História After All - Capítulo 8


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Categorias Demi Lovato, Joe Jonas, Kevin Jonas, Nick Jonas
Tags Demi, Demi Lovato, Jonas, Lovato, Nemi, Nick, Nick Jonas
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Palavras 2.180
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura <3

Capítulo 8 - Capítulo 07


Ponto de vista: Demetria Lovato

Quando cheguei ao meu destino apenas retirei uma nota de minha carteira a entregando para o motorista do táxi, logo saindo do mesmo e seguindo para dentro do grande hospital, indo em direção a recepcionista, que se tratava de uma loira alta.

-Oi eu quero saber d... -- ela me interrompeu.

-Nome -- querida, você ja saberia se não tivesse me interrompido, abusada.

-Demetria, Demetria lovato -- ela fez uma cara estranha após eu pronunciar meu nome, é um nome peculiar ta bom, não tenho culpa.

-Tá, hum, nome do paciente, ou vai marcar horário médico? -- ela perguntou na maior tranquilidade, com uma cara de tédio enquanto olhava para aquilo que chamava de unhas, quanta falta de compromisso com o trabalho.

-Paciente, Scarlett Lovato.

-A sim, ela está com a doutora, você precisa assinar a ficha e após isso pode aguardar na sala de espera -- ela falou ainda olhando para aquelas unhas, e me entrou a ficha que eu logo preenchi, vou sair daqui antes que me altere mais com essa coisa.

Fui rumo a sala de espera que eu não sabia onde era, bem vou procurar, havia um medico ali analisando alguns papéis, e bem, perguntaria a ele mesmo.

-Doutor... -- eu o analisei a procura de algum crachá que me mostra-se seu nome, mas não o encontrei, e ele pareceu ler meus pensamentos poi logo falou .

-Joe, Dr.Joe -- ele falou dando um leve sorriso.

-Dr.Joe, você poderia me dizer onde fica a sala de espera da ala pediátrica, por favor? -- esse hospital é tão grande que certamente deve haver várias salas de espera, recepcionista inútil.

-Claro, fica no segundo andar, é só pegar o elevador, e quando chegar lá você verá plaquinhas penduradas indicando cada consultório e sala, é só ir lendo e quando encontrar o consultório da pediatria, você também ja ira encontrar uma das áreas de espera do segundo andar -- ele falou detalhadamente.

-Obrigada doutor -- apenas agradeci.

-Espero ter lhe ajudado -- ele finalizou.

-Muito, com licença -- falei logo me retirando dali, rumo ao elevador.

Como dito pelo Dr.Joe havia várias plaquinhas, e eu apenas fui lendo e seguindo as setas que cada uma indicava, não demorei a encontrar a sala de espera e agradeci mentalmente por ter chego ali.

-Srt.ª Lovato -- uma moça ruiva me chamou, julgo ser a mesma que me ligou, pela voz.

-Só Demi, e como está minha filha? -- questionei aflita.

-Ainda não sei Srt.ª, digo, Demi, a doutora ainda não retornou, apenas falou para aguardar.

-Ta bom, você ja pode ir, agora eu assumo, acredito que precise voltar ao trabalho -- falei dando um leve sorriso.

-Sim eu preciso, e apesar, me chamo Alina -- falou com um pequeno sorriso.

-Oh perdão por não ter perguntado seu nome.

-Não, tudo bem, você só está nervosa demais para se preocupar com meu nome -- ela era bem paciente enquanto falava -- mas bem, agora eu vou ir e melhoras para a pequena.

-Obrigada, e até mais Alina.

-Até.

Eu apenas concordei com a cabeça enquanto ela se retirava, então acabei me sentando em uma das cadeiras que ali tinham, apoiado meus cotovelos sobre os joelhos e pondo minhas mãos sobre a cabeça. Os trinta minutos que se seguiram foram os mais longos que ja passei, senti um alívio quando uma doutora vinha em minha direção.

-Responsáveis por Scarlett Lovato -- a Drª falou enquanto analisava alguns papéis em suas mãos.

-Eu!, eu sou a mãe dela -- disse logo me levantando

-Queira me acompanhar por favor.

-Claro -- apenas concordei enquanto a seguia.

Entramos em uma porta branca que continha apenas uma plaquinha escrito, sala da pediatria, por dentro era tudo em tons de branco nada fora do normal para uma sala médica.

-Bem Srt.ª... -- ela deu início.

-Lovato, Demetria Lovato, mas pode chamar apenas de Demi -- ja perdi as contas de quantas vezes falei meu nome só hoje.

-Bem Demi, prazer, me chamo Denise Jonas, mas pode me chamar apenas de Denise -- meu Deus, vou considerar o sobrenome apenas como uma coincidência, até por que não existe apenas uma família com o sobrenome Jonas no mundo, não é.

-Ok, Drª.Denise, como está a minha filha? -- eu estava aflita demais para pensar em qualquer outra coisa.

-Bom, não posso dizer que ela está bem, eu estaria mentindo.

-Deus eu, eu, o que ela tem então -- até para formular uma frase sem gaguejar estava difícil.

-Anemia.

-Mas a anemia não é algo tão grave assim, ou é?

-No caso dela, não seria se fosse a "Anemia Ferropriva" pois essa ocorrer apenas pela falta de ferro no sangue -- ela respirou e logo prosseguiu -- bem, no caso da pequena é a "Anemia Hemolítica" que ocorre pela produção insuficiente de glóbulos vermelhos.

-mas, eu a levei ao médico semana passada e era só uma gripe, Deus, isso não pode estar certo -- é muita informação e eu não sei como lidar.

-Bem o outro médico não errou totalmente, ela está gripada, mas ele deveria ter pedido exames, pois a imunidade ja estava baixa e pelo que vejo o corpo não reagiu bem ao remédio, fazendo com que ela ficasse mais fraca.

-Mas ela vai ficar bem, não é? -- eu realmente não sei por que pago a merda do plano de saúde, aquele medico só conseguiu ver que ela estava gripada nem para fazer um bom trabalho serviu.

-Ai temos outro problema, além da baixa produção de glóbulos vermelhos, os que estão sendo produzidos não tem hemoglobina suficiente, o que faz com que as células não levem oxigênio o suficiente para os pulmões e o resto do corpo -- tudo soava tão complicado para mim, minha filha não estava nem um pouco bem e eu me sentia sem rumo, perdida, não sabia como lidar com tudo isso.

-Deus, eu não sei o que fazer, me ajuda -- a esse ponto eu ja não segurava as lágrimas, era a minha filha que estava la, e eu não podia fazer nada.

Senti quando as mãos da doutora tocaram minhas costas, e ela me entregou um copo plástico com água, e eu nem me atrevi a recusar apenas o tomei, eu preciso me acalmar, mas é tão difícil.

-Calma queria, agora ela está estável -- Denise falou tentado me acalmar, não tinha mais todo aquele tom formal em sua voz.

-Estável não quer dizer bem, eu não posso perdê-la -- e novamente as lágrimas se faziam presente em meus olhos -- por favor, me diz que vai fazer minha garotinha melhorar.

-Eu farei o possível querida, mas o caso não é tão fácil, ela está respirando por conta do aparelho de oxigênio, e a única forma de reverter isso, seria com uma transfusão de sangue -- quando ela terminou um sorriso de esperança surgiu em meus lábios.

-Mas eu posso doar, não posso? ela é minha filha.

-Se o tipo sanguíneo for compatível sim, você sabe qual é o seu? -- me questionou.

-Sim, meu tipo sanguíneo é O , eu posso não é doutora?.

-Eu não queira dizer isso, mas infelizmente não, o tipo sanguíneo da sua filha é O- que é considerado raro, pois ele é doador universal mas infelizmente não é receptor universal, apenas recebe de outro O- e ele está em falta nos estoques, mas eu ja estou fazendo o possível para conseguir um doador -- e ali se foi toda a minha esperança de ajudar Scarlett, mas agora só me resta esperar que um doador compatível apareça.

-Mas e o pai dela? Ele não só pode, como deve ter o mesmo tipo sanguíneo que ela -- a doutora falou e eu travei, realmente ele pode, mas se eu for procurá-lo corro o risco de ser taxada com ladra de sangue também, pois ele nem acredita que ela existe, e bem, dele eu não espero menos.

-Ela, ela não tem pai -- foi só o que falei.

-Oh perdão -- Denise se desculpou.

-Não, tudo bem, mas por favor ajuda ela, eu sei que se não aparecer o doador, isso pode piorar -- eu não sou burra, e eu sei que qualquer doença que não for tratada corretamente pode levar a algo pior, e eu não quero pensar nisso.

-Sim isso pode piorar, a falta de hemoglobina pode acabar acarretando outros problemas que podem ser cruciais -- e foi ai que eu desabei eu poderia perder minha garotinha e eu não poderia viver com isso -- Eu vou te ajudar, fique calma -- falou dando um sorriso acolhedor, como se ja soubesse o que fazer.

Apos toda a conversa e mais explicações eu pedi para ver minha garotinha. Quando entrei no quarto ela estava deitada na cama, tinha um fio em seu nariz que levava o oxigênio, ela dormia serenamente e não parecia tão mal quanto realmente estava, sua pele mais pálida que o normal e aquele bip dos aparelhos me assustavam, e eu apenas fui em sua direção passando minha mão em seus cabelos e depositando um casto beijo em sua testa, pedindo em silêncio para que ela melhora-se.

Me sentei na poltrona e decidi ligar para falar com Marissa, ela pediu para lhe dar notícias.

-Alo, Demi? -- falou do outro lado da linha.

-Marissa -- falei em um sussurro.

-Demi, como ela está?

-Mal Rissa, muito mal -- eu só queria chorar, mas não o faria.

-O que ela tem? -- ela questionou e parecia realmente preocupada.

-Eu, Rissa faz um favor? --questionei e ela resmungou um claro -- traz umas duas peças de roupa e aquele urso que ela arrasta para todo lado, aqui no hospital, ai eu te explico, pode ser?

-Claro, eu vou terminar o trabalho e vou em casa arrumar as roupas para ela, é o coelho né?

-Obrigada amiga, sim o coelhinho, muito obrigada mesmo.

-Não agradeça, vou desligar, fica bem, logo eu vou ai.

E ela encerrou a ligação, e então liguei para minha tia, ela também precisa saber e eu apenas expliquei e ela disse que logo viria até o hospital, ela nitidamente ficou nervosa e isso não faria bem a ela.


                 °*°*°*°*°


-Demi, Demi! -- acordei com alguém me chamando. 

-Ah, oi, acho que acabei cochilando aqui -- falei enquanto esfregava os olhos. 

-É, eu percebi, toma eu trouxe as roupas e a pelúcia que você pediu -- Marissa falou me entregando uma pequena bolsinha de urso que pertencia a Scar -- e como ela está?

Comecei a falar tudo o que a doutora havia me explicado, ou pelo menos o que eu havia entendido, Marissa prestava atenção em tudo, espero que ela entenda pois não teria paciência para explicar novamente. 

-E agora ela precisa de uma transfusão de sangue para repor o que o corpo dela não produziu -- finalizei. 

-Tá, mas ja poderiam ter feito isso, não? -- ela questionou como se fosse algo muito óbvio. 

-Não, o dela é O- e não tem o tipo sanguineo dela em estoque e agora estão atrás de um doador -- Me limitei a falar. 

-Eu ajudaria essa bonequinha, mas meu sangue não é o mesmo que o dela -- ela lamentou, enquanto passava a mão no rostinho de Scar que permanecia dormindo. 

-Infelizmente. 

-Bem, você não quer ir para casa? Tomar um banho se alimentar, ai você volta? -- Marissa, perguntou calmamente, mas eu não aceitaria, pretendo ficar por aqui. 

-Não, obrigada, mas eu quero ficar por aqui e esperar para ver se aparece um doador -- falei dando um pequeno sorriso.

-Então você pode ir, Demi, eu consegui, consegui um doador -- a Drª.Denise entrou pela porta falando, e foi ali que eu realmente sorri sem precisar me esforçar. 

-Eu...eu, não estou conseguindo acreditar, muito, muito obrigada Denise -- falei gaguejando e por impulso a abracei, achei que ela não retribuiria mas ela retribuiu. 

-Pois acredite, e ele ja está a caminho, pode ir em casa e ai você volta, nós cuidaremos bem dessa bonequinha -- a Drª falou enquanto sorria para mim, e ia até Scarlett. 

-Tudo bem, eu vou, mas por favor qualquer coisa me liguem -- falei apreensiva, eu queira ficar ali mas também precisava de um banho e me alimentar. 

-Claro, Demi, eu vou até a minha sala mas qualquer coisa entrarei contato -- Denise falou e então saiu do quarto. 

-É, eu também ligo, pois vou ficar aqui -- Marissa que até então estava calada se pronunciou. 

-Ok, atende dela para mim ta? 

-Claro né Demetria, ou você acha que vou deixar ela aqui dormindo, e vou sair caçando os médicos gatos daqui? Pois olha, ja vi um monte -- ela falou como se fosse óbvio e acabou rindo. 

-Ta bem, eu vou -- falei rindo dela.

-Quer ir com o carro?

-Olha, eu aceito, não estou com muito vontade de procurar por um táxi. 

Marissa apenas concordou e me entregou a chave do seu carro, eu apenas agradeci e fui até a Scarlett depositando um beijo em sua testa e pronunciado um eu te amo, após isso me despedi e fui para fora dali e iria o mais rápido possível e apenas para tomar um rápido banho e tentar comer algo, e logo voltaria para cá.




Notas Finais


Bom é isso, ja ja eu posto mais.

Capítulo sem revisão.

No mais é isso.

Até mores <3


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