responde ele.

“Não, olha como está fundo”, insisto. “A pele já é só

cicatriz, e você fica abrindo de novo.”

Ele não diz nada, apenas observa meu rosto.

“O que foi?”, pergunto.

Abro o ralo da pia, para escorrer a água cor-de-rosa,

e espero por sua resposta. “Nada…”, mente ele.

“Fala.”

“Não acredito que você ainda me aguenta”, diz.

“Nem eu.” Abro um sorriso. Ele faz uma cara feia.

“Mas vale a pena”, acrescento, com sinceridade. Finn

sorri, e levo a mão ao seu rosto, alisando sua covinha

com o polegar.

Seu sorriso fica mais largo. “Claro que sim”, ele

responde e se levanta. “Preciso de um banho.” Finn

tira a camisa e se inclina para abrir o chuveiro.

“Vou para o quarto então”, digo a ele.

“Ué… por quê? Vem tomar um banho comigo.”

“A sua mãe está logo ali na sala”, explico calmamente

“E daí… é só um banho. Por favor?”

Não sei dizer não para ele; e Finn sabe disso. O

sorriso em seu rosto depois do meu suspiro de derrota é a prova.

“Abre meu vestido?”, peço e viro as costas para ele.

Levanto o cabelo, e seus dedos encontram o zíper

imediatamente. Quando o tecido verde bate no chão,

Finn comenta: “Gosto desse vestido”.

Ele tira a calça e a cueca, e eu tento não olhar para o

seu corpo ao deslizar as alças do sutiã pelos braços. Quando

fico completamente nua, Finn entra no chuveiro e estende a mão para mim. Seus olhos percorrem o meu

corpo e param em minhas coxas, franzindo a testa.

“O que foi?” Tento me cobrir com os braços.

“O sangue. Está em você.” Aponta para algumas

leves marcas vermelhas.

“Não tem problema.” Pego a esponja e limpo o

sangue da pele.

Ele tira a esponja de mim e enche de sabão. “Deixa

comigo.” Finn se ajoelha, e a visão dele diante de mim

me deixa arrepiada. A esponja se move para cima e para

baixo em minhas coxas, em círculos lentos. Esse menino

tem uma conexão direta com meus hormônios. Ele

aproxima o rosto da minha pele, e tento não me

contorcer à medida que seus lábios tocam meu quadril

do lado esquerdo. Finn mantém uma das mãos na

parte de trás da minha coxa, me segurando no lugar,

enquanto repete seus movimentos na coxa direita. “Me

passa o chuveiro”, diz ele, interrompendo meus

pensamentos pervertidos.

“O quê?”

“Me passa o chuveiro”, repete.

Faço que sim com a cabeça e solto o chuveiro do

suporte para entregar a ele. Me encarando com um

brilho nos olhos e água pingando da ponta do nariz,

Finn vira o chuveiro e aponta diretamente para a minha barriga

“O quê… o que você está fazendo?”, murmuro,

enquanto ele vai descendo o chuveiro. A água quente

golpeia a minha pele, e eu fico só olhando, ansiosa.

“Está gostoso?”

Faço que sim com a cabeça.

“Se está bom agora, o que vai achar quando eu

descer um pouquinho mais…?” Cada célula do meu

corpo se acende, dançando sob minha pele à medida que

Finn me provoca de um jeito torturante. Tenho um

sobressalto quando a água me atinge, e Finn sorri.

A água é tão gostosa, muito melhor do que jamais

imaginei que pudesse ser. Meus dedos se enrolam em

seu cabelo, e eu mordo o lábio inferior para abafar os

gemidos. A mãe dele está na sala, mas não consigo fazê-

lo parar — é uma delícia.

“E então?”, Finn exige uma resposta.

“É bom… não para”, ofego, e ele ri, trazendo o jato

mais para perto de mim, para aumentar a pressão.

Quando sinto a língua macia de Finn deslizar sob a

água, quase perco o equilíbrio. É demais, a língua me

lambendo junto com a pulsação da água fazem meus

joelhos fraquejarem.

“Finn… Não…” Não sei o que estou tentando

dizer, mas, quando ele acelera os movimentos de sua

língua, puxo seu cabelo, com força. Minhas pernas

começam a tremer, e Finn solta o chuveiro para usar

ambas as mãos para me segurar. “Porra…”, xingo

baixinho, na esperança de que o barulho da água abafe

meus gemidos. Sinto seu sorriso junto de mim enquanto

ele continua a me levar ao delírio. Fecho os olhos com

força e deixo o prazer tomar meu corpo.

Finn afasta a boca apenas por tempo suficiente

para dizer: “Vai, linda, goza para mim”.

E é exatamente isso que eu faço.

Quando abro os olhos, ele ainda está ajoelhado,

segurando o pau duro e grosso entre os dedos. Ainda

tentando recuperar o fôlego, fico de joelhos. Seguro-o em minha mão, acariciando-o.

“Fica de pé”, ordeno, calmamente. Ele assente, as

pálpebras pesadas, e levanta. Coloco-o na boca,

lambendo a pontinha.

“Cacete…” Ele prende a respiração, e giro a língua

ao redor dele. Passo os braços em volta de suas pernas,

para manter o equilíbrio no chão molhado, e enfio seu

pau fundo em minha boca. Finn enterra os dedos em

meu cabelo molhado, me mantendo parada enquanto

move os quadris, entrando na minha boca. “Ah, eu podia

ficar enfiando na sua boca por horas.”

Ele começa a se mover mais depressa, e eu solto um

gemido. Suas palavras me fazem aumentar a sucção dos

lábios, e ele fala outro palavrão. A forma animalesca

como ele usa minha boca é nova. Ele está no controle

total, e estou adorando.

“Vou gozar na sua boca, linda.” Finn puxa meu

cabelo um pouco mais, e posso sentir os músculos de

suas pernas rijos sob minhas mãos, e ele exclama meu

nome várias vezes quando chega ao clímax em minha garganta.

Depois de algumas respirações irregulares, ele me

ajuda a ficar de pé e beija minha testa. “Acho que

estamos limpos agora.” Sorri, lambendo os lábios.

“Eu diria que sim”, respondo, recuperando o fôlego,

e pego o xampu.

Assim que estamos de fato limpos e prontos para

sair, corro as mãos pelo seu abdome, seguindo o

desenho do crânio em sua barriga. Minha mão desce um

pouco mais; Finn, no entanto, impede seu avanço.

“Sei que sou irresistível, mas minha mãe está logo ali

na sala. Tenha um pouco de autocontrole, mocinha”,

brinca ele, e dou um tapa em seu braço antes de sair do

banho e pegar uma toalha.

“Isso vindo de alguém que acabou de…” Fico

vermelha, incapaz de terminar a frase.

“Você gostou, não é?” Ele ergue a sobrancelha, e eu

reviro os olhos.

“Vai buscar minhas roupas no quarto”, peço num

tom autoritário.

“Sim, senhora.” Ele envolve a toalha na cintura e sai

do banheiro cheio de vapor. Enrolo o cabelo na toalha e limpo o espelho com a mão.

O Natal foi caótico e estressante. Eu provavelmente

devia ligar para Noah mais tarde, mas primeiro quero

falar com Finn sobre essa ideia de voltar para a

Inglaterra depois da faculdade. Ele nunca falou disso antes

“Toma.” Finn me entrega uma pilha de roupas e

me deixa me arrumar em paz no banheiro. Fico feliz de

encontrar um conjunto de calcinha e sutiã de renda junto

com a camiseta preta e a calça de moletom. Uma

calcinha limpa, porque a de hoje está suja de sangue.


Notas Finais


5/10


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