História After - Ruggarol - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna
Personagens Karol Sevilla, Personagens Originais, Ruggero Pasquarelli
Tags Ruggarol
Visualizações 195
Palavras 913
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa Leitura...
N/A:Bella

Capítulo 22 - Capitulo 21


O café da manhã com Lionel e minha mãe é uma tortura. Ela não para de falar sobre minha "noite de loucura" e não perde a chance de perguntar se estou cansada ou de ressaca. É óbvio para mim que aquela foi uma noite incomum, e não preciso ser lembrada disso a cada momento. 

Será que minha mãe sempre foi assim?

 Sei que ela só quer meu bem, mas acho que seu comportamento piorou agora que entrei na faculdade. Ou então passar uma semana longe de casa me deu uma nova perspectiva em relação a ela.

"Onde podemos ir fazer compras?", Lionel pergunta entre uma garfada e outra da panqueca, e eu respondo dando de ombros. 

Preferia que ele tivesse vindo sozinho. Adoraria passar um tempo com ele. Preciso pedir que pare de contar cada detalhe da minha vida para minha mãe, principalmente os mais comprometedores. Se estivéssemos sozinhos isso também seria mais fácil.

"Acho que podemos ir até o shopping aqui perto. Na verdade, ainda não conheço muito bem a região", digo, cortando os últimos pedaços da torrada.

"Já decidiu onde quer trabalhar?", Lionel pergunta.

"Ainda não. Em uma livraria, talvez. O que eu queria mesmo era conseguir um estágio, ou alguma coisa na área editorial que envolva escrita",revelo, provocando um sorriso orgulhoso no rosto da minha mãe.

"Isso seria ótimo, um lugar onde você possa trabalhar até se formar e depois ser efetivada", ela concordou, abrindo outro sorriso.

"Pois é, seria o ideal", respondo, fazendo força para não dar uma resposta sarcástica. 

Lionel percebe minha reação e me oferece um aperto de mão solidário por baixo da mesa.Quando ponho o garfo na boca, o toque do metal me faz lembrar do piercing de Ruggero. Fico paralisada por um instante.

 Liomel percebe essa minha reação e me encara com um olhar de interrogação no rosto.Preciso parar de pensar em Ruggero. Agora mesmo.

 Abro um sorriso para Lionel e puxo sua mão até minha boca para beijá-la.

Depois do café da manhã, vamos no carro da minha mãe até o Benton Mall, que é gigantesco e está lotado.

 "Vou dar uma passada na Nordstrom e ligo para vocês quando terminar", ela diz, para meu alívio.

 Lionel segura minha mão e passeamos por uma porção de lojas. Ele me conta sobre seu jogo de futebol na sexta-feira, no qual fez o gol da vitória. Escuto tudo com atenção, então digo que é uma ótima notícia.

"Você está bonito hoje", comento, e ele sorri.

 Seu sorriso branco e perfeito é adorável. Ele está usando um cardigã vinho, calça cáqui e mocassins. Pois é, ele usa mesmo mocassins, mas são bonitos e combinam com ele.

"Você também, Karol", ele diz, e eu faço uma careta.

 Sei que estou um caco, mas ele é gentil e não menciona isso. Ao contrário de Ruggero, que não hesitaria em fazer um comentário deselegante. 

Argh,Ruggero.

 Tentando desesperadamente tirar meus pensamentos do grosseirão, puxo Lionel mais para perto pela gola do cardigã. Quando vou beijá-lo, ele sorri e se afasta.

"O que você está fazendo, Karol? Está todo mundo olhando." Lionel aponta para um grupo de adultos que experimentam óculos escuros em um quiosque.

Dou de ombros. 

"Está nada. Mas e se estivesse?"

 Eu não me importo;normalmente me importaria, mas preciso que ele me beije.

 "Me dá um beijo,por favor", eu quase imploro.

Ele provavelmente vê o desespero nos meus olhos, porque puxa meu queixo para cima e me dá um beijo suave e carinhoso. Sua língua mal toca a minha, mas mesmo assim é bom. Um toque afetuoso e familiar. Fico esperando que um fogo se acenda dentro de mim, porém nada acontece.

Não dá para comparar Lionel com Ruggero. Ele é meu namorado, meu amor, e Ruggero é um babaca que está toda hora com uma garota diferente.

"O que deu em você?", Lionel pergunta quando tento puxar seu corpo para junto do meu.

Fico vermelha e balanço a cabeça.

 "Nada, só estava com saudade",respondo. 

Ah… e eu traí você ontem à noite, acrescenta meu subconsciente.Ignorando essa parte, digo: 

"E, Lionel, você pode parar de contar para minha mãe tudo o que eu faço? Não gosto disso. É legal que sejam próximos, mas fico me sentindo uma criancinha quando você me dedura desse jeito". 

Tirar aquele peso dos meus ombros me dá uma sensação boa.

"Karol, desculpa. Eu só estava preocupado com você. Prometo que não vou mais fazer isso. De verdade." Ele me abraça e beija minha testa, e sei que está sendo sincero.

O restante do dia é bem melhor que a manhã, principalmente porque minha mãe me leva a um salão de beleza para cortar os cabelos. Eles continuam chegando até as costas, mas o novo corte dá mais volume e fica muito mais bonito. 

Lionel me enche de elogios durante todo o caminho até o campus, e tudo parece voltar ao seu devido lugar. Eu me despeço dos dois na entrada do alojamento, prometendo mais uma vez me manter a quilômetros de qualquer pessoa tatuada. 

Quando entro no quarto, sinto uma pontada de decepção ao encontrá-lo vazio, mas não sei se quem esperava encontrar era Malena ou outra pessoa.

Não me preocupo nem em tirar os sapatos para deitar na cama. Estou morrendo de cansaço. 

Durmo a noite toda e só acordo ao meio-dia. 

Quando me levanto, vejo que Malena está dormindo na cama dela.

Passo o domingo inteiro fora, estudando, e quando volto ela não está mais lá. 

Na segunda-feirade manhã, Malena ainda não voltou, e começo a sentir uma vontade irrefreável de tentar descobrir o que andou fazendo no fim de semana.


Notas Finais


Ate mais...


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