História After - Jikook. - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook
Visualizações 485
Palavras 1.032
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Saga, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


ESTOY AQUÍ
BOA LEITURA

Capítulo 13 - Capítulo 13


O restante do fim de semana passa rápido, e consigo evitar Jungkook. Na manhã de domingo saio para fazer compras antes que apareça e quando volto ele aparentemente já foi.

Minhas novas roupas enchem minha pequena cômoda até a boca, mas a voz irritante de Jungkook passa pela minha cabeça. Você sabe que estamos indo para uma festa, e não para a igreja, certo, Park?

Acho que ele diria o mesmo sobre as novas roupas, mas decido que não vou mais acompanhar Namjoon nas festas, ou em qualquer outro lugar em que Jungkook possa estar. Ele não é boa companhia, e ficar o tempo todo me estranhando com alguém é cansativo. Finalmente chega a segunda-feira, meu primeiro dia de aula, e não poderia estar mais preparado. Acordo bem cedo para poder tomar banho sem pressa e sem garotos por perto. Minha camisa branca e minha calça preta estão impecavelmente passadas e prontas para usar. Eu me visto e ponho a mochila nas costas. Já estou quase saindo — uns quinze minutos antes da hora, para não chegar atrasado — quando o despertador de Namjoon toca. Ele aperta o botão de soneca, e fico pensando se não é melhor acordá-lo. Mas suas aulas podem começar mais tarde que as minhas, ou ele pode estar planejando não ir. A ideia de faltar no primeiro dia de aula me deixa apavorado, mas ele está no segundo ano, deve saber o que está fazendo.

Depois de uma última espiada no espelho, vou para minha primeira aula. Estudar o mapa do campus se revela uma boa ideia, e encontro o primeiro prédio ao qual devo ir em menos de vinte minutos. Quando entro na sala da aula de história, a classe está vazia, a não ser por uma única pessoa. Como se trata de alguém que também se preocupa em ser pontual, me sento ao seu lado. Ele pode se tornar meu primeiro amigo por aqui. 

“Onde está todo mundo?”, pergunto, e ele sorri, de uma forma que me deixa imediatamente à vontade.

“Provavelmente correndo pelo campus para conseguir chegar aqui em cima da hora” , ele brinca, e nossa conexão é imediata. Era exatamente isso que eu estava pensando.

“Meu nome é Park Jimin”, digo, abrindo um sorriso simpático.

“ SeokJin, mais me chame de Jin ”, ele se apresenta, abrindo um sorriso adorável. Passamos o restante do tempo antes do início da aula conversando. Ele quer se formar em inglês, assim como eu, e tem uma namorado chamada Jackson. Não tira sarro de mim nem altera seus modos quando conto que Taehyung é mais novo que eu. Quando a sala começa a se encher, Jin e eu fazemos questão de nos apresentar para o professor.

À medida que o dia passa, começo a me arrepender de ter escolhido cursar cinco matérias em vez de quatro. Tenho que correr para chegar à aula de literatura britânica, optativa, quase chego atrasada e dou graças a Deus por ser a última do dia. Fico aliviado quando vejo Jin sentado na primeira fila, e um lugar vazio ao seu lado.

“Oi de novo”, ele diz com um sorriso quando me sento.

O professor dá início à aula distribuindo a programação do semestre e falando um pouco sobre ele, sobre o que o levou a começar a dar aulas e sobre seu amor pela literatura. Fico feliz com o fato de a faculdade ser diferente do ensino médio e de os professores não obrigarem os alunos a se apresentar diante da sala ou fazer coisas embaraçosas e desnecessárias.

No meio da explicação sobre nossa lista de leituras, a porta se abre, e eu me pego soltando um resmungo ao ver Jungkook entrando na sala.

“Que beleza”, digo baixinho para mim mesma, em tom sarcástico.

“Você conhece Jungkook?”, Jin pergunta. Ele deve ser bem famoso no campus para que alguém como Jin saiba quem ele é.

“Mais ou menos. Meu colega de quarto é amigo dele. Mas não sou muito fã do cara, não”, cochicho.

Nesse momento, os olhos  de Jungkook se voltam para mim, e fico com medo de que tenha ouvido. Mas e daí se tiver? Sinceramente, não faz diferença — a essa altura já ficou claro que não gostamos um do outro.

Fico curioso para saber o que Jin tem a dizer sobre ele, e não consigo deixar de perguntar: “Vocês se conhecem?”.

“Sim… ele é…” Jin para de falar e dá uma olhadinha para trás. Levanto a cabeça e vejo Jungkook se acomodar na carteira ao meu lado. Jin fica em silêncio o restante da aula, sem tirar os olhos do professor.


“Por hoje é só. Vejo vocês na quarta”, diz o professor Hill, dispensando a classe.

“Acho que essa vai ser minha aula favorita”, digo para Jin quando saímos, e ele concorda. Mas sua expressão muda totalmente quando percebemos que Jungkook  está caminhando ao nosso lado.

“O que você quer, Jungkook?”, pergunto, dando a ele um gostinho do próprio veneno. Mas pelo jeito não funciona, não sou enfático o suficiente, porque ele parece se divertir com minha reação.

“Nada. Nada. Só estou contente porque vamos fazer uma matéria juntos”, ele ironiza, passando as mãos pelos cabelos e os afastando da testa. Percebo a existência de um símbolo do infinito com um desenho um pouco incomum na altura de seu pulso, e ele baixa a mão no momento em que tento observar as tatuagens ao redor.

“A gente se fala, Jimin”, diz Jin, afastando-se.

“Você conseguiu fazer amizade com o maior otário da classe”, comenta Jungkook  quando ele vai embora.

“Até parece! Ele é um cara legal, ao contrário de você.” Fico chocado com minhas próprias palavras. Jungkook tem mesmo a capacidade de despertar o que existe de pior em mim. Jungkook vira a cabeça para o outro lado. 

“E você está ficando mais intratável a cada conversa que temos, Park.”

“Se me chamar de Park mais uma vez…”, ameaço, e ele dá risada. Tento imaginar como ele seria sem as tatuagens e os piercings. Mesmo com tudo aquilo em cima do corpo, é muito bonito, mas sua personalidade desagradável estraga tudo.

Começamos a caminhar juntos na direção do meu alojamento, mas depois de uns vinte passos ele grita de repente: “Para de me olhar desse jeito!”, dá meia-volta e desaparece por outro caminho antes que eu possa pensar em uma resposta.

Mais...?


Notas Finais


Só pra avisar
Fui assaltada e tô usando o celular do meu Appa.

Espero que tem gostado.


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