História After - Depois da verdade (Fillie) - Capítulo 27


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Categorias Stranger Things
Personagens Billy Hargrove, Bob Newby, Chefe Jim Hopper, Dr. Martin Brenner, Dustin Henderson, Eleven (Onze), Jonathan Byers, Joyce Byers, Kali "Eight" (Oito), Karen Wheeler, Lucas Sinclair, Maxine "Max" Mayfield / "Madmax", Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Personagens Originais, Sam Owens, Steve Harrington, Will Byers
Tags Fillie, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Stranger Things
Visualizações 449
Palavras 1.271
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Literatura Feminina, Orange, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 27 - CAPÍTULO 25


Depois que o apartamento está limpo de acordo com

os meus padrões, vou ao mercado comprar absorvente e

mais algumas coisas, para o caso de Eric, Karine e

Noah aparecerem. Finn tentou vir, mas eu sabia que

ele iria ficar implicando comigo o tempo todo por causa

do absorvente, então pedi que ficasse em casa.

Quando volto, ele está sentado no mesmo lugar no

sofá. “Já ligou para o seu pai?”, pergunto da cozinha.

“Não… Estava esperando você”, ele responde, vai

até a cozinha e senta à mesa com um suspiro. “Vou ligar

agora.”

Faço que sim com a cabeça e sento na frente dele,

enquanto ele leva o telefone ao ouvido.

“Hã… oi”, diz Finn. Em seguida, liga o viva-voz e

põe o celular na mesa entre nós.

“Finn?” Eric parece surpreso.

“É… hã, então, queria saber se você quer vir aqui ou

coisa do tipo.”

“Ir aí?”

Finn olha para mim, e sei que está perdendo a

paciência. Coloco a mão sobre a sua na mesa e faço um

sinal de encorajamento.

“É… você, Karine e Noah. A gente pode trocar os

presentes, já que não fez isso ontem. Minha mãe já foi”,

diz ele.

“Tem certeza?”, Eric pergunta ao filho.

“Acabei de convidar, não foi?”, responde Finn, e

eu aperto sua mão. “Quer dizer… é, tenho”, ele se

corrige, e eu sorrio.

“Tudo bem. Preciso falar com a Karine, mas sei que

ela vai gostar da ideia. Que horas é melhor para você?”

Finn olha para mim. Respondo duas

silenciosamente com os lábios, e ele repassa a resposta

ao seu pai.

“Certo… então, nos vemos às duas.”

“Millie vai mandar o endereço para o Noah”, diz

Finn e desliga.

“Não foi tão ruim, não é?”, pergunto.

Ele revira os olhos. “Claro.”

“Que roupa que eu uso?”

Ele aponta para a minha calça jeans e a camiseta da

WCU. “Essa.”

“De jeito nenhum. Este é o nosso Natal.”

“Não, é o dia depois do Natal, então você pode usar

jeans.” Ele sorri e brinca com o piercing do lábio.

“Não vou usar jeans.” Dou risada e vou até o quarto

para decidir o que vestir.

Estou de pé diante do espelho, segurando o vestido

branco na minha frente, quando Finn entra no quarto.

“Acho que você não devia usar branco.” Ele sorri.

“Pelo amor de Deus, para com isso!”, imploro.

“Você fica linda quando está com vergonha.”

Pego meu vestido vinho no closet. Ele traz muitas

memórias; foi o que usei na minha primeira festa da

fraternidade, com Sadie. Tenho saudade dela, apesar de

toda a raiva que sinto… sentia… dela. Ainda me sinto

traída, mas, por outro lado, Sadie não estava errada

quando disse que não era justo que eu perdoasse Finn,

mas não ela.

“Em que você está pensando?”, pergunta Finn.

“Nada… Só estava pensando na Sadie.”

“O que tem ela?”

“Não sei… Tenho saudade dela, um pouco. Você tem

saudade dos amigos?”, pergunto. Desde que escreveu a

carta Finn não fala deles.

“Não.” Finn dá de ombros. “Prefiro ficar com

você.”

Gosto de sua sinceridade, mas comento: “Você pode

ficar com eles também”.

“Acho que sim. Não sei; não gosto deles mesmo. E

você iria querer ficar perto deles… depois de tudo?”

Seus olhos se concentram no chão.

“Não sei… mas posso pelo menos tentar, para ver o

que acontece. Mas a Íris não.” Faço uma cara feia.

Ele me lança um olhar malicioso. “Mas vocês duas

são tão amigas.”

“Argh, chega de falar dela. O que você acha que eles

vão fazer no Ano-Novo?”, pergunto. Não sei como vai

ser sair com os amigos dele, mas sinto falta de ter

amigos, ou do que pareciam ser amigos.

“Provavelmente vão para uma festa. Logan está

obcecado com esse lance de Ano-Novo… Tem certeza

de que quer sair com eles?”

Abro um sorriso. “Tenho… se der errado, ano que

vem a gente fica em casa.”

Finn arregala os olhos quando menciono o ano que

vem, mas finjo não perceber. Preciso que a nossa

segunda tentativa de Natal seja pacífica. Estou me

concentrando no dia de hoje.

“Preciso preparar alguma comida. Devia ter marcado

para as três; já é meio-dia, e não fiz nada.” Esfrego as

mãos no rosto sem maquiagem.

“Pode se arrumar, eu faço alguma coisa…”, diz

Finn e sorri. “Só toma cuidado de comer só o que eu

colocar no seu prato.”

“Que bonitinho, brincando de envenenar o próprio

pai”, ironizo. Ele dá de ombros e se afasta. Lavo o rosto

e passo uma maquiagem leve antes de fazer um rabo de

cavalo e enrolar as pontas. Quando termino de me vestir,

um cheiro maravilhoso de alho vem da cozinha.

Quando me junto a Finn, vejo que ele preparou

duas travessas de frutas e legumes e já colocou a mesa.

Estou realmente impressionada com o que fez, mas

tenho que lutar contra a vontade de rearrumar algumas

coisas. Estou muito feliz que ele se disponha a convidar

o pai para o nosso apartamento, e ainda mais aliviada de

que pareça estar de bom humor hoje. Dou uma olhada no

relógio; nossas visitas vão chegar em meia hora, então

preciso começar a limpar a pequena bagunça que Finn

fez preparando a comida e deixar o apartamento

impecável de novo.

Passo os braços em volta de sua cintura enquanto ele

está na frente do fogão. “Obrigada por fazer tudo isso.”

Ele dá de ombros. “Não é nada.”

“Tudo bem?”, pergunto, soltando os braços para

virá-lo de frente para mim.

“Tudo… Tudo bem.”

“Tem certeza de que não está nem um pouco

nervoso?” Sei que está.

“Não… quer dizer, só um pouco. É muito estranho

imaginar ele aqui, sabe?”

“Sei. Estou muito orgulhosa que você tenha convidado.” Aperto a bochecha contra seu peito, e ele

me abraça pela cintura.

“Está?”

“Claro que estou, lin… Finn.”

“O que foi isso… o que você ia dizer?”

Escondo o rosto. “Nada.” Não sei de onde veio essa

vontade súbita de usar apelidos, mas é algo

constrangedor.

“Fala”, murmura ele, levantando meu queixo para me

fazer sair da toca.

“Não sei por quê, mas quase chamei você de ‘lindo’

de novo.” Mordo o lábio inferior, e o sorriso dele se abre

ainda mais.

“Tudo bem, pode chamar”, diz Finn.

“Você vai tirar sarro de mim.” Dou um sorriso

amarelo.

“Não, não vou. Chamo você de ‘linda’ o tempo

todo.”

“É… mas é diferente com você.”

“Como assim?”

“Não sei… é… mais sensual, sei lá, quando você fala… mais romântico. Não sei.” Fico vermelha.

“Você está muito tímida hoje.” Ele sorri e me dá um

beijo na testa. “Mas eu gosto. Vai, fala.”

Dou um abraço apertado nele. “Tudo bem.”

“Tudo bem, o quê?”

“Tudo bem… lindo.” A palavra deixa um gosto

estranho na boca.

“De novo.”

Deixo escapar um gritinho de surpresa, quando

Finn me ergue e me coloca sobre a bancada fria e fica

de pé entre as minhas pernas. “Tudo bem, lindo!”,

repito.

Suas faces estão mais rosadas do que o habitual.

“Adorei isso. É… como foi que você falou? Sensual e

romântico?” Ele sorri.

De repente, sou tomada por uma coragem que me

faz falar de novo. “É mesmo, lindo?” Sorrio e mordo o

lábio mais uma vez.

“É… incrivelmente sexy.” Ele aperta os lábios contra

o meu pescoço, e eu estremeço ao sentir suas mãos

subindo minhas coxas. “Não pense que isso vai me manter afastado.” Seus dedos desenham círculos sobre

minhas meias pretas.

“Pode ser que as meias não, mas a… você sabe…

vai.”

Uma batida na porta me faz dar um pulo, e Finn

sorri e pisca para mim. Enquanto caminha até a porta,

diz para mim por sobre o ombro: “Ah, linda… não vai, não”.


Notas Finais


7/10 acham que essa visita vai dar merda?


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